O CHURRASCO NA CASA DE DÓRIS – Parte 1
Os pais de Dóris fizeram um pequeno churrasco no domingo para assistir à Copa do Mundo. Dóris convidou o namorado; era a primeira vez que Nicolau conhecia a família dela. Rapidamente, ele encantou todo mundo com sua simpatia. Em poucas horas, já fazia parte daquela família.
— Filha, esse seu namorado é um bom rapaz. Não sabia que ele sempre vai à missa todos os dias. Você escolheu bem. — disse a mãe de Dóris.
Dóris apenas concordava com aquelas mentiras, com um leve sorriso no rosto. Nicolau tinha o dom de inventar histórias e convencer todo mundo. Talvez tenha sido assim que conseguiu conquistar Dóris.
Melissa não tirava os olhos do namorado da amiga.
— Então esse é o Nicolau? Até que é gatinho.
— Ei, vai tirando os olhos do meu namorado.
— Ora, eu não sou talarica. Namorado da minha amiga é como se fosse uma mulher...
Como se isso fosse motivo para não pegar, afinal Melissa também curtia mulheres.
Durante a tarde, Dóris foi para o quarto colocar um biquíni para a piscina quando Nicolau entrou e deu um tapa na enorme bunda nua da namorada, agarrando-a.
— Nossa, tá bem gostosa com esse biquíni... Vamos fazer uma rapidinha aqui na sua cama. Adoraria te foder no seu quarto.
— Nicolau, não tá vendo a minha amiga aqui?
— Ops, desculpa, eu nem a vi. Oi, me chamo Nicolau.
— Prazer, Nicolau. Espero não estar interrompendo nada. Se quiser, posso sair e deixar o casalzinho à vontade. — comentou Melissa, deitada na cama.
— Não precisa, amiga...
— Precisa sim. Pode nos deixar a sós? — disse Nicolau.
Melissa saiu e deixou o casal sozinho. Mas logo voltou e espiou pela fresta da porta o casal fazendo sexo na cama.
— Não, Nicolau, isso é loucura. Minha família está lá embaixo.
— Melhor ainda... Dá mais tesão saber que estou te comendo enquanto escutamos os barulhos da sua família lá embaixo. Não acha?
— Não sei... oh... continua, tá gostoso...
Nicolau continuou a chupar a buceta de Dóris sem parar, trabalhando a língua naquela gruta úmida. Em seguida, meteu o pau, entrando lentamente a cabecinha dentro do buraco de carne macia e quente. Era como se aquela boca estivesse engolindo a pica, apertando-a com força, num vaivém rítmico que fazia a cama dançar junto com aqueles corpos frenéticos. Dóris gemia, com as tetas nuas balançando para cima e para baixo.
Enquanto isso, do lado de fora do quarto
— Ei, o que tá fazendo? — perguntou Bernardo ao ver Melissa espiando o quarto.
— Cala a boca, tô vendo a sua irmã transando com o namorado.
— Sério?
Bernardo espiou e só conseguiu ver a enorme bunda nua do namorado subindo e descendo com intensidade, enquanto ouvia os gemidos da irmã. Eram gemidos de prazer.
— Oh, Nicolau... não para... não para...
— Vou gozar dentro dessa buceta!
— Sim, goza tudo, ejacula toda essa porra dentro de mim...
— Quem é o meu depósito de porra?
— Eu... eu sou...
— É o quê? Fala! — disse ele, metendo com mais força na buceta de Dóris.
— Eu... aaahh... eu sou seu... depósito de porra...
— AAAAAHHHH... GOZEI!...
Nicolau liberou todo o seu leite dentro dela, caindo exausto na cama, ainda com a pica ereta e pulsando com intensidade, enquanto o sêmen escorria pelo pau.
— Nossa, veja como eles fodem... é excitante, não acha, Bernardo? — sussurrou Melissa no ouvido dele, que em nenhum momento conseguiu desviar os olhos.
Bernardo se arrepiou inteiro, tentando esconder a ereção. Saiu correndo dali, tentando esquecer aquela imagem, algo que facilmente não conseguiria apagar da memória.