Olá, Junior novamente.
Após aquele final de semana passei a conversar mais com Andreza. O japonês às vezes parava a instrução prática e nos dava uma chamada. Muito formal, dizia:
— Senhores, o treinamento prático é avaliado. Se os senhores não prestarem atenção poderão não se lembrar do que foi ensinado por mim. O senhor Geraldo, o nosso encarregado, fará a prova prática na sexta. Ele não dá colher de chá. Com ele ou é ou não é.
Devido à essa fala, já na tarde de segunda-feira, passamos a prestar mais atenção. Cada um tinha um caderno e uma apostila, e fazíamos anotações. Não éramos concorrentes, ambos estávamos em período probatório. Para sermos efetivados era preciso passar pela avaliação do senhor Geraldo. E ele era muito exigente.
Resolvemos estudar juntos. Mas para isso marcamos na sala de reuniões do hotel. A semana foi intensa, o japonês durante o dia nos apertava com os detalhes. À noite nós revisávamos procedimentos e manuais, atentos a cada detalhe que poderia ser avaliado.
A sexta chegou. De manhã, no Uber, Andreza estava ansiosa, e nervosa.
— Calma, Andreza, vai dar certo. Nós nos dedicamos muito essa semana!
— Você fala assim porquê você é homem, não deixa a emoção te dominar - respondeu ela.
— Mas eu tô nervoso também - disse eu, abraçando-a.
Chegamos na empresa, passamos os crachás e fomos pro setor. O senhor Geraldo chegou, sorriso amplo, ele era um cara tranquilo, que dominava o assunto, mas nem por isso iria deixar de cobrar alguma coisa ou deixar passar um erro.
— Bom dia Andreza, Junior. Tudo bem? Dormiram bem?
— Bom dia, seu Geraldo. Como dormir bem? - respondeu Andreza.
— Fique tranquila, menina. Sei que vocês estudaram em casa e tiveram o melhor treinamento que poderiam ter. O Japonês é nosso melhor técnico, muito metódico, e isso é bom, pois ele foca nos detalhes.
Os testes práticos começaram. Eu e Andreza fomos trabalhando, seguindo os procedimentos, manuais abertos, interagindo profissionalmente durante o teste. Ao final de 3 horas terminamos. O senhor Geraldo pediu para organizarmos a bancada de trabalho e nos dirigíssemos para sua sala.
— Tomem uma água, um café. Depois vão até minha sala.
— OK, seu Geraldo - respondi.
Após organizar a bancada e tomar um café com Andreza, que estava muito apreensiva, nos dirigimos à sala do nosso avaliador.
— Entrem.
Quando entramos vi o diretor da empresa e uma senhora que não reconheci.
— Esse é o senhor Castro, fundador e diretor da empresa. Essa é a dona Bernadete, diretora de RH - disse seu Geraldo - Esses são Junior e Andreza - apontou para nós.
— Eu os avaliei pela manhã, após duas semanas de treinamento prático, além do treinamento teórico que tiveram anteriormente ‐ continuou seu Geraldo.
— Muito prazer - estendeu a mão o senhor Castro - seu Geraldinho disse que vocês dois são os profissionais mais dedicados que já passaram por aqui nos últimos tempos. Superaram os dois anteriores que estão conosco há seis meses.
— Como reconhecimento pelo esforço e dedicação, o salário de vocês será acrescido de um bônus de permanência, que só é concedido a profissionais que têm desempenho relevante na empresa. Parabéns, sejam bem vindos à equipe! - falou dona Bernadete, estendendo-nos a mão.
Ficamos extremamente felizes. Recebemos certificado do curso e os crachás definitivos, bem como senhas e logins de acesso aos sistemas da empresa.
No Uber, de volta para o hotel, eu e Andreza não nos cabíamos de contentes.
— Onde vamos comemorar hoje? - perguntei.
— No meu quarto! - respondeu ela.
— Tá, gostosa - respondi.
Subimos nos pegando no elevador.
Mal entramos no quarto dela e já fomos tirando as roupas. Joguei ela na cama, montei em cima e comecei a beijá-la. Nossos paus estava duros, um encostando no outro.
— Quero fazerdisse eu. E virei-me, colocando meu pau na boca dela, enquanto sugava aquele mastro gostoso. Ãhn? É, leitor, quando se está apaixonado o sexo não é mais sexo, é amor. E ai, tudo muda.
Eu já estava a ponto de gozar. Parei de chupá-la e sentei na cama. Virei-a de bruços, comecei a chupar seu cuzinho. Ela gemia, mordendo o travesseiro.
— Vai, amor, me come, enterra esse pau no meu cu! - pediu ela.
Bezuntei meu pau de 14 centímetros e enterrei de uma vez no cu dela.
— Ai!! - gritou ela.
— Doeu? - perguntei.
— Você foi muito rápido, mas continua, tá gostoso, vai.
Comecei a empurrar fundo, mas devagar. Parei e comecei a beijar o pescoço dela. Ela se virou e nos beijamos, meu pau dentro do cu dela.
Tirei de dentro e pedi pra ela deitar na borda da cama. Segurei as pernas dela na posição frango assado, coloquei meu pau no cu dela, segurei seu pau grosso e duro, que babava de tesão.
— Vai, gostoso, me fode! - pediu ela.
Iniciei um entra e sai ritmado, mas lento, depois aumentei a velocidade, soltando o pau dela. Diminuí o ritmo e aumentei a amplitude dos movimentos, levando-a a se estremecer. Olhei pra ela, agarrando o lençol, e ela continuava a tremer. E logo gozou, o pau jorrando porra na sua barriga. Eu, vendo aquela cena, não aguentei e gozei forte no cu dela, enquanto segurava o pau dela com força.
— Caralho! Você conseguiu o que nenhum outro cara tinha conseguido! Me fez gozar pelo cu, pela próstata!
Eu me abaixei, chupei seu pau melado, e lambi toda a porra da barriga dela.
— Fico feliz de ter te proporcionado isso, Andreza.
Fomos pro banho, suados. Ela quis chupar meu pau, eu não aguentei devido à sensibilidade pós gozo e ela parou.
Terminamos o banho. Fui pro meu quarto e fomos jantar em um restaurante intimista. Pedimos um prato com camarões e um vinho. Ficamos ali, apreciando a lagoa iluminada pelas luzes da cidade e banhada pela lua cheia, que se refletia em suas águas.