Eu sempre tive esse fogo pulsando nas veias, uma fome de rola que não cabia no meu corpo. Naquela época, eu dividia minha vida entre meus pais, e quando fui morar com a minha mãe, descobri que ela tinha um gosto excelente para homens. O namorado novo dela era um gato, no máximo uns 25 anos. Um cara jovem, vigoroso, com aquele olhar de quem sabe exatamente o que quer.
Eu já estava naquela fase em que meu corpo começou a "dar trabalho". Meus seios estavam crescendo, os bicos sempre salientes sob as blusinhas finas porque eu detestava sutiã, e eu amava usar shortinhos cavados que deixavam minha bunda gigante quase à mostra. Eu percebia como ele me olhava durante os almoços e jantares; era um olhar faminto, que descia do meu rosto para o meu colo e estacionava no meu quadril. Eu, safada, sentia meu clitóris pulsar cada vez que nossos olhos se cruzavam.
Certo dia, o destino resolveu conspirar a favor da minha putaria. Meus pais saíram para trabalhar e eu fiquei sozinha em casa. Quando estou só, eu viro outra pessoa. Tirei a blusa, fiquei apenas de calcinha, e coloquei a música no volume máximo, deixando o som vibrar nas paredes e no meu corpo.
Depois de limpar a casa, o tesão bateu forte. Deitei no sofá, abri as pernas e comecei a me tocar. Mas eu queria mais. Eu sabia exatamente onde minha mãe guardava seus "brinquedinhos", então peguei o mini vibrador dela. Eu estava em transe, com a bucetinha babando, sentindo a vibração do aparelho me levando ao limite, gemendo alto para a música, completamente entregue ao prazer.
De repente, a porta abriu.
Eu não ouvi nada, mas senti a mudança na energia do ambiente. Quando abri os olhos, ele estava lá. Meu padrasto. Ele tinha voltado para casa porque o chefe o dispensou mais cedo, e me encontrou naquela posição: nua da cintura para cima, pernas abertas, me masturbando com o brinquedo da mãe dele.
O choque inicial foi substituído por uma eletricidade devastadora. Eu tentei me cobrir, toda sem jeito, mas meus olhos azuis traíram meu nervosismo e revelaram meu desejo. Olhei para baixo e vi: a calça dele estava armada. Um volume imenso, duro como pedra, denunciando que ele estava tão excitado quanto eu.
— Não conta para a mamãe... — sussurrei, com a voz embargada de tesão. — Por favor, não conta. Eu faço qualquer coisa que você quiser.
Os olhos dele brilharam com uma malícia predatória. Ele deu um passo à frente, a voz rouca:
— Qualquer coisa mesmo, putinha?
— Sim... tudo.
Sem perder um segundo, ele abriu a calça e libertou o monstro. Que pica deliciosa! Era grossa, veiuda e pulsava de vontade de me possuir. Ele me ordenou que começasse a chupar, e eu caí de joelhos na hora. Envolvi aquela rola com a minha boca, sugando com toda a força, sentindo o gosto do homem, enquanto ele gemia de prazer. A tensão era tanta que ele me puxou para cima e nos posicionamos em um 69 delicioso; eu sentia a pica dele na minha boca enquanto ele explorava minha xana encharcada com a língua, criando um ciclo infinito de prazer.
Ele pegou uma camisinha e o tom mudou para algo mais dominante.
— Agora você vai ser uma boa mocinha... vai sentar com vontade e gemer no meu ouvido para eu saber o quanto você é puta.
Eu obedeci prontamente. Montei nele, sentindo a rola deslizar para dentro da minha bucetinha apertada. Eu sentia que ia rasgar, mas era a sensação mais gostosa do mundo. Comecei a rebolar, sentindo cada centímetro dele preenchendo meu vazio. Eu gemia alto, sem medo de ser ouvida, sentindo-me a mulher mais desejada do mundo.
Ele me carregou para o quarto da minha mãe — o que tornou tudo mil vezes mais excitante. Ali, no território dela, ele me virou de costas e mirou no meu alvo mais proibido: meu cuzinho.
— AHNNNN! — eu gritei quando ele rompeu a entrada do meu rabo.
Ele me fodia com fúria, me martelando por trás enquanto me dava tapas violentos na bunda gigante. PAFT! PAFT! Minha pele ficou vermelha, ardendo de desejo, enquanto ele socava meu cu sem dó. Eu rebolava, implorando por mais, sentindo que aquele homem estava me marcando como sua propriedade.
Quando ele sentiu que ia gozar, tirou a pica do meu rabo com um estalo úmido, removeu a camisinha e me mandou abrir a boca.
— Engole tudo, vadia!
Ele descarregou jatos quentes de porra bem no fundo da minha garganta. Eu engoli cada gota, saboreando o sêmen dele como se fosse um prêmio.
Depois daquele dia, nossa dinâmica mudou. Eu me tornei a putinha secreta do meu padrasto. Sempre que a minha mãe dava as costas ou saía para resolver algo, ele me encurralava em algum canto da casa para me comer de todas as formas imagináveis. E eu? Eu amava cada segundo de ser a vadia do homem da minha mãe.
