Parte 1
1. Nós estávamos na sala assistindo a um filme e bebendo cerveja. Eu te olhava com aquela carinha de quem quer carinho, sorri devagar e segurei bem forte a sua mão, olhando bem nos seus olhos, bem fundo.
2. — Amor, me desculpa mesmo, mas eu preciso te contar uma coisa que aconteceu comigo faz quase dois meses. Naquela noite que eu fui ficar na casa da Laura, lembra? Você e o Fernando saíram pra jogar bola e me deixaram lá só pra cuidar do jantar. Aí, o seu irmão, o Roger, e aquele amigo que vive com ele, o Lionel, passaram lá rápido só pra pegar uma chave que tinha ficado com ela, e no fim acabaram sentando comigo pra conversar um pouco. Eu nem imaginava o que ia acontecer depois...
3. Estávamos os três ali, conversando de boa, quando de repente dois caras pularam o muro e entraram direto pela porta dos fundos. Vieram com armas na mão, apontaram direto pra eles dois e mandaram todo mundo deitar no chão. Os dois usavam boné, bermuda e chinelo, pareciam tranquilos mas tavam com muita maldade nos olhos. Disseram logo que queriam dinheiro e os celulares. Como não tinha nada de dinheiro na casa, eles pegaram os aparelhos mesmo. Reviraram tudo quanto era armário, levaram comida, as carteiras que tinham em cima da mesa e continuavam lá, olhando pra gente de um jeito que me fez arrepiar toda.
4. Aí o mais alto deles, que parecia ser o chefe, mandou todo mundo se levantar e gritou pra gente tirar toda a roupa, sem deixar nada.
5. — Se não ficarem pelados agora, na hora, eu disparo e acabou tudo!
6. Não tinha o que fazer, né? Com medo, a gente foi tirando a roupa devagar. Eu fiquei toda pelada, sentindo vergonha mas também um calor esquisito que foi subindo. Eles dois ficaram só de cueca. Os caras se sentaram no sofá, acenderam um cigarro de maconha e ficaram fumando, nos olhando de cima a baixo, com um sorriso malicioso. Depois mandaram nós três sentar bem juntinhos ali no mesmo sofá. Eu fiquei bem no meio, sentindo o calor do corpo dos dois de cada lado, as minhas pernas encostadas nas deles, pele com pele, e aquilo já começou a me dar um tesão que eu não conseguia controlar.
7. O Roger percebeu o meu medo, segurou a minha mão com carinho, chegou bem perto do meu ouvido e falou bem baixinho, só pra mim ouvir.
— Desculpa, Let... a gente não tem escolha, temos que fazer o que eles mandam.
8. Ele tentou me acalmar, passando a mão devagar no meu braço.
— Fica calma, meu amor. Eles só queriam dinheiro, já pegaram o que tinham. Não vai acontecer nada de ruim com você, eu não deixo. Vai dar tudo certo, confia em mim.
9. Um dos caras foi até o armário da cozinha, pegou duas garrafas de uísque que estavam lá e trouxe pra sala. O mais baixo abriu uma garrafa, encheu um pouco e mandou o Roger e o Lionel beberem até a metade, um de cada vez. O Roger tentou falar, devagar, pra não irritar.
— Vocês já levaram tudo o que tinha de valor, deixa a gente ir embora, por favorMas o outro virou logo com a arma apontada bem pra minha cara, os olhos cheios de raiva e luxúria.
— Se alguém falar mais uma palavra, é ela quem vai se ferir primeiro. Calados!
O Lionel bebeu tudo o que mandaram, até a metade da garrafa, sem reclamar, e depois o Roger fez o mesmo, me olhando sempre com um olhar de desejo que eu nunca tinha visto antes.
11. Os dois ficaram ali parados, nos olhando da cabeça aos pés, com aquele sorriso de quem já sabia tudo o que ia rolar.
— Nós queremos curtir bem a visão de vocês três peladinhos aqui. Que delícia de coisa, hein?
12. Aí o mais alto perguntou, apontando com o queixo pra eles dois.
— Qual de vocês aí é o marido dela? Ou o dono dessa bucetinha gostosa?
13. O Lionel respondeu rápido, com voz calma.
— Nenhum dos dois, não, senhor. Somos só amigos, ela é só uma amiga que tava aqui esperando a dona da casa voltar.
14. O cara riu, chegou mais perto e passou a mão forte na minha coxa.
— Então vocês dois vão ter que brincar com ela aqui pra gente ver, né? Afinal, amigo ajuda amigo... e a gente quer ver tudo o que vocês sabem fazer com uma mulher gostosa dessa.
15. — Não, senhor, nós não vamos fazer nada disso, respeita ela... — tentou falar o Roger.
O outro cortou logo, rindo pro amigo ao lado.
— Acho que não é bem assim, Gutão. Olha só o tamanho das coisas que tão crescendo entre as pernas deles... eles tão é querendo mesmo.
16. Foi aí que eu descobri que o nome do mais alto era Gutão. Eles mandaram os dois se levantar e ficar de costas pra mim, nus também. Passavam a mão forte por todo o corpo deles, apertavam a bunda, as bolas, beijavam a pele, sentiam tudo, e falavam um pro outro, bem alto pra eu ouvir:
— Que bunda gostosa esses dois têm, hein? Tudo no lugar certo, carne macia, tudo grande e forte. Daqui a pouco são vocês dois que vão chupar a gente, vão ver que delícia que é.
17. Eu olhava tudo, com o coração disparado. O Roger virou devagar pra mim, os olhos cheios de desejo.
— É, Let... parece que nós vamos ter que fazer tudo junto, do jeito que eles mandarem. E eu confesso... que eu quero.
18. Naquele momento eu olhei bem pra eles, pelados, e vi o que tinha entre as pernas crescendo muito, duro, enorme. O que o Roger tinha era mais grosso, a cabeça larga e avermelhada, parecia que ia rasgar de tão grande. O do Lionel era mais comprido, fino mas muito duro, brilhando de vontade. Eu fiquei com água na boca só de ver.
19. Eu olhei bem nos olhos dos dois, toda arrepiada, sentindo o mel já escorrer na minha bucetinha.
— Por favor, me amassem devagar... me tratam com carinho, mas me enchem toda... eu quero sentir tudo.
20. Eles mandaram os dois virar de frente pra mim, e os paus deles tavam tão duros, tão grandes, que eu só pensava em como ia caber tudo. O Roger tentou esconder com as mãos, envergonhado, mas Gutão mandou tirar a mão na hora.
— Deixa tudo aparecendo! Ela tem que ver tudo o que vai receber.
21. Gutão chegou bem perto de mim, passou a mão áspera no meu rosto, mexeu nos meus lábios com o dedo e sorriu malicioso.
— Veja só como ela reage, amigo... olha esses olhos brilhando, esse mel escorrendo... ela tá é gostando de ver tudo isso, não tá, minha linda?
22. Ele segurou o meu queixo com força, obrigou eu a olhar bem pra eles dois, parados ali, tudo duro, tudo grande, exposto só pra mim. Eu sentia meu corpo tremer de tanto desejo.
23. O outro bandido chegou perto do Roger, apertou as bolas dele com força, passou a mão na bunda, sentiu tudo.
— Olha o tamanho disso aqui, hein? Imagina só o que esse pau não faz com uma mulher... deve encher tudo, deixar ela doida.
E empurrou o pau do Roger bem perto da minha cara, quase encostando nos meus lábios.
24. Depois fez a mesma coisa com o Lionel, puxou ele pela bolinha, mostrou todo o comprimento que tinha, passando a mão de cima a baixo, pra eu ver o quanto era grande.
25. Eu não conseguia parar de olhar pro Roger, pro corpo dele todo forte, pelado, pra pele brilhando de suor. Tinha cheiro de bebida, de fumaça e de tesão no ar, um cheiro que me deixava louca. Eles mandaram os dois chegarem mais perto ainda, até as pernas deles ficarem totalmente coladas nas minhas, pele na pele, calor no calor.
26. Gutão mandou o Roger chegar bem pertinho do meu ouvido, bem devagar. Quando ele veio, eu senti o corpo grande dele todo encostado no meu, senti o cheiro da pele, o toque macio e forte ao mesmo tempo. Fechei os olhos, arrepiada toda, querendo mais.
27. Ver eles dois ali, pelados, prontos pra me ter, mudou tudo dentro de mim. O medo foi embora, ficou só o desejo, a vontade de ser tomada pelos dois, de sentir tudo.
28. O Lionel veio pelo outro lado, encostou todo o corpo nas minhas costas, me abraçou por trás, deixando o pau grande dele apertado na minha bunda. Eu tava ali no meio dos dois, toda pelada, sentindo tudo o que tinham, tudo duro, tudo grande, e só pensava em como eu queria ser delas.
29. Eu te olhei, abri um sorriso cheio de malícia e falei bem baixinho, bem devagar.
— Então, meu amor, me desculpa mesmo... mas naquele momento eu só queria sentir tudo aquilo bem perto, tudo dentro de mim. Eu não pensava mais que a gente tava sendo obrigada... eu só pensava no quanto eu queria ser delas, o quanto eu precisava daquilo.
— Não precisa brigar com ninguém, meu bem... foi a melhor coisa que já me aconteceu.
Parte 2
1. Aí eles mandaram eu ficar de quatro bem no meio do sofá, bunda bem pra cima, pernas bem abertas, tudo aparecendo, tudo aberto pra eles verem cada detalhe meu. Os dois bandidos ficaram do lado, calças abertas, punhetando sem parar e cheirando pó o tempo todo, os paus deles também já duros, vidrados em cada movimento meu, querendo ver tudo o que ia rolar.
2. O Lionel veio bem na frente da minha cara, se abaixou devagar, botou aquele pau comprido, duro e grande bem na entrada da minha boca e enfiou tudo de uma vez, sem dó. Eu abri os lábios o máximo que pude, recebi tudo, engolindo cada pedacinho dele, sentindo o gosto gostoso da pele. Ele segurou a minha cabeça com as duas mãos, com força e carinho ao mesmo tempo, e começou a meter gostoso, indo e vindo, empurrando tudo bem fundo, até tocar a garganta, me enchendo de pau toda hora.
3. Atrás de mim, o Roger chegou todo colado, a pele quente na minha bunda, encostou a cabeça grossa e larga do pau dele bem na entrada da minha bucetinha, que já tava toda aberta e melada de tanto desejo, e enfiou tudo de uma vez também, fundo pra caramba. Ele segurou os meus quadris com força, pra eu não fugir, e começou a fuder forte, gostoso, entrando e saindo sem parar, batendo tudo lá no fundo, enchendo tudo com aquele tamanho todo.
4. Os outros dois ficavam do lado, se tocando rápido, cheirando cocaína toda hora, completamente alterados. Gritavam pra eles irem mais depressa, meterem mais forte, encherem tudo, não deixarem nada de fora. Eles tavam gostando pra caralho de ver a putaria toda acontecendo ali, de ver eu sendo usada por dois homens de uma vez só.
5. — Olha ela aí! Que delícia! A vagabunda ama levar pau dos dois de uma vez, olha como ela abre tudo, como ela gosta!
6. O Lionel empurrou tudo bem lá no fundo da minha boca, eu senti tudo entrar, senti a cabeça grande tocar tudo, enchendo todo o caminho. Ele segurou o meu cabelo com carinho, controlava tudo, mandando quanto entrava e saía, me fazendo engolir cada movimento dele, me enchendo a boca de pau sem parar.
7. O Roger empurrava o corpo todo dele contra o meu, batendo a barriga forte na minha bundinha, fazendo eu balançar toda. A cada movimento ele ia até o fundo da minha buceta e voltava rápido, fazendo barulho pra caralho de tanto atrito, de tanto mel que escorria. Eu sentia ele rasgando de tão bom.
8. — Vai com tudo! Mais forte! Acaba com a buceta dela! Enche ela toda!
9. Eu tava lá no meio, toda cheia, com um pau na boca e outro na buceta, tudo duro, tudo grande, tudo me enchendo. O cheiro de suor, de tesão e de cocaína tava no ar, deixando tudo mais gostoso ainda. Eles mandavam continuar, não parar nunca, fuder até não aguentar mais, até eu ficar toda melada de porra.
10. O Roger apertou a minha pele com força, deixando marca dos dedos na minha bunda, de tanto que segurava. Ele enchia minha buceta toda com aquele pau grosso, ia até o limite, parecendo que ia rasgar de tanto tamanho, e eu pedia mais, queria mais, amava sentir tudo aquilo.
11. O Lionel puxou tudo pra fora devagar e empurrou de novo, bem fundo, bem forte. Eu abria a boca o máximo que podia pra caber tudo, pra receber tudo dele. Ele continuava o movimento, me olhando nos olhos, me enchendo a boca de pau sem parar, me fazendo chupar tudo com todo o carinho do mundo.
12. — Acaba com ela! Mete tudo! Enche ela de porra! Deixa ela melada todinha!
13. O movimento não parava em nenhum dos lados. Era força contínua, pau entrando e saindo sem dó, sem parada, eu sentindo tudo, gostando de tudo, pedindo por mais, me sentindo a mulher mais feliz e cheia do mundo.
14. — Olha como ela reage! A puta tá toda molhada, toda aberta, querendo tudo! Que gostosa!
15. O ritmo aumentou pra valer. Os dois se moviam com tudo o que tinham, com toda a força, com todo o desejo. Os outros dois cheiravam cocaína e se tocavam rápido, vidrados naquilo tudo, admirando cada detalhe meu, cada vez que eu gemia. Ninguém parou, ninguém quis parar.
16. — Mete forte, Roger, mete tudo até o fundo, senão tu vai ter que vir chupar a gente agora!
17. O homem gritou apontando a arma direto pra cara dele, mas o Roger já queria mesmo. Ele me olhou com desejo, respirou fundo e enfiou o pau na minha buceta de novo, bem no fundo, com força total, me fazendo gemer alto. Ele tinha que obedecer, mas também queria me dar tudo.
18. — E tu, Lion, bate com esse pau no rosto dela, esfrega nos seus lábios, deixa ela toda melada, queremos mais ação, caras!
19. O outro gritou enquanto cheirava mais pó, todo doido e alterado. O Lionel olhou pra mim e pra eles, com cara de quem ia fazer tudo direitinho, não só por causa da arma, mas porque também tava doido de tesão.
20. Ele tirou o pau da minha boca devagar, segurou pela base, e bateu bem gostoso na minha boca e no meu nariz, forte pra caralho, mas gostoso. Esfregou a cabeça do pau nos meus lábios, abrindo eles com a ponta, passando por toda a minha cara, deixando tudo melado, tudo com o gosto dele. Eu lambia tudo, adorava sentir aquilo.
21. O Roger continuava o movimento, segurando a minha bundinha com as duas mãos pra abrir mais ainda, pra ver o seu pau entrando e saindo todo, todo brilhante de mel e gosto. A minha bucetinha ardia de tanto prazer, estava toda aberta e melada, recebendo aquele tranco todo vez após vez, cada vez mais forte.
22. O Roger falou ofegante, entre um tranco e outro, com voz de desejo.
— Por favor, Let, rebola pra mim, rebola devagar! Mexe essa bunda gostosa toda! Me recebe toda!
23. — Não é pra parar ainda, queremos mais ação! Tu não ouviu? Bate mais forte na cara dela, enche a boca dela de novo!
24. Os homens gritavam ao lado, se tocando rápido pra caralho, olhando tudo com os olhos arregalados de tesão. O Lionel obedeceu e bateu com o pau na minha boca fazendo barulho pra caralho, me enchendo de novo. Eu aguentei calada, gemendo baixo, pois eu também tava gostando muito daquela merda toda, me sentindo completamente satisfeita.
25. O Roger mudou a posição, encostou a barriga toda na minha bunda e enfiou mais fundo ainda, com o pau entrando totalmente a cada movimento, tocando tudo lá dentro. Ele olhou pros homens pra ver se tava fazendo certo, e eles mandaram aplicar mais força ainda, pra me acabar de vez.
26. O Lionel passou o pau nos meus olhos, na testa e no queixo, deixando gosma e baba no meu rosto , me deixando toda lambuzada. Ele me olhava de vez em quando, sorria, e continuava fazendo o que mandavam, com medo da arma, mas com muito tesão também, querendo me dar tudo.
27. — É assim que se faz! Mete até o fundo Roger, não deixa nada de fora! Acaba com ela!
28. Eles gritavam enquanto cheiravam mais cocaína, já completamente loucos de tesão. O Roger aplicava toda a força que tinha e o meu corpo balançava todo no sofá, a buceta toda lubrificada e escorregando de tanta coisa boa que já tinha recebido. Eu gemia alto, sentindo cada pedacinho deles.
29. Os bandidos voltaram a pegar nos dois de novo, apertavam as suas bundas beijavam e riam muito, gostando de ver tudo aquilo.
— Gostoso demais esses dois... e ela então, que delícia. Daqui a pouco é a vez de vocês dois nos receberem também, vão ver que delícia que é ser cheio de prazer.
30. Ficaram assim um tempão, horas pareciam. Um batia o pau no meu rosto e esfregava nos lábios, me fazendo chupar tudo, enquanto o Roger me fodia forte, segurando a minha cintura e indo até o fundo toda hora, me enchendo de prazer. Os dois obedeciam aos comandos, mas já faziam tudo com vontade, enquanto os outros assistiam sentados juntos, batendo punheta, cheirando pó e bebendo whisky, curtindo cada segundo daquela putaria toda, onde eu era a rainha, cheia, satisfeita e completamente feliz.
