Eu sempre fui assim: uma ninfeta com fome de pica. Meus vinte e poucos anos são movidos a libido, e meu corpo é o meu templo de pecado. Com 1,54m, eu sou aquele tipo de "compacta" que deixa qualquer homem maluco: seios fartos que saltam de qualquer blusa, uma cintura fininha que contrasta com um quadril largo e uma bunda gigante, esculpida por sete anos de academia e muito agachamento. Meus cabelos loiros, longos e lisos, descem como uma cascata até a minha bunda, e meus olhos azuis escondem a malícia de quem já experimentou de tudo, mas que nunca está satisfeita.
Tudo começou com um vídeo pornô. Eu amo assistir, não só pelo prazer, mas para aprender novas formas de ser possuída. Quando vi aquelas mulheres com piercings na buceta, senti um calafrio subir pela espinha. Eu precisava daquela joia brilhando no meu clitóris, sentindo o metal pulsar junto com a minha vontade.
Fui pesquisar e encontrei dois Studios. Como a pandemia ainda deixava rastros e as máscaras eram comuns, aproveitei o disfarce para visitar os lugares sem ser reconhecida. O primeiro era impecável: branco, iluminado, com aquele cheiro de álcool e esterilização que passa confiança. Mas o que realmente me chamou a atenção foi o dono. Alto, careca, com uma barba densa e bem cuidada. Olhei para ele e, instantaneamente, meu radar de "roludo" apitou. Eu julgo, sim, e aquele homem tinha toda a pinta de carregar um canhão nas calças.
Fiz o orçamento, tirei as dúvidas, mas fingi que ia pensar e visitar o outro Studio. Foi aí que ele jogou a isca. Ele viu a minha carinha de safada, notou como eu olhava para a região da cintura dele e, com medo de perder a chance de devorar essa ninfeta, fez a proposta: piercing e uma tattoo pequena de graça... em troca de um "chá".
Eu quase molhei a calcinha ali mesmo. "Fechado", pensei. Marquei para o dia seguinte. Não precisava me preocupar com depilação; eu vivo lisinha, pronta para qualquer emergência sexual.
No dia seguinte, cheguei pontualmente. Assim que entrei, ele girou a placa para "FECHADO" e trancou a porta com um estalo que ecoou como um convite. Ele não me levou para a maca do Studio; ele me guiou para os fundos, subindo as escadas que davam direto na casa dele. Antes mesmo de chegarmos ao topo, ele me prensou contra a parede.
O beijo foi bruto, molhado, com gosto de desejo acumulado. As mãos dele, grandes e fortes, desceram com tudo para a minha bunda gigante, apertando a carne com força e distribuindo tapas estalados que me fizeram soltar gemidos altos e agudos. Eu me contorcia nos braços dele, sentindo a urgência do seu corpo contra o meu.
Ele me carregou no colo até o quarto, jogando-me na cama. Sem perder tempo, ele arrancou minha roupa e mergulhou o rosto entre minhas coxas grossas. Quando a língua dele encontrou meu clitóris, eu arqueei as costas, sentindo a barba dele roçar a pele sensível da minha buceta, criando uma fricção deliciosa que me deixava louca. Ele chupava meu grelinho com vontade, alternando entre lambidas longas e sucções intensas, enquanto eu agarrava os lençóis, implorando por mais.
Então, ele se ergueu e libertou a fera. Que injustiça! O que ele não tinha de cabelo na cabeça, ele tinha de sobra ali embaixo. Era uma pirocona imensa, grossa e pulsante. Embora eu prefira os lisinhos, o tamanho daquela rola me deixou hipnotizada.
Ele deslizou a camisinha e, sem qualquer preliminar suave, meteu com tudo. O impacto foi seco, profundo, preenchendo cada milímetro do meu canal. O filho da puta começou a me foder com brutalidade, alternando estocadas profundas com tapas certeiros no meu rosto, me marcando como a putinha que eu sou.
"Você gosta dessa pica, não gosta, ninfeta?" ele rosnava enquanto me massacrava. Mudamos de posição. Eu montei nele, cavalgando aquela rola grossa, sentindo-a bater no meu colo a cada descida. Eu rebolava, quicava com vontade, sentindo as mãos dele apertarem meus seios fartos e minha cintura fina, enquanto eu gritava de prazer, sentindo que ele ia me rasgar ao meio.
Quando ele sentiu que estava no limite, me mandou ajoelhar. Como sou uma putinha obediente, desci rapidamente. Ele agarrou meus cabelos loiros, puxando minha cabeça para trás enquanto descarregava aquela carga imensa de porra na minha cara. O jato era forte, quente, escorrendo pelo meu rosto, pingando nos meus peitos e sujando até meus cabelos. Eu olhei para cima, com os olhos azuis arregalados, sentindo o cheiro do gozo dele enquanto limpava a boca com a língua.
No final, ele cumpriu a parte técnica. Com mãos firmes e precisas, colocou o piercing na minha buceta e tatuou um foguinho provocante bem na "testa" da minha periquita.
Saí de lá flutuando, com o corpo dolorido do jeito que eu gosto e a sensação de ter sido completamente usada. É claro que voltei outras vezes para fazer mais tattoos... e para pagar a "entrada" com o meu corpo. Afinal, quem seria o louco de abrir mão de foder uma ninfetinha tarada que ama pica?
