Pensei que minha esposa pudesse notar algum vestígio de Gabrielly em nosso quarto. Porém, mesmo que percebesse, ela não teria motivos para desconfiar do que havia acontecido ali. Sem alarde, ela deitou na cama e não demorou a dormir.
Ao amanhecer, senti o raio de sol invadindo pela fresta da cortina, batendo em meu rosto. Lembrei da minha filha sobre mim na noite passada. Por um breve momento, pensei se tratar de um sonho. Olhei para minha cueca manchada e me dei conta de que não tinha sido.
Enquanto me arrumava para trabalhar, eu ainda tentava processar o que havia acontecido.
Cheguei um pouco mais tarde ao trabalho, levei uma bronca do meu chefe. Sentir minha filha se esfregando em mim foi algo que me marcou ao longo do dia. Mesmo que não tenha rolado nada além disso, foi uma experiência perigosa e lasciva. Não podia deixar que isso acontecesse novamente, pois certamente eu não iria conseguir me segurar…
O dia demorou a passar, me fazendo ter uma maior noção do trabalho maçante que tenho.
Ao retornar para casa, minha esposa já estava se arrumando para outro turno de aula. Falou-me que chegaria mais tarde, pois, quando encerrasse seu expediente, iria a uma pizzaria comemorar o aniversário de uma colega de trabalho. Não dei a mínima; quase tudo que minha esposa fazia não me gerava nenhum genuíno interesse. Pelo menos me pouparia de ouvir seus roncos antes de eu ir dormir.
Tomei um banho pensando em não encontrar Gabrielly naquela noite. Não sei qual seria minha reação ao vê-la após o que havia acontecido.
Vesti um short preto de nylon e uma camisa branca surrada. Deitei. Tentei evitar, mas foi impossível não recordar de Gabrielly ali naquela cama, cavalgando sobre mim.
Dali a pouco, ouvi um choramingo vindo da sala. Sabia que era minha filha e não podia ignorar.
Fui até a sala e a vi jogada no sofá, usando um vestido branco. Estava com o rosto afundado na almofada, soluçando. Meu coração de pai apertou.
Sentei ao seu lado e perguntei:
─ O que foi, minha filha?
Ela permaneceu em silêncio. Imaginei que pudesse estar relacionado ao que havia acontecido na noite anterior.
Preocupado, insisti:
─ Você quer conversar?
Após uma breve hesitação de sua parte, ela sentenciou:
─ É que ainda dói muito…
Sem saber ao que se referia, tentei compreender:
─ O que ainda dói? Do que você tá falando?
Ela finalmente tirou sua cabeça do travesseiro e falou:
─ Eu me senti usada, pai! Já faz mais de mês que a gente terminou, mas ainda dói muito.
Eu passei a mão em seu rosto, enxugando uma lágrima. Fiz um carinho em seu cabelo e indaguei:
─ Usada como? Do que você tá falando?
Após um breve silêncio:
─ Tá pai, vou tentar explicar.
Ela se recompôs, respirou fundo e falou:
─ Mas o senhor tem que me prometer que não vai contar pra ninguém, nem pra mamãe.
Eu já estava ficando assustado, mesmo assim prometi:
─ Tudo bem, eu não vou falar.
─ Quando eu tava no cursinho, ano passado, conheci um garoto. Alisson é o nome dele. Ele é bonito, tem o corpo malhado, me chamou atenção de cara. A gente foi se conhecendo, saindo, depois de algumas semanas a gente começou a namorar.
Eu já imaginava que, pela idade, Gabrielly já tivesse tido alguns ficantes, talvez até algo mais sério, mas ela nunca apresentou um namorado para mim, acho que para sua mãe também não. Mas não estava surpreso com ela contando aquilo.
─ Ele tinha esse jeito alegre, brincalhão, tava sempre me fazendo sorrir, me dava atenção. Foi inevitável me apaixonar por ele. Ele fez questão de me apresentar pra família dele. Quase todo final de semana eu ia almoçar na casa dos pais dele.
Gaby falava com a voz suave, cabeça baixa. E eu ainda tentava entender como ela tinha sido usada.
─ Após alguns meses de namoro, eu percebi que a gente não tava avançando, sabe? A gente só ficava nos beijos, nem tocar em meu corpo ele tocava. Eu achava que era por respeito, que ele não ousava mais com medo da minha reação.
─ Ele é evangélico?
─ Não. A família dele é católica. O pai é um ex-oficial do exército. A mãe é dona de casa. Ambos são muito conservadores.
─ Entendo. Continua.
─ Depois de quatro meses de namoro sem rolar nada mais quente entre a gente, eu me vi na posição de questionar ele. Ele era meu primeiro namorado, e eu virgem, então dá pro senhor imaginar o quanto que eu queria que as coisas avançassem, sabe?
─ Sim, Gaby, compreendo perfeitamente.
─ Então… Teve um dia que a gente tava no quarto dele e eu o questionei. Perguntei se era algum problema comigo, se tinha alguma coisa em meu corpo que ele não gostava, e ele simplesmente disse que ainda não estava preparado.
Minha filha é uma gata! Tenho certeza que qualquer um que a namorasse ia querer rapidinho levá-la para a cama. Continuei escutando suas palavras:
─ Depois dessa conversa, a gente continuou junto, mas senti ele se afastar. Em alguns momentos até me evitava. Eu achava que ele tinha outra e não queria me falar. Então passei a observar quando ele colocava a senha no celular. Não demorei a descobrir. Certo dia, enquanto eu estava na casa dele e ele foi tomar banho, eu vi o que tinha no smartphone dele. Eu não estava preparada para ver o que eu vi.
─ Você viu conversa dele com outra?
─ Não, pior que isso. Vi alguns vídeos dele com um cara. Parecia ser um pouco mais velho que ele. Ficavam se beijando, tocando. Tinha vídeos deles dois pelados numa cama grande, um quarto com luzes vermelhas, fazendo coisas…
Nesse instante ela voltou a chorar. Assoou seu nariz e falou:
─ Quando ele voltou do banho, eu ainda estava tremendo. Não sabia o que fazer. Ele tentou negar, mas no final ele apenas implorou pra eu não falar nada pros pais dele, que ele só tava comigo pra família acreditar que ele gostava de mulher.
─ E o que você fez depois disso?
─ Isso aconteceu no mês passado. Eu tentei sumir da vida dele. Cortei totalmente o contato. Voltei pra cá, mas parece que ele não some da minha vida. Isso continua doendo, sabe? Eu tento não pensar no que aconteceu, levar uma vida normal, mas hora ou outra isso vem à tona e ainda me machuca muito.
─ E por que você nunca tinha comentado isso comigo ou com sua mãe antes? A gente nem sabia que você tinha namorado.
─ Eu não falei por vergonha. Eu imaginava que se vocês soubessem que eu tava namorando, iam ficar preocupados com meus estudos. Talvez achassem que eu não estivesse focando o bastante.
─ Você não precisava ter se preocupado com isso. Você sabe que em qualquer circunstância eu vou apoiar você.
Naquele instante, a tomei em meus braços, escutando seus soluços. Pensei em tudo o que tinha acontecido e no que ela havia acabado de falar.
Isso deve ter ferido a feminilidade dela de tal forma... Não deve ser fácil uma mulher ser trocada por outra mulher. Mas imagino que seja muito pior ser trocada por outro homem. Agora eu entendia por que ela dizia que tinha sido usada.
Fiquei me indagando: "Onde será que eu errei como pai?". Será que, de alguma forma, eu contribuí para que isso tenha acontecido e ela estivesse sofrendo? Se aqui na minha cidade ao menos tivesse escolas melhores, ela nunca teria ido para a capital. Mas enfim, o estrago já estava feito. Não tinha mais como remediar.
Ela ficou alguns minutos em meus braços em silêncio, e eu apenas acariciava seus cabelos. Eu não sabia mais o que dizer. De repente, senti suas mãos apertando meus braços, minhas costas, e então ela me questionou:
─ Me ajuda a esquecer ele, pai?
─ Te ajudar como?
─ O senhor sabe que horas a mãe volta?
─ Acho que depois das dez. Hoje ela falou que vai chegar mais tarde. Por quê?
Ela fez um longo silêncio. Ainda com a cabeça recostada em meu peito, sussurrou:
─ Fica comigo hoje? Deixa eu sentir o senhor?
Senti um calafrio naquele momento.
Lembrei do que havia acontecido no rio, na noite anterior e das ocasiões em que ela ficava reclusa e, de certa forma, as coisas começaram a fazer sentido para mim. Mas não podia fazer o que ela estava me pedindo, talvez piorasse o que ela estava passando. Então fui enfático:
─ Não, Gabrielly. Eu sou seu pai. Eu entendo o que você quer, mas eu não posso te dar. Tenho certeza que você encontrará outra pessoa que vai te dar o que você deseja.
Naquele momento, senti sua mão passar por cima do meu short. Não havia mais vestígios de choro em seu rosto. Seu olhar era de ternura e desejo. Então ela murmurou:
─ Se o senhor não quer, por que ele tá tão duro assim agora?
Fiquei sem reação. Eu a negava com palavras, mas meu corpo me traía logo em seguida. Aquela sensação de culpa e de algo proibido voltou à minha cabeça, então expliquei:
─ Marya Gabrielly, além de ser seu pai, não quero que você pense que estou me aproveitando de seu estado vulnerável.
─ Mas sou eu que tô te pedindo, pai! Por favor!
Ela já não passava a mão por cima do meu short. Colocou sua mão por dentro da minha cueca. Ficou acariciando, sentindo a extensão e a firmeza. Ela olhou para mim e suas lágrimas já tinham se esvaído. Sua expressão começou a mudar para de uma menina sapeca. Ela sorriu novamente daquele jeito malicioso; era a terceira vez que eu via aquele sorriso.
Senti os pelos do meu braço eriçarem, acompanhado por um frio no estômago. Na dúvida se acatava o pedido de minha filha, minhas mãos começaram a tremer.
Sim, meu pau já estava duro e com muita vontade. Mas era uma linha difícil de cruzar. Eu queria e, ao mesmo tempo, evitava. Fiquei sem saber o que fazer. Gabrielly, com sua mão segurando minha pica, sussurrou:
─ Por favor, pai. Me aceite. Me aceita só uma vez, por favor, nos seus braços...
─ Você não sabe o que você está pedindo, Gabrielly.
─ Eu sei sim, pai. Eu escolhi o senhor. Quero que a minha primeira vez seja com o senhor.
Ela pegou em minha mão direita e a levou por debaixo de seu vestido, conduzindo minha mão até sua calcinha.
Instintivamente, acariciei o volume sob o tecido, sentindo um pouco da umidade e da textura.
Um calor tomou conta de mim. Fui pego por aquela sedução irresistível e enfiei meus dedos por dentro de sua calcinha. Me senti um adolescente irresponsável outra vez. Ouvi em minha mente uma voz dizendo para eu pular de olhos fechados. Não tinha como eu ter um pingo de razão naquele momento. Então, como uma flecha em direção ao alvo, me entreguei àquele nebuloso desejo.
Enquanto nossas mãos acariciavam um ao outro, nossos rostos naturalmente começaram a se aproximar, e não tardou que nossos lábios se encontrassem.
Foi um beijo molhado e quente. Senti seu hálito fresco para, momentos depois, nossas línguas se encontrarem e entrelaçarem.
Minhas mãos continuavam tremendo e meu coração acelerou. Eu baixei o tomara-que-caia que ela estava usando e pude contemplar os seus lindos seios outra vez. Os bicos estavam duros, meus dedos não cansavam de acariciá-los enquanto nossos lábios não desgrudavam. A lembrança desse beijo em minha filha é algo que nunca esquecerei.
Aos poucos, a mão pequena de Gabrielly foi retirando meu short e minha cueca, me deixando totalmente exposto. Ela ficou observando meu pau, acariciando-o com suavidade; ele já estava todo babado.
Ela foi adiante e tirou minha camisa. Ali mesmo, no sofá, fui retirando seu vestido por cima e, enfim, tirei sua calcinha vermelha.
Admirei seu corpo nu à minha frente; já o tinha visto antes de relance, mas nunca totalmente. Agora estava bem à minha frente, podia contemplar os detalhes. Sua buceta volumosa, com alguns pelos bem aparados adornando-a, seus seios firmes e pontudos. Sua coxa grossa e macia. Seu cheiro inebriante. Tudo nela era perfeito! Era uma donzela que estava pronta para ser tomada pela primeira vez.
Passei meus dedos em sua buceta, estimulando suas zonas erógenas. Não demorou e senti o néctar descendo.
Não resisti e provei seu mel com minha língua, deslizando pelas suas curvas. Abri suas pernas e lambi cada centímetro, tentando enfiar minha língua lá no fundo. Os gemidos começaram a tomar forma e volume.
Eu estava extasiado, enfeitiçado pelo luxurioso corpo de minha filha. Eu sabia que poderia me arrepender depois, mas o meu raciocínio era fugaz.
Aumentei o ritmo e a pressão da chupada, pegando firme em suas coxas e na polpa de sua bunda. Nesse momento, senti suas mãos segurarem firme nos meus cabelos. Para mim, aquilo foi um pedido, então acelerei o ritmo da chupada.
Ter a minha filha ali, na minha boca, se remoendo de prazer, foi algo que me encheu de tesão. Acho que nunca fiquei tão excitado antes. Gabrielly não parava de gemer e suspirar, até que disse:
─ Vai, pai, mete logo!
Aquele pedido era como uma súplica! Mas ele cortaria de vez o elo que nós tínhamos. Eu não iria deixar de ser seu pai, mas tudo iria mudar. Talvez ainda houvesse tempo para voltar atrás, mas algo me dizia que já era tarde demais.
Nervoso e inquieto, abri mais suas pernas e me pus por cima dela. Deslizei meu membro rígido em sua buceta molhada e, antes de enfiar, quis saber:
─ Você faz carinho nela quando tá sozinha, né?
─ Faço.
─ Já enfiou algum dedinho nela?
─ Só um. Fico com receio de colocar mais…
Eu queria que a primeira vez da minha filha não fosse dolorida. Talvez ainda estivesse com seu hímen intacto, então fui bastante carinhoso e paciente com ela. Falei:
─ Fica relaxada que eu vou colocar devagar.
Ela estava molhada, ainda assim, muito apertada.
Empurrei lentamente e senti a resistência de seu hímen. Gaby me abraçava com suas pernas, como se quisesse que eu fosse mais fundo. Meti mais e ela soltou um gemido agudo, cravando suas unhas em meu braço. Aquilo doeu, mas continuei pressionando, centímetro por centímetro, sentindo as paredes de seu interior se abrindo pela primeira vez para mim.
Quando finalmente entrou todo, o mundo se dissipou.
Tirar a virgindade de Gaby era como se eu a estivesse marcando para o resto da vida. Era como se estivéssemos fazendo algo proibido e puro, algo que só poderia acontecer entre eu e ela e mais ninguém.
Seus olhos estavam fechados, sua respiração era acelerada. Os seios quase não balançavam de tão firmes que eram. Os gemidos dela eram agudos e prolongados. Seu interior era apertado, um calor úmido envolvia meu pau. A pele da bochecha enrubesceu, uma expressão enigmática tomava seu rosto, em uma mistura de dor, prazer e alegria.
Eu já tinha alguns anos nas minhas costas, havia vivido muita coisa, mas nada se comparava àquilo.
Comecei a meter mais fundo e um pouco mais rápido, fazendo-a se acostumar com meu pau dentro dela. Com a voz entrecortada, ouvi ela dizer:
─ Assim, pai, mete bem gostoso assim…
Continuei fazendo do jeito que minha filha tava gostando.
Escutando o ranger do sofá, eu tirava meu pau e colocava de novo, ouvindo um chiado de prazer que saía da boca dela. As janelas estavam todas fechadas, o calor tomou conta da sala e meu corpo ficou encharcado de suor. Algumas gotas caíam sobre Gaby.
Pele com pele, enquanto eu fodia lentamente a sua buceta, ela deixou escapar:
─ Ai, pai, que delícia!
Tudo parecia um sonho e eu já não queria mais acordar.
Continuei mantendo o ritmo e seu corpo estremeceu. Percebi pequenas convulsões e os gemidos aumentaram. As paredes da sua buceta pareciam me apertar mais. Acho que estava tendo um orgasmo; a mãe dela quando goza é desse jeitinho.
Minha excitação aumentou. Acelerei o ritmo das estocadas e me dei conta que não iria conseguir me segurar por muito tempo. Sussurrei para ela:
─ Acho que vou gozar, Gaby!
Ela acariciou minha cabeça e disse entre gemidos:
─ Vai pai, fica tranquilo, pode gozar dentro.
─ Tem certeza?
─ Vai!
Eu gozei forte, sentindo meu pau latejar enquanto ela tremia debaixo de mim.
Ainda dentro dela, só conseguia pensar que nunca tinha sentido um prazer tão cru e intenso antes. Lógico, era minha filha, e fazer sexo com ela foi algo complexo e profundo que mal consigo descrever minimamente por meio das palavras.
Ainda por cima dela, com meus braços prestes a ter uma cãibra, Gaby sussurrou:
─ Ah, pai... Obrigada...
Ao dizer isso, uma lágrima escorreu do seu rosto. Enxuguei a lágrima e dei um beijo em sua testa.
Deitei ao seu lado e ficamos um pouco abraçados no sofá. Não dissemos mais nada.
Um silêncio tomou conta da sala, cortado apenas pelo barulho do motor da geladeira ligada.
Muitas coisas devem ter passado pela cabeça dela, pois pela minha passaram. Não queria estragar aquele momento falando que a mãe dela poderia chegar a qualquer minuto, então apenas sugeri:
─ Você não quer tomar um banho e descansar no seu quarto?
Ela sentou no sofá, pegou suas roupas do chão, me deu um beijo na testa e foi para o banheiro.
Um sentimento de culpa e medo começou a pairar sobre mim. Eu estava incerto sobre como seria nosso relacionamento dali em diante. Eu temia ter destruído o relacionamento de pai e filha que eu tinha com Gabrielly.
Quando minha esposa chegou naquela noite, eu ainda estava acordado na cama. Fingi dormir para não ter que encará-la após o que havia acontecido.
Nos dias que sucederam, tanto eu quanto ela não tocamos no assunto. Passei a evitar minha filha dentro de casa o máximo que eu podia. Eu tentava fugir da vergonha e da culpa, mas não era fácil.
Dali a algumas semanas, ela voltou para a casa dos seus avós, para tentar novamente mais um período de estudos.
Voltamos a nos falar quase que normalmente, mas havia algo diferente. Era como se, a todo momento, ela e eu pisássemos em espinhos.
Não tocamos naquele assunto. Aquela noite ficou guardada apenas para nós dois. Foi algo que me marcou profundamente, e tenho certeza que também marcou minha filha.
Passados mais de dois meses do seu retorno para Teresina, ela me enviou uma mensagem perguntando se eu podia mandar dinheiro para ela vir passar o feriado da Semana Santa em nossa cidade. Eu disse que mandaria sem problemas. Também perguntou se a gente podia ir na chácara novamente. Eu indaguei: "Com sua mãe também?". E ela respondeu: "Não, só nós dois".
FIM
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Espero que tenham gostado.
Estou trabalhando em um novo conto, mais longo que os já postados aqui, envolvendo uma funcionária, seu namorado e o patrão dos dois. Não será um trisal, será uma furada de olho mesmo do chefe. Daqui a algumas semanas sai.
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