Beta da Helô 3 - Escândalo - Part 8 Fim

Um conto erótico de Augusto
Categoria: Heterossexual
Contém 3643 palavras
Data: 03/05/2026 14:43:24

Que merda estava acontecendo, a moto do Bruno em frente da casa da minha namorada, ela não me falou nada, entrei com raiva.

“Boa noite.”

Helô estava sentada na cadeira de pernas cruzadas e vestido curto, pagando calcinha e fumando um baseado. Quando eu percebi a situação cheguei a enrugar a testa, estava bravo porque antes pelo menos tinha uma comunicação.

“Ei mano, vamos fumar com a gente.” falou Bruno.

Normalmente iria dar um beijo na Helô, mas simplesmente só sentei no sofá, ele pegou o baseado e me ofereceu. (Eu iria fumar a maconha? Ficaria rendido a situação!)

“Tô de boa… só passei porque eu vou jogar bola e a minha chuteira ficou aqui.”

“Ah, pode crê.” falou Bruno recolhendo o baseado.

Helô se levantou, viu que eu não gostei e pegou a chuteira “tá aqui amor.”

Bruno com um sorriso no rosto “agora tá no jeito pra ir jogar bola.”

(Ele estava me expulsando?)

“Você está querendo que eu vá embora… sei que vocês são amigos, mas vocês sempre sozinhos estão demais.”

Minha paciência estava no limite.

“Que ciúmes besta. Para com isso amor.” falou Helô.

“O mano eu preferia que você não ficasse mais sozinho com ela.” falei olhando pro Bruno.

Ele me olhou com um sorriso no rosto tipo debochando, mas viu que eu não estava pra brincadeira. Bruno era de periferia ou algo parecido com a gírias dele, sabia que pegar mulher de outro é história triste.

“Você que manda, vamos sair juntos.” falou Bruno.

“Se tá palhaçada né Vinícius, você Bruno para de besteira, ele só tá com um ciúmes bobo.” Falou Helô.

Não teve conversa, a gente saiu pra rua e na calçada. (sabia da resposta, mas também estava preocupado se Helô tinha mencionado algo.)

“Você está transando com a minha namorada?”

Ele riu e virou a cara “porque se fala isso.”

“Por causa de ontem, quando eu a vi saindo de sua casa, quando ela saiu toda descabelada, com as bochechas vermelhas e os mamilos visíveis através da blusinha. Ela tinha acabado de transar e não tinha como negar, quando ela entrou no carro, estava com cheiro de sexo, o suor escorrendo, sabia que ela estava excitada demais, meu Deus eu olhei as suas pernas escorria esperma.”

Ele ficou me olhando, eu continuei falando.

“Ela falou que estava quente na sua casa e que o esperma era hidrante da depilação e que na depilação deram até um plug anal.”

Os olhos dele pulava de felicidade.

“Eu não acreditei em nada disso, ela não quer me contar, vocês transaram né?”

Ele virou a cabeça e com um sorriso parecendo o cara que queria me colocar no chão por tê-lo intimidado “Gostou do que viu?”

“Ah seu filho da puta.” eu falei.

Eu nunca fui de agir na violência e quando eu tentei dar um murro nele, tomei um chute na boca do estômago, cai sem ar, Helô saiu correndo “porque você fez isso? É melhor deixá-lo em paz.”

“Precisa da namorada pra te defender, além de corno é covarde também.” Ele falou rindo, parecia um demônio.

Enquanto eu estava no chão tentando buscar um ar.

“Você está bem?” perguntou Helô.

Eu fiz um sim com a cabeça e Helô me ajudou a me levantar, Helô me levou pra dentro da casa, Bruno foi embora, eu fiquei chorando.

“Porque eu sou tão fraco!”

Me percorria um sentimento de fraqueza, tristeza, desejo todo o mal para Bruno, ele não era humano, parecia um ser sem compaixão.

“Eu te falei que o Bruno é violento, era melhor você não tê-lo provocado, o que você falou a ele.”

Eu jamais iria dizer, foi uma conversa de homem.

“Eu vou ter conversa com ele então, para que não aconteça de novo.” falou Helô.

“Amor, por favor, vamos esquecer esse cara.” falei enquanto escorria lágrimas dos meus olhos.

“Ninguém mandou ser patético, e agora se ele falar pra todo mundo que você é corno.” Falou Helô.

“Amor, ninguém vai acreditar nele.” eu precisava acreditar nisso.

“Ele certamente tem prints da minha conversa com ele.” falou Helô bem desanimada.

Puta que pariu, porque esse cara tinha que entrar na nossa vida.

No outro dia, um número me mandou mensagem, “fala otário, Helô me falou que você quer pedir desculpas… melhor ser convincente e por áudio.”

Nisso ele mandou uma foto, Helô tinha mandado as fotos dos peitos pra ele algum tempo atrás, àquilo certamente me deixou atordoado.

Ele mandou outra mensagem: “Tá vendo seu otário, sua namorada ama um preto.”

Eu fiquei sem chão, só consegui responder “deixa ela em paz.”

Eu estava bem pra baixo, não conseguia fazer nada e nem responder as mensagens de Helô. Já era bem tarde quando alguém chamava no portão de casa, Helô me conhece bem, ela iria poucas vezes em casa, e mais uma vez estava no portão de casa, entrou e foi até meu quarto.

“Amor!?”

“Porque eu sou namorado inútil, patético e perdedor que não consegue defender a namorada.”

Helô se deitou na cama comigo e falou no meu ouvido.

“Amor, certamente eu falei essas palavras pra você, mas não é da sua pessoa, é só fetiche, um fetiche bobo, depois que a excitação passa, eu sei que você não é nada disso.”

Fiquei em silêncio, ela estava me consolando.

“Amor, talvez a gente tenha só ficado no fetiche e não agimos como um casal, acho que eu tenho um pouco de culpa, me desculpa.”

Ela chorou comigo, eu repetia “me desculpa por ser um namorado fraco.”

Helô dormiu comigo naquela noite, ficamos mais namorados. Os dias foram passando e a gente não se desgrudava um do outro, o apoio emocional, foi bom demais e reconfortante!

Mas o Bruno estava disposto a fazer um inferno, foi quando Bruno postou na internet que eu era um corno, foi questão de horas até os print sair em todos os grupos, como eu ficaria com uma mulher que me fez de corno.

Meus amigos me ligaram, quase me obrigaram a terminar, fizeram da Helô uma pessoa cruel, porque todos sabiam que eu sempre foi um beta, nunca fiz um mal a ninguém, mas na verdade eu tinha dado a autorização, e mais uma vez eu fui covarde, e não consegui contar. Helô segurou o b.o. toda sozinha, saiu como a errada na história.

Era pior que coisa que poderia ter acontecido, a gente não suportava olhar um para o outro sem começar a fazer perguntas, perguntas que não tinha resposta e virava briga.

Helô com um orgulho besta, falou que era pra mim sumir da vida dela, como eu poderia fazer isso?

A gente que sempre foi carne e osso, melhores amigos, confidentes e agora namorados, não poderia abandonar ninguém nessa situação, eu fiquei com Helô mesmo ela não gostando da ideia, mais os seus abraços no meio da noite me fazia abrir um sorriso confirmando que tinha tomado a atitude certa.

Bruno era página virada, um erro.

Meus amigos me chamavam de Ferdinand, era um touro dá sei lá qual novela, piada pra corno, tudo depois disso desmoronou, Helô mal tenha falado comigo, a última coisa que falamos ela mencionou que iria voltar a morar com a mãe.

E foi numa dessas tentativas idiotas, que quando ela saiu do serviço, ela trabalhava numa escola, eu praticamente fiquei de joelhos na saída e pedi para voltar, certamente alguns adolescentes gravou e foi parar no Facebook, todos meu amigos novamente viram, eles me viram! Era humilhante o corno, mesmo depois de ser corno, estava de joelhos se rastejando para voltar com a ex.

Helô me tirou do chão e me abraçou, as piadas no vídeo era uma pior que a outra, tinha até o Bruno comentando, “amor de corno é outro nível kkk”

Ser a humilhação da cidade foi algo que eu nunca planejei, talvez eu tenha um pouco de tesão em humilhação, mas aquilo era um escândalo.

No outro dia saí do serviço e Bruno estava encostado no meu carro.

“Dá pra sair.” eu falei.

Ele riu “ei cara preciso falar com você.”

“Olha, só não saio na briga com você porque aqui é meu trabalho!”

Ele riu “aí iria apanhar no trabalho também.”

Fiquei puto da vida

“Aí te fala não fica brabo, ela não resistiu tá ligado, já te falei a gente se conhece a moh cota cuzao, sem maldade cuzao, ontem a sua namorada perfeita… ela se ajoelhou na minha frente e pegava no meu pau e falava (Que saudade que eu tava desse pau!) te fala igual aquelas puta viciada em pau, enfiava a cara nas minhas bolas, esfregando o rosto nelas de um lado pro outro e dando uma fungada longa, só de lembrar fico de pau duro.”

Mano que aquele filho da puta estava querendo apanhar, meu sangue subiu pra cabeça e ele continuava falando. “Você não tá bravo né, (e riu da minha cara) cuzão se liga, então ela começou a beijar minhas bolas, e foi subindo até chegar na cabeça do meu pau, aí quando eu falei vou gozar, ela abriu a boca e pois a língua pra fora e começa a bater uma punheta pra mim. Só deu tempo dela falar (Mé dá meu leite.) Gozei forte como há muito tempo não gozava, que orgasmo foi esse! Minhas pernas até tremeram, e ela manteve a pose até o fim. Quando terminei de gozar, ela ainda mantendo contato olho a olho, engoliu meu pau, que vadia a sua namorada.”

Mano ele estava inventando história, ontem ? O papo é esse de ontem?

“É seguinte cuzão me dá 100 reais ou vou soltar um print dela indo em casa ontem, e vou falar exatamente como eu te falei aqui.”

“Não vou cair nessa tua conversa fiada.”

Olhei em volta o pessoal do serviço estava olhando, aquele cara encostado no meu carro sem camisa parecia um traficante, era pior cenário possível.

Eu abri a carteira discretamente e dei meus últimos 100 reais, ele pegou rindo e me deu uma cotovelada na barriga, eu saí dela cantando pneu, fui até a Helô, Helô resistiu não queria contar, mais começou a chorar dizendo que se ela não fosse, ele iria vazar todos os nudez dela, e pelo que parece o cara tem um monte deles, meu mundo desabou novamente, até quando esse cara iria se aproveitar dessa situação, não era mais saudável.

Helô me olhou “não é sua culpa, me desculpa por ter te colocado nessa, eu sempre soube que ele não prestava.”

Ficamos em silêncio, eu simplesmente beijei Helô, fazia tempo que não acontecia nada entre a gente, um beijo de conforto? Bom não sei, mas foi bom, talvez acendeu alguma chama.

No outro dia no serviço meu patrão me chamou pra conversar, ele é advogado e tivemos uma conversa de praticamente duas horas, contei quase tudo.

Meu patrão bolou um plano, ligou para um amigo da policial civil, tudo tinha dado certo, só faltava 250 gramas de maconha, tudo em parada de 50 gramas.

Corri em todas as periferias, falei pra Helô convidar o Bruno pra ir à casa dela. Cheguei do serviço, passou um tempo e Bruno não vinha, pensei que daria certo, lá pras 20:50 ele chegou, o Bruno cumprimentou a gente, parecia que estava com medo.

Fui bem claro.

“Mano é seguinte o que você quer pra deixar a gente livre? Pra sumir da nossa vida?”

Ele riu, “dinheiro.”

Fiquei em silêncio, ele olhou pra Helô, como se fosse um troféu.

“Que tal eu comer ela?”

“Mano eu te dou tudo o que eu tenho, menos a Helô.”

Ele riu “O que você tem?”

“Minha corrente de ouro, um dinheiro na carteira, e minha maconha.”

Ele riu “eu quero tudo isso, mais a Helô.”

“Esquece a Helô.”

Helô entrou no meio.

“Aí você some né?”

“Claro meu amor.” falou Bruno.

Helô sentou com ele no sofá, as coisas tinham fugido do controle.

“Você não merece ela.” Falou Bruno. “Está vendo homem de verdade nunca iria agir assim.”

Eu olhei pra Helô, ela só deu uma erguida na sobrancelha dando razão ao Bruno, fiquei sem chão e foi quando ela passou a mão na coxa dele, e foi passando a mão em cima do pau dele, o volume se via de longe.

“Você reparou nisso?” Falou Helô.

Bruno todo confiante no sofá rindo de mim, era uma humilhação sem tamanho.

“A mulher gosta de conforto e confiança.” Bruno falou.

“Mostra a ele o grande e grosso é seu conforto.” falou Helô, que rapidamente tirou aquele pau grande e grosso dentro do shorts do Bruno, aquele pau era maior do que eu pensava, Helô caiu de boca sem pensar, passando a língua e chupando.

“Mostra pra ele como você me chupou esses dias.”

Fiquei sem palavras, principalmente quando eu olhei pro meu pau e tinha uma mancha de pré gozo saindo da calça jeans, minha mente ainda pensava, vai dar certo.

Só ouvia o Bruno gemendo, e olhava ela chupando aquilo era grande demais pra boca dela, era desajustado.

“Tá vendo a sua namorada com pau grande na boca.”

“É grande.” Falou Helô.

Porque Helô tinha que agir daquela forma, não entendia, me sentia mal, não acreditava no que via.

E quando eu iria falar (Helô.)

Ela me olhou e mostrou o pau e deu um beijo na cabeça daquele pau preto. Bruno segurou na base do pau e Helô me olhando com a boca aberta e língua de fora enquanto ele batia o pau na boca e rosto dela.

“Ei corno ela fica bonita com o pau boca?”

“Fica.” As palavras quase não saíram, eu não acreditava.

Ele riu “é tão idiota ele.”

“Ele é obediente.” falou Helô.

“Obediente né” Bruno falou com ironia e rindo.

Sempre soube que era corno, mas não daquele jeito, ou ainda não estava pronto para essa fase. Helô só deu uma olhadinha e caiu de boca no pau dele, fazendo glup glup, engasgava sem parar.

“Você sabe qual é essa sensação?” Perguntou o Bruno.

Bruno colocou a mão na cabeça de Helô, bombou fodendo a boquinha dela, fazendo o glup glup mais intenso que eu já vi, meu pau doía de tão duro que estava.

“Ele não sabe, nunca fez isso comigo.” Falou Helô, escorrendo saliva da sua boca.

Ele pegou a Helô pelo cabelo e começou a puxar pro quarto, jogou ela na cama e me mandou eu ficar olhando da porta, não poderia entrar no quarto, ele tirou a calcinha dela.

“Presta atenção.”

Ele meteu o pau com força na buceta de Helô, o pau do cara era enorme e entrou com uma facilidade e de uma vez, a buceta dela não tinha resistência aquele pau, eu poderia dizer é um pau supremo, ele começou a meter com violência, sem parar, dava tapa na bunda dela, chamava de vadia, era ruim de ver mais excitante, meu pau parecia que iria explodir.

Esse filho puxou ela pelo cabelo “abre a boca.”

Helô abriu parecia que sabia o que iria acontecer, ele cuspiu na boca dela, e continuou metendo, Helô soltou a saliva em cima do nosso lençol, era nojento de ver.

Ele olhou pra mim “é isso que eu faço quando você acha que melhor que eu, eu fodo a sua namorada igual puta… conheço esse seu tipo seu merda… vem aqui.”

Helô gemendo igual uma putinha “para Bruno, não faz isso com ele.”

“Vou arrombar a sua namorada… cala boca sua vadia, se não vou arrombar o seu cu.”

Eu fiquei em choque, aquele cara era um maníaco, estuprador, as coisas saíram de controle outra vez.

“Você é um cara apaixonado?”

Fiquei olhando sem entender.

“Me responde filho da puta.”

“Sou.”

“Então faz loucuras de amor.”

Ele tirou o pau da buceta.

“Me dá uma mamada.”

Meu Deus, que porra estava acontecendo!?

Helô fica me olhando, ele me coloca de joelhos, e vira os 25 centímetros de pau na minha cara, tinha os sucos da Helô impregnado no pau dele.

Ele pega a minha mão e coloca no pau dele e me força a esfregar, eu vou masturbando o pau dele, estava quente era um salsicha enorme e grossa.

“Abre a boca.”

Ele vem bombando o pau na minha boca, não tive escolha e pau dele entrou, tinha gosto de sexo e buceta, ele geme e suspira de satisfação, enquanto eu vou chupando.

“Ei tô com a buceta aqui, vem comer.” falou Helô.

“Fica de quatro e empina esse cu pra mim.”

Quando eu pensei que iria acabar, ele começou a brincar com o cu da Helô, enquanto eu chupava o pau dele.

“Beija meu pau.”

Aquilo era humilhação demais, beijar era uma forma de adorar, gostar do que estava fazendo era completamente ao contrário.

Enquanto eu beijava o pau dele, ele dava tapa na bunda de Helô, brincava socando o dedinho no cuzinho dela, foi quando ele tirou o pau da minha boca.

“Empina mais.”

Helô falou “mais vai devagar, faz tempo que eu não dou.”

Ele com um sorriso começa a esfregar o pau no cuzinho dela.

“Agora sim.”

Helô solta um gemido baixo quando Bruno enfia a ponta do seu pau no cuzinho, ele continua empurrando lentamente até que metade esteja dentro dela. Ele recua um pouco antes de penetrá-la novamente com força, fazendo Helô soltar um suspiro alto.

"Jesus Cristo!... eu te disse para ir devagar!”

Ele continua metendo “tá bom pra caralho isso.”

Ele agarrou na cintura de Helô, e começou a meter com força, Helô se masturbava enquanto ele comia.

“Vadia… imunda… puta… cachorra.”

Eu fiquei com raiva e tesão, era complicado. Ele continuou metendo sem parar, Helô estava gemendo igual todos os nomes que ele tinha falado. Quando tirou o pau pra fora, o cu de Helô ficou piscando, todo arrombado.

Helô falou “porque você parou?”

Ele riu “vem sentar no pau.”

Helô rapidamente monta nele, e vai empurrando o pau dele todinho no cuzinho, ele agarra a cintura dela, Helô começa a rebolar no pau dele.

“Você gosta do meu pau?”

“Sim.”

“Vou te comer todo dia.”

“Pode amor.”

Ele me olhou “posso comer ela todo dia?”

“Deixa amor, amor.” Falou Helô.

Ele dava tapa na bunda dela, “puta…vou falar pra todo mundo como eu arrombei o seu cuzinho.”

Helô gemia cada vez mais.

“Sua puta, fala pra ele que ele já provou meu esperma dentro da sua buceta.”

Helô gemia, e o Bruno rindo e fodendo ela.

Helô me olhou e falou “amor eu sou puta, puta.”

Ela gozou, que chegou a desmontar em cima dele, ele ficou me olhando rindo e pegando na bunda dela.

“Vou gozar dentro desse cuzinho.”

Ele olhava e ria parecia um demônio, (filho puta escroto) eu pensei, e fiz cara de brabo e quem pagou foi Helô.

“Eu vou fazer o que eu quiser!"

Ele dá um tapa forte na bunda dela. A Helô grita de prazer. Ele continua dando tapas.

"Você gosta que eu seja bruto com você, não é, vadia?"

Ele dá um tapa na outra bochecha dela.

"Sim."

O filho da puta começa a bombar com força e beija ela na boca, eu poder as bolas dele de retraindo enquanto ele gozava no cuzinho da Helô.

Helô sai de cima dele, “é o fim!”

“Agora tá na hora de você ir Bruno.” eu falei.

Ele riu, “uma transa? Só vou embora depois de gozar nessa buceta.”

“Mas esse não é combinado.”

“Que combinado filho da puta? Se tá com tanta vontade de transar né… deve tá louco pra pegar as sobras seu merda.”

Eu me senti humilhado.

“Fica de joelhos.”

Eu fiquei puto.

“Fica logo seu merda!”

Tive que ficar de joelhos, e ele simplesmente virou pra mim e começou a urinar na minha cabeça, eu tentei sair mais fui ameaço, ele mijou no meu cabelo, no meu corpo no meu rosto.

“Belo namorado que você tem.”

Helô ficou em silêncio.

“Ela não merece alguém melhor?” Falou Bruno rindo.

Fiquei derrotado, ele puxa e dá um beijo na Helô, eu de joelhos no chão cheio a urina com cheiro de urina.

“Fala pra ele Puta, que ele não precisa de ter medo, ninguém vai te machucar, só dizer sim pra tudo, que tudo vai dar certo.”

“Só precisa fazer tudo que mandar como um bom cachorrinho.” Falou Helô e Bruno riu.

“Agora implora pra eu foder a buceta da sua namorada.”

“Por favor fode a buceta da Helô.”

“Assim não, pede pra eu fazer ela gozar no meu pau.”

Nossa, aquilo era humilhação demais.

“Por favor, faça a minha namorada gozar com o seu pau enorme.”

Ele riu, até a Helô riu, enquanto eu me perdia por tudo que estava acontecendo, Bruno já estava transando com Helô sem dó, a cama rangia, Helô cravou as unhas nas costa do Bruno, e gemia “está tão gostoso.” falou Helô.

“Você gosta né, puta!”

“Sim, mais fundo… mais fundo.” falava Helô.

Ele metia com raiva, meu pau doía muito dentro da calça, Helô tinha passado as pernas na cintura dele, ele metendo loucamente, o suor escorria, vi as costas de Helô saindo da cama, ela estava tendo um lindo orgasmo.

Bruno parecia uma máquina, ele pegou ela e colocou em cima do colo dele, e quando ela começou a rebolar eu vi o pau dele todo melado, Helô devia estar amando.

“É mais gostoso transar comigo ou com ele?”

“Preciso mesmo responder.” Helô falou gemendo.

“Responde, puta.”

Helô vira pra mim, com a cara suada e toda vermelha.

“Você nunca iria me fazer gozar como ele.”

Ele fica louco de tesão, coloca ela de quatro e começa a meter com muita força e rapidez, ele dá um berro, parecia que todas as forças dele estavam indo embora, ele mete fundo e começa a gozar dentro dentro da Helô.

Ele sai rápido, me puxa pela camisa e me joga em cima da cama.

“Limpa meu esperma da buceta rápido.”

Helô na hora coloca a buceta

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