Dupla penetração pai e filho

Um conto erótico de MorenahFogosa
Categoria: Heterossexual
Contém 2021 palavras
Data: 03/05/2026 13:21:24

O conto de hoje é real e aconteceu sábado. Estava de bobeira e sem nada programado, tinha desistido de viajar pois o trabalho não deu folga hoje, segunda-feira, então resolvi chamar as amigas pra irmos no samba, o convite foi feito após o almoço e as duas que convidei toparam, sai de casa depois das 18h, resolvi chamar um carro de aplicativo já ia beber uma cervejinha, aqui na minha cidade está calor. Chegando lá me sentei numa mesa ao lado do palco baixo que o grupo tocaria e já pedi uma cervejinha. Para quem não sabe, apesar de estar com 46 anos, sou malhada, siliconada, peso 60kg e nunca tiver filhos, quem me ver não dá a idade que tenho e passo tranquilamente por 33 anos.

Como está muito quente aqui na nossa cidade, vesti um short-saia de alfaiataria e um body verde bandeira bem cavado no decote kkkk, deixando a macharada que estava a volta da minha mesa louco, eles não tiravam os olhos e eu adoro esse tipo de atenção.

Passado uns 30 minutos que cheguei o samba começou e quase que no mesmo instante recebi a mensagem das minhas amigas desmarcando nosso encontro, como já estava lá e o clima estava gostoso, resolvi me divertir rs. Levei apenas o celular e nele continha o cartão pra débito na carteira e também minha identidade digital, o que me dava uma certa liberdade para sambar sem me preocupar com nada, me joguei no samba como há muito tempo não me jogava, sambo muito e todos me olhavam, tinha uma galera bem animada e todo mundo se divertia sem frescuras, clima gostoso, pessoas educadas e dispostas a se divertir, todo mundo dançando com todo mundo, eis que chega dois negros altos e malhados, daqueles que a gente percebi que vivem na academia, entraram e nossos olhares se cruzaram, então eles se entreolharam, conversaram algo e vieram diretamente ao meu encontro, eu os recebi sorrindo.

Quando chegaram em mim, se apresentaram Jorge e Roberto, então eu me apresentei e o Roberto me chamou pra dançar, ele dançava muito bem, mas em seguida me passou para o Jorge que também não ficava pra trás e assim seguiram a noite me passando de um para o outro e vez ou outra parávamos para beber uma geladinha, numa dessas oportunidades eles me levaram para uma mesa afastada da pista de dança e monopolizando minha atenção começaram a me interrogar, de onde eu era, com o que trabalhava, quantos anos tinha, se era solteira ou comprometida e o mesmo eu fazia com eles, rimos muito a cada constatação de várias afinidades que bateram nas respostas, assim com eu eles não são da cidade, são militares carioca e estão aqui por esse motivos, pensaram que eu também era do Rio de Janeiro e demonstraram ficar tristes quando eu neguei que era de lá, mais pra frente vocês entenderão o motivo.

Jorge e Roberto me escoltaram o resto do samba, cada um ficava ao meu lado e hora ou outra um deles me abraçava, principalmente quando percebiam que algum homem vinha para me chamar pra dançar, eu apenas sorria da atitude deles e percebendo a maldade dava corda, porém se aproximou um senhor e eu fiz questão de chamar ele pra dançar e me esfreguei bastante nele, enquanto encarava e provocava meus dois acompanhantes, eles riam e conversavam entre si e quando me aproximei o Jorge me abraçou e disse no meu ouvido:

Ele -Tu é gostosa demais pra dá moral pro coroa.

Eu - Sorri e disse pra ele que adoro um coroa.

Ele - Então dá moral pra meu coroa aqui.

Eu - O Roberto?

Ele - Sim, meu pai.

Aqueles sois sacanas eram pai e filho, estavam me provocando o tempo todo sem me dar essa informação, na hora fiquei ainda mais animada e eles perceberam, então o Roberto me abraçou por trás e fizeram um sanduiche comigo no meio. Todos em volta olharam, os homens do grupo de samba não disfarçaram a excitação e comentaram "QUE DELÌCIA, MORENA", eu sorri e os dois

disseram ao mesmo tempo "Vamos sair daqui", já passava das 22h e eu topei. Fomos direto para um motel, no carro mesmo o Roberto começou sua investida em mim, me beijando e mamando meus seios, minha excitação estava nas alturas com a ideia de transar com pai e filho juntos, a deles também. Roberto dizia o tempo todo que eu era muito gostosa, que fazia tempo que ele não transava com uma negra do meu naipe e revezava entre minha boca e meus seios, Jorge ia dirigindo entre risos e dizendo pro pai ir com calma pois queria um pedacinho e os dois falava que quando bateu o olho em mim sabia que eu era safada, que eu exalada tesão e desejo, sensualidade, por isso pensaram que eu era carioca também.

Roberto me deixou peladinha a caminho do motel ali ele me chupou e mamou, socando os dedos na minha buceta molhada, enquanto Jorge dirigia e batia uma punheta avisando que quando chegasse ao motel ia me foder na garagem, o pai dizia aos risos "vamos". Aquela loucura me deixou muito excitada, avisei para Roberto que queria mamar e lhe dei uma bela mamada, chupei suas bolas e cuspia no seu pau para depois engolir ele todinho, fazendo uma garganta profunda, quando eu acelerava ele me afastava avisando que se eu continuasse ele iria gozar, então eu ficava na chupetinha, ele estava muito duro eu desejava sentir seus 22cm dentro de mim e avisei que ia cavalgá-lo ali mesmo no carro e foi o Jorge que autorizou, dizendo: Vai gostosa, cavalga no velho ai pra eu assistir pelo retrovisor. Montei rapinho no Roberto, minha buceta se alargou para recebê-lo, ele além de grande era largo e Roberto quando sentiu que eu estava descendo devagar me pegou pela nuca e puxou minha cintura de vez pra baixo, me fazendo gritar de dor, em seguida dizendo: Tu dá conta, piranha. Tá molhadinha querendo pica. Depois de rasgada, rapidinho iniciei a cavalgá-lo e ele me puxava pra si , juntando nossos corpos e fazendo com que meu clitóris roçasse em seu pua, rapinho gozei.

Chegando ao motel Jorge abriu bem pouco o vidro, solicitando rapidamente uma suíte master com piscina, a melhor que tivesse no motel, chegando na garagem cumpriu a promessa do caminho e me comeu ao descermos do carro, me apoiando no motor, enquanto Roberto já se masturbava deixando seu pau meia bomba. Após me fuder gostoso, Jorge disse que eu era muito gostosa e safada, sem frescuras do jeito que ele gosta e que estava realizando um desejo antigo dele e do pai de transarem com uma mulher juntos. Confesso que no início desejei apenas o pai, mesmo antes de saber que eles eram pai e filho, mas quando soube dessa informação, soube também que iria transar com os dois. Jorge me fez gozar e pois gozou. Me pegou no colo e levou para dentro da suíte, fomos todos direto pro chuveiro, aqueles dois homens me deram um banho delicioso, me mamaram juntos, ora eu beijava o pai, depois eu beijava o filho, enquanto um lavava minha buceta esfregando meu clitóris, o outro dedilhava meu cu alargando-o, eu sabia desde o início que eles desejavam uma dupla penetração e os dois experientes que eram no assunto me prepararam muito bem.

Saímos do banheiro, na cama eles pegaram o óleo de massagem, colocaram uma música, abaixaram as luzes e iniciaram uma massagem sensual à quatro mãos, jogaram bastante óleo no meu corpo e deslizavam as mãos por ele, cada um de um lado, enquanto um descia, o outro subia, até que sincronizaram seus movimentos e passaram a massagear a mesma região sem se tocarem, Roberto massageava o peito esquerdo, Jorge massageava o direito, então foram para minha barriga, subiram para meus braços e depois voltaram para a barriga quase tocando minha púbis, eu estava delirando de tesão, sentia seus membros duros ao meu lado e eles não se importavam de bater em mim, os dois desceram com seus dedos cada um de um lado da minha virilha, eu gemi e eles continuaram massageando por ali até que iniciaram uma massagem revezando o dedo na minha vagina, eles passavam o dedo médio nos grandes lábios sem penetrar, seus dedos deslizavam e eu gemia alucinada, foi Jorge que me penetrou primeiramente com um dedo, eu gritei de tanto tesão, então Roberto o acompanhou e os dois começaram a socar um dedo de cada na vagina, eu gemia, me retorcia e suspirava de tanto tesão, até que comecei a gozar e tive um squirt delicioso, todo o meu corpo tremia e eles massageavam minhas coxas ainda bem próximo a virilha, cada um segurando um seio meu.

Após meu gozo Roberto me puxou pra ele, beijando minha boca, alisando meu corpo e dizendo que estava no paraíso, passou minhas pernas cada uma do lado das suas e me encaixou no seu pau duro, lindo e veiudo, me puxando pra baixo sem dó já que sabia que eu desceria com calma, começou a meter tirando e socando com carinho e quando sentiu que eu estava relaxada chamou o Jorge e mandou que ele alargasse meu cu, dizendo que eu seria a putinha deles e realizaria o desejo deles de transar juntos com uma mulher. Jorge jogou óleo no rego do meu rabo e foi alisando, levando direto pro meu cuzinho e alargando ele aos poucos com calma e paciência, socando um dedo ele brincava sem pressa, beijou meu ânus, chupou e socou dois dedos, sempre com calma e paciência, com óleo besuntando tudo para não me machucar, repetiu os beijos e chupadas no meu u antes de enfiar três dedos e nessa hora ele foi mais firme, já que eu estava relaxada e sem recusar a invasão dos seus dedos ele foi forçando os dedos pra me deixar bem larguinha, pois assim como seu pai, Jorge era grande e largo, ele conseguiu enfiar o punho no meu cu mesmo comigo gemendo e gritando de dor, estava mais gostoso que doendo e ele sabia disso, então não parava, mas sempre me orientava a falar caso fosse insuportável que ele pararia na hora. Após sentir seu punho entrar no meu ânus Jorge se posicionou atrás de mim e disse para o pai que me penetraria e então socou a cabeça do seu pau no meu cu com auxílio do óleo de massagem, ele dizia que meu cú estava o recebendo bem e foi socando mais, eu gemia de prazer e dor, Roberto embaixo incentivava ele a me fuder e dizia que eu era muito gostosa, Jorge me xingava de puta arrombada, empurrava mais seu pau no meu cu, Roberto voltou a mexer e socar embaixo na minha buceta, Jorge penetrou o resto que faltava do seu pau e eu gritei, ele parou quando sentiu suas bolas na minha bunda, quando pari de reclamar ele acompanhou o ritmo do pai e então ele me fuderam cadenciadamente. Pai e filho gemia, me xingaxa e me arrombava, eu comecei a gemer gostoso, a dor tinha passado e eu queria mais rápido, comecei a quicar na pica de Roberto e Jorge começou a quicar no mesmo ritmo no meu cu, eu gritava de tesão, prazer e pedia para eles me arrombar, Roberto me segurou forte junto com Jorge e começaram a meter forte, duro e sem dó, me dominaram e não permitiam que eu me mexesse, eu comecei a tremer e eles já sabiam que meu gozo estava vindo, socaram mais forte e rápido mandando eu gozar e eu pedia mais pica, até que nossos gozos vieram juntos e eu desfaleci.

Acordei uns 10 minutos depois com eles preocupados, enquanto eu ria ainda em êxtase kkkkkkkkkkkkk, descansamos e transei mais uma vez com o Jorge já que o Roberto não aguentou mais e dormiu, depois aproveitamos a piscina e nadamos pelados, enquanto conversavamos e falavamos mais um do outro para nos conhecermos, terminamos a noite as 3h da madrugada com eles me deixando em casa e temos mantido contato para futura diversão no samba e no sexo.

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Comentários

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Muito bom seu relato gostaria de ter uma foto sua sergiofontesmaia@gmail.com

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Amigaaaa, que delícia de conto! Já tive essa experiência de fuder com 2, um na boca e outro me enrabando. Inclusive postei no meu privacy

https://privacy.com.br/@Deborasapequinha

E tbm já dei pra pai e filho, a gente se sente putinha demais né? 3 estrelas, parabéns!

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