Andreza - parte 2

Um conto erótico de Junior Paulista
Categoria: Trans
Contém 751 palavras
Data: 27/05/2026 22:12:09

Olá, Junior novamente.

Andreza e eu estávamos no banho após nossa transa. Eu a havia ensaboado mas deixei de ensaboar o pau dela.

— Você tem medo dele? - perguntou ela.

— Não, mas é contra intuitivo - respondi.

— Pega, lava ele, sente como ele é. Você tem um, eu também, nada demais - disse ela - e você já pegou nele!

Eu peguei o sabonete e fiz espuma na mão. Gentilmente tirei-a de debaixo da água e peguei firme no pau dela, que estava mole. Ele era grosso mesmo mole, e encheu minha mão. Passei a esfregá-lo gentilmente e ele começou a ficar ereto.

— Quer chupar ele? - perguntou Andreza.

— Não sei se tô preparado pra isso - respondi.

— Vai, experimenta, tem sabor gostoso, de carne, e pode ter leite também - riu, maliciosamente.

Relutante, mas curioso, ajoelhei-me. A água batia quente em minha cabeça. Ela ficou embaixo da água e colocou o pau dela próximo da minha boca. Peguei acanhadamente e encostei meus lábios. Ela teve um arrepio e o pau dela uma contração. Eu coloquei aquele membro grosso e carnudo na boca, não entrou nem metade. Mamei e dei prazer a ela como ela tinha me proporcionado. Ela não me avisou. Seu pau se contraiu e eu instintivamente tirei minha boca. Não a tempo de levar um jato de porra na cara. Assim que ela terminou de gozar eu dei uma chupada vigorosa na glande melada de leite de trans e ela uivou de prazer.

— Tá doido, cara! Isso é demais!

— Castigo por não ter avisado que iria gozar dentro da minha boca. Que intimidade é essa, garota?

— Desculpa, estava tão bom que eu só queria gozar.

— Sua porra tem sabor gostoso, sua puta.

Ela não falou nada. Me puxou pra cima, me beijou, e desceu, iniciando um boquete. Não aguentei a pressão e gozei na boca dela, sem avisar. Ela engoliu sem reclamar. Me mostrou a boca vazia e quis beijo. Nos lavamos e saímos do banho. Deitamos na cama, exaustos.

— Você disse que queria pizza de calabresa com catupiry, seu safado - me disse Andreza.

— Mas eu não tinha outra intenção - respondi, rindo.

Ela quis deitar de conchinha, ela atrás e eu na frente. Mas eu não fiquei confortável quando ela encostou aquela cobra mole na minha bunda. Ficamos um tempo ali, como namorados.

— Amor - falou ela — vamos pedir a pizza? Tô com fome!

— A minha metade é calabresa com catupiry... - respondi, sorrindo maliciosamente.

Ela quis a metade de costela com queijo. A pizza chegou depois de uma hora. Eu desci pra buscar, deixei-a peladinha no quarto. A minha cabeça fervilhava, processando aquilo. Eu havia chupado um pau...aquela mulher tinha me enganado, mas a experiência estava sendo boa. Eu já tinha gostado muito dela desde que a havia conhecido. Entrei com a pizza e encontrei-a deitada na cama, mexendo no telefone.

— Marcando encontro pra enganar outro homem? - perguntei, alfinetando.

— Não, seu bobo - disse ela, me olhando feliz.

— Você é sem vergonha. Me trouxe aqui enganado. Depois quis remediar me dando o cu. Gozei dentro de você e você gozou na minha mão. Aí no banheiro de novo: me fez chupar seu pau e quis gozar na minha boca. Pra consertar engoliu meu leite.

— Ah, para. Você tá gostando de tudo isso.

— Gostando seria muito - respondi, sentando na cama, deixando a caixa de pizza de lado — estou tendo novas experiências sensoriais.

— Você gosta de usar palavras bonitas pra evitar admitir que gostou. Homens!

Eu ri, abri a caixa de pizza, peguei um pedaço de pizza de calabresa, dei uma mordida sexy olhando pra ela.

— Com uma olhada dessas eu chupava agora seu pau! - disse Andreza - mas você está vestido e a pizza vai esfriar. Vou me comportar.

Colocamos a caixa de pizza na mesa do quarto e sentamos nas cadeiras na varanda, ela com um pijama rosado. O papo fluía. Quando demos por si, a pizza já havia terminado.

Lavamos as mãos, e eu falei que iria descer.

— Não quero dormir sozinha - disse, manhosa.

— Gatinha, amanhã a gente trabalha, esqueceu?

— Dorme aqui comigo, prometo só dormir...

— Não, moça, deixa eu dormir na minha cama...melhor.

Ela me olhou e me deu um beijo. Retribuí, abri a porta do quarto e fui pro meu.

Escovei os dentes pensando no meu dia. Descobri que a colega do trabalho era trans, e caí no conto do vigário. Não queria admitir, mas estava apaixonado pela garota.

— Dorme com Deus, gato 😋!

— Você também, delícia 😋 😋!

Mas não dormi, tive pesadelo, no qual ela me comia... "sente essa calabresa, seu puto!" - gritava ela.

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