Salete, de virgem a mulher de puteiro
Conto n.º 220 de Macela Araujo Alencar
Tema: Sadismo, grupal, crueldade, pornografia, incesto, putaria.
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Salete chegou da escola irradiando alegria por todos os poros. É o último dia das férias escolares de fim de ano, mas não é só este o motivo de estar tão feliz, o principal é que passara de ano com ótimas notas. Outro motivo é que depois das festas, iria passar o mês de janeiro no sítio do tio Lucas e de seus três primos, no interior de Minas Gerais. A última vez que foi ao sítio ainda era uma pirralha, isso há dois anos, mas ainda se lembra das brincadeiras que faziam com os três.
O Natal ao lado de seus pais e da tia Eunice, foi uma felicidade imensa e recebeu muitos presentes. Melhor foi 31 de dezembro, pois o tio Lucas veio passar ao lado da gente e matar as saudades de papai, seu irmão mais novo e também para me levar para o sítio. Isso porque meus pais vão fazer um cruzeiro pela costa do Brasil no seu mais novo brinquedo, o iate com o meu nome, Salete.
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Dia 02 de janeiro, depois que meus pais partiram para o seu cruzeiro, eu fui arrumar minhas malas, porque, como ficou programado, eu e o tio iremos para o sítio dele, hoje, por volta das 16 horas. Enquanto eu me preparava, o tio saiu, para levar a camionete para ser revisada numa oficina mecânica.
Por volta 11:40 retornou dizendo que não podemos viajar hoje, pois a camionete apresentou problemas e teremos de esperar o conserto do motor, que devem durar por dois dias.
Ele disse para não ficar triste e que para me consolar, iria me levar para conhecer a noite de nossa cidade. Eu que nunca saí de casa à noite, sem a companhia de meus pais, fiquei eufórica com esta oportunidade.
— Tio, o senhor, disse que o motor da camionete pifou, como agora ela está lá fora prontinha para nos levar para sairmos?
— Eu menti, querida, pois não queria ir para o sítio, hoje.
Mas quando saímos, ele falou que primeiro me levaria a outro lugar e quando o questionei, aborrecida. Ele mandou eu ficar quieta.
Muda como uma boneca, meu tio me levou para um lugar, que achei ser fora dos limites da cidade, pois além demorar muito para chegar, a estrada não é asfaltada e com muitos buracos.
— Tio, para onde estamos indo?
— Para um sítio, gente conhecida minha. Rafael, o dono do lugar, está comemorando 60 anos e convidou alguns amigos para a festança. Você vai se se divertir bastante, não se preocupe.
Mas Salete, a pequena garotinha, estava preocupada e também com muito medo, pois não foi isso que o tio tinha lhe prometido.
— Tio, eu não quero ir para a casa deste teu amigo. Vamos voltar,
— calada, agora é tarde para arrependimento. Já estamos quase chegando e você se comporte e seja educada com os meus amigos.
O tom da voz dele, pareceu mais como uma ameaça do que um simples conselho e Salete se calou, tendo ciência que algo de ruim estava a sua espera.
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Finalmente, chegaram ao destino e Salete, tremendo de medo, pode observar, estacionados ao redor de uma casa de dois pavimentos, alguns veículos, sendo dois jipes, um trator e duas camionetes cabines dupla e carroceria traseira aberta.
A casa, cercada por varanda, pelas janelas e a porta central deixavam vazar luz e estridente som de música eletrônica. Salete, quase que empurrada por seu tio, desceu da camionete e puxada com firmeza por um braço, se viu no centro de um salão, cercada por sete ou oito senhores, todos, com não menos de sessenta anos.
Um dos idosos se aproximou e ficou olhando para Salete, como se estivesse a avaliando. Depois falou para seu tio palavras que gelou o sangue de Salete:
— Lucas, esta é a garota que prometeu iria nos divertir?
— Sim é ela, senhor Rafael.
— Ela é muito novinha, Lucas. Quanto tu quer por ela?
— Senhor, ela é minha sobrinha e é virgem, portanto, meu pedido será mais robusto.
— Minha nossa, Lucas, como tu tem coragem de trazer para nós tua própria sobrinha, ainda por cima virgem?
— Senhor Rafael, por esta razão vou solicitar duas cabeças das tuas vacas, posta lá na minha fazenda. Podem se divertir com ela, como bem intenderem, mas não tirem seu cabaço.
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Com terror, Salete ver Lucas ir embora e a deixar entregue nas mãos daqueles velhotes. Ela não sabia a quem mais temer, se do tio ou daqueles homens idosos, por fim se decidiu. Acreditando totalmente que eles não farão sexo com ela.
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Meia hora depois, Salete sentada em um sofá, com todos os sentidos alerta, conversa com alguns dos idosos, e até então nenhum deles demonstrou intenções de agir com ideias sexuais para cima dela. Isso a foi tranquilizando e abriu a guarda e até aceitou beber uísque misturado com guaraná, coisa que nunca pensou pudesse beber, mas que adorou. Só que não sabia que além do guaraná, havia algumas drogas que a deixariam completamente doidona.
Não demorou muito e Salete totalmente nua, ria e rebolava seu belo corpinho, cercada pelos oito senhores, que a incentivam e lhe davam, a todo momento, mais bebida batizada.
Isto continuou até que totalmente exausta, Salete se deixou cair sobre um sofá com as coxas separadas, exibindo suas intimidades sem nenhum vestígio de pelos. Tão doidinha se encontrava, que a exibição de sua nudez lhe era natural e, nem percebia que oito pares de olhos famintos, estavam a menos de um metro dela e se aproximando. A garota sentiu mãos apalpando sua boceta e bocas chupando os mamilos, isso a deixou excitada, muito excitada e deixou rolar.
Minutos depois uma dor muito forte a fez sair do torpor, mas já era tarde para qualquer reação. Um homem pesadão se movia por cima dela, com o membro dentro de sua vagina, percebia o pau enorme se movimentando em sua grutinha, parecendo que a iria dilacerar. A dor é muito forte, mas coisa estranha, a dor vinha mesclada com enorme prazer, prazer que nunca sentira antes.
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Salete deitada totalmente nua no duro piso do salão é brutalmente estuprada por oito homens, que se revezam entrando e saindo de suas carnes, algumas vezes pela porta dos fundos. Este hediondo estupro, perdurou por muitas horas, com eles a obrigando a beber uísque, agora sem guaraná, mas diluída com as drogas, esta porção mascarava a dor ao mesmo tempo que a fazia ter orgasmos, mesmo tendo poucos momentos de descanso, tão logo um homem saía, outro chegava.
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Quando Lucas, seu tio canalha, veio buscá-la, como ficou combinado, ficou apavorado. Salete estava nua, coberta por múltiplas manchas vermelhas por todo seu corpo, marcas de dentes e chupões e sangrando em suas intimidades e estava inconsciente motivada pela enorme quantidade de drogas que circulava em seu sangue.
Continuou sem sentidos durante toda viagem para o sítio. Lucas deitou a sobrinha sobre o estofado do segundo banco. A cobriu com uma manta e utilizou os cintos de segurança para a manter segura no banco. Enquanto dirigia, pensava em um modo de explicar aos seus filhos uma maneira de justificar a péssima aparência de Salete. Então encontrou um modo ludibriar os rapazes.
A versão contada por Lucas, aos seus filhos, Rafael, 21 anos, Mauro, 23 e Jorge, 25, foi aceita por eles, mas com dúvidas:
Estavam vindo para o sítio e na altura do km 340, da Br23S, foram emboscados por cinco homens, eles roubaram todo dinheiro e abusaram de Salete por dois dias. Ele amarrado, nada pôde fazer. Depois foram embora e ele conseguiu se libertar das amarras e socorrer a sobrinha.
Salete foi levada no colo do primo Jorge para o quarto no segundo pavimento, previamente pronto para a receber. Os rapazes, enternecidos com o precário estado da prima, foram a Vila Boca do Rio e chamaram dona “Sinhazinha”, que se fazia de enfermeira da vila, apesar de não ser. Compraram na única farmácia da vila, alguns itens de pronto atendimentos.
A velha senhora ficou horrorizada com o que fizeram com a “guriazinha” tão bonitinha. Disse que na vila, caso de estupros das “gurias” de lá são comuns. Ela atendeu Salete até ela despertar, cinco dias depois.
Salete ficou mais 10 dias acamada, sendo atendida por seus primos. Sua memória deletou, em parte o que aconteceu, mas sabia de seu estupro, da versão criada por seu tio.
Mais 12 dias se passaram e agora Salete interagia com os primos e com o tio, mas se mostrando tristonha por saber que cinco bandidos abusaram dela, mas graças que não se lembrava do ocorrido.
Quando começou a receber carinhos de seus primos e do tio, gostou e não os repeliu, apesar de cada dias se mostrarem mais abusados, porém os disfarçando de “brincadeiras”, isso perdurou nesse nível até o dia em foram nadar na Lagoa do Papagaio, situada a 4 km da Casa Grande do sítio. Salete foi de charrete e os primos Mauro, Rafael e Jorge a cavalo.
Ela com água pelos ombros brincava, se divertindo com os rapazes, que não sabiam que na escola Salete era campeã de natação e que podia prender a respiração por muito tempo. Ela mergulhou e debaixo da água os via a procurando, até que em um momento, percebeu as pernas de um dos primo e num impulso, com as duas mãos, puxou até os pés, a sua sunga, não sabendo de quem era. Salete o pegou desprevenido e o assustou e isso facilitou que a sunga ficasse em sua mão, por baixo, nadou para longe e escondeu a sunga em baixo de algumas pedras, no leito da lagoa. Mauro, peladão, gostou da “brincadeira” da prima e mergulhou a sua procura.
Alguns minutos depois, os quatro primos, pelados de divertiam de dar “caldos”, em determinado momento, Salete estava presa entre Mauro, pela frente, Rafael por trás e Jorge ao seu lado. Todos os quatro primos, com enorme tesão. Ela sentia o pau de Mauro, enterrado em sua vagina e o de Rafael, em seu rabo. Enquanto Jorge, impaciente espera que um dos manos lhe ceda a vez.
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Durante o mês de janeiro e parte de fevereiro, Salete ficou no sítio do tio Lucas, mas o interessante é que ela nunca mais voltou a dormir no quarto de hóspedes, nas segundas e quintas fodia com o primo Jorge. Nas terças e sextas com Mauro e nas quartas e sábados com Rafael e aos domingos com o tio Lucas. Sempre pulando de quarto.
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Quando retornou para casa, prestou vestibular sendo aprovada para uma Federal na Capital, há quatro horas de carro da casa de seus pais, que alugaram um apartamento de um quarto, no campus universitário, onde ela ganhou fama por sua estonteante beleza e de ser a putinha mais famosa de todo campus, tendo namorado todo time de basquete e de oito de seus professores, durante os cinco anos de curso.
Com diploma, voltou para casa e na primeira semana, com sua mãe ausente, entrou nua no quarto do casal e fez sexo com o seu próprio pai. Não deu outra, foi expulsa por sua mãe.
Hoje, oito anos depois, Salete é a garota que mais fatura no puteiro do famigerado Cara Marcada, um conhecido contraventor e dono do Morro Macaco Pelado, um negro de quase 2,10 m e feio como o diabo. Cara Marcada, capturou Salete, quando ele e seus soldados invadiram um cabaré na área do baixo meretriz no caí do porto, em busca de mulheres para o seu puteiro no alto do morro.
Salete trabalha seis dias por semana, seis a sete horas por noite e do que ela fatura, 80% são de seu homem, Cara Marcada e se ela reclama, leva porrada.
FIM
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