Parte 4 – A Janela Aberta
O sol da tarde já não queimava tanto, mas o tesão dentro daquela casa estava em chamas. Arnaldo roncava na espreguiçadeira perto da piscina, uma cerveja vazia pendurada na mão. Patrícia estava dentro d'água, a bunda flutuando, o biquíni azul turquesa encharcado. Ricardo não tirava os olhos dela. Regiane, deitada de lado na grama sintética, fingia ler um livro, mas vigiava o namorado.
Carlos se aproximou de Silvia na cozinha. Ela cortava limão para a caipirinha, os cabelos pretos soltos, o vestido de chita subindo nos quadris quando ela se esticava para pegar o sal na prateleira alta.
— Mainha, sobe comigo rápido — ele sussurrou, a boca colada na orelha dela. — Tem uma coisa que eu preciso te mostrar lá em cima.
Silvia olhou para ele. Os olhos verdes claros brilhavam de um jeito que ela já conhecia. Ela lambeu os lábios.
— Agora, rapaz? Todo mundo lá fora.
— Todo mundo tá bêbado ou distraído. Vem.
Ela largou a faca, passou a mão nos cabelos pretos, ajeitou o vestido. Subiram as escadas de mãos dadas, como uma puta indo pro abate no bordel, em silêncio. O coração dela batia tão alto que ela tinha certeza que dava para ouvir lá embaixo.
O quarto era o do casal — cama king-size, cortinas claras, e uma janela que dava direto para a piscina. Carlos fechou a porta com chave.
— Se ajoelha, mainha.
Silvia se ajoelhou. Já sabia o que ele queria. Abriu a bermuda dele. O pau saltou para fora — duro, grosso, veiudo, a cabeça roxa e inchada de tanto tesão acumulado. Ela abocanhou sem esperar. A voz gostosa dela saiu num gemido abafado enquanto a boca descia até a base.
Ele agarrou os cabelos pretos dela e empurrou fundo. Ela engasgou, mas não recuou. Os olhos dela, negros e brilhando, subiram para encontrar os olhos verdes claros dele.
— Sua puta — ele disse, sem raiva.
— Olha a tua cadela com teu pau na boca, Carlos — ela respondeu, cuspindo na cabeça do pau dele antes de voltar a mamar.
Ele a levantou. Jogou ela na cama. O vestido subiu. Sem calcinha. Sempre sem calcinha agora. Obedecendo a ordem do genro.
— Vira de costas. Joelho no chão. Peito na cabeceira da cama. Cara virada para a janela.
Ela obedeceu. Ficou de quatro, os braços esticados na cabeceira da cama, o rosto voltado para a janela entreaberta. Lá embaixo, ela via tudo: a piscina azul, o marido Arnaldo roncando na espreguiçadeira, a filha Patrícia dentro d'água conversando com Ricardo, Regiane lendo na grama.
— Tá vendo eles, mainha?
— Tô, seu safado... tô...
Ele enfiou o pau na boceta dela de uma vez. Fundo. Até os bagos. Silvia mordeu o travesseiro para não gritar. A cama rangeu.
— Tá vendo seu marido ali? O corno manso?
— Tô... tô... ai filhinho...
— Tá vendo sua filha? A Patrícia? A tua filha que eu fodo toda também, mainha?
— Tô, tô, tô...
Ele metia fundo, rápido, a pele batendo na pele. O som úmido do pau entrando e saindo da boceta melada. O suor escorrendo pelo peito dele. Os cabelos pretos dela espalhados no travesseiro.
— Agora no cu — ele ordenou.
Puxou o pau para fora. Cheio do suco melado e gostoso daquela buceta. Enfiou na bunda dela. O ânus apertou, resistiu, depois abriu. Silvia gemeu — um gemido longo, grave, abafado.
— Isso, meu filho... meu filhinho... aiii... isso... arrebenta com a tua sogra... aii minhas pregas aiii,,, aiii meu cu, filhinho... isso foda o cu da mainha... porra ... caralho ta doendo carlos... aiii fode... me fode... enrabe... enrabe forte... olhe aquele corno dormindo...
Ele metia no cu dela com força, com raiva, com tesão acumulado de anos de olhares e danças e toques proibidos, antes de tudo começar. Ela gemia mordendo os lábios pra não gritar, a cara virada para a janela, vendo lá embaixo o marido roncando e a filha rindo.
— Vai, mainha. Goza.... os dedos dele desceram pro grelão da sogra.
— Tô quase, tô quase... ai caralhooo.
Ele voltou a enfiar na boceta. Depois no cu. Depois na boceta. Alternava a cada cinco estocadas. O pau dele ia de um buraco a outro, molhado de porra e cuspe e suor.
— Agora olha — ele mandou, segurando o cabelo dela, forçando o rosto dela contra a fresta da janela.
Ela olhou. Lá embaixo, Ricardo tocava no braço de Patrícia dentro da água. Patrícia não recuava. Os dois estavam frente a frente, os corpos se aproximando.
— Sua filha vai dar pra ele — Carlos sussurrou no ouvido dela. — A sua filha puta. Igualzinho à mãe.
Silvia gozou. Forte. O corpo tremeu, a boceta apertou o pau dele, o cu se contraiu. O esperma escorreu pelas coxas dela.
Carlos gozou junto. Enterrado no cu dela. Jorrou quente, grosso, fundo. Silvia sentiu cada jato dentro do ânus e gemeu o nome dele:
— Carlos... Carlos... seu desgraçado...
Os dois ficaram assim por um minuto, ofegantes, suados, o pau dele ainda dentro do cu dela, a cara dela virada para a janela, os cabelos pretos colados no rosto.
Quando ele tirou o pau, uma golfada grossa de porra escorreu do cu para a boceta de Silvia. Carlos balançou a pica perto da cara dela, que limpou tudinho com a língua e os lábios em volta daquele cacete imenso do genro. O genro passou a mão na gala que escorria de dentro de Sílvia e a fez lamber tudo que nem uma puta vadia... realizando os desejos mais obscuros de sua sogra.
Lá embaixo, ninguém sabia de nada.
Enquanto isso, na piscina, Ricardo estava decidido. Ele já tinha bebido seis cervejas. A visão da bunda de Patrícia boiando na piscina o deixou louco.
— Patrícia, vem cá — ele chamou, baixo, puxando o braço dela para um canto da piscina .
— Ricardo, para — ela disse, mas pareceu sem convicção.
— Você quer. Eu sei que você quer. Lembra como a gente fodia?
Ele encostou o corpo no dela. A piscina escondia o resto. A mão dele desceu para a bunda dela dentro d'água.
— Larga de mim, Ricardo! — ela empurrou o peito dele.
Foi mais alto do que ela pretendia. Regiane ouviu. Levantou a cabeça do livro.
— O que foi? — Regiane perguntou, os olhos estreitos.
— Nada — Ricardo respondeu rápido demais. — A gente tava só brincando.
Patrícia saiu da piscina. Pegou a toalha. Foi para o outro lado do quintal, onde o pai Arnaldo roncava.
— A senhora viu aquilo? — Regiane perguntou para Silvia, que tinha acabado de descer as escadas, o rosto ainda corado, o vestido amassado.
— Vi nada, minha filha — Silvia respondeu com a voz gostosa, e sonsa. Pegou uma caipirinha da mesa. A boca dela ainda tinha gosto do pau do genro. Ela lambeu os lábios.
Regiane apertou os olhos. Ela sabia que Ricardo estava de olho em Patrícia. E agora ela tinha certeza: ele tentou alguma coisa e foi repelido.
Vou me vingar, ela pensou. Ele vai pagar.
Ricardo se desculpou. Disse que ia mijar. Entrou no banheiro social, trancou a porta, olhou no espelho.
— Filha da puta — ele resmungou. O pau dele estava duro. Muito duro. A bermuda marcava um volume imenso.
Ele baixou a bermuda, sentou no vaso, começou a bater punheta. Fechou os olhos. Pensou em Patrícia. Na bunda dela. No biquíni azul. Naquela boceta que ele já tinha fodido tanto tempo atrás.
Lembra daquela noite que eu lambi seu cu até você gozar na minha cara?
Ele masturbava rápido, o pau escorrendo pré-gozo. Pensou em Patrícia de quatro. Pensou em Patrícia por cima. Pensou na boca dela.
Gozou. Jorrou na própria mão, na coxa, no chão do banheiro. Limpou com papel higiênico. Deu descarga. Lavou as mãos. Olhou no espelho.
— Viado. Não consegue nem pegar ela de novo.
Saiu do banheiro. Ninguém notou.
Regiane esperou o momento certo. Carlos estava sozinho na churrasqueira, virando a carne. Ela se aproximou devagar, o short justo subindo nas coxas magras, o top cor de rosa mostrando os biquinhos duros.
— Carlos — ela chamou baixo.
— Oi, Regiane.
Ela enfiou a mão no bolso do short e tirou um pedaço de papel.
— Esse é meu número. Meu celular. O verdadeiro. Não é aquele que o Ricardo tem.
Carlos olhou para o papel. Depois para ela. Os olhos verdes claros brilharam.
— E o Ricardo?
— Que se foda o Ricardo. Ele quer a Patrícia. Eu quero... eu quero outra coisa.
Ela enfiou o papel na mão dele, os dedos demorando um segundo a mais que o necessário.
— Me liga. A gente combina algo. Quando ele não estiver.
Ela se afastou, rebolando o quadril magro, a bucetinha lisinha marcando no short. Carlos guardou o papel no bolso. Olhou para Silvia. Silvia estava olhando. Sorriu.
Todo mundo nessa casa é safado, ele pensou.
Silvia preparou uma nova rodada de caipirinha. Ela pegou o copo, virou de costas para os outros, e cuspiu dentro do copo.
Cuspiu o esperma de Carlos, que lambeu limpando o pau dele.
O gozo grosso, branco, leitoso, ainda quente, misturou-se ao limão, à cachaça, ao açúcar. Ela mexeu com a colher. Levou o copo aos lábios. Bebeu um gole. A voz gostosa dela saiu num gemido baixo de prazer.
— Essa tá especial — ela disse.
Ela levou o copo para Arnaldo. O marido dela. O corno.
— Toma, amor. Tá deliciosa!
Arnaldo abriu os olhos sonolentos. Pegou o copo. Bebeu. Lambeu os lábios.
— Hum... tá boa mesmo. O que você colocou, mulher? Tá com um gosto diferente... mais encorpado.
Silvia sorriu. Um sorriso lento, molhado, cheio de segredo.
— É segredo de família, meu amorzinho... Não posso contar.
Ela olhou para Carlos. Carlos olhou para ela. Os dois trocaram um olhar cúmplice, sujo, quente.
Arnaldo bebeu a caipirinha inteira. Nem desconfiou que estava tomando o suco da pica de Carlos, misturado com os buracos da sua mulher. Patrícia estava ocupada secando o cabelo na toalha. Ricardo olhava para o chão, derrotado. Regiane fingia ler o livro, mas sorria.
A tarde terminou. O sol se pôs. E todos voltaram para suas casas, suas camas, seus segredos.
No quarto, de madrugada, Carlos mandou uma mensagem para Silvia:
"Mainha, a caipirinha foi sucesso."
Ela respondeu:
"Ele adorou o gosto do seu leite, meu filhinho. Pediu bis."
Carlos riu no escuro.
"Na semana que vem a senhora põe mais. Direto da fonte."
"Pode apostar, rapaz. Agora dorme. Amanhã tem mais."
Os quatro dormiram sob o mesmo teto. Dois cornos mansos. Dois amantes. Uma garrafa de caipirinha vazia na mesa, e um segredo a mais guardado dentro daquela casa.
A casa ficou em silêncio. No meio da madrugada Carlos se encaixou em Patrícia por trás.
Ele a virou de bruços na cama, deu uma lambida que chegou a entrar na boceta dela.... no cu... foi subindo pela espinha. Enfiou o pau na boceta dela de uma vez. Ela gemeu alto — um gemido diferente, mais solto, mais sujo. Ele metia forte, fundo, melhor e com mais fome do que metera na mãe dela. A bunda de Patrícia era dura, mas redonda, e ele batia nela igual carne no açougue. "Esse derrotado do teu ex queria tá aqui agora, né?" ele sussurrou no ouvido dela, o pau escorregando babado.... socando forte na xereca lisa de Patrícia "Ele queria tá comendo essa buceta de novo, não é??? Sua puta! Mas agora essa puta é minha. Tua buceta é minha, sua piranha." Patrícia só gemia, os dedos cravados no lençol, o corpo todo tremendo. "Vai gozar, sua cadela. Goza na minha pica agora." Ela gozou gritando, a boceta apertando o pau dele igual um punho, as pernas bambas, os olhos revirados.
Ele tirou o pau da boceta dela, escorrendo melada, e mandou ela virar de lado. Enfiou no cuzinho dela, sentindo o esfíncter apertado, mas ja treinado em receber sua pica, abrir e contrair loucamente.. piscando violentamente na rola do marido. Patrícia arqueou as costas, mordeu o travesseiro para não gritar e acordar a casa. Carlos a montou sobre ele, ela por cima, cavalgando com o pau enterrado até o talo no olho do cu. Ele olhava para baixo e via a boceta dela vazia, virada para ele, babando enquanto a rola sumia por trás, entrando e saindo do cu. Imaginou Ricardo já havia metido muitas vezes naquela buceta. Se pensamento encheu com a imagem do pau do ex-namorado enfiado na buceta da mulher dele. Essa imagem fixa enquanto ele olhava a xereca lisinha e fodia o cu dela. O ciúme e o tesão se misturaram num nó quente na barriga dele. "Tá sentindo, sua puta? Teu cu é meu, tua buceta é minha. O derrotado do teu ex pode até sonhar, mas não te fode mais. Nunca fodeu esse cu... e a buceta agora é minha."
Carlos enfiou fundo, uma, duas, três vezes, e gozou dentro do cu dela, jorrando quente, enchendo ela de porra.
Patrícia gozou junto pela segunda vez, o corpo inteiro tremendo, os olhos lacrimejando de prazer.
Ela desmontou dele cambaleando, deitou na cama, a porra escorrendo pelo cu e pela boceta vazia, melando o lençol. Carlos se deitou ao lado dela.
Patrícia sorriu — um sorriso mole, apaixonado, de quem acabava de ser completamente possuída. Ela pensou em Ricardo, na insistência dele na piscina, nos olhos babando o corpo dela. Sentiu-se desejada, mas ao mesmo tempo com nojo do ex, grudento...nojo do passado com Ricardo. Ela era de Carlos. Só de Carlos. Fechou os olhos com um sorriso nos lábios, a porra ainda escorrendo pelas pernas, e dormiu profundamente, se sentindo uma posse do seu marido, enquanto do outro lado da cidade Ricardo se remoía sem saber que nunca mais teria nem sombra do que ele um dia teve.
Regiane olhava o celular...
FIM DA PARTE 4