Como O Marido Da Minha Irmã e os Enteados Dela Me Fizeram De Puta Pt8

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 4677 palavras
Data: 29/05/2026 13:54:35

Após uma noite intensa, Angela desceu para a cozinha no sábado de manhã. Marcão havia saído cedo com a pequena Luz para visitar a mãe dele, deixando a casa mais tranquila.

Angélica, ainda com o roupão, decidiu que era dia de faxina. As duas irmãs começaram a limpar a casa juntas: varreram, passaram pano, organizaram a sala e a cozinha. Depois de quase duas horas de trabalho, chegaram à garagem.

— Precisamos tirar esse sofá velho daqui — disse Angélica, apontando para o pequeno sofá antigo encostado na parede.

Angela teve uma ideia. Foi até a porta que dava para o quintal e chamou:

— Gustavo! Vitor! Venham aqui!

Os dois apareceram rapidamente. Angela sorriu e falou:

— Tirem as camisas e ajudem a levar esse sofá para a rua. Está pesado.

Gustavo e Vitor trocaram um olhar, mas obedeceram. Tiraram as camisas, revelando os corpos jovens e definidos — Gustavo com os músculos secos e ombros largos, Vitor com o corpo em desenvolvimento e músculos começando a aparecer. Os dois seguraram o sofá e o carregaram para fora, suando com o esforço.

Angela chamou Angélica para perto e falou baixinho:

— Irmã, eles vão colocar o sofá para fora. Eu sei de um jeito de recompensar eles… Confia em mim.

Angélica olhou desconfiada:

— Olha lá o que você vai fazer, Angela…

Depois que os meninos terminaram o serviço e voltaram suados para a garagem, Angela sorriu para eles e falou:

— Que tal nós duas recompensarmos vocês com uma punheta?

Angélica arregalou os olhos, chocada.

— O quê?! Não! Eles são meus enteados, Angela! Você ficou louca?!

Angela apenas sorriu, olhando para a irmã com cumplicidade, enquanto Gustavo e Vitor esperavam, claramente excitados com a proposta.

Angélica puxou Angela pelo braço para o canto da garagem e sussurrou, nervosa:

— Isso é loucura, Angela! Eu não posso fazer isso…

Angela sorriu, segurando as mãos da irmã.

— Você mesma me falou que fica excitada por eles. Então aproveita a chance, mana. Eles te desejam. E você merece sentir isso.

Angela se aproximou dos dois rapazes sem hesitar. Abriu a calça de Gustavo e depois a de Vitor, tirando os dois paus para fora. Os dois já estavam semi-duros.

— Olha, irmã… são grandes, né? — disse Angela, segurando um em cada mão. — Vem… aproveita.

Angélica ficou parada, respirando rápido, os olhos fixos nos paus. O de Gustavo era longo (21 cm), veioso, com a cabeça rosada e uma curvatura leve para cima. O de Vitor era mais curto, mas absurdamente grosso, como uma garrafa PET, com veias saltadas e a cabeça bem larga.

Angela começou a punhetar os dois devagar, subindo e descendo as mãos. Vitor gemeu baixo e olhou para Angélica:

— Angélica… vem. Você vai gostar, por favor…

Angélica hesitou por alguns segundos, mas o tesão falou mais alto. Ela se aproximou e segurou os dois paus com as mãos. No começo, seus movimentos eram tímidos e lentos.

— Meu Deus… são tão quentes… tão grossos… — murmurou ela, sentindo o peso e a rigidez na palma da mão.

Ela sentia o pau de Gustavo pulsar, longo e firme, enquanto o de Vitor era mais pesado, a grossura quase não cabendo em sua mão. Angélica acelerou um pouco, fascinada, o rosto vermelho de vergonha e excitação.

Os meninos a incentivavam:

— Isso, madrasta… você é ótima com as mãos — disse Gustavo, gemendo.

— Aperta mais o meu… isso… caralho, você é gostosa pra porra — completou Vitor.

Eles ficaram mais ousados. Gustavo abriu o roupão de Angélica e segurou seus seios cheios, apertando e beliscando os mamilos sensíveis. Vitor fez o mesmo do outro lado, massageando os seios dela enquanto ela continuava punhetando os dois.

Angélica gemia baixinho, o corpo tremendo. Ela nunca tinha sentido algo assim — dois paus duros nas mãos enquanto era tocada.

Quando eles estavam quase gozando, a campainha da casa tocou.

Angélica se assustou, soltou os paus imediatamente e fechou o roupão.

— Meu Deus… eu acabei de fazer meus enteados gozarem com uma punheta… — murmurou ela, em pânico.

Ela subiu as escadas correndo, envergonhada.

Angela sorriu, satisfeita, e subiu logo atrás.

Vitor, ainda com o pau duro, falou:

— Deve ser a Yasmin. Ela tocou a campainha. Vou abrir.

Angela subiu as escadas rapidamente e encontrou Angélica sentada na cama do quarto do casal, chorando baixinho com o rosto entre as mãos.

— Mana… — Angela sentou ao lado dela e abraçou seus ombros.

Angélica soluçou, a voz embargada:

— Eu não sei mais o que eu sou… Eu estou morrendo de tesão, Angela. Meu corpo inteiro está queimando. Eu me sinto uma pessoa horrível.

Angela acariciou os cabelos da irmã e falou com calma, mas firme:

— Você está molhada agora, não está? Isso é bom. É normal. Eu te prometo… na próxima vez, eu vou fazer eles te comerem. Os dois. Eu sei que você quer isso. Você merece sentir esse prazer.

Angélica não respondeu, apenas chorou mais, mas não negou.

O resto do sábado foi relativamente tranquilo. Angélica decidiu ir encontrar Marcão e a pequena Luz na casa da sogra. Antes de sair, ela deu um abraço rápido em Angela, ainda com o olhar confuso.

Assim que a irmã saiu, Angela trancou a porta da casa, mandou uma mensagem para Yasmin, Gustavo e Vitor, e sorriu.

A orgia começou.

Os três chegaram em menos de quinze minutos. Assim que entraram, Angela não perdeu tempo. Tirou a roupa no meio da sala e ordenou:

— Todos nus. Agora.

Os quatro ficaram completamente pelados na sala. Angela puxou Yasmin para um beijo molhado enquanto Gustavo e Vitor assistiam, paus já duros.

Ela colocou Yasmin de quatro no sofá e mandou Gustavo meter nela. Enquanto isso, sentou no colo de Vitor, empalando-se naquele pau grosso como garrafa PET.

— Aaaahhh… que delícia… — gemeu Angela, quicando devagar, sentindo a grossura absurda abrindo sua buceta.

Gustavo metia em Yasmin com força, estocadas longas, enquanto Angela cavalgava Vitor com vontade, os seios balançando. Depois trocaram: Angela foi para o colo de Gustavo, sentando no pau longo dele, enquanto Vitor fodia Yasmin por trás.

Eles se moveram para o chão. Angela ficou de quatro e mandou os dois a penetrarem ao mesmo tempo. Gustavo enfiou na buceta, Vitor no cu. Ela gritava de prazer enquanto era duplamente penetrada, o corpo tremendo.

— Isso… me arrombem… os dois juntos… aaaahh!

Yasmin se juntou, beijando Angela e chupando seus seios enquanto os meninos a fodiam. Depois Angela mandou Yasmin ficar de quatro ao lado dela. Os dois rapazes revezavam entre as duas, metendo ora na Angela, ora na Yasmin, trocando de buraco.

A orgia durou quase duas horas. Eles foderam em todas as posições: Angela cavalgando, Yasmin sendo comida de lado, dupla penetração nas duas, boquetes duplos, Angela e Yasmin se chupando enquanto eram fodidas por trás.

No final, Angela e Yasmin estavam de joelhos, lado a lado, bocas abertas. Gustavo e Vitor gozaram quase ao mesmo tempo, jatos grossos e quentes cobrindo os rostos, seios e línguas das duas.

Angela, com o rosto melado de porra, sorriu satisfeita, o corpo dolorido e escorrendo sêmen.

Ela sabia que o plano para Angélica estava quase completo.

Após o intenso sexo na sala, Angela e Yasmin, ainda nuas e meladas de porra, subiram para o quarto de Angela. As duas se jogaram na cama, rindo baixinho, os corpos suados e marcados.

— Agora vem a parte mais perigosa — disse Angela, com um brilho malicioso nos olhos. — Quando Marcão chegar, nós duas vamos levar ele pro banheiro. Vamos dar pra ele juntas, bem gostoso, enquanto Angélica faz o jantar lá embaixo. Ela não pode desconfiar.

Yasmin mordeu o lábio, excitada com a ideia.

— Eu topo. Vamos fazer ele gozar gostoso.

As duas tomaram um banho rápido juntas, se arrumaram e esperaram. Pouco tempo depois, ouviram o carro de Marcão estacionando.

Assim que ele entrou em casa, Angela desceu e o recebeu com um sorriso inocente:

— Chegou, cunhado? Angélica está na cozinha fazendo o jantar. Vem aqui no banheiro de baixo rapidinho? Tem uma coisa que eu e Yasmin queremos te mostrar.

Marcão ergueu uma sobrancelha, curioso, mas seguiu as duas. Assim que entraram no banheiro, Angela trancou a porta.

Sem dizer nada, as duas se ajoelharam na frente dele. Angela abriu o zíper da calça dele e tirou aquele pau enorme de 22 cm, já meio duro. Yasmin segurou as bolas enquanto Angela começava a chupar.

— Porra… o que vocês estão fazendo? — gemeu Marcão, surpreso.

— Shhh… relaxa — sussurrou Angela, lambendo toda a extensão grossa. — Deixa a gente cuidar de você.

As duas chupavam juntas: Angela mamava a cabeça grossa, Yasmin lambia as bolas e a base. Depois trocavam, uma chupando fundo enquanto a outra lambia. Marcão segurava as cabeças delas, gemendo rouco.

Angela se levantou, tirou o short e empinou a bunda contra a pia:

— Me fode primeiro.

Marcão enfiou os 22 cm na buceta dela com uma estocada firme. Angela mordeu o lábio para não gemer alto. Enquanto ele metia nela, Yasmin se ajoelhou entre as pernas dele e chupava suas bolas.

Depois ele virou Yasmin, colocou ela sentada na pia e meteu nela com força, enquanto Angela chupava os seios da novinha.

Eles foderam os três juntos de forma intensa e silenciosa: Marcão revezando entre as duas bucetas, as meninas se beijando e se tocando enquanto eram comidas. Marcão gozou primeiro, enchendo a buceta de Angela. Depois tirou e gozou o resto na boca de Yasmin, que engoliu tudo.

As duas se arrumaram rapidamente, deram um beijo nele e saíram do banheiro como se nada tivesse acontecido.

Marcão ficou lá dentro, ainda ofegante, tentando recuperar o fôlego.

Angela sorriu ao voltar para a sala. O plano estava correndo melhor do que o esperado.

Durante o jantar, o clima foi leve e até animado. Angélica estava mais sorridente, conversando normalmente e rindo de algumas piadas de Marcão. Angela observava tudo em silêncio, notando como a irmã parecia mais relaxada, mas ainda lançava olhares discretos para Gustavo e Vitor.

Após o jantar, Gustavo e Yasmin saíram juntos para dar uma volta. Vitor avisou que ia para uma festa com os amigos e também saiu de casa.

A casa ficou mais silenciosa. Angela subiu para o quarto, mas logo ouviu gemidos vindos do quarto do casal. A porta estava entreaberta.

Ela se aproximou devagar e espiou.

Angélica estava de quatro na cama, completamente nua, empinando a bunda com vontade. Marcão atrás dela, segurando sua cintura com as mãos grandes e metendo aqueles 22 cm grossos com estocadas pesadas e ritmadas.

— Aaaahh… Marcão… assim… mais forte… por favor! — gemia Angélica, o rosto afundado no travesseiro.

Marcão dava tapas fortes na bunda dela, deixando a pele bronzeada vermelha, enquanto metia fundo, o pau enorme entrando e saindo brilhando com os sucos dela.

— Isso… toma essa rola toda que você tanto precisava… — rosnava ele, acelerando o ritmo.

Ele virou Angélica de lado, levantou uma das pernas dela bem alto e continuou fodendo com força, os seios cheios e sensíveis balançando a cada estocada. Depois a colocou de frente, abriu bem as pernas e meteu ainda mais fundo, olhando nos olhos dela enquanto a fodia com vontade.

Angélica gozou primeiro, o corpo convulsionando, apertando o pau dele com força enquanto gritava:

— Aaaahhhhh… tô gozando… Marcão… caralho… que delícia!

Marcão deu mais algumas estocadas brutais e gozou logo em seguida, enterrando fundo e enchendo a buceta da esposa com jatos grossos e quentes de porra.

Os dois ficaram abraçados, ofegantes e suados na cama.

Angela, ainda espiando pela fresta da porta, sorriu satisfeita. O plano estava avançando exatamente como ela queria.

No domingo o dia amanheceu ensolarado e agradável. Marcão decidiu fazer um churrasco no quintal para reunir a família. O cheiro de carne na grelha encheu o ar, junto com caipirinhas geladas e uma música tocando baixinho ao fundo.

Angélica estava especialmente radiante. Usava um short jeans curto que marcava bem sua bunda e uma blusa soltinha sem sutiã, deixando os seios cheios e sensíveis balançarem a cada movimento. Ela e Marcão estavam mais juntos do que há muito tempo — ele a abraçava pela cintura, dava beijos no pescoço e ela sorria, encostando o corpo nele com carinho.

Angela e Yasmin, por outro lado, estavam claramente provocantes. Angela vestia um shortinho branco que mal cobria a bunda e um top cropped justo, marcando os seios médios e firmes. Yasmin usava um vestidinho curto e leve, quase transparente quando o sol batia.

Os meninos — Gustavo e Vitor — não paravam de provocar Angélica o tempo todo.

Sempre que ela se inclinava para pegar algo na mesa, Gustavo se aproximava por trás e encostava o volume duro da calça discretamente na bunda dela. Vitor, quando passava por ela, “sem querer” roçava o braço nos seios sensíveis ou colocava a mão na cintura dela por mais tempo que o necessário. Os dois estavam o tempo todo com o pau duro, marcando as bermudas, e não perdiam nenhuma oportunidade de roçar ou encostar nela.

Angélica ficava claramente afetada — corava, mordia o lábio e tentava disfarçar, mas seu corpo reagia. Ela respirava mais rápido e apertava as coxas de vez em quando.

Angela observava tudo com um sorriso discreto e satisfeito, tomando sua caipirinha.

O domingo estava leve por fora, mas carregado de tensão sexual por dentro. O plano seguia exatamente como Angela queria.

Na manhã seguinte, Angela e Yasmin chegaram cedo na oficina. A manhã foi corrida: muitos carros para atender, clientes impacientes, telefone tocando sem parar e peças para organizar. As duas mal tiveram tempo de se olhar.

Mas à tarde, no horário do almoço, quando a oficina esvaziou, Angela trancou o portão principal. Todos se reuniram no escritório: Marcão, Gustavo, Vitor, Yasmin e Angela.

A orgia foi intensa e excitante.

Angela mandou Yasmin de quatro na mesa. Gustavo enfiou o pau longo na bucetinha dela enquanto Vitor arrombava seu cuzinho com o pau grosso. Yasmin gemia como uma puta desesperada, levando os dois ao mesmo tempo.

Ao lado, Marcão fodia Angela com brutalidade, os 22 cm entrando fundo. Depois trocaram de parceiras várias vezes. Angela foi duplamente penetrada por Gustavo e Vitor, enquanto Marcão metia em Yasmin. Os gemidos, tapas na bunda e o som molhado de sexo enchiam o escritório.

Todos gozaram forte. Angela e Yasmin ficaram meladas de porra, bucetas e cus escorrendo sêmen.

Ainda ofegante, Angela falou:

— Preciso que vocês dois me acompanhem. Se vistam. Vamos para casa agora.

Marcão, ainda suado, franziu a testa:

— O que? No meio do trabalho?

Angela sorriu, confiante:

— Confia em mim. Yasmin vai ficar aqui te ajudando… e satisfazendo suas necessidades.

Yasmin, ainda nua e com porra escorrendo pelas coxas, sorriu e assentiu.

Gustavo e Vitor se vestiram rapidamente. Angela arrumou a roupa e os três saíram da oficina rumo à casa.

Gustavo, Vitor e Angela chegaram em casa por volta das 14h30. A pequena Luz dormia tranquilamente no berço. Angélica estava na sala, usando um vestido curto e leve que mal cobria metade das coxas, marcando bem sua bunda e deixando os seios cheios soltos por baixo do tecido.

Angela se aproximou por trás da irmã em silêncio, abraçou sua cintura e sussurrou no ouvido dela:

— Mana, vem comigo…

Antes que Angélica pudesse reagir, Angela subiu o vestido dela até a cintura, revelando que não usava calcinha. Enfiou dois dedos direto na buceta molhada e quente da irmã.

— Hmm… você tá encharcada — murmurou Angela, movendo os dedos devagar, sentindo as paredes quentes e molhadas apertarem.

Angélica soltou um gemido baixo, segurando no braço da irmã.

— Angela… para… — sussurrou, mas não fez força para afastar.

Gustavo e Vitor assistiam a poucos metros, já com as calças abaixadas, masturbando os paus duros enquanto viam a cena.

Angela continuou dedando a irmã, agora mais rápido, esfregando o clitóris com o polegar.

— Olha como você tá molhada… tá louca pra sentir aqueles paus, né?

Depois de alguns minutos, Angela tirou os dedos, lambeu e falou:

— Sentem-se no sofá.

Gustavo e Vitor obedeceram, sentando lado a lado com os paus para cima.

Angela puxou Angélica pela mão e as duas se ajoelharam na frente deles.

— Vamos chupar eles — disse Angela.

Ela começou chupando o pau longo de Gustavo, descendo a boca com vontade, babando bastante enquanto olhava para a irmã. Angélica, ainda hesitante, segurou o pau grosso de Vitor com as duas mãos e colocou a cabeça na boca, chupando devagar e com vergonha.

— Isso, mana… chupa ele gostoso — incentivou Angela.

Angélica foi ganhando coragem, chupando mais fundo, embora ainda tímida. As duas mamavam os paus lado a lado, às vezes se beijando com os paus entre as bocas, babando juntos.

Angela chupava Gustavo com fome, engolindo quase todo o comprimento, enquanto Angélica tentava engolir o máximo possível do pau grosso de Vitor, engasgando de vez em quando.

Após um boquete longo e molhado, Angela se levantou, tirou o resto da roupa e falou:

— Agora eles vão me foder. E você vai ver.

Ela subiu no colo de Gustavo, sentou devagar no pau longo dele e começou a quicar. Depois Vitor veio por trás e enfiou o pau grosso no cuzinho dela.

— Aaaahhh… os dois… me arrombem! — gemeu Angela alto, rebolando entre os dois paus.

Angélica assistia tudo sentada no sofá, pernas apertadas, o vestido ainda levantado e a buceta visivelmente molhada.

Angela olhava para a irmã enquanto era duplamente penetrada:

— Depois… vai ser a sua vez. Os dois vão te comer.

Angela estava completamente entregue, de quatro no sofá da sala, sendo fodida pelos dois enteados bem na frente da irmã.

Gustavo metia com força na sua buceta, estocadas longas e profundas, enquanto Vitor enfiava seu pau grosso no cuzinho dela. Angela gemia alto, o corpo sacudindo a cada estocada dupla.

— Aaaahhh… isso… me fodem juntos! — gritava ela, rebolando entre os dois paus.

Olhando diretamente para Angélica, que assistia tudo sentada no sofá, olhos arregalados e pernas apertadas, Angela falou com a voz rouca de prazer:

— Mana… eles querem te foder há anos… Imagina isso… os dois dentro de você ao mesmo tempo… um na buceta, o outro no cu… te arrombando todinha…

Angélica respirava pesado, o rosto vermelho, sem conseguir desviar o olhar.

Gustavo e Vitor aceleraram. Vitor dava tapas fortes na bunda de Angela enquanto metia o pau grosso no cu dela. Gustavo segurava a cintura e metia fundo na buceta, os dois paus trabalhando em ritmo sincronizado.

— Aaaahh… tô gozando…! — gritou Angela.

Seu corpo convulsionou violentamente. A buceta apertou o pau de Gustavo e o cu apertou o de Vitor enquanto ela gozava forte, tremendo inteira, gemendo alto.

Quando Angela desabou no sofá, ofegante e escorrendo porra, Angélica murmurou, a voz trêmula:

— Mas eu nunca dei pra dois…

Gustavo se aproximou dela com o pau ainda duro e brilhando. Segurou Angélica pela cintura, virou ela de quatro no sofá e subiu o vestido curto dela até a cintura.

— Relaxa, madrasta… — disse ele, rouco.

Ele abriu as pernas dela e começou a dedar sua buceta molhada com dois dedos grossos, entrando e saindo devagar, esfregando o clitóris inchado.

Angélica soltou um gemido baixo, o corpo tremendo:

— Gustavo… ahh…

Ele continuou dedando ela com habilidade, curvando os dedos para tocar no ponto certo, enquanto Vitor assistia tudo, masturbando o pau grosso.

Angela, ainda recuperando o fôlego, sorriu ao ver a irmã começando a ceder.

Gustavo continuou dedando Angélica com dois dedos grossos, curvando-os para acertar o ponto G enquanto o polegar circulava seu clitóris inchado com pressão firme. Vitor se ajoelhou ao lado dela, abriu o vestido e segurou seus seios cheios e sensíveis com as duas mãos, apertando e beliscando os mamilos rosados.

— Ahh… por favor… — gemeu Angélica, o corpo tremendo.

Os dois trabalhavam em sincronia. Gustavo aumentava o ritmo dos dedos na buceta molhada, fazendo barulhos molhados, enquanto Vitor chupava um mamilo e apertava o outro. Angélica arqueava as costas, gemendo cada vez mais alto, as coxas tremendo.

— Isso, madrasta… tá tão molhada… — murmurou Gustavo, enfiando os dedos mais fundo.

Angélica gozou pela primeira vez depois de alguns minutos. Seu corpo inteiro convulsionou, a buceta apertando forte os dedos de Gustavo enquanto ela soltava um gemido longo e rouco:

— Aaaahhhhh… meu Deus… tô gozando…!

Ela tremia visivelmente, as pernas fracas, um fio de lubrificação escorrendo pela coxa.

Depois que ela se recuperou um pouco, Gustavo a virou de quatro no sofá com calma. Posicionou-se atrás e esfregou a cabeça do pau longo de 21 cm na entrada molhada dela.

— Relaxa… vou devagar — disse ele, antes de empurrar lentamente.

Angélica soltou um gemido longo quando sentiu ele entrar:

— Aaaahh… Gustavo… é tão grande…

Ele começou a meter com estocadas calmas e profundas, entrando quase todo. Angélica gemia baixinho, rebolando devagar contra ele. Vitor se ajoelhou na frente dela e colocou o pau grosso na sua boca. Ela chupava com dificuldade, a grossura esticando seus lábios.

Eles trocaram de posição várias vezes. Primeiro Gustavo na buceta e Vitor na boca. Depois Vitor deitou no sofá e Angélica sentou nele, quicando devagar no pau grosso, gemendo alto:

— Aaaaiii… tá muito grosso… me abre toda…

Gustavo ficou atrás e enfiou no cuzinho dela devagar. Angélica soltou um grito de prazer misturado com dor quando os dois paus entraram ao mesmo tempo.

— Os dois… dentro de mim… aaaahh… que delícia…!

Eles meteram com mais intensidade. Gustavo no cu e Vitor na buceta, sincronizando as estocadas. Angélica gemia sem controle, o corpo suado balançando entre os dois enteados.

— Me fodem… me fodem mais forte… eu sou uma puta… aaaahh!

Eles a viraram de lado, uma perna levantada, alternando os buracos. Depois a colocaram de frente para Gustavo, que metia na buceta enquanto Vitor enfiava no cu. Angélica gozou pela segunda vez, tremendo violentamente entre os dois.

No final, os dois aceleraram. Gustavo gozou primeiro, enchendo a buceta dela de porra quente. Vitor tirou do cu e gozou na boca e nos seios dela.

Angélica ficou caída no sofá, pernas abertas, buceta e cu escorrendo porra, o corpo tremendo. Olhou para o teto com os olhos vidrados e murmurou, quase sem voz:

— Meu Deus… o que eu fiz…

Angélica ainda estava caída na cama, o corpo suado e trêmulo, com porra escorrendo da buceta e do cu. Olhou para o teto com os olhos marejados e murmurou, quase sem voz:

— Eu traí minha família… eu errei… Meu Deus, o que eu fiz…

Angela se aproximou devagar, acariciou o cabelo dela com carinho e falou baixinho:

— Você gostou, né? Isso é só o começo, mana. Não precisa se sentir culpada. Você merece sentir esse prazer todo.

Angélica não respondeu, apenas fechou os olhos, respirando fundo.

No dia seguinte, Angela notou que Angélica estava extremamente carinhosa com Marcão. Ela o abraçava o tempo todo, dava beijos demorados, sentava no colo dele e ria de tudo que ele falava. Mas por trás dessa doçura, Angela via claramente o tesão reprimido nos olhos da irmã — Angélica estava inquieta, apertando as coxas, o olhar distante e o corpo quente.

Na hora do almoço, Marcão e Angela ficaram na oficina. Gustavo e Vitor saíram dizendo que iam resolver algo rápido.

Angela sorriu para Marcão:

— Eu vou atrás dos meninos.

Ela chegou em casa e subiu as escadas silenciosamente. A porta do quarto dos meninos estava entreaberta.

A cena era intensa e explícita.

Angélica estava completamente nua, de quatro na cama, sendo fodida pelos dois enteados ao mesmo tempo. Gustavo metia o pau longo de 21 cm na buceta dela com estocadas profundas e ritmadas, enquanto Vitor enfiava seu pau grosso como garrafa PET no cuzinho dela.

— Aaaahhh… os dois… me fodem juntos! — gritava Angélica, rebolando desesperada entre os paus, o rosto contorcido de prazer.

Gustavo segurava a cintura dela com força e metia fundo:

— Isso, madrasta… toma meu pau todo na buceta… tá tão molhada…

Vitor dava tapas fortes na bunda dela enquanto arrombava o cu:

— Que cuzinho apertado… tá gostando de levar rola dos enteados, né? Rebola mais!

Angélica gemia como uma vadia, completamente perdida no tesão:

— Sim… me fodem… me arrombem… eu sou a puta de vocês… aaaahh! Mais forte… não para!

Eles trocaram de posição várias vezes. Vitor deitou e Angélica sentou no pau grosso dele, quicando com força, os seios cheios balançando, enquanto Gustavo enfiava no cu dela por trás. O corpo dela sacudia violentamente entre os dois paus enormes.

— Aaaaiii… tá me rasgando… mas é tão gostoso… me enchem de porra… aaaahh!

Angela assistia tudo da porta, molhada, com um sorriso satisfeito no rosto. Sua irmã finalmente havia cedido por completo.

Angélica gozou várias vezes, tremendo e gritando, até que os dois gozaram dentro dela — Gustavo enchendo a buceta e Vitor o cu com jatos grossos e quentes.

Ela ficou caída na cama, pernas abertas, porra escorrendo dos dois buracos, ofegante, com um olhar perdido entre prazer e culpa.

Angela não resistiu mais. Tirou a roupa rapidamente e entrou no quarto, juntando-se à cena.

— Deixa eu participar dessa putaria — disse ela, sorrindo.

Angélica mal teve tempo de reagir. Angela se deitou ao lado da irmã, abriu as pernas e puxou Vitor para cima dela. O pau grosso dele entrou na buceta de Angela com facilidade, fazendo ela gemer alto. Ao mesmo tempo, Gustavo continuou metendo em Angélica, enquanto ela observava a irmã sendo fodida bem ao seu lado.

O sexo rolou solto e sem limites.

Angela e Angélica estavam lado a lado, de quatro. Gustavo e Vitor revezavam entre as duas: ora fodiam a cunhada, ora a madrasta. Os paus entravam e saíam, brilhando de tanto tesão. Os gemidos das duas irmãs se misturavam no quarto.

— Aaaahh… que delícia… — gemia Angela, rebolando no pau de Vitor.

Angélica, ainda envergonhada, mas completamente entregue, gemia mais baixo:

— Gustavo… devagar… aaaahh… tá tão fundo…

Angela virou o rosto para a irmã, sorrindo no meio dos gemidos:

— Mana… seria bom você dar pra eles enquanto o pai deles te come junto… Imagina os três te usando ao mesmo tempo…

Angélica arregalou os olhos, chocada, mas o tesão era tão forte que ela não conseguiu responder. Apenas gemeu mais alto quando Vitor trocou de buraco e enfiou o pau grosso no cu dela.

O sexo continuou ainda mais intenso. Angela foi colocada de quatro sobre a irmã, as duas bundas empinadas uma ao lado da outra. Os meninos metiam alternadamente, ora na Angela, ora na Angélica. Depois fizeram as duas se beijarem enquanto eram fodidas por trás.

Angela gozou primeiro, tremendo e apertando o pau que estava dentro dela. Angélica gozou logo depois, gritando o nome de Gustavo enquanto Vitor metia fundo no seu cu.

Os dois rapazes gozaram quase juntos: Gustavo enchendo a buceta de Angélica e Vitor gozando no cu de Angela. As duas irmãs ficaram caídas na cama, pernas abertas, porra escorrendo dos buracos, corpos suados e vermelhos.

Angela, ainda ofegante, virou para a irmã e sussurrou:

— Isso é só o começo, mana… Logo o Marcão vai participar também.

Angélica, exausta e com o olhar perdido, não respondeu. Apenas fechou os olhos, o corpo ainda tremendo.

Ainda deitada na cama, suada e com porra escorrendo da buceta e do cu, Angélica respirava pesadamente. Angela se aproximou, acariciou o cabelo dela e falou com um sorriso safado:

— Você está adorando, né?

Angélica mordeu o lábio inferior, o rosto ainda vermelho de vergonha e prazer. Depois de alguns segundos, confessou baixinho, quase envergonhada:

— Eu estou ficando viciada neles… Estou molhada pingando novamente. Meu Deus, o que está acontecendo comigo?

Angela sorriu, satisfeita, e passou a mão entre as pernas da irmã, sentindo a buceta encharcada e quente.

— Viu? Você é uma puta, mana. Só falta assumir o controle de tudo. Parar de fingir que não quer e começar a mandar neles também. Imagina você mandando os dois te comerem do jeito que você quiser… enquanto eu e o Marcão assistimos.

Angélica fechou os olhos, respirando fundo, claramente lutando contra o desejo que tomava conta dela. Seu corpo traía qualquer resistência que ainda restava — os mamilos duros, a buceta latejando e o olhar vidrado.

Angela beijou o ombro da irmã e sussurrou:

— Relaxa. Você não precisa decidir agora. Mas eu sei que você quer. E quando quiser… eu vou te ajudar a virar a puta dessa casa de verdade.

Angélica não respondeu. Apenas apertou as coxas, sentindo mais um fio de lubrificação escorrer.

O vício estava apenas começando.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Carvalhinho a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários