Alguns dias depois da nossa primeira vez, surgiu outra oportunidade.
Era uma tarde, dessas em que a casa fica silenciosa e parece guardar segredos. Minha mãe havia saído com meus irmãos, e minha melhor amiga foi lá para casa só para me ajudar. Ficou na sala assistindo televisão e vigiando qualquer movimento do lado de fora, enquanto eu e meu namorado nos trancávamos no quarto, nervosos como se fosse a primeira vez outra vez.
Achei que seria diferente.
Na minha cabeça, depois da primeira experiência, tudo aconteceria naturalmente. Sem medo, sem dor, sem aquele nervosismo todo. Mas quando começamos a nos beijar na cama, percebi que meu coração ainda disparava do mesmo jeito, ele passando a mão pelo meu corpo e ao mesmo tempo tirando nossas roupas, o pau dele já estava bem duro 14 cm, era tamanho normal para idade dele e para minha boceta que já estava toda meladinha.
Ele me abraçou devagar, tentando me deixar confortável porque eu estava com medo de alguém chegar, ou a mamãe chegar na hora h. Eu sentia as mãos dele, cada toque, em cada beijo lento no meu pescoço, nos meus ombros, nas minhas mãos entrelaçadas nas dele.
Quando tentamos de novo, senti o mesmo desconforto da primeira vez. Menor talvez, mas ainda presente. Meu corpo ainda parecia tenso, inseguro, aprendendo aos poucos.
Respirei fundo e perguntei baixinho, quase envergonhada:
— Por que ainda dói?
Ele parou na hora e passou a mão no meu rosto, também sem saber muito o que responder. Afinal, nós dois estávamos descobrindo isso juntos.
— Talvez porque a gente ainda esteja aprendendo… — ele disse, tentando me fazer relaxar.
Não havia pressa. Não havia cobrança. Só nós dois, tentando entender aquele novo mundo que se abria entre desejo, paixão e insegurança.
Então continuamos devagar.
Abraçados na cama, eu com a perna aberta, ele por cima de mim, na posição de papai e mamãe, movendo-nos lentamente, quase sem ritmo, apenas sentindo o pau dentro na minha boceta. Aos poucos, meu corpo foi relaxando e a dor diminuindo, dando espaço para uma sensação diferente, mais quente, mais íntima, mais prazerosa do que eu imaginava.
Enquanto ele ficava metendo o pau na minha bocetinha num vai e vem lento, acabávamos esquecendo completamente do tempo.
Quando terminou e gozou, ficamos deitados lado a lado tentando controlar o nervoso e o medo da minha amiga bater na porta do quarto de repente.
Foi naquela tarde que percebi que tinha muita coisa ainda para aprender. E era tudo que eu queria, aprender mais e mais.
