Três Dias, Três Paus, Três Decisões - Parte 7

Um conto erótico de Mark da Nanda
Categoria: Heterossexual
Contém 2495 palavras
Data: 28/05/2026 11:42:36
Última revisão: 28/05/2026 13:43:07

Ynara e Breno se viram mais duas vezes. Em uma delas quase transaram novamente, dentro do carro de Breno, mas ele parou antes que acontecesse mais uma vez. A tensão sexual era enorme, mas sempre contaminada por ressentimento.

Passados quase um mês e meio, eles se encontraram ao acaso em um shopping e tomaram um café rápido. Breno estava mais calmo, mas distante:

- Sinceramente? Eu não sei se consigo continuar, Ynara, nem sei se quero. Toda vez que olho pra você, as imagens voltam: as que eu vi e as que eu imagino, e eu não sei se um dia vão parar.

- Eu vou esperar o tempo que for, amor. - Disse ela, voz baixa: - Eu estou mudando. Estou fazendo terapia. Estou tentando matar aquela parte de mim que acordou no festival.

- Mas e se matar não for a solução? E se você não conseguir mais ser feliz sem essa parte? - Breno olhou para ela longamente, com amor, mas também uma frieza em seu olhar: - Talvez essa parte não precise ser morta. Talvez ela só não precise viver comigo.

Ynara sentiu o peito apertar. Pela primeira vez, percebeu que Breno estava realmente considerando o fim definitivo.

[CONTINUANDO]

Breno desistiu da terapia. Ele achava que aquilo não era coisa de homem e pouco ou nada acreditava que o terapeuta poderia fazer para ajuda-lo a sair daquele buraco em que Ynara o jogou. Passou a treinar como um possesso na academia, socando o saco de pancada até os nós dos dedos sangrarem por baixo das bandagens. Seu corpo, antes magro e comum, agora revelava um homem em transformação: ombros bem marcados, peitoral crescendo, veias estufadas nos braços. Ele se olhava suado no espelho e via um estranho. Mas um estranho que lhe dava certo alento, um homem verdadeiro, embora endurecido, como se a versão antiga de si mesmo tivesse sido enterrada viva no acampamento daquele maldito festival.

Ynara, por outro lado, vivia num limbo de culpa e esperança. Passou a fazer terapia semanal com Soninha que tentava desenterrar uma mulher que ela nunca imaginou existir dentro de si. Ainda assim chorava quase todas as noites e enviava mensagens curtas, cuidadosas, como quem caminha sobre vidro quebrado:

“Estou pensando em você.”

“Espero que esteja bem.”

“Sinto sua falta.”

Breno lia todas, outras ouvia, mas poucas respondia. Aliás, foi depois de uma troca de mensagens mais longa e carregada, que Breno cedeu:

“Ok, Ynara. Vem aqui amanhã à noite. Mas a gente só vai conversar. Nada mais que isso, entendido?”

Ynara chegou às 20h07. O perfume adocicado de baunilha invadiu o apartamento assim que ela cruzou a porta, trazendo consigo uma avalanche de memórias. Havia se arrumado com cuidado: blusa solta que deixava um ombro à mostra, saia jeans que marcava seus quadris generosos, cabelo bem escovado, brilhando.

Conversaram por quase uma hora e meia na sala. Lágrimas, silêncios longos, acusações veladas, promessas frágeis. A raiva ainda existia em Breno, mas a saudade acumulada criou uma tensão perigosa no ar.

Ynara chorava, desolada. De repente, Breno segurou o rosto dela e a beijou com intensidade. Não foi um beijo de amor, mas algo que parecia querer exorcizar demônios. Ynara correspondeu com desespero, como se pudesse apagar o passado com a boca. Roupas foram arrancadas com pressa. A blusa dela voou para o sofá, a saia deslizou pelas coxas grossas, o sutiã foi jogado longe. Breno tirou a camiseta, revelando o corpo transformado:

- Nossa, amor!... Que delícia! – Disse Ynara ao passar as mãos por ele com admiração e desejo.

Em minutos estavam no quarto, completamente nus. A pele suada colava. Breno a deitou na cama, abriu suas pernas com as mãos firmes e se posicionou entre elas. Seu pau duro, latejante, roçava na entrada molhada e quente de Ynara. Breno se abaixou e passou a sugar sua buceta com vontade, fazendo Ynara gemer alto. Ela arqueou o corpo, cravando as unhas no couro cabeludo dele, passando a puxá-lo pelos cabelos para cima, para si:

- Breno… por favor… vem… me fode… - Gemeu ela, voz rouca.

Ele subiu, a beijou e parou. Olhou para baixo, para o corpo dela aberto, entregue, e sentiu um frio subir pela espinha. Uma lembrança, carregada de um medo novo:

- Espera.

- O quê? - Ynara perguntou, ofegante, olhos vidrados de tesão: - De quatro? Eu fico. Só me fala como você quer...

Breno respirou fundo, o coração martelando, sustentando seu pau duro como um porrete:

- Você realmente transou sem camisinha com aqueles dois lá no festival?

Ynara piscou, como se a pergunta tivesse jogado um balde de água fria nela. Hesitou por longos segundos.

- Por que isso agora, amor?

- Transou ou não transou, Ynara?

-Sim. Transamos sem. Eu já te contei isso...

O pau de Breno latejava e ele o repousou sobre a “testa” da buceta de Ynara. Então, sem qualquer aviso, ele se afastou, sentando na beira da cama, passando as mãos trêmulas pelo rosto:

-Ynara… - Murmurou, voz carregada de decepção: - Você trepou e deixou dois caras desconhecidos gozarem dentro de você, sem proteção nenhuma... Já pensou que pode ter pegado alguma doença?

Ynara arregalou os olhos e se cobriu com o lençol, encolhendo-se:

- Eu… Eu estava destruída depois que voltamos do festival. Nem pensei nisso. Mas eles parecem ser gente boa, Breno. Eu…

- Não! - Breno levantou a voz e se levantou na sequência: - Cê só pode estar ficando louca. Isso não é só falta de cuidado, é falta de respeito! Respeito com você mesma e comigo! Você pode ter pegado HIV, sífilis, gonorreia, qualquer merda. Não tem desculpa para isso.

Ele andava de um lado para o outro no quarto, nu, respirando pesado:

- Eu quero que você faça os exames completos essa semana. Todos. E eu vou querer ver os resultados. Se você enrolar, se tentar esconder qualquer coisa, eu juro por Deus que vou até a casa dos seus pais e conto tudo, de toda a merda que você fez. Não vou omitir nada. Falo até de você praticamente pelada se esfregando nos dois fora da barraca. Falo mesmo, nem que isso destrua sua imagem pra sempre pra eles.

Ynara sentiu o baque. Lágrimas descendo pelo rosto:

- Vira essa boca pra lá, Breno!

- Acha que eu não faço?

- Você não seria capaz de fazer isso comigo…

Ele se virou para ela com um olhar gelado que ela nunca tinha visto antes:

- Então me testa! Eu já perdi demais. Não vou mais te proteger das burradas que você faz.

O silêncio que se seguiu foi sufocante. O clima que prometia uma noite de reconciliação foi por água abaixo. Ynara saiu da cama e começou a se vestir, chorando, com as mãos tremendo. Antes de sair do quarto, parou na porta:

- Eu vou fazer os exames. Prometo. E vou te mandar tudo. Mas não conta para os meus pais. Não preciso que eles se decepcionem também comigo. Já me basta você...

- Faça. - Respondeu ele, sem olhar para ela: - Pelo menos isso você se deve.

Uma semana depois, Breno ligou e a chamou novamente em seu apartamento. Ynara concordou.

No dia e hora marcado, ela chegou usando um lindo vestido floral de tons azuis e vermelhos. Os cabelos estavam amarrados num rabo de cavalo baixo. No rosto, apenas uma maquiagem suave. Seu semblante parecia melhor. Ela estava melhor, mais leve. Sentaram na sala. Breno estava sério, olhos cansados mas resolutos:

- Antes de mais nada, queria te dizer que fiz os exames. – Disse Ynara, sorrindo: - Os resultados ainda não ficaram prontos, mas minha médica disse acreditar que eu não tenho nada. Bem... Nada não. Ela acha que eu posso estar um pouco anêmica. Mas considerando o que passamos e que eu quase não comi, isso é uma certeza.

- Ótimo! Assim que os resultados ficarem prontos, você me avisa.

- Aviso sim. Mas pode ficar tranquilo. Não tenho nada, se Deus quiser.

- Tá... – Breno resmungou e se calou, tenso.

Ele olhou para Ynara que parecia ansiosa, talvez querendo dar sequência ao que eles começaram no último encontro. Mas hoje, a realidade seria outra:

- Eu pensei muito, Ynara. Quase não dormi nas últimas noites e... – Ele suspirou profundamente, procurando alguma coragem: - Eu cheguei a uma decisão.

- Decisão!? – Ynara ficou igualmente tensa.

Ele respirou fundo, olhando diretamente nos olhos dela:

- Eu não consigo continuar. Não consigo te perdoar. Não agora. Desculpa...

Ynara sentiu o chão abrir sob seus pés. Ainda bem que estava sentada, ou desabaria. Ainda assim o choro veio violento, quase convulsivo. Após minutos sem controle, ela falou:

- Não! Breno, por favor… Não. Não faz isso comigo, com a gente. Eu te amo. Eu mudei. Eu estou melhorando todo dia por você!

Ela caiu de joelhos na frente dele, cravando as unhas inconscientemente em seus joelhos. Seu rosto era digno de pena, banhado em lágrimas:

- Eu faço qualquer coisa. Terapia de casal, te dou todas as senhas de tudo que eu tenho, nunca mais saio sozinha, paro de beber, nunca mais fumo nem um Narguilé. Até largo a faculdade se você quiser… Eu me rastejo se for preciso. Só não me abandona. Eu não vou conseguir sem você.

Breno chorou também. Lágrimas silenciosas escorriam pelo seu rosto enquanto ele olhava para a mulher que ainda amava ajoelhada aos seus pés. Mas sua voz saiu firme, embora embargada:

- Eu também ainda te amo, Ynara. Mas esse amor está me matando. Toda vez que te vejo, as lembranças me massacram, imagens surgem na minha mente. Eu não aguento mais viver com isso dentro de mim. Isso não é relação. Isso é tortura lenta pra nós dois.

Ynara soluçava alto, o corpo inteiro tremendo:

- Me dá só mais uma chance. Só mais uma…

- Eu já te dei várias. E toda vez que a gente quase transa, eu paro porque sinto que estou indo por um lado que não gosto. Eu não quero te foder com ódio. Eu não quero me tornar esse tipo de homem.

Ele a ajudou a se levantar, mas não a abraçou. Deixou que ela chorasse em seu peito por longos minutos antes de se oferecer para leva-la embora.

Ynara recusou. Não queria a pena de ninguém, nem mesmo dele. Assim que Ynara saiu pela porta, olhou para trás com os olhos inchados e destruídos. Breno ficou parado sob o batente, com o coração em pedaços.

Duas semanas se passaram no mais absoluto silêncio. Breno cuidava de sua vida, treinando, trabalhando e agora fazendo um curso que poderia lhe garantir uma promoção no trabalho. Ynara fazia o mesmo, sua terapia, a faculdade, ajudando nos trabalhos domésticos. Enfim, a vida seguia.

Entretanto, numa noite Ynara apareceu sem avisar no apartamento de Breno. Eles estava reunido com dois amigos que, quando a viram e sentiram um clima estranho, se despediram e saíram.

Ynara estava pálida como papel, olheiras roxas, mãos trêmulas segurando um envelope pardo. Breno já sentiu que algo estava muito errado:

- Está doente? Você pegou alguma coisa daqueles desgraçados?

- Não... – Sussurrou Ynara, segurando-se para não chorar.

- Mas então... O que acontece?

Você precisa ver isso. Agora.

Ela se sentou no sofá e abriu o envelope, tirando várias e várias folhas dos resultados de seus exames. Breno a interrompeu:

- Você não precisa me provar nada, Ynara. Eu acredito em você e...

- Espera. – Ela o interrompeu, olhando as folhas com atenção.

Encontrou uma em especial. Leu novamente como se ela própria ainda não acreditasse em algo e disse:

- Minha médica também pediu que eu fizesse um exame de... gravidez.

Ela olhou de relance para Breno que ficou branco. Então, ela esticou a folha e a entregou para ele que passou a ler:

**Beta-HCG: positivo.**

**Idade gestacional aproximada: 6 semanas e 4 dias.**

O ar pareceu ser sugado da sala. Breno leu o papel várias vezes. Levantou e sentou do sofá até cair pesadamente na poltrona em frente à Ynara. Os braços tombaram cansados:

- Grávida!? - Falou, enfim, voz rouca e vazia.

- Sim.

Um silêncio surgiu como uma muralha entre eles. Breno sentia o peito apertado. A respiração ficou pesada, como se alguém estivesse pisando sobre ele:

- E você só me conta agora? Duas semanas depois que terminamos?

- Eu descobri ontem à tarde quando fui buscar os exames. Breno… você pode não acreditar, mas eu sei que é seu. A gente transou várias e várias vezes, inclusive na primeira noite do festival, lembra?

Ele deu uma risada baixa, amarga, quase enlouquecida:

- Meu!? Pode ser... Mas pode ser também daquele desgraçado do Dogão, ou mesmo do Ruan. Ou vai saber, né?

- O que você quer dizer com isso?

- Nada! Nada, Ynara. Eu só estou confuso. – Ele leu o exame novamente, com olhos arregalados: - Mas coloque-se no meu lugar. Você deixou dois caras gozarem dentro de você sem camisinha. E a data bate! Pode ser de qualquer um. Porra, que bomba!

Ynara deixou uma lágrima correr, mas manteve a voz controlada:

- Eu não vim aqui pra te cobrar nada, nem te obrigar a voltar comigo. Vim porque você tem o direito de saber. Eu não vou abortar. Vou ter esse filho. Com você ou sem.

Breno levantou o olhar. Havia fúria, medo, dor e um resquício teimoso de amor:

- E se não for meu, Ynara? Você parou pra pensar nisso? Toda vez que eu olhar pra criança, vou me perguntar se ela tem os olhos do Dogão ou o sorriso do Ruan.

- Eu sei do risco… Apesar de eu acreditar que ele é seu, eu sei do maldito risco. - Disse ela, a voz falhando: - Mas eu sinto, no fundo do meu coração, que é seu.

Breno ficou em silêncio por longos minutos, olhando o exame amassado em sua mão trêmula. A paternidade era um sonho. Ainda que eles não cogitassem ter um filho naquele momento de suas vidas, ter um filho, ou filha, era uma realização que ele sonhava em concretizar. Mas agora, naquelas circunstâncias, o peso de uma possível paternidade caía sobre ele como uma laje de concreto:

- Eu preciso de tempo. Preciso... processar isso. Isso, pensar... E vamos fazer o exame de DNA assim que for possível. Sem negociação. Não quero passar 9 meses com essa ansiedade esmagando o meu peito.

- Tudo bem. - Respondeu ela, chateada, mas conformada, como se esperasse aquilo: - Eu... acho justo, embora ache que não será necessário.

Breno quis saber mais detalhes de como ela faria agora, como contaria para seus pais, como faria com a faculdade. Mas Ynara não quis conversar mais. Disse apenas que eles conversariam novamente. Antes de sair, Ynara parou na porta e disse quase num sussurro:

- Mesmo que você me odeie pelo resto da vida… eu ainda te amo. E se esse filho for seu, vai ser a única coisa boa que eu consegui salvar de tudo o que vivemos.

Quando a porta se fechou, Breno ficou imóvel no meio da sala, sentindo que sua vida acabara de se complicar de forma irreversível.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 362Seguidores: 724Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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"O filho sempre é do Corno", se for, será o motivo para eles reatarem uma relação que não tinha volta e continuará não sendo uma relação sadia se houver uma reconciliação somente por causa do filho, que é um poderoso linitivo, mas não conserta os erros e suas consequências, vamos ver qual espermatozóide saiu vencedor nessa corrida bizarra que Ynara proporcionou com sua irresponsabilidade.

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Nem sei muito o que comentar nessa altura do campeonato. Breno vai e volta e quando resolve ir de vez, ferrou...Ynara quer de todas as formas manter o relacionamento, prometendo coisas que ela não vai cumprir num futuro. Mas gravidez agora ferrou com tudo.

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POXA!!! Matou a pau Sensatez!!! "O filho sempre é do Corno" kkkk

Mas pelo que me lembro isso é verdade em 9 entre 10 histórias aqui no CDC...

Mas tu sabe porque disso??? Porque o Cara que é legal!!!, Bom Marido ou namorado!!!

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Néh não Zanon, é medo dos espermatozóides do comedor, quando um espermatozóide do corninho vê um espermatozóide do comedor, corre tanto com medo de levar uma surra que chega primeiro para se esconder dentro do óvulo, imagina nesse conto com os dos Negros Mister Músculos de dois metros de altura ao mesmo tempo Kkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Rapaz... A Yara é baixa... Eu só consigo imaginar um galeto na frangueira...

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Mark antecipou a postagem e eu não consegui ler os comentários do capítulo anterior... kkkkk

Quanto ao capítulo as coisas que estão acontecendo pra mim eram previsíveis...

As reações dos personagens estão ocorrendo bem como o esperado...

Achei que Brenno iria agir de forma diferente e nos surpreender... até o momento isso não aconteceu!!!

Quanto a gravidez... quando ela admitiu que tinha transado sem caminsinha durante a orgia e os caras gozaram dentro... "eu pensei com meus botões..." Só falta ela estar grávida e vir atrás de Breno dizendo que "tem certeza" que o filho é dele!!! "BINGO!!!!

Esperemos os próximos capítulos!!!!

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Galera uma informação que pode ser útil.

Existe um casal chamado Marina e Marcio, eles são bem conhecidos no meio liberal. Eles possuem um canal sobre o tema no YouTube chamado "PONTO Z" no qual eles abordam vários assuntos. O tema da semana foi justamente sobre o marido no meio liberal e os sentimentos conflitantes do homem casado, tirando o Mark e alguns poucos aqui do site, não vejo quase ninguém abordar esse tema.

Vale a pena dar uma olhada.

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Poxa Mark,

Caramba, vc ta caprichando hein!!

Excelente!

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Alguma consequência precisa ter para a Ynara.

Ela traiu o namorado com todo mundo que estava disponível, humilhou o cara, fez o cara apanhar do amante, não saiu da vida do cara, está desenterrando uma nova mulher e ainda poderá voltar com ele por conta do filho ?

Se eu fosse o Mark o filho não seria do Breno kkkkkkkk.

Vamos aguardar para ver o que seria essa "nova mulher".

Será que o Dogao é o outro lá vão reaparecer ?

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Posso parecer insensível mas na minha opinião a gravidez nada muda no senário atual, ynara falhou de forma imperdoável com pessoas, como ser humano l, como parceira, essa gravidez em nada alivia ou anula o q ela fez, sem contar q corre um enorme risco de ser filho do tiquim,(tiquim de um, um tiquim de outro), se confirmado a paternidade do Breno, q ele assuma a responsabilidade por seu filho, mas q se mantenha sendo ex da ynara,.pois essa não é merecedora de uma segunda chance

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“Passou a fazer terapia semanal com Soninha que tentava desenterrar uma mulher que ela nunca imaginou existir dentro de si.”

O que será que a Soninha estava tentando desenterrar ???

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Os dois passaram por transformações nesse festival.

O Breno parece estar clareando as ideias, se demonstrando aos poucos e se transformando em algo novo. A Ynara ainda é uma icoguinita, quem será essa mulher nova ?

O Breno disse com razão sobre esse outro lado dela, quando falou que talvez ela não precisasse matar esse lado, talvez seria melhor ela aceitar porém sem ele como parceiro.

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Acredito que o DNA será decisivo para o futuro dos dois.

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Já está indo pra 10° decisão neste conto! Kkkkkkkkkkk

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Nada que esteja ruím, que não possa piorar! Kkkkkkkkkkk

Grande Mark!

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Ai, ai, ai !!! Ainda mais essa agora !!!

PS: grata por postar cedo. Mande bjs para a Nanda !!!

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