O Segredo nas Telas

Um conto erótico de CabecaRosa
Categoria: Heterossexual
Contém 1067 palavras
Data: 28/05/2026 03:53:44

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## O Segredo nas Telas

Eu sempre orgulhei da minha precisão. Trabalho como supervisor de monitoramento e técnico de segurança de alta tecnologia; meu dia a dia é observar o que ninguém mais nota através de dezenas de telas. Tenho 32 anos, 1,78m, sou um cara atraente e bem-disposto. Minha esposa, Lu, tem 27 anos e é o meu maior orgulho: professora, 1,68m, aquele corpo de "falsa magra" irresistível, pele clara, cabelos loiros e uma intimidade cor-de-rosa que sempre me enlouqueceu.

Nossos horários, porém, jogavam contra nós. Eu saía para o plantão das 13h às 22h. Ela dava aulas de manhã. Nosso único momento de rotina era o almoço que eu preparava. Depois, ela ficava sozinha cuidando da casa e preparando as aulas.

Tudo mudou quando meu primo Marcos, de 18 anos, veio para a nossa cidade passar duas semanas para um estágio. Ele é filho da irmã falecida da minha mãe — logo, a Lu era a tia por afinidade dele. Marcos era um rapaz alto, da minha altura, pele negra marcante e traços atléticos, embora magro. Ele fazia o estágio pela manhã e passava as tardes inteiras trancado em casa com a minha esposa.

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### O Primeiro Sinal

No primeiro dia, a convivência pareceu normal até o jantar. Sentados na sala, Marcos, com uma curiosidade sutil, me perguntou se as três câmeras antigas que eu tinha espalhadas pela casa ainda gravavam. Como a Lu sabia que estavam desativadas há anos, respondi a verdade: que eram apenas carcaças mortas.

Foi quando a Lu se levantou para buscar a sobremesa.

Eu vi o olhar do garoto. Ele a devorou de cima a baixo, os olhos fixos no balanço dos quadris dela. Sem o menor pudor, ele sutilmente ajustou o volume nítido que crescia instantaneamente em sua calça, hipnotizado pela minha esposa. Quando fomos deitar, o pensamento daquele interesse repentino pelas câmeras não me deixou dormir. O instinto de técnico — e de marido — falou mais alto.

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### O Segundo Dia: Os Olhos do Predador

Na manhã seguinte, fui à empresa mais cedo. Peguei quatro microcâmeras de última geração: resolução 4K, microfones de alta sensibilidade e visão noturna. Voltei para casa e, com extrema habilidade, instalei os novos dispositivos exatamente dentro das carcaças velhas da cozinha, da sala e da copa. Mas fui além. Escondi uma quarta câmera, imperceptível e com zoom digital poderoso, no nosso próprio quarto, ao lado do lustre.

Almoçamos juntos. Às 13h, saí para o trabalho.

Quando o relógio marcou 19h e a empresa esvaziou, meu coração começou a acelerar. Abri o servidor privado onde as imagens da minha casa estavam sendo gravadas e acelerei o vídeo até o momento após a minha saída.

A tela mostrava a cozinha. Lu lavava a louça e Marcos se aproximou para secar. A conversa começou banal, até que Lu, com uma ponta de curiosidade que eu nunca tinha visto nela, perguntou sobre as namoradas dele. Marcos sorriu, meio tímido, meio audacioso. Disse que não namorava porque as garotas da idade dele se assustavam.

*"Assustavam com o quê?"*, Lu perguntou, rindo, achando que era bobagem de menino.

*"Elas dizem que meu membro é grande demais, tia. Que machuca e não entra"*, ele disparou, encarando-a fixamente.

Lu soltou uma risada nervosa, tentando manter a postura de tia: *"Até parece, Marcos... Nenhum garoto da sua idade tem algo tão descomunal assim. Isso é conversa de jumento."*

Ela disse isso rindo e se virou para guardar o último prato. Foi nesse exato segundo que o vídeo me fez prender a respiração.

Marcos deu dois passos para trás e simplesmente abriu o zíper, liberando o membro para fora da calça. O que apareceu na tela, em alta definição, era inacreditável. Mesmo meia-bomba, era uma tora escura, absurdamente grossa — a espessura de uma garrafa de cerveja, pesada.

Lu se virou e congelou. A reação dela na imagem foi de puro choque magnético. Os olhos arregalados, a boca semiaberta. Ela não conseguiu desviar o olhar. Marcos se aproximou lentamente, a carne já respondendo ao pulsar do momento, expandindo-se até atingir facilmente uns 23 centímetros de pura grossura.

*"Pega, tia Lu... Sente o peso pra você ver se é mentira"*, ele sussurrou.

Em transe, a mão da minha esposa subiu devagar. Os dedos trêmulos dela envolveram aquela pele escura e quente. A mãozinha dela mal conseguia fechar metade da circunferência daquele monstro. Ela apertou uma, duas vezes, sentindo a rigidez pulsante. O choque de realidade veio logo em seguida; ela recolheu a mão, trêmula, e gaguejou: *"Meu Deus, Marcos... Guarda isso agora! O que estamos fazendo? Vai já para o seu quarto!"*

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### A Câmera Oculta

Marcos obedeceu, com um sorriso vitorioso no rosto. Mas o que me deixou completamente sem fôlego foi o que aconteceu a seguir.

Mudei o monitor para a câmera do nosso quarto. Lu entrou correndo, trancou a porta e encostou as costas nela, respirando de forma arquejante. Ela estava completamente excitada. Sem perder tempo, ela levantou o vestido, puxou a calcinha para o lado e desabou na cama.

Os dedos dela invadiram a própria intimidade com uma fúria que eu nunca tinha testemunhado. Em menos de um minuto, o corpo dela arqueou, as pernas tremeram violentamente e ela soltou um gemido mudo na imagem, tendo um orgasmo devastador apenas com a memória do que tinha acabado de segurar.

Mais tarde, por volta das 18h, o monitor registrou o segundo ato. Lu deitou-se novamente. Dessa vez, a obsessão pela grossura do Marcos ficou clara. Ela começou a enfiar um, dois, três, quatro dedos juntos, tentando alargar a própria bucetinha rosa na tentativa de simular o tamanho do que vira na cozinha. Ela gemia alto, o rosto vermelho de luxúria, até gozar novamente de forma violenta, ficando estendida na cama, exausta e ensopada de suor.

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### O Retorno

Cheguei em casa às 22h30. O jantar correu em um silêncio carregado de subentendidos. Eu olhava para o Marcos, depois para a Lu, sabendo exatamente o segredo que os dois compartilhavam — e o segredo que só eu guardava.

Naquela noite, na cama, tentei puxar a Lu para mim, o meu pau completamente duro pelo que eu tinha assistido na tela grande da empresa. Mas ela se esquivou, dizendo que estava cansada, virando-se para o lado.

Deitei olhando para o teto, sabendo que ela estava saciada pelas fantasias com o sobrinho. E, enquanto ela fingia dormir, eu só conseguia pensar no que as minhas câmeras iriam registrar no terceiro dia...

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