Tudo começou no "iFood amarelo". Foi lá que o vi: um novinho com uma raba impecável, branquinha, daquelas que você sabe que foram feitas para serem devoradas. O papo inicial era o clássico: "só quero mamar". Eu, que já conheço o jogo, só dei risada por dentro. Sei que, quando o tesão bate e o clima esquenta, a vontade de dar fala muito mais alto.
Marcamos o encontro na Mooca, em uma noite quente de 2025. Como eu não curto motel com homem e ele também estava sem local, o palco do prazer seria o carro mesmo. Ele apareceu em um T-Cross zerado. Saímos rodando até encontrar o spot perfeito: o alto do Tatuapé. Quem conhece sabe que ali, entre as ruas desertas é bem de boa, o silêncio é o melhor cúmplice.
Assim que ele estacionou, começamos aquilo que estava desde o começo o clima de tesão e desejo. Ele começou a me mamar com uma vontade absurda. Nossos beijos eram vorazes, e não demorou para que os vidros começassem a embaçar, escondendo de quem passava o incêndio que acontecia lá dentro.
Pulamos para o banco de trás em busca de espaço. Enquanto ele trabalhava na minha rola, comecei a dedar aquele rabo delicioso, sentindo a resistência ceder ao meu toque. Foi quando ele parou, olhou no meu olho e sussurrou, a voz carregada de luxúria:
— Por favor, me come... eu preciso muito te dar.
A súplica dele foi o combustível que faltava. Perguntei da capa, ele tinha. "Então se prepara, porque eu vou te rasgar", respondi.
Coloquei ele de frango assado, as pernas brancas pro alto, e comecei a meter com vontade. O T-Cross balançava no ritmo das estocadas. No auge do prazer, um susto: as luzes laranjas e o barulho do caminhão de lixo. Paralisamos. O contraste entre o suor dentro do carro e o trabalho lá fora só serviu para atiçar ainda mais o tesão.
Assim que o caminhão sumiu na esquina, voltamos com o dobro de força. No meio da foda, o celular dele toca. Ele atende, fala rápido e desliga.
— Era minha mina — ele disse, com a respiração ofegante.
Para mim, normal. O perigo de ser um cara comprometido só deixa a carne mais temperada.
A pegada continuou bruta, beijos molhados e muito movimento. Quando senti que estava no limite, avisei:
— Vou gozar.
— Goza na minha boca? — ele pediu, os olhos brilhando.
— Quer o leite do seu macho?
— Quero! — ele respondeu, sem hesitar.
Arranquei a camisinha e ele caiu de boca, ávido. Como eu estava há dias sem liberar, foi uma jorrada épica. Ele saboreou cada gota, surpreso com a quantidade, limpando tudo com uma gulodice de dar inveja.
Depois, foi só o tempo de nos arrumamos, o cheiro de sexo ainda impregnado no carro, e ele foi me deixar no metrô. Mais uma foda bem dada nas ruas de SP.