Tem mulher que já nasce puta

Um conto erótico de Haedrig
Categoria: Heterossexual
Contém 3522 palavras
Data: 28/05/2026 15:49:47

O mercado estava um inferno, carrinho batendo em carrinho, criança correndo no corredor, velho travando passagem demorando uma eternidade para descobrir que, a diferença de valor entre os pacotes de arroz era só de um mísero real. E eu já estava puto da vida antes mesmo de entrar ali, só queria comprar meia dúzia de coisas e ir embora.

Peguei algumas coisas e fui direto para o corredor dos produtos de limpeza, foi ali que a merda começou. Tinha um casal parado bem na frente da prateleira. O cara era um daqueles fortinhos de academia que claramente vivia de frango, creatina e validação de outros homens. Regata desnecessariamente apertada, braço exageradamente estufado e uma postura de galo de briga.

A garota estava agachada olhando alguma coisa na prateleira de baixo e, justo atrás dela, estava o preço que eu queria ver. Fiquei tentando enxergar por cima do ombro dela, nada. Por baixo? Também não.

A bunda dela literalmente cobria a etiqueta inteira. Inclinei um pouco a cabeça tentando ler o valor sem precisar pedir licença e finalmente consegui enxergar. Quase cinquenta reais num amaciante.

— Vai tomar no cu — resmunguei sozinho.

Balancei a cabeça indignado e saí dali, nem dei três passos antes de ouvir:

— Ô.

Ignorei.

— Ô, parceiro.

Virei já sem paciência. O fortinho vinha andando na minha direção com aquela postura clássica de macho inseguro tentando parecer perigoso.

— Que foi? — perguntei.

— Tu tava olhando pra bunda da minha namorada?

Fiquei encarando ele por dois segundos em silêncio.

— Se a bunda dela estava na frente do preço, então sim, estava olhando sim.

— Não foi isso que pareceu.

— E eu tenho culpa se vocês estavam na porra da minha frente?

Ele fechou a cara imediatamente.

— Cuidado com o jeito que fala comigo.

Aquilo me irritou na hora.

— Vai embora — rebati levantando um pouco a voz. — Antes que eu quebre tua cara.

Ele deu um passo para frente.

— Tá me tirando?

— Tô mandando você sumir da minha frente, desgraçado, antes que eu te faça passar vergonha na frente da sua namoradinha. Eu já não tô num dia bom.

O clima ficou pesado por alguns segundos, só que foi engraçado perceber que quanto mais eu aumentava o tom de voz, mais ele parecia perder a confiança. A pose continuava ali, mas os olhos já não acompanhavam o personagem. Ele olhou ao redor, provavelmente percebendo que tinha gente começando a reparar.

— Fica esperto — ele murmurou.

Ele ficou parado mais um segundo, depois simplesmente virou e saiu.

— Frouxo da porra — falei comigo mesmo, ele pareceu ouvir, mas continuou andando.

Foi aí que percebi ela, a namorada dele estava alguns passos atrás, observando a cena inteira em silêncio. Mas não parecia nervosa, preocupada e muito menos incomodada. Na verdade? Ela parecia interessada, os olhos dela passaram lentamente por mim enquanto o namorado tentava bancar o machão. E quando nossos olhares se cruzaram, ela mordeu discretamente o canto da boca.Aquilo era engraçado, enquanto o cara tentava me intimidar, a própria namorada olhava para mim daquele jeito, com desejo. Já sentia que ela era o tipo de mulher que já nasceu puta.

Continuei minhas compras ainda puto pelo preço das coisas e honestamente esqueci completamente daquela situação. Até chegar no estacionamento, abri o porta-malas, comecei a guardar as sacolas e ouvi passos vindo rápido atrás de mim.

— Escuta aqui, seu filho da puta.

Virei já sem paciência, esperava o fortinho frouxo vindo tirar satisfação novamente, mas a voz não condizia, quando olhei, era a namorada dele.

— O arrombado é tão frouxo que mandou a namoradinha vir brigar comigo? — falei no ódio.

Ela vinha apontando o dedo para mim com a maior cara de brava possível, só que quando chegou mais perto, a voz saiu completamente e um sorriso safado tomou conta do rosto dela.

— Meu namorado tá olhando, disfarça, não sorria, continua com essa cara de confuso.

Fiquei em silêncio na hora, ela continuou apontando o dedo para mim teatralmente.

— Falei para ele que vinha te colocar no seu lugar — o dedo erguido apontando na minha cara, gesticulando como se estivesse irritada, mas pelos olhos e o sorriso ela estava se divertindo absurdamente. — Mas ele é um frouxo do caralho.

— Hã? — demorei dois segundos para processar.

— Não responde com essa cara de retardado, ele tá olhando daqui — ela deu mais dois passos cutucando meu ombro com o dedo, ainda fingindo discussão.

Olhei discretamente, o fortinho estava parado perto da entrada do mercado fingindo mexer no celular, há uns bons metros da gente, observando, ela percebeu meu olhar e segurou uma risada.

— Tá vendo? Ele é tipo uma cadelinha, se apertar um pouco até dá o cu.

— Então você é o tipo de vagabunda que gosta de meter chifre?

— Sim — ela sorriu.

A sinceridade me pegou desprevenido, ela puxou o celular do bolso rapidamente e enfiou na minha mão.

— Digita seu número.

— Eu não tô entendendo merda nenhuma, isso aqui tá acontecendo rápido demais — falei apertando os olhos. — Eu tô sonhando ou o que?

— Cala a boca e digita logo.

Obedeci mais pela confusão mental do que qualquer outra coisa, ela pegou o celular de volta e aumentou a voz de propósito.

— Da próxima vez aprende a respeitar mulher dos outros, entendeu?! — ela se aproximou mais um pouco, como se fosse continuar brigando, mas as próximas palavras saíram baixinho, só para eu escutar. — Vou te mandar as regras depois, só aguarda.

E então virou dramaticamente, pisando fundo, andando de volta na direção do namorado. O fortinho ficou me encarando, rindo, mal sabendo que a cabeça estava cheia de galha. As semanas passaram e a vida continuou normal, trabalho, academia, conta chegando, minha mãe sempre reclamando de dores no quadril enquanto falava que eu tinha que viver a vida. O que era irônico, porque, tecnicamente, eu estava vivendo, só não do jeito que ela imaginava.

Foi numa quarta-feira à noite que o celular vibrou, eu estava largado na cadeira do computador, peguei o celular sem prestar atenção, número desconhecido, abri.

A primeira mensagem dizia:

— Salva meu número. Natasha.

Fiquei encarando a tela por alguns segundos tentando puxar da memória de onde conhecia aquele nome. Não fazia a mínima ideia de quem era. Antes mesmo que eu respondesse, outra mensagem chegou, uma localização, depois uma data, depois um horário.Franzi a testa.

— Vou estar te esperando.

Demorei dois segundos processando aquilo, mas ela ainda não tinha terminado, a última mensagem apareceu logo em seguida:

— E não responde essa porra. Meu namorado frouxo mexe no meu celular igual uma cadelinha paranoica.

Fiquei olhando para a tela, agora tudo fazia sentido, lembrei do dia no mercado, ainda sem acreditar de que ela havia mesmo mandando mensagem, depois comecei a rir sozinho, aquela mulher era completamente maluca. E o pior que eu já estava pensando em ir só para humilhar um pouco mais o corno.

Cheguei no local uns dez minutos antes do horário porque aparentemente minha curiosidade era maior que meu amor-próprio. O endereço que Natasha mandou dava em frente a um condomínio fechado. Portaria alta, muro bonito, câmera em tudo quanto era canto e uma iluminação exageradamente limpa. Olhei o horário no celular mais uma vez, pontualmente no minuto marcado, ouvi o barulho do salto vindo pela calçada.

Quando levantei os olhos, reconheci ela imediatamente, Natasha vinha andando calmamente, vestido justo, cabelo preso de qualquer jeito, expressão de quem estava prestes a aprontar alguma coisa muito errada e estava se divertindo antecipadamente com isso. Ela abriu a porta do passageiro e entrou sem pedir licença.

— Boa noite pra você também — falei.

— Dirige.

— Para onde?

Ela ignorou completamente, pegou meu celular da minha mão e colocou uma nova localização no GPS.

Franzi a testa.

— Você marcou num lugar e agora tá mandando pra outro?

— Menos perguntas.

— Você sempre foi surtada assim ou eu tive azar?

Natasha apenas sorriu olhando pela janela, fui dirigindo enquanto ela mexia distraidamente no celular. Poucos minutos depois chegamos numa rua muito mais afastada. Casas enormes, silêncio absoluto e praticamente ninguém na rua. Natasha apertou um controle no celular e um portão começou a abrir devagar, olhei pra ela.

— Só pra eu saber, essa casa é de quem?

— Tecnicamente? É do meu namorado.

— Devia ter me contado antes.

— Você não perguntou.

— Você com certeza não iria responder.

— É, realmente eu não iria te contar — Natasha riu olhando para mim. — Hoje você vai me foder na cama do corno, tá satisfeito agora?

Ela gargalhou enquanto eu entrava com o carro. O quintal era enorme, grande demais para duas pessoas morarem ali. Estacionei ainda meio desconfiado enquanto Natasha parecia completamente confortável.

— Relaxa — ela falou saindo do carro. — Ele não vai aparecer.

— Isso não me tranquiliza muito.

— Se ele aparecer, você terminar o trabalho que começou no mercado, eu sei que você consegue derrubar ele num segundo.

Mulheres sabem como inflar o ego de um homem, não?

Entramos na casa em silêncio, e aquilo só deixava tudo mais estranho. Natasha parecia confortável demais ali dentro. Digitou a senha do sistema de segurança sem nem olhar direito para o painel, largou a bolsa no sofá enquanto eu ainda tentava processar o tamanho daquela loucura. A casa por dentro era ainda mais absurda. Tudo grande, organizado, caro demais. Parecia aquelas casas montadas para impressionar visita, luz indireta, móveis claros, decoração minimalista e um cheiro forte de ambiente climatizado. Natasha nem perdeu tempo, me guiou corredor adentro.

— Você tá muito quieto — comentou.

— Eu tô tentando entender em que momento eu aceitei participar disso.

— Desde o momento que você me passou seu telefone, você poderia simplesmente mandar eu ir me foder, mas aqui estamos.

Ela abriu uma porta no fim do corredor e entrou no quarto, acho que nunca vi uma cama tão grande daquele jeito, era praticamente do tamanho do meu quarto inteiro. King size, lençol branco impecável, cabeceira enorme e uma iluminação baixa que deixava o ambiente inteiro com cara de motel de luxo. Natasha apontou para a cama com um sorriso lento.

— É ali que a magia vai acontecer.

— Você faz esse tipo de coisa sempre? - perguntei.

— As vezes, quando aquele filho da puta me irrita, eu acabo dando para outro na cama dele.

Fechei a porta atrás de mim enquanto ela caminhava até o banheiro, antes de entrar, virou só o rosto na minha direção.

— Espera aqui.

Ela soltou uma risadinha e desapareceu banheiro adentro, fiquei sozinho no quarto por alguns minutos encarando aquele lugar absurdo enquanto. Por um momento lembrei da Pink, acho que a casa que havíamos alugado não era tão grande como essa, mas um dia, talvez pudéssemos comprar uma igual.

Então a porta do banheiro abriu, a cabeça de cima desligou, dando mais sangue para a cabeça de baixo. Natasha saiu descalça, só de sutiã e calcinha, o cabelo agora completamente solto pelos ombros e sem absolutamente nada de maquiagem. Ela era o tipo de mulher que não precisava de esforço nenhum para chamar atenção. Alta, corpo exageradamente volumoso, cintura marcada, coxa grossa, peitos grandes, bunda absurda e aquela postura naturalmente provocativa, uma cavala. E o pior de tudo era a cara dela, Natasha percebeu minha reação imediatamente e sorriu.

Ela parou do lado da cama, de costas para mim, estava concentrado encarando aquele rabo colossal, mas percebi que ela pegou o celular e digitou alguma coisa rápido demais, escondeu a tela rápido demais e largou o celular rápido demais. Olhei de canto, desconfiado, mas logo ela virou com os peitos quase na minha cara, logo parei de pensar.

Fui direto naquela peitos, os agarrei com as duas mãos e arranquei o sutiã para baixo.

— Uh — ela gemeu com os peitos pulando para fora. — Direto ao ponto, gostei disso.

Comecei a mamar naquele belo par de peitos, a aréola era grande, combinava com o tamanho, e pelo jeito os biquinhos eram sensíveis, a cada mordida ou chupada que eu dava, ela gemia um pouco mais alto, jogando a cabeça para trás e apertando meu cabelo. O cheiro deles impregnou na minha cabeça, me fazendo pensar somente nas posições que iria foder aquela cavala gostosa.

Com uma das mãos, ela desabotoou o zíper da minha calça, abaixou a cueca e com as mãos habilidosas, puxou meu pau já duro para fora, começando a punhetar.

— Tirei a sorte grande — ela disse encarando meu pau com as veias saltadas.

Continuei mamando naqueles peitos até ela puxar minha cabeça para cima, meus lábios foram ao encontro dos dela, nos beijando com aquele gosto peculiar de peitos presos no sutiã. Com uma das mãos, continuei apertando eles e com a outra, fui direto para a calcinha dela abaixando com força também e já começando a siririca. A buceta completamente ensopada levou poucos segundos para melar meus dedos. Continuei dedilhando até ela soltar um gemido.

— Não tô aguentando mais, tô a duas semanas sem transar — Natasha disse retirando quaisquer peça de roupa e ficando de quatro no meio da cama. — Vem me foder, me fode com esse pauzão do caralho.

A garota provocativa sumiu, deixando apenas uma puta depravada implorando por rola. Retirei o resto das roupas também e fui logo atrás, encaixei meu pau na buceta e enfiei devagar, sua buceta lubrificou rápido meu pau, me dando logo o passe livre para foder a cavala do jeito que quisesse. Ela também era o tipo de garota que sabia como agradar um homem. Ela apoiou os cotovelos na cama e empinou a bunda, deixando aquela cuzinho rosa completamente exposto. Ao ver a cena precisei pensar em qualquer outra coisa, se não iria gozar ali mesmo. Mas tinha que ser forte, queria foder a rabuda por pelo menos duas horas seguidas.

Agarrei o quadril e passei a meter forte, assistindo a buceta engolindo completamente meu pau, deixando uns fiozinhos de nectar nas minhas bolas, de tão melada que estava. Natasha gemia, as vezes me olhava por cima do ombro com o cabelo bagunçado na frente dos olhos, sorrindo depravadamente. A buceta dela era coisa de outro mundo, parecia me sugar para dentro, aumentava o meu desejo de arrombar ela. E aquele cuzinho piscando extremamente convidativo. Estava perdendo a cabeça e não estávamos nem nos dez primeiros minutos.

Tirei todo meu pau e cai e boca naquele anel de couro que piscava, me chamando.

— Pode chupar, mas ainda não vai comer meu cu. Ainda não.

Sinceramente, nem ouvi direito o que ela havia falado. Mas se mal estava aguentando a buceta, imagina aquele cu?

— Deita aqui, quero sentar nesse pau até gozar — Natasha disse se levantando e me puxando para a cama.

Obedeci, afinal, com ela eu só me sentia um cachorrinho seguindo as ordens da dona. Quando deitei na cama, para minha surpresa, aquele rabo veio de encontro ao meu rosto.

Sim, ela sentou na minha cara.

Se eu morresse sufocado ali, pelo menos morreria feliz. Agarrei sua bunda com força e abri, percebi que em seu corpo, era tudo firme, pelo menos a academia não era a toa. Ela passou a rebolar na minha boca e eu tentava chupar o que dava. Buceta, cu, clitóris, os lábios se abrindo esfregando na minha barba. Natasha gemia feito uma putinha no cio enquanto punhetava meu pau, ela se inclinou um pouco e passou a chupar meu pau, focando na cabecinha, mamando como se fosse um pirulito. Comecei a mexer um pouco o quadril, tentando enfiar um pouco mais do meu pau em sua boca, mas sem tirar a concentração, ainda continuava chupando ela agarrado naquele rabo colossal e sem pretensão de soltá-lo tão cedo.

Senti as vibrações dos gemidos dela na minha rola, era gostoso, tão gostoso que quase gozei. O que me salvou foi o orgasmo dela, a chupei com tanta voracidade que ela gozou primeiro. Foi ali que realmente quase fui dessa para melhor. Ela afundou a bunda no meu rosto, me tirando qualquer oportunidade de respirar. Mas como disse, se fosse para morrer naquela maneira, iria morrer feliz.

Se passaram alguns segundos e ela caiu de lado, finalmente me possibilitando respirar. Ela olhou para mim e começou a rir.

— Porra, você ter que ver sua cara, tá toda melada de buceta — ela se virou para pegar o celular. — E sse sorrisinho, preciso tirar uma foto disso.

Mas, no mesmo momento em que ela se virou e ficou de quatro para alcançar o celular, me levantei e rapidamente encaixei meu pau em sua buceta, a fodendo de quatro novamente.

— Grr... — esse foi o som que ela soltou, um rosnado. — Filho da puta, espera! Eu acabei de gozar...

Nem ouvi, estava tão fissurado naquele corpo que só sabia meter, foder, arrombar a buceta de Natasha o mais forte que conseguia. Puxei ela pelos braços e nossos corpos se colaram deixando ela somente com os joelhos apoiados na cama. Minhas mãos foram direto para os peitos dela, apertei com força enquanto ela gemia. Ela virou a cabeça para trás e acabamos nos beijando, um beijo quase que apaixonado enquanto continuava violentamente enfiando, metendo, socando, afundando meu pau naquela buceta desesperada por rola.

Passei uns bons minutos fodendo ela ali naquela posição, até que comecei a perceber que a situação não ia muito bem para mim, comecei a diminuir, Natasha percebeu.

— Que foi? Já vai desistir?

— Óbvio que não, só quero te foder em outra posição.

Ela sorriu, a joguei de lado, fazendo ela ficar de barriga para cima. Natasha arreganhou as pernas e eu fui ao seu encontro, encaixando direto em sua buceta novamente, então a fodi, usei o peso do meu corpo para impulsionar um pouco, deixava só a cabeça do pau ali dentro e então soltava o peso, fazendo meu pau escorregar para dentro e ir mais fundo. Ela gemia alto, nem se preocupava em se controlar, mas também não havia motivos, com aquela casa só para a gente, para que se importar?

Natasha sorria feito uma puta, imagino que uma vagabunda como ela, duas semanas sem transar, ficaria surtada com essa fome de rola. Ele sempre pedia para meter mais forte, mais fundo. E eu obedecia, só para ver aqueles peitos balançarem para cima e para baixo. Até que realmente cheguei no meu limite. Tirei meu pau e gozei por todo seu corpo, abdômen, peitos, um pouco pegou no rosto que ela imediatamente passou o dedo e levou a boca, sentindo o sabor.

Após isso, meus amigos, foi um caos absoluto. A primeira coisa que ouvi foi a porta batendo com força, um grito, passos absurdamente rápidos vindo pelo corredor. Levantei a cabeça na mesma hora.

O fortinho apareceu na sala praticamente espumando de raiva, por um segundo ninguém falou nada, ele ficou me encarando, eu com o pau ainda duro na mão e a namorada sentada na cama com corpo coberto de esperma. Eu encarei ele, Natasha começou a rir, não uma risadinha nervosa, ela realmente começou a rir.

— VOCÊ TÁ ME TRAINDO COM ESSE FILHO DA PUTA?!

— Não resisti, ele transa muito melhor que você — Natasha respondeu ainda rindo.

— Sua vagabunda do caralho!

Ele veio para cima de mim na mesma hora, rápido, descontrolado, tentou me empurrar, eu reagi, o barulho seco do soco em seu rosto correu por todo o quarto e ainda pelo corredor. Nem tive tempo para pensar, só fiz, seguindo o instinto. O fortinho cambaleou para trás completamente sem equilíbrio, bateu na lateral da mesa e caiu errado no chão, o barulho da cabeça dele batendo foi horrível, o silêncio veio logo depois.

— Puta que pariu — falei automaticamente.

Natasha olhou para ele caído no chão e começou a rir mais ainda.

— Meu Deus — ela se levantou e deu dois tapas leve no rosto dele. — Você apagou ele.

— Isso não tem graça nenhuma.

— Tem sim.

— Natasha, eu acho que teu namorado morreu.

— Ah, para de drama, homem é tudo dramático.

Ela chutou de leve a perna dele, o fortinho soltou um gemido torto no chão.

— Viu, ele tá vivo — ela concluiu tranquilamente.

Os próximos minutos foram de bagunça, tentamos vestir alguma roupa antes de chamar ajuda. Ambulância apitando na rua, vizinho olhando, paramédico entrando na casa, eu tentando entender o que havia acabado de acontecer, porém Natasha parecia entretida, só isso, entretida. Quando finalmente conseguimos ficar sozinhos de novo do lado de fora da casa, eu virei para ela completamente sem paciência.

— Você armou isso desde o começo.

— Essa sua cara tá muito engraçada - respondeu colocando a mão na boca tentando segurar o riso - Ah, Deus, minhas bochechas tão doendo de tanto rir.

— Você é completamente maluca.

— E eu nunca escondi isso de você, e mesmo assim, você resolveu participar disso tudo.

Fiquei encarando ela em silêncio, isso é o que acontece quando se pensa com a cabeça de baixo. Ela tinha razão.

— Relaxa — ela sorriu daquele jeito irritantemente provocador. — O filho da puta merecia.

— Você me usou para atingir teu namorado.

— Ex-namorado — ela corrigiu imediatamente.

Passei a mão no rosto tentando processar aquela noite inteira, Natasha continuava me olhando divertida.

— Certo - falei respirando fundo. — Nunca mais quero te ver na minha vida.

— Nunca diga nunca — ela cruzou os braços.

Nem respondi, entrei no carro e sai dali o mais rápido possível, deitei na minha cama e apaguei.

Nota: para quem gosta de me acompanhar por aqui, um pequeno spoiler, Natasha irá se juntar a Pink muito em breve!

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Comentários

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pink toda fofa e safada e nathasha uma piranha malandra, que mistura hein?

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Pink + Natasha = mistura altamente explosiva... 🔥🔥😃

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