No sábado acordei mais tarde, com um misto de vergonha e excitação, mas com a energia no máximo. Interessada em descobrir se minhas aventuras do dia anterior já tinham se espalhado, pensei em ir à academia, mas mantive a rotina do fim de semana. Tomei um suco de laranja e fui pedalar. Optei por um treino curto mas super intenso, daqueles que você acaba sentindo toda a musculatura, e suando o suficiente para encher uma garrafa e, na volta, vi um carro de segurança estacionado na frente.
Eram o Sérgio, o Pedro e o Rui (só ele de uniforme), trazendo pão e outras coisinhas para o café da manhã. Nos 5 segundos entre descer da bike e dar bom dia me passaram várias coisas pela cabeça. A primeira foi “pqp, meu quarto está uma zona” e em seguida “mas o resto está impecável, e eles só vieram para o café, certo?”.
E foi o que o Sergio falou, tinham vindo para o café. Enquanto os meninos preparam as coisas, eu fui tomar um banho. Acabei tomando um susto, quando entrei no quarto para me trocar, ao invés de roupas espalhadas por todo o lado e de uma pilha de roupa usada acumulada num canto, encontrei tudo arrumado, roupas limpas nos armários, roupas usadas não sei aonde (não estavam por lá) e cama impecável, com direito a chocolatinho no travesseiro. Obviamente eles vieram e arrumaram a bagunça.
Desci ainda equilibrado o alívio de lembrar que meu vibrador estava no banheiro, com uma certa indignação pela invasão de privacidade. Mas o que prevalecia era aquela sensação gostosa, de saber que alguém fez algo só pra te agradar.
O Sérgio estava sentado na mesa da sala (a única na verdade, a cozinha não tinha espaço), que já estava posta, enquanto o Pedro terminava de coar o café. Mesmo que eu tivesse gostado, eu não tinha convidado ninguém a subir, e, sem me decidir sobre o que falar, me sentei à mesa em silêncio. Aí o Pedro quebrou o gelo, saindo da cozinha falando que o Rui tinha ido levar minhas roupas para a lavanderia no shopping (e ficaria por lá), e que o meu quarto não era “como ele tinha imaginado”.
Aliviada por ele ter ido direto ao assunto, que deveria me incomodar, respondi tentando soar sarcástica: “não encontrou o que queria lá?”, já preparando uma bronquinha leve pela intromissão. Ele respondeu, no mesmo tom, que só tinha encontrado roupas sem graça, e que a cidade podia ser pequena para os meus padrões, mas tinha mais opção de loja do que roupa de academia. Emendou ainda falando que, se eu quisesse, a Camila (esposa dele) ficaria feliz em me levar às compras.
Mesmo sendo verdade que, além da roupa de academia, eu só tinha trazido calças e um vestidinho de festa (ainda sem uso por aqui) não gostei do comentário, mas a menção da esposa tirou minha graça, e ao invés de protestar, agradeci o chocolatinho, e comecei a me servir.
O que se seguiu foi uma conversa séria, eles queriam colocar um pouco de ordem nas minhas visitas ao shopping e à casinha da segurança, que afinal era o local de trabalho deles. Foi uma conversa mais longa do que poderia, porque eles se esforçaram para deixar o tom mais leve, puxando toda a responsabilidade para eles para que eu não levasse para o lado negativo.
Resumindo a parte que importa, o Pedro falou que precisava colocar um freio nas coisas, afinal “o time dele” tinha passado muito dos limites. Também não se isentou, falando que ele mesmo tinha dado corda, e havia permitido coisa demais.
Falou que não tinha absolutamente nada contra meu comportamento, eu era livre para fazer o que eu quisesse e me divertir um pouco. Mas, eles eram uma empresa de segurança prestando serviço a um mercado, não o clube das mulheres. Ele não podia continuar deixando que “os meninos” se comportassem como cachorros quando o dono vem para levar para passear, toda vez que eu aparecesse por lá.
Por fim ele falou que, se achasse que isso ia durar só um tempinho, até continuaria fazendo vista grossa (não tinha tido reclamação), mas como sabia não ser o caso, tinha proibido todos da equipe de ficar de muita conversinha comigo e falou que a entrada na casa do segurança agora, só com autorização dele ou do Rui, já tirando até o Sergio da parada.
Entendi o ponto, claro que ele tinha razão, mas não pude deixar de sentir minha empolgação ir esfriando… o que não durou muito, porque na sequência ele deixou claro que não estava proibindo ninguém de me ver, só tinha que ser fora do expediente e fora do shopping, (e pediu ajuda para não trazer ninguém pra minha casa, pois era muito perto).
E ele falou com os dois me olhando já com cara de malandro, e notei que durante a longa conversa, aos poucos eles foram trazendo as cadeiras mais para perto da minha, e às vezes raspavam a perna contra a minha.
Também deixou claro que não estava impedindo totalmente o uso da casa de segurança para “confraternizações”, o imóvel era deles e não do shopping, mas tinha que ser algo mais programado - a perna deles agora grudadas nas minhas. Era óbvio o que eles queriam dizer com isso e, já novamente animadinha, falei “mas aí é chato..”, no que ele respondeu “pode deixar comigo, você vai ver que não vai ter nada de chato…”.
Com isso o assunto meio que morreu, e eu até fiquei um pouco sem graça, sentindo que tinha chegado a hora de saber se eles iam embora, ou se ia rolar… eles já estavam com as mãos por dentro das minhas coxas e o silêncio começou a ficar constrangedor, eles acho que esperavam algum sinal meu… Nestes meu arroubos de falar sem pensar soltei: “Então, o Senhor Pedro, crítico de moda, não tem nenhuma peça do meu guarda roupa que se salva?”
Ele se levantou, estendeu a mão para mim e falou para irmos ao meu quarto, que ele ia examinar de novo. Eu fui com ele, enquanto o Sérgio ficou arrumando as coisas.
Mal entramos no quanto o Pedro veio por trás já grudando no meu corpo, abraçando minha cintura e falando para eu ir mostrando as roupas e ele ia falando se gostava. Tentei fazer graça falando que o quarto não era assim tão pequeno, e que ainda tínhamos que chegar no armário… Mas ele já estava mais interessado em desabotoar minha calça do que em me ouvir… Foi tirando minha roupa, peça por peça, até me deixar toda nua, falando que agora sim tinha encontrado algo que ele tinha adorado.
Ele me pegou no colo e me deitou na cama meio de lado, tomando o cuidado de colocar travesseiros por trás das minhas costas para que ficasse confortável, sentou-se e começou a tirar o sapato e as meias. Desabotoou a camisa e a calça, pendurando as na cabeceira da cama.
Desde que o Sérgio fez o comentário lá no quartinho, eu fiquei curiosa sobre os dotes do chefe dele. Quando ele tirou a cueca eu finalmente pude conferir… E não é que, realmente, o menino teria futuro como ator de filme pornô? Ele podia ser menor que o do meu ex, mas isso na verdade, é uma vantagem. De comprimento não é muito menor que do meu ex, mas é bem menos grosso (ainda bem!), tipo, é só um dedo, talvez menos, mais largo que o Sérgio, então parece que com um pouco de prática daria para brincar, sem ter que tirar da boca depois de só umas chupadinhas.
Ele deitou na cama de frente para mim e veio para a ação. Veio beijando meu pescoço, orelha, apalpava meus seios, explorava minhas nádegas, explorava minha xaninha, massageava meu clitores… explorava tudo que estivesse ao alcance das mãos,
Enquanto isso eu acariciava a cabeça dele com uma mão, a outra eu baixei pegando o pau dele. Não dava pra fazer muito nessa posição, mas eu massageava, agarrava, fazia um movimento de vai e vem, apertava, explorava com as costas da mão, acariciava a cabecinha. Ele não tinha tentado me beijar na boca ainda, mas eu meio que por impulso puxei ele pelos cabelos pra me beijar. Com a mão no pau dele, deu para perceber fácil que ele gostou.
Ele então foi abaixando, foi para meus seios e investiu um bom tempo chupando beliscando apertando dando mordidinhas em cada um deles. A única coisa ruim, é que eu não conseguia mais alcançar o pau dele, e ficava um pouco aflita procurando o que fazer com as mãos. O que se resolveu quando ele voltou a baixar, e fui com elas direto para meus peitos.
Ele foi beijando minha barriga até chegar no clitoris e dai na entrada da minha xaninha. Chupou e mordiscou de todo jeito, enfiava um dois, até 3 dedos no meu buraquinho enquanto lambia meu grelo. Chegou uma hora que eu já queria sentir ele dentro, peguei ele de novo pelos cabelos pra puxar pra cima, mas ele resistiu e ficou lá até eu gozar. Só daí ele fez o mesmo caminho de volta. Chegou na minha orelha e perguntou se eu tinha algum problema em sentir meu próprio gosto na boca, fiz que não, e ele veio me beijar.
Voltou para minha orelha e perguntou se ele precisaria usar camisinha, eu demorei um pouco tentando pensar (eu tomava anticoncepcional a um ano, mas meu namorado nunca tinha deixado de usar). Nada vinha na cabeça e acabei falando que não. Então ele se afastou um pouco para ver meu rosto, enquanto apertava forte com a mão um dos meus peitos e falou “pqp, você não imagina o quanto eu queria socar meu cacete na sua boceta agora… mas é melhor a gente descobrir até onde você consegue”.
Ele me abraçou e me rolou para cima dele, perguntando se eu sabia o que fazer. Eu dei um sorrisinho manhoso, mas não falei que vinha usando essa posição faz tempo (não confiava no autocontrole do meu ex, então usávamos posições em que eu pudesse controlar, ou que ele não conseguisse entrar todo).
Me ajeitei com um joelho de cada lado do quadril do Pedro, com o corpo inclinado sobre o dele, e subi um pouco o quadril, já posicionando o pau dele na entradinha. Comecei a sentar, colocando ele para dentro de maneira lenta mas firme, até chegar mais ou menos no meio do mastro. Queria impressionar, mas já fazia uns meses que nada daquele calibre entrava lá (parece que aquele dedinho a mais fazia mais diferença do que eu achava). Não consegui evitar dar um pulinho (acho que até saiu um gritinho de susto) quando entrou a cabecinha, mas como eu estava relaxada e mega molhada, foi entrando com facilidade.
Fiquei por um momento parada sentindo o pau dele. O Pedro me olhava nos olhos. Levantou as mãos que estavam nos meus joelhos, falando para eu me apoiar nele e ir com calma. Nesse momento ouvi a voz do Sérgio, falando que eu estava maravilhosa nessa posição, e mais um monte de besteiras, olhei para trás e lá estava ele, vestido, mas com a mão por dentro da calça alisando o pau. Se tivesse um jeito de ficar ainda mais molhada eu ficaria. Eu dei um sorriso sacana para ele, como perguntando “tá com ciúme?” Voltei minha atenção para o Pedro e comecei um vai e vem curto, tentando ir abaixando cada vez mais no pau dele.
O Pedro me parecia ser daqueles que fala pouco durante o sexo. O Sérgio é o contrário, não fica quieto (ponto pro Sérgio, eu adoro ouvir bobagem no meio da transa), e entre uma baixaria e outra ia narrando minha jornada, como se fosse corrida de cavalo. Não consegui entender pela cara dele se o Pedro achava isso engraçado ou irritante, mas com um olhar dele o Sérgio calou a boca, só que nesse ponto eu já estava toda sentada no quadril dele, com um sorriso de vitória no rosto e me mexendo toda tentando esfregar o grelinho no corpo do Pedro.
Abri um pouquinho mais a perna e abaixei mais pra perto do tronco dele apertando meu quadril contra o dele enquanto rebolava com o pau dele todo dentro. À medida que eu ia mexendo acho que relaxava ainda mais, e veio uma sensação de que alguma coisa que estava faltando voltou ao lugar certo. Sem pensar fechei os olhos e comecei a subir e descer no pau dele, mas não muito rápido, curtindo a sensação.
Nisso escuto a voz do Sérgio, quebrando um pouco o transe: “ai Pedrão, acho que a safadinha ai gosta de pau grande”, abri o olho para ver a cara de felicidade do Pedro que começava a empurrar o quadril de volta contra o meu. Me animei e subi o tronco para ficar mais ereta e tentar colocar as pernas em cima do Pedro, já inclinando para trás. Mas meio que de pulo ele sentou me abraçando (ainda todo dentro) e se jogou em cima de mim falando: “já que a gatinha selvagem gosta de sentir meu cacete, posso te pegar por trás? Assim o Sergião também pode se divertir” (acho que acabei forçando ele um pouquinho, mas ele não quis falar). E eu respondi: “todos vocês perguntam coisas demais…”
O Pedro então se levantou, colocou um travesseiro cobrindo o “pé” da cama, me colocou de bruços com os braços apoiados nele e colocou os outros travesseiros, e tudo mais que ele achou por lá, debaixo do meu corpo, principalmente do quadril, para me colocar na posição que ele queria.
Antes mesmo do Pedro se posicionar atrás, o Sérgio já estava na minha frente colocando o pau na minha cara. Mal abri a boca e ele já foi colocando para dentro, falando que era hora do leitinho. Enquanto o Pedro ia colocando a ferramenta dele pra dentro da minha xaninha, o Sérgio agarrou firme na minha cabeça e começou a empurrar devagar o pau pra dentro da minha garganta, como ele tinha feito no primeiro dia, mas agora segurando ele alguns segundos dentro antes de tirar e repetir.
Eu demorei um pouco para me acostumar com os dois, mas chegou uma hora que já estava rebolando no mastro do Pedro, e já estava quase conseguindo relaxar o suficiente a garganta para parar de engasgar. Já estava ficando bom de novo e dei uma levantada no quadril para conseguir colocar uma mão entre as pernas.
Vendo que eu estava a vontade, o Pedro começou a aumentar o ritmo e a força do movimento de entra e sai da minha xaninha, mas sabia que ainda não colocava tudo pra dentro, pois não sentia o quadril dele batendo na bundinha. Às vezes ele aumentava o ritmo, às vezes diminuía. Nessas em que ele ia bem devagar, eu comecei a sentir ele apalpar e apertar minha bunda, a abrir espaço para ver o membro dele enterrado, e colocar um dedo no cuzinho.
No início só explorando, depois senti ele molhado tentando entrar pela porta de trás, deu até um arrepio quando entrou a pontinha. Ele empolgou e começou a bombar mais forte, agora chegando a bater na bundinha com o quadril. Manteve esse ritmo por uns minutos e eu comecei a sentir o segundo orgasmo querendo chegar.
De repente, ele diminuiu de novo, praticamente parando o vai e vem, deu um tapa na minha bunda, colocou o dedo novamente no meu anelzinho e falou: “pqp, Sergião você tinha visto isso? viu esse cuzinho? Acho que nunca entrou nada por aqui!”. O Sérgio nem respondeu e eu senti uma pontinha de irritação, estava quase gozando, essa não era a hora de falar do estado da minha bunda! E comecei a empurrar o quadril contra o pau dele e a rebolar.
O Pedro retomou os movimentos, e logo em seguida comecei a gozar novamente. O Sérgio apertou o pau na minha boca, me segurando para não sair. O Pedro falou para eu parar de mexer, senão ele não ia aguentar (parar como?). Vendo que, não tinha jeito ele soltou um “ah, foda-se”, abaixou um pouco e começou a socar o pau dentro da minha bocetinha com toda a força.
Eu sentia a boceta apertar contra o pau dele e meu quadril indo de encontro ao dele, sem controle. Até que pareceu que o tempo parou por uns momentos e, quando dei por mim, o Sérgio tinha tirado o pau da minha boca mas ainda me agarrava pelo cabelo, me segurando no lugar. O pinto dele estava duro a centímetros da minha boca e eu respirava rápido e forte, expirando em cima dele.
Ainda senti o Pedro dando as últimas estocadas, que estavam indo bem fundo e, não sei se era o choque delas ou se o pau dele chegava a raspar no fundo, mas dava uma sensação de que quase ia doer, mas não doía, era só a expectativa. Eu me sentia mole, relaxada, até parecia bêbada (mas sem a sensação de tontura descontrolada, que eu detesto, só a parte da bobeira…), A xaninha ainda estava a toda, e estava sentindo que mais um pouco o terceiro orgasmo viria, quase emendando com o anterior, quando o Pedro jogou todo peso do corpo sobre mim e começou a gozar dentro, bem no fundo, da miha boceta.
Eu estava no automático. Ainda me ouvi com uma voz manhosa soltar um “nãooo… só mais um pouquinhoooo…” quando senti ele saindo de dentro, e me contorcia com a minha mão entre as pernas. Mas o Sérgio colocou o pinto dele novamente na minha boca e pediu uma ajuda ao Pedro para me colocar mais para cima. Com uma delicadeza que eu não esperava, ao invés de puxar e forçar ele veio mais convencendo e ajudando a tirar o que estava por baixo e subir o tronco para ficar na altura que o Sérgio queria.
Assim que me posicionei com as mão apoiadas nos pés da cama, o Pedro me fez um carinho nas costas e saiu do quarto, enquanto o Sérgio colocava uma das pernas sobre a cama e começava a foder minha boca.
Noção de tempo eu não tinha mais… não consigo nem chutar quanto tempo ele ficou assim, mas uma hora eu consegui tirar ele de dentro e com cara de safada perguntei se ele não preferia ir lá pra traz e terminar dentro da xaninha. Ele demorou uns instantes olhando com desejo nos meus olhos, mas voltou a colocar dentro da minha boca falando:”não se preocupa que tem mais, o chefinho vai tomar conta de você hoje. Por enquanto, mama minha pica, que o leitinho já vem”.
Ele mandou eu chupar apertando os lábios e a língua no pau dele, e começou o vai e vem, mas sem entrar na garganta. Às vezes ele ia até o fundo, segurava uns segundos depois tirava um pouco e reinicia o vai e vem sem entrar goela a dentro, e continuou nessa rotina até gozar. Engoli tudo e chupei até não sobrar uma gota. Então o Sérgio se abaixou, me deu um beijo na bochecha e começou a se vestir falando que estava quase atrasado pro serviço.
Eu fiquei olhando com cara de pidona, mas ele falou que hoje era com o chefe, e que o Pedro tinha vindo preparado para passar o fim de semana comigo. Ainda estava acesa, e a não me toquei na hora o que isso implicava, só registrei a parte que ia ter mais, então me levantei e fui tomar outro banho, enquanto o Sérgio comia com os olhos. Saindo do quarto, ainda ouvi ele falando “doida de tudo…”
Continua….