A Nova Coleção

Um conto erótico de Morena Casada
Categoria: Heterossexual
Contém 2134 palavras
Data: 29/05/2026 15:19:26

A minha loja de roupas estava bombando. Há anos eu comandava o espaço com mão de ferro, vestindo as mulheres mais elegantes da cidade. Mas eu sentia que faltava algo. Eu queria expandir. Queria trazer moda masculina de qualidade, peças que valorizassem o corpo, que mostrassem atitude.

E foi aí que eu conheci o Vitor.

Ele era dono de uma marca grande, especializada em cortes modernos, tecidos nobres. O nome dele já era respeitado no mercado. E o homem... ah, o Vitor era uma obra de arte por si só.

Alto, forte, com aquela postura de quem sabe o que quer. Cabelo bem cortado, barba feita, sempre vestido impecavelmente bem. Ele não era magro, era encorpado. Tinha ombros largos, braços grossos que enchiam as mangas das camisas dele de uma forma que me deixava molhada só de olhar.

Trocamos algumas mensagens, algumas reuniões rápidas. Ele queria a minha estrutura, eu queria a marca dele. Mas eu sentia o olhar dele. Ele não olhava só para os catálogos. Ele me comia com os olhos por baixo dos óculos de grau.

Marquei um encontro definitivo na minha casa. "Vamos fechar esse projeto, Vitor. Traz os contratos, vamos conversar com calma."

Ele aceitou na hora.

Chegou às 19h00. Ricardo abriu a porta. Eles se cumprimentaram com um aperto de mão firme, educados, como dois cavalheiros. Ninguém ia olhar para nós três e imaginar a bagunça que ia acontecer. Éramos só "empresários" discutindo o futuro da marca.

— Entre, Vitor. Sinta-se à vontade. — eu disse, indicando a sala de estar.

Eu me arrumei especialmente para ele. Vestia um vestido tubinho bege, de tecido nobre, colado no corpo, decote discreto mas que valorizava meus seios. Salto alto, cabelo preso, maquiagem clean. A aparência de uma empresária séria, competente. Por baixo... nada. A pele contra o tecido, pronta para ser descoberta.

Nos sentamos no sofá grande. Ricardo ficou ao meu lado, postura ereta, discreto, o marido perfeito e educado. Vitor sentou na poltrona à nossa frente, abrindo a pasta com os projetos.

— Então, Luana, como conversamos — começou ele, com a voz grave e calma, desdobrando os papéis. — A ideia é integrar a linha masculina na sua loja. A sua clientela é fiel, tem poder aquisitivo, e a nossa marca tem a pegada que falta: casual, mas com postura. Camisas, calças de sarja, sobreposições...

Ele falava com propriedade. Eu ouvia, fazia perguntas técnicas, discutimos valores, pontos de distribuição, logística. Tudo muito profissional.

Mas eu percebia os sinais.

A cada vez que ele se mexia na poltrona, abrindo as pernas, eu conseguia ver o volume da calça social dele. Grosso. Impressionante. Ele tinha uma virilha larga, e aquela calça não conseguia esconder o tamanho da "ferramenta" que ele carregava.

Ricardo também notou. Eu senti a mão dele suar no meu joelho por baixo da mesa de centro. Ele estava olhando para o Vitor, medindo a força do homem, e eu sabia que o pau dele já estava começando a endurecer dentro da própria calça.

— E a qualidade do tecido, Vitor? — eu perguntei, me inclinando para frente, deixando meu decote ficar mais chamativo, mas com toda a elegância do mundo. — Precisa ser algo que seja bom de uso, que não amasse fácil, mas que seja confortável.

Ele parou de falar. Me olhou por cima dos óculos. O clima na sala mudou. A temperatura subiu uns dez graus.

— O tecido é o melhor do mercado, Luana — ele disse, baixando a voz, arrastando as palavras. — Grosso, resistente. Mas ao mesmo tempo... macio na pele.

Ele fechou a pasta devagar. Tchc. O som ecoou.

— Mas agora a gente já alinhou a teoria, né? — Vitor olhou para mim, depois desceu o olhar rápido para os meus lábios, e depois olhou para o Ricardo, que mantinha a postura, mas estava pálido. — Agora eu preciso ter certeza de uma coisa.

— Claro, Vitor. O que falta? — eu perguntei, já sabendo a resposta, já sentindo o formigamento na minha buceta.

— Falta ver se a parceria é... completa. — Ele se inclinou para frente, apoiando os cotovelos nos joelhos, fazendo os bíceps dele saltarem. — Eu não trabalho com qualquer pessoa. Eu gosto de confiança. Gosto de saber com quem eu estou me metendo.

Eu respirei fundo. Sorri. O jogo tinha começado.

— E como o senhor sugere que a gente teste essa confiança?

Vitor sorriu de lado. Um sorriso de quem sabe que tem tudo nas mãos.

— Eu vi como você me olha, Luana. E vi como o seu marido me olha também. — Ele apontou para o Ricardo com o dedo. — Ele olha com vontade. Com respeito. Com aquela vontade de servir, não é mesmo, Ricardo?

Ricardo engoliu seco. Olhou para mim, pedindo permissão com os olhos. Eu balancei a cabeça devagar, confirmando.

— É... sim, senhor — Ricardo sussurrou.

— Levanta, Ricardo — Vitor ordenou, mas ainda com aquela voz calma, educada, que dava medo e tesão ao mesmo tempo. — Vem cá.

Meu marido se levantou. Ele estava tão elegante no seu terno sob medida, mas ali, na frente daquele homem, ele parecia menor, mais frágil. A "Boneca" estava acordando.

Vitor também se levantou. Nossa, como ele era grande! Ele era pelo menos dez centímetros mais alto que o Ricardo, e muito mais largo. Ele chegou perto do meu marido, ficou cara a cara.

— Você é muito bem vestido, Ricardo — Vitor disse, passando a mão pelo ombro do terno do Ricardo. — Bela peça. Mas eu acho que você ficaria melhor sem ela. Não acha?

Eu assistia tudo, sentada no sofá, com as pernas cruzadas, sentindo a excitação tomar conta de mim.

— Tira, amor — eu falei, suave. — Mostra pro Vitor o que a gente tem.

Ricardo começou a se despir. Devagar, com aquela timidez que só ele tem. Tirou o paletó, depois a gravata, abriu os botões da camisa e deixou ela cair. Depois a calça. Em poucos segundos, ele estava ali, nu, branco, com o pau duro e apontando para o Vitor, tremendo um pouco.

Vitor o avaliou de cima a baixo. Passou a mão no peito do Ricardo, desceu pela barriga, e agarrou o pau dele com a mão enorme.

— Hmmm... pequenininho, mas duro que nem pedra — Vitor provocou, apertando devagar. — Gosta de apanhar, garoto? Gosta de ver a tua mulher sendo bem comida?

— Gosto... eu amo, senhor — Ricardo gemeu, inclinando a cabeça para trás, entregando-se ao toque daquele homem.

— Muito bem. Então você fica de guarda aí. — Vitor soltou ele e virou para mim. — Agora a patroa.

Ele veio até mim. Eu continuei sentada, olhando para ele de baixo para cima. Ele era imponente.

— Luana... — ele sussurrou, colocando as mãos nos meus ombros. — Esse vestido é lindo. Mas ele atrapalha a inspeção do produto.

Com cuidado, mas com firmeza, ele puxou o zíper das minhas costas. O tecido deslizou pelo meu corpo e caiu no chão, como uma folha seca. Eu fiquei nua, só com o salto, expondo todo o meu corpo para ele.

Vitor prendeu a respiração. Os olhos dele brilharam. Ele passou as mãos pelos meus seios, apertou com vontade, desceu pela minha cintura, apertou minha bunda.

— Que mulher... — ele murmurou. — Corpo de rainha. Buceta cheirosa, depilada...

Ele se afastou um pouco e começou a se despir também.

Eu e Ricardo ficamos ali, hipnotizados.

Ele tirou a camisa, mostrando aquele peito peludo, forte, músculos definidos, barriga tanquinho de homem que se cuida. Depois abriu o cinto, a zíper da calça... e quando a peça caiu, eu e Ricardo soltamos um suspiro junto.

MEU DEUS.

Não era um pau. Era um CANHÃO.

Grosso, grosso mesmo, roxo na cabeça, veias saltadas, pulsando forte. Ele era enorme, parecia pesar, batendo na coxa dele. Era o tipo de pau que dói, que alarga, que marca a gente por dentro.

— Gostaram? — Vitor perguntou, pegando na própria rola e batendo ela na própria coxa algumas vezes, fazendo plap, plap. — Essa é a máquina que vai botar a marca pra funcionar.

— É grande... — eu sussurrei, sentindo minha boca encher de água. — É muito grande, Vitor.

— É, Luana. É grande e é grossa. E hoje ela vai ser sua. E do seu marido também.

Ele se aproximou de mim, me puxou para ficar de pé, e me beijou. O beijo era dominador, língua forte, sabia exatamente onde mexer. Ao mesmo tempo, ele puxou o Ricardo para perto.

— Chupa, Ricardo. Chupa enquanto eu beijo ela.

Ricardo não pensou duas vezes. Caiu de joelhos no chão, entre as pernas do Vitor, e agarrou aquela tora preta com as duas mãos. Ele tentou colocar a cabeça na boca, mas era tão grosso que ele mal conseguia abrir os maxilares.

— Isso... abre a goela, putinho — Vitor gemia, enquanto me beijava e apertava meus seios. — Engole o patrão.

Eu olhava para baixo, vendo meu marido sendo sufocado por aquele monstro, babando todo, fazendo glup, glup, e eu sentia uma inveja e um tesão que doía na minha buceta.

— Chega, Ricardo — Vitor disse, puxando o cabelo do meu marido para tirar ele da boca. — Agora eu quero comer a patroa. Deita naquele sofá grande. Agora.

Eu me deitei rapidamente, abrindo as pernas para ele, oferecendo meu ninho molhado.

Vitor veio por cima. O peso dele era delicioso, me esmagando contra o estofado. Ele alinhou a cabeça grossa na minha entrada e olhou no meu olho.

— Vai doer, Luana. Eu sou grande. Mas você aguenta, né? Você é mulher pra mim?

— SOU! — gritei. — ME FODE, VITOR! ME ENCHE!

Ele empurrou.

GLUP! PLOC!

Entrou tudo de uma vez só.

— AAAAAHHHH SEU FILHO DA PUTA!!! — eu berrei, arqueando as costas, sentindo meu corpo sendo dilacerado de uma forma tão gostosa que eu quase desmaiei.

Ele era tão grosso que parecia que ia me partir em duas. Ele ocupou cada milímetro de espaço dentro de mim, tocando o fundo, socando meu útero.

— CARALHO QUE BUCETA APERTADA! — ele rugiu, começando a mover o quadril. PLAM! PLAM! PLAM!

O som da carne batendo era alto, oco, enchendo a sala inteira. Ele me comia com raiva, com vontade, com a força de um touro. Ele segurava minhas pernas, abria mais ainda, e entrava fundo, fundo, fundo.

— OLHA RICARDO! OLHA COMO ELA TÁ RECEBENDO! — Vitor gritou, sem parar de meter.

Ricardo estava de joelhos ao lado do sofá, se batendo como um desesperado, com os olhos brilhantes de lágrimas e tesão.

— OLHA COMO O MEU PAU ENCHE ELA TODA! OLHA O TAMANHO DISSO AÍ DENTRO!

— É GRANDE! É MUITO GRANDE! — eu gritava, perdida no prazer. — ME ARROMBA, VITOR! USA A SUA EMPRESÁRIA!

Ele me virou de quatro com uma facilidade incrível. Segurou meu cabelo puxando para trás e continuou martelando. A visão era perfeita: minha bunda branca recebendo aquele pau negro de homem grande, indo e vindo, todo liso de tanto que eu estava lubrificada.

— Ricardo! Vem cá! — Vitor chamou.

Meu marido se aproximou, ofegante.

— Segura a cabeça dela. Eu quero gozar na boca dela, mas primeiro eu quero te mostrar uma coisa.

Vitor saiu de dentro de mim, todo brilhante do meu suco, e ficou de pé. Ele apontou aquela rola imensa para a cara do Ricardo.

— Abre a boca. Bem aberto.

Ricardo abriu. Vitor enfiou a rola toda goela abaixo, fazendo ele engasgar, os olhos cheios de água, e ficou ali profundando, enchendo a cara do meu marido.

— Toma... toma o gosto dela na minha rola... lambe tudo...

Depois de uns segundos, ele puxou.

— Agora, Luana. De boca aberta.

Eu abri. Ele segurou a base, bateu umas três vezes rápidas, forte...

PUFT! PUFT! PUFT!

A porra dele saiu em jatos grossos, brancos, quentes. O primeiro acertou minha língua, o segundo minha garganta, o terceiro sujou meu queixo e meu peito. Era muita porra! Ele gozou tanto que eu engasguei, engolindo o máximo que pude, mas escorreu tudo pelo meu pescoço.

— Hmmm... gostoso... — Vitor suspirou, ainda latejando.

Ele olhou para o Ricardo.

— E você, puto? Vai gozar quanto?

— VOU! JÁ VOU! — Ricardo gritou, e na mesma hora o pau dele disparou, jatos de porra subiram e acertaram minha barriga, meu rosto, se misturando com a porra do Vitor.

Ficamos todos ali, ofegantes, nus, sujos de porra, no meio da sala elegante.

Vitor se vestiu calmamente, arrumou a camisa, o cabelo, e voltou a ser o empresário sério e respeitado.

Eu me levantei, toda babada e suja, e fui até ele.

— Então... a parceria está fechada? — perguntei, passando a mão no peito dele.

Ele sorriu, seguro, poderoso.

— Fechadíssima, Luana. Sua loja está pronta para receber a linha masculina. E eu... eu estarei sempre por aqui para fazer as entregas pessoalmente.

Ele assinou os papéis em cima da mesa de centro, limpos e arrumados como se nada tivesse acontecido.

Quando ele saiu, Ricardo caiu no meu colo, ainda tremendo.

— Ele é... perfeito, patroa. Ele é um homem de verdade.

Eu passei a mão no cabelo dele, sentindo meu interior latejando, cheia, satisfeita.

— Sim, boneca. Agora... além de vestir bem, a gente também vai ser muito bem servida.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Morenabh a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários