Cornísse da vida real - relato de ontem

Um conto erótico de dougfrito
Categoria: Heterossexual
Contém 4896 palavras
Data: 29/05/2026 16:26:25

Isto não é um conto. É 100% vida real, deÉ sábado, 10:57, manhã fria na Consolação, São Paulo. 9 anos de não monogamia. 9 anos sendo corno.

Ao meu lado na cama, minha esposa em união estável mexendo no celular, vendo reels de Instagram enquanto escrevo o que ainda está espalhado pelo nosso quarto, pela nossa cama.

- Tá feliz amor? - perguntei pra ela faz 30 minutos, de conchinha, meu pau durão atrás dela recém acordado, lembrando que ela foi macetada (tal ela gosta de falar) por mais de meia hora ontem.

- Tô amor, mas tô com a xota bem sensível - ela falou já indicando que não vai conseguir me dar hoje de manhã a xota recém comida, do jeito que eu gosto. É a cornísse da vida real. A felicidade e frustração dupla. Explico rs:

Se ela tá assada de tanto dar ontem e gozar 2 ou 3 vezes como ela gozou, significa que eu fui bem corno e ela foi arregaçada por quem veio comer ela gostoso. Delícia. Mas o resultado, é ela agora de manhã não conseguir dar pra mim. Consequências. E fico na lembrança da cornísse realizada. E já que não vou conseguir comer ela, compartilho, esta recém lembrança com vocês, com todas as nuances (maravilhosas) da cornísse da vida real.

Por outro lado, se o comedor não arregaça ela, ou não é um pauzudo veiudo preenchedor de xota, ou não é um macho dominante que satisfaz ela por "horas"; ela fica disponível pro dia seguinte. Significa que não fui um cornão, é verdade (é uma delícia quando o comedor fode sua mulher muito mais gostoso que você) mas como ela ainda está disposta a dar, tem sobra pra mim. No dia, ou no dia seguinte. Sobra a xota dela inchada, quente, deliciosamente usada e esfregada por outro pau forte e duro, sedento por fuder a mulher de um corno manso.

Enquanto esfrego meu pau duro nessa conchinha com ela, escuto:

- Tá feliz, amor? - ela me perguntou de volta.

- Uhum - Respondi, sinceramente, mas sem demonstrar total empolgação.

(11:23, ela já respondeu mensagem de outros 2 comedores dela. Ela segue com tesão no alto hoje rs).

- Não senti esse uhum tão sincero - ela jogou meio preocupada.

- É sincero sim, tô feliz - falei sem muita empolgação. Mas por dentro estou deliciosamente leve e saciado. Mas de fato não estou 100%.

E aí segue a gostosa dualidade da cornísse. Pode ser pelo peso dos chifres recém colocados e ainda sensíveis. Sim, lúdico, poético. Pateticamente poético. Mas um sentimento completamente real para o corno. É uma sensação de tesão e de trouxa que se misturam. Gozei gostoso ontem, num orgasmo imenso, forte, explosivo. E ser corno é estar o sexo inteiro na punheta e muito próximo do limiar do orgasmo. É sério, meia hora, uma hora, o tempo todo muito próximo do orgasmo, porque sabemos como a nossa punheta é uma delícia - mas, é estar no sexo como um admirador, tal assitindo um jogo de futebol ou uma peça de teatro. Analogamente, a cornísse, é o delicioso assistir da pornografia, mas ao vivo. E é sempre um filme novo da sua atriz favorita. E você pode escolher o ator, os atores. É o show da sua amada, é um delírio.. É assistir ao jogo de futebol no estádio, e ter chance de participar da partida, e como atacante. É assistir uma peça de teatro incrível, uma obra prima do seu próprio prazer.

É muito tesão. Julgo dizer que muitas vezes eu fui o que tive o orgasmo mais forte e gostoso da noite. As vezes fui o único a gozar. E as vezes confesso que o comedor me humilhou gozando 2 vezes e fazendo minha mulher gozar 4 - o que é uma exceção mas uma delícia também, porque ela merece.

Nesse misto de cornísse e trouxisse, relembro os últimos dias, me lembro que também me dou bem nesta não monogamia. Faz 3 dias que estávamos comendo uma das mulheres mais gostosas que eu poderia comer na vida (junto com minha amada, que é a mais gostosa do mundo). Duas mulheres na minha cama. Comi as duas, na pele, me deliciei, delirei e fiz delirar. Porque corno também sabe comer, após tantas aulas assistindo ao vivo os outros fudendo do jeito que elas gostam de verdade.

(11:36, ela tá vendo uma foto dela, com duas amigas + meu melhor amigo, que já comeu ela umas 15 vezes. Dessa duas amigas, uma já comi). Ela continuou:

- Você não gostou de ontem, amor? Foi tão gostoso - ela tenta entender, um tanto preocupada, porque foi intenso mesmo ontem.

- Foi ótimo amor, gostei sim - e no fundo, gostei mesmo. Teria como não gostar? Olha isso rs.

Ontem, 23:30, chego na festinha que minha amor está desde as 21:30. Procuro pra ver se ela está agarrada num homem gostoso, ou numa mulher gostosa, ou casal; está dançando junto com nossos amigos. “Cadê o Mike?” Me pergunto.

Mike é o nome real (foda-se rs, vou de nome real mesmo, acho que é Michel o nome dele) de um cara hétero que eu conquistei nesses aplicativos para casais e singles. Grande, bonito, legal, carinhoso, cuidadoso, desenrolado, bem safado. Hétero que deixa o corno se divertir. É hétero comedor de casada e verdade, que significa que sabe saborear o prazer de estar a 3 na cama com a mulher dos outros e se aproveitar de um corno assistindo como ele come gostoso a mulher do corno.

Mike já comeu minha mulher entre 5 e 10 vezes. Já é bastante coisa. Não é estar numa relação a 3, mas é ter o WhatsApp dela pra falar que hoje vai comer ela, e nem avisar o corno aqui. Ontem, umas 20:00, ela manda "Amor, Mike tá aqui em São Paulo". "Ai que legal amor, ele vai na festa?". "Sim. Chamei ele". Pra um amigo normal, significa que teremos um amigo normal na festa. Mas para o amigo que já comeu sua mulher quase 10 vezes, significa que "Amor, você vai ser corno de novo. Vou dar gostoso pro Mike hoje a noite. Tô com saudade do pau dele dentro de mim, me fudendo gostoso. E você já sabe que vai ficar assistindo ele me comer".

Ela nem falou nada disso. E não precisava. Às 20:00 fiquei sabendo que eu ia ser corno de novo. E fui.

Tal ela não precisou falar que ia dar pro Mike, não perguntei "Cadê o Mike" quando cheguei. Nos beijamos, sorrimos, trocamos as novidades da noite, cumprimentei as 2 dezenas de amigos e amigas na festa de aniversário. Seguimos a festa e nada de Mike.

00:30 já, bebinhos de álcool e ela um tantinho chapadinha de erva de algum amigo maconheiro nosso, um homem grandão aparece do meu lado, sorrindo. É o Mike, o daqui pra frente dono da minha mulher pelas próximas 4 horas.

"E aeee grandão". Falo mais animado do que eu esperava. É muito tosco e prazeroso esse sentimento trouxa de se deliciar com o virilidade dos outros, mas é real. "Como você tá grandão? Saudades man" falei. Chamar o cara que vai comer sua mulher de Grandão, é a marca da submissão do corno manso rs.

"Pooo muitas saudades cara, cheguei agora do Rio pra ver vocês".

- Agora? - perguntei meio espantado. São 00:30.

- Sim, agora, vim direto do Rio pra cá ver vocês - e fiquei mais espantado com esta resposta.

- Caraca cara - fiquei com peninha, e tentando recompensar o ‘esforço’ dele, apontei - Ó, ela tá ali - e aponto pra minha namorada. O tesão corno fala mais alto que a "amizade". No fundo, sei claramente que a "saudade de vocês" que ele fala significa "saudade de enfiar o pau bem gostoso no fundo da xota da sua mulher". Pode parecer escroto isso, mas do meu lado é igual. A minha saudade é "tô louco pra assistir você enfiando o pau bem gostoso e fundo na xota da minha mulher". Estamos quites. É difícil entender, mas sou trouxa por ter exatamente o que eu quero? Sou trouxa porque me faço, no meu fetiche e gostar da sensação de me sentir trouxa; mas na verdade, estou tendo exatamente o prazer que quero.

- Ela está maravilhosa hoje - falei pra ele, como se ele não soubesse.

Ela se arrumou toda, passou uma maquiagem linda, colocou uma lingerie cara, vestiu uma roupa das favoritas, e estava aguardando ele chegar. Chegou. E ela virou e viu ele. Sorriu bem animada e com os olhos brilhando com a chegada do comedor carioca dela.

- Você está um espetáculo - ele falou pra ela ao se aproximar.

Conversaram, e se beijaram. Ele com os lábios grossos dele, lambendo a boca dela. Homem forte, largo. Ela de costas, escalando ele pra se entregar pra ele na frente dos nossos amigos. Ninguém liga no nosso grupo liberal (e isso é maravilhoso). Ele de costas agarrando ela, vejo algumas espinhas no pescoço dele, entregando que ele continua tomando ‘suco’. Acho ótimo, quero homem gostoso e másculo comendo minha mulher, de pau durão do testosterona lá em cima, e com o desejo de 3 soldados retornando da guerra.

A festa continua. Se antes eu ocupava a companhia dela, agora é o Mike que ocupa. Nada exagerado para nossos amigos não estranharem (somos um casal) mas o suficiente para ele dar uns abraços nela por trás - instalar o clima de quem vai comer ela essa noite. O abraço carinhoso do armário atrás da minha pequena. Mas nem tão carinhoso assim porque, no meio da conversa alcoolizada em que todos riem de alguma história aleatória enquanto ele abraça ela por trás, vejo a mão dela escondida, pra trás dela, entre o abraço deles, provavelmente agarrada no pau durão dele pulsando na mãozinha dela; pau pulsando é o jeito mais viril do pau do comedor dizer que está tarado e cheio de vontade de se enfiar por dentro dela.

Ninguém repara. Mulheres sabem fazer as coisas. Só ela com a mão escondida, o Mike sorrindo tentando ouvir a história mas com a cabeça em outro lugar, e o corno querendo ver as evidências da cornísse pública.

Eles se afastam, e fica eu, tentando disfarçar, mas olhando pra baixo, manjando o volume do pauzão dele marcado. A marca de quem vai comer ela hoje. De quem que ela quer.

Mike pega no pau duro dele e aperta, cheio de tesão. Olha pra mim e sorri sacana. Ele sorrindo, escuto ele dizendo por telepatia, "Nossa! Que mulher gostosa do caralho, corno". Na verdade, não é muito do feitio do Mike me chamar de corno, mas que ele me falou enquanto apertava o pau me olhando que "mulher gostosa do caralho", isso ele falou.

E depois de exibir o pauzão dele pra mim, ele agarrou ela de novo. Ela, safada, já foi agarrar o pau dele mais unm pouco. Alisando a virilidade do comedor dela.

Mike fala algo no ouvido dela, e ela olha pra mim.

Ela parece lembrar que temos muitos amigos ali em volta, após esses minutos de abraço. Um pouco pra ele, um pouco pra mim. Ela solta o pau dele, sai dos braços dele, me beija, e alisa meu rosto com a mão que estava alisando o pau do Mike. Sinto o calor da mão dela esquentando meu rosto nessa noite fria de São Paulo. Na minha imaginação, imagino o que o Mike deve ter dito:

- Vai lá e alisa o rosto do corno com essa mão que você tá pegando meu pau, vai - e ela sorri e vem, safada, mostrando quem é o comedor dela hoje.

Adoraria a humilhação mas duvido que o Mike tenha dito isso rs.

Na vida real, o Mike se preocupa com a gente e não quer ninguém estranhando uma proximidade excessiva deles. Carinhoso e sensato. E é por isso que come ela sempre que vem pra Essepê.

01:00 da madrugada. Mais álcool. Mais beijos. Nós 3, longe dos amigos, em algum momento aleatório. "Gente, tô indo embora", ele fala.

- Não vai não, você vai me comer hoje - minha namorada já sem filtro do álcool expõem na cara dele.

Essa cornísse aberta e espontânea é deliciosa. Esse desejo feminino da sua amada, gritante, por outro pau, é pornograficamente excitante. Com tanta intimidade do Mike ter comida ela uma dezena de vezes, pula os (também divertidos) rodeios de "podemos levar ele pra casa, amor?". Com tanta intimidade, surge o abusado "ele vai me comer hoje, não quero nem saber".

Ele realmente tinha o tempo curto, veio em São Paulo fazer uma prova às 7:00 da manhã, veio direto pra ver ela e deve estar mil cansado.

- Te como bem gostoso, mas precisa ser agora - ele fala abraçado a ela. Estão os dois ali, e eu corno ao lado achando uma delícia.

- Vamos agora então - ela decide sozinha, e já basta rs. Assume que eu tô disponível pra ver ela gozar no pau do Mike mais uma vez. Nem tenho poder de escolha, e gosto disso. “Foda-se a sua vontade corno. Hoje o Mike veio do Rio me comer, e ele vai”. Como quero ter tempo pra saborear o som do útero dele tomando catucada funda na xota, como bom corno, interrompo o abraço deles pra avisar:

- Estou pedindo Uber pra nós.

E ele avisa:

- Tô de carro.

Nem lembrava que ele tinha carro. A gente se apressa. Saímos sem nos despedir dos amigos. Entramos no carro, uma zona. Ele dirigindo, ela de carona, eu atrás na bagunça. Se tem um clichê que corno adora, é o do comedor dirigindo e esposa no carona, alisando o comedor. Tirei umas fotos escuras meio merda da minha cornisse, e foda-se rs. Já é uma lembrança. Mãos nas pernas, um do outro. Minha namô sobe a mão pra perto da virilha dele. Parece conto, filme erótico, mas é a cornísse da vida real. Ela quer o pau dele, e só para de alisar ele quando chegamos na nossa casinha.

Subimos. Tensão sexual Hora de ser corno de verdade.

(13:24 da vida real, acho que ela tá combinando dar pra outro cara.. Pauzudo, gostoso, delícia, comeu ela 2 vezes, de quando a gente morava em Campinas. Delícia).

- Vou no banheiro fazer xixi, amor - ela nos avisa. Sei que foi só passar um lencinho pra ele cair de boca e se lambuzar na xota dela cheirosinha, mas dessa vez ela não vai tomar banho, quer dar com a roupa linda da festa.

- Enquanto esperamos ela sair do banheiro, fico com o nosso amigo na sala. Falamos algo que nem lembro. Então ele silencia e vai pro celular resolver algo. Ele está ali pela minha mulher, eu sou só parte da curtição, uma parte secundária, menos importante. E esse sentimento inferior, do corno trouxa, do corno usado, é deliciosamente excitante.

Ela volta, e ele sai do celular.

"Pega uma toalha pra mim?", ele me pede suave. Poderia ter sido uma ordem que eu ia gostar. "Vai lá, pegar uma toalha pra mim vai", mas foi um pedido.

Cada corno gosta da cornísse de um jeito, tal a sexualidade é ampla e tem suas nuances. Humilhação, ofensas, traições, machismo, violência, agressões são demais para nós, não gostamos. Agora, estar numa posição de submissão, inferioridade em relação ao comedor... que delícia. E poucas vezes usufruo isso. Poucas vezes (uma ou duas) o comedor me chamou de corno. E não soube fazer, então não foi bom. A cornísse da vida real é sutil, e as vezes falha.

Mike poderia ter me ordenado pegar a toalha e me fazer um bom serviçal da foda dele? Poderia. Perdeu a chance de me fazer inferior - essa hora.

Porque logo depois, ele saiu do banheiro, só de toalha na cintura. Gostoso e macho, direto pro nosso quarto onde estamos ela e eu, manso, ainda cheios de roupa.

O comedor chegou, hora do show rs. Saio rápido do abraço com ela na cama, desesperado, abrindo espaço pro comedor se deliciar na minha amada. Vou fazer uma cornísse que eu adoro, perfeitamente calculada. Mas antes, sussuro pra ela: "amor, vou tomar banho. Pode fazer o que você quiser tá? Mesmo, tá tudo bem".

Reforçar minha posição de corninho bem manso, zero problemas.

Entro no banho com toda a calma, porta fechada. Mas, no silêncio da madrugada, vou escutando baixinho ela se entregando pra outro. Ela, livre para seduzir igual uma putinha casada traindo o marido. Eu, sem pressa em tomar meu banho de corno.

Escuto conversas, risos, e então beijos que costumam marcados por um hiato de silêncio.

Ligo o chuveiro, barulhento, e mergulho num momento meu. Respiro fundo, relaxando, e me ocupo com esta gostosa tensão e ansiedade pela surpresa que terei ao sair destes longos minutos desta minha ausência proposital.

Me molho, ensaboo meu pau já duro, lavo os cabelos com shampoo, releio esse momento presente e "caralho eu sou muito corno" rs. Sorrio e me satisfaço na minha condição controversa. Aliso, de leve, "sozinho", meu pau meio duro, e sinto o imenso tesão percorrer todo meu corpo enquanto sinto a água me aquecer o som do chuveiro me isolar. Desejo voltar pra minha cornisse, então diminuo a força e a cortina sonora da água e escuto algum gemido bem baixinho. Não estou sozinho. Meu corpo pisca de tesão. Qual surpresa encontrarei desta vez ao abrir esta porta?

Me enxugo, coloco uma meia quente (sim, eu transo de meia), e saio.

Os dois continuam no quarto, porta entreaberta.

Entro, ele está em pé em frente a cama. Minha amada está deitada de barriga pra baixo à beirada da cama. O pauzão quase inteiro dele dentro da garganta dela. Ela tirou as amídalas, e adora mostrar que quase sempre consegue engolir o pau dos fodedores dela.

"Quase sempre" estou sendo bem legal com ela. Quase nunca ela consegue, porque adoramos homens pauzudos comendo ela. Homens grandes, lindos, pretos e/ou safados, características dos melhores comedores. E mesmo com o talento e fome dela por engolir toda a carne roliça por dentro da garganta gulosa, a grossura farta dos pauzões que a gente traz pra casa dificulta ela engolir tudo. É uma delícia a tentativa dela, muitas vezes é um “foi quaase” mas, a xota dela, engole gos-to-so. Mesmo sendo apertadinha, a mais apertadinha e gostosa dentre as dezenas de mulheres que já comemos juntos, ela sempre aguenta e se delícia e goza fundo no pauzão do macho que a gente traz pra casa. De todos.

Mike tem um pauzão bem gostoso. 20cm na internet. 17cm na régua, grosso e cabeçudo. Uma cabeça lisinha e gostosa que já fui forçado a chupar pra deixar limpinho depois dele ter gozado nela em outra foda. Na verdade não lembro se fui forçado, mas normalmente adoro engolir todos os vestígios do prazer da minha amada gozada de tesão. Seja o lambuzado da xota dela ou o caldo restinho do pau do macho. O ápice da cornísse é limpar o resto da cornidão. E se sou requisitado, engulo pela língua e goela abaixo o sabor do meu dever. Chupei sim uma vez, ou algumas, o pau do macho da minha amada depois dele gozar gostoso, e deixei limpinho pra ele comer ela de novo.

E quanto maior o pau dele e com o caldo mais grosso, mais eu gosto. Já tivemos maiores, mais grossos que o Mike, mas que sensibiliza e mô aguenta devagar até uns 15 minutos sendo socada no fundo do útero. Com Mike, ela aguenta meia hora, uma hora com mais prazer. Sofre também pelo belo tamanho, mas se delicia por mais tempo.

De volta pra mamada dela, ela nem olha pra mim. Está ocupada tentando engolir toda a grossura dele. Ele sim olha pra mim, e sorri, se deliciando em ter o pau sendo sugado pela garganta da minha mulher.

Ela não demora muito e sai. Vejo a cabeça lisa do pau dele bem babada, lustrada pela garganta dela. Ela dá uma última chupada, só na cabeça do pau dele. Pela jeito que ela chupa e olha, sei que ela adora chupar ele. Ela devia estar me esperando acabar o banho para acabar a chupação. Esperou eu chegar para ser empalada. Bondosa com o corninho. Nem sempre é assim.

Ela se vira e fica de 4. Ela pede, e ele pega a camisinha, coloca. Come, come, meio minuto, amolece. Odeio comedor de pau mole. 2h da madrugada, cansado, tá. Cornísse da vida real tem disso.

Punheta. Endurece, come. Come, amolece. Mozinho tá cheia de tesão, e pouco pau. Vai sobrar pra mim. Vou ter que sair da cornisse pra entrar em campo. Mas vim só pra assistir o jogo. Ela se deita de barriga pra cima e se deda, dando a vista da xota maravilhosa dela, enquanto ela começa a alisar o pau dele por cima da camisinha. Dá uma endurecida. Hmm começo a achar isso bom. Endureceu.

Ela mira de volta na xota dela. Ainda não tá durão suficiente. Como eu disse, ela é apertada. Não está rolando.

Sei que mô está subindo pelas paredes (ela adora dar pro Mike que eu sei). Então escuto ela falar pra ele a frase que soa como música na minha cornitude:

- Quer tirar?

Vejo ele quase lacrimejar de emoção.

- Você deixa? - ele perguntou, com a mão no pau já tirando a camisinha.

- Tá com exame recente?

- Sim.

- Ai, então vem.

Ele tirou e eu já alisei o lubrificante no pau dele. Vai que ela desiste rs.

Bastou 5 segundos de liberdade. O pau dele sorriu, cresceu e brilhou, feito rocha. Sabia bem o que ia saborear. O sabor da xota de uma putinha molhada e cheia de tesão e pronta pra se constrair num pauzão de macho de verdade.

Ele nem alisou na entrada da xota, nem fez uma provocação. Só entrou, inteiro. Ela já completamente excitada, molhada, recebeu com prazer, abrindo a boca e gemendo. Sem dor ou incômodo, só preenchida com o que ela precisava. E duro que estava ficou por mais meia hora sem descer, socando forte até o fim, sentindo por completo a putinha que estava entregue pra servir ao prazer dele e dela.

Tadala, Viagra, não sei, pouco me importa. Fudeu gostoso com cadência firme e forte o tempo todo. As vezes rápido, as vezes devagar, pro prazer dela. Não por estar perto de gozar, não se segurando para não gozar, como eu tantas vezes rs. Comedor tem que aguentar. Quem fica falando "amor não dá tô quase gozando" sou eu no dia a dia.

Comedor aqui em casa, eu só quero ouvir tudo que eu escutei mais uma vez, enquanto eu estava na punhetinha vendo como acabar com uma mulher de verdade:

- Isso caralho fode gostoso essa buceta porra.

- Ai buceta gostosa do caralho.

- Fode ela, no fundo vai... Isso, isso, ai caralho isso, bem fundo vai, isso, ai caralho que delíciaaaaaa. Aaaaaa. Aaaaaaaaaai caralhoooo. Isso vaaaaaaiii.

Amo mulheres. Amo minha mulher. E todas elas merecem ser assim bem comidas quando querem.

- Que saudade que eu tava de meter o pau em você, pqp.

Merecem ser desejadas ferozmente.

- Mete esse pau então, mete que tá gostoso pra caralho. Me fode.

E som de pau durão grosso esfregando forte a parede da buceta delas.

Ter plateia pra ver o prazer delas.

- Isso safado me come gostoso pro meu namorado ver seu pau entrando em mim.

- (opa esse ‘namorado’ sou eu) Quem tá comendo gostoso mô? - eu tava louco pra ouvir o nome dele. Ela nunca fala nomes, e poucas vezes que falou, o nome ficava ecoando na minha cabaça e eu adoro.

- Vocês que me comem gostoso (ela fugindo rs).

- Quem ta te comendo amor?

- O Mike amor.

(e som de pau do Mike fudendo ela rs).

- Tá gostoso amor?

- Tá maravilhoso amor.

(e soca mais forte)

- Gostoso quanto amor.

- To quase gozando de novo no pau dele amor.

(e soooca mais forte)

- Aiiii Mikeeee.

- Ele te come gostoso amor?

- Muito gostoso amor, ai, ele tá me fodendo muito gostoso amor. Não para Mike não para não para.

(e sem parar, Mike vai dando umas pausas bem forte no fundo.

Cada socada, um palavra

- Tá, vendo, o, Mike, acabando, comigo, amor?

- Tô amor.

- Eu, adoro, dar, pra ele, amor..

E o fdp acelera…

- Ai.. Não para Mike, me fode Mike, me fode Mike, que ele, quer, ouvir, que eu tô, quase, gozando, de novo, no, seu pau, Mike.

(nessa hora nem o Mike aguentou, reduziu a velocidade e quase gozou junto com a gente rs).

- Não goza não Mike que eu tô quase gozando e se você gozar você vai ter que gozar dentro.

(Mike, Mike, Mike... esse nome vai comer muito ainda minha mulher nas minhas punhetas rs).

(E ainda sonho com ela falando) - Mike fala pro corno como tá gostoso comer a mulher dele.

- Caralho corno… Gostoso demais comer tua mulher… (som de pau socando me fazendo de corninho e) Ainda bem que você é um corno manso… E deixa eu comer ela desse jeito...

Um dia quem sabe rs.

Com a intimidade de tantas fodas, ele comendo ela de 4, já meia hora fudendo forte, eu queria mais que assistir e alisar os dois.

- Amor, quero te chupar - falei pra ela

- Agora? - ela não queria parar de tomar rola, óbvio rs ela tava quase gozando mais uma já nesse final.

- Sim - mas eu não considerei interromper. Me enfiei por baixo dela que estava de 4 tomando, enfiei a cara por baixo, língua no clitóris e no pau dele enquanto ele comia ela.

O gosto da submissão corna do sexo deles. Ele, por cima dela, ela por cima de mim.

Sexo fundo, molhado, enxarcado. O cheiro do tesão que ele enfiava com força nela, sem pena. Sem pena dela e de mim.

Tão perto, colado, saboreei os detalhes visíveis só pra um corno nesta posição.

Ali, vi o creme branco molhado espalhado por toda a xota dela. Mike gozou dentro dela. Talvez não num orgasmo, mas nas artimanhas biológicas do prazer que o corpo mesmo fora do orgasmo, despeja o leite por dentro da sua amada. Minha amada. Agora, dele. Bastante leite. Bastante leite socado. Cheiro de porra com caldo de xota gostosa.

Ali, minha vontade era de saborear aquilo tudo. Leite de outro macho com caldo de xota da minha amada. Batido então no local... perfeito. Lambi, o sabor único de porra. Lambuzei o máximo que minha língua alcançou, sem interromper a foda deles.

O sabor amarrado e doce percorria minha língua, boca. Não era pouco mas não era muito, acabou e eu queria mais.

Eu torcia para ele ter um orgasmo dentro dela e eu ver a porra escorrer da xota direto para minha boca, tal os tantos vídeos de creampie que já julguei. Eu pronto para me alimentar dessa humilhação saborosa, ter o deleite. Aguardei, no desejo absurdo dele gozar dentro sem falar nada, e mais creme vir. Ou de jorrar, dentro ou fora, e escapar, estarei ali de boca aberta pela sobra de cada jato.

Enquanto eu seguia lambuzando e de boca aberta na ânsia do que sobrava para o corninho, me lembrei como homens grandes e gostosos suam. As estocadas de rola respingavam na minha cara corna ali embaixo; suor salgado, molhado, respingos acelerados, grandes, pequenos, me lembrando que eu estava no nível mais baixo da nossa foda a 3. Eu queria leite farto, o que já é bem humilhante, e recebia suor. E estava adorando.

Em meio ao cheiro de sexo forte, 1000 decibéis de plaft-plaft da xota da minha amada apanhando, e minha língua hora lambuzando o clitóris dela, fazenda ela gemer, e hora lambendo o corpo duro do pau dele, fazendo ele também gemer. As vezes dava pra sentir a cabeça lisinha. Certeza que ele fazia de propósito pra me fazer sentir ele tirando e enfiando o pau inteiro na xota da minha mulher enquanto lambuzo o pau dele por baixo.

- Aaaai caralho vou gozar - ouvi ele falar (vou tomar mais leite do comedor rs).

Mas, cornísse da vida real: escuto mô falar "goza vai Mike, mas goza fora".

É óbvio né rs

Mas lembro que a cornísse da vida real também pode ser mau caráter (e criminosa). Vai que ele goza dentro, mesmo desautorizado. Mike não faria isso. Não fez (por isso come ela quando quer rs).

Ele tira o pau da xota dela, e punheta. Tudo muito rapido, muito perto. Gemida de orgasmo. Dele, meu, dela, sei lá. Ele gozando, líquidos no meu rosto, boca, líquido no meu olho, sei lá se suor, suco de xota, lubrificando, porra. Cheiro de porra. Ele enfia o pau na minha boca. Eu sugo e sinto um último jato farto e gostoso, gosto de porra, eu gozando também. Êxtase, tudo misturado. Engulo tudo que sinto na minha boca. Que delícia.

Tô meia hora me segurando, me deliciando e tocando à 99% de gozar. Eu falo: o corno quando goza, pqp, é sem igual.

Voltei à Terra, líquidos na cara, no corpo, corri pro chuveiro.

Deixo eles a dois.

O rosto humilhado pela primeira vez de jeito novo, mas com prazer. Lavei, "vai que caiu porra no meu olho" rs.

Pensei que era uma preocupação só das mulheres. Chegou ao corno. Chegou a mim.

Banho tomado, tô novo, renovado.

Mike se foi.

Edredom eu e mô.

Frio na rua, cama quentinha.

Conchinha com a minha única e maior amor de vida. Orgasmos, tesão.

"Gostou amor?"

"Uhum".

"Te amo vida".

"Muito, te amo tudão".

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Comentários

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Me recuso a acreditar q existe homem imbecil assim

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