O Peitoral do Valentão - Parte 3

Um conto erótico de MuscleLover
Categoria: Gay
Contém 1388 palavras
Data: 27/05/2026 01:25:02

As pontas dos dedos atingiam minha próstata com força, fazendo-me revirar os olhos e ver estrelas.

— Isso! Bem aí! — Rebolei nos dedos longos, me fodendo neles. — Mais, por favor!

Ainda não podia acreditar que eu estava na cama do meu filho com meu rabo sendo alargado pelos dedos talentosos de Bruno!

A princípio, quando ele sugeriu que fizéssemos isso aqui, neguei na hora, mas bastou eu dar uma olhada naqueles peitos e de repente parecia a melhor ideia do mundo!

— Por favor, Bruno! Preciso sentir você dentro de mim!

— Quem diria que você fosse ser tão sedento por pau. — Bruno riu. — Já que quer tanto.

Olhei admirado enquanto Bruno abria o frasco de lubrificante e cobria todo o pau gigante.

Ele subiu em cima de mim e senti a ponta do cajado contra meu buraco.

Suspirei em antecipação.

— Preparado?

— Sim! Por favor, sim!

Bruno sorriu e empurrou. A pressão no meu buraco cresceu até a cabecinha rosada me invadir devagar, esticando meu rabo até o limite!

Gritei numa mistura de dor e prazer.

Eu tava sendo arrombado na cama do meu filho!

Bruno continuou avançando, grunhindo e bufando. Tudo que eu podia fazer era aceitar aquele pau enorme como um bom putinho.

— Isso, porra! Cuzão apertado do caralho! — Bruno gemeu, enfiando-se até o talo.

Eu nunca me senti tão cheio.

Todos os nervos do meu reto estavam em chamas com dor e prazer ardente.

— Puta merda! Você é tão grande! — Choraminguei.

Bruno puxou pra fora, deixando apenas a cabeça dentro e então meteu sem do.

Minha visão ficou branca.

Meus olhos reviraram.

Abri a boca num grito silencioso.

Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt!

— Aaahmm… Aaahmm! Po-Porra! Bruno!

— Nnngh… Sim? Uhhmm… Tá gostando, porra? Uhhggg… Tá gostando da minha pica, seu puto?

O ritmo dele era brutal. Bruno metia com tanta força que estava balançando a cama. A cabeceira batia na parede.

Trumptt! Trumptt! Trumptt! Trumptt! Trumptt! Trumptt! Trumptt!

Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt!

Nossos gemidos se misturavam numa cacofonia depravada. O cheio de sexo tomava conta do quarto.

Meu filho ia dormir nessa cama, em cima dos fluidos corporais dessa transa selvagem. Isso era tão fodidamente gostoso!

— Mmmgh… Esse cuzão apertado! Rhgh! Ughh! Vou gozar na sua boceta! — Bruno deu um tapa na minha bunda.

— Auogh! Auogh! Auogh! Sim… Goza dentro de mim, porra! — Me empurrei contra as estocadas de Bruno.

Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt!

Percorri o corpo de Bruno com os olhos. Assisti metade do pau grosso sair do meu cu e então voltar com força. Ele atingia meu interior, me sacudindo pra frente e pra trás enquanto me empurrava no colchão. A ponta do pau atingiu algo dentro de mim e minha visão explodiu em estrelas.

Ele ia me fazer gozar!

Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt!

Meu pau balançava inútil de um lado pro outro, duro e vazando pré-gozo sem parar, pintando minha barriga com o líquido claro.

— Oh sim? Meu novo papai quer gozar? — Bruno riu. — Isso! Goza pra mim! Goza pro teu filho!

Não esperava que Bruno fosse trazer esse tipo de fantasia à tona, mas me deu tesão pra caralho. Comecei a pensar no Bruno como meu filho. Eu tava sendo fodido pelo meu garoto. Estávamos fazendo sexo incestuoso desavergonhado. Meus gemidos tão altos que tinha o perigo de até os vizinhos escutarem.

Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt!

Bruno disparou os quadris ainda mais rápido, com uma força ainda mais impressionante enquanto tentava foder o esperma pra fora de mim.

Meus gemidos ficaram mais altos. Mal conseguia respirar. Toda vez que puxava o doce ar almiscarado, Bruno atingia minha próstata, expulsando o ar dos meus pulmões.

— Ooogghh! Ahhhh! Aaaahhmm! Porra! Porra! Porra! — Gritei como uma estrela pôrno!

Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt!

— Ngh! Ngh! Sim! Sim! Goza pra mim, papai! Goza no pau do teu filho! Ughmm! Vamo lá! Vamo lá!

Solucei e choraminguei, sentindo o orgasmo se aproximar cada vez mais a cada batida da pele desse jovem garanhão na minha.

— Gozuhhhh! Vou… Aughhhh! Nghhh! Nghhhh! — Comecei a hiperventilar.

E então gozei.

— Huuuuaaahhh! Aaauuhhh! Ahhh! — Gritei com um sorriso bobo.

Meu pau disparou a maior carga da minha vida, alguns até atingiram meu rosto.

— Aungh! Sim! Isso, caralho! Uhhgh! Adoro esse cuzão apertado! Goza no meu pau, papai! Goza nesse pau! Isso!

Fui reduzido a um corpo trêmulo de puro instinto e sensações. Eu estava tão estimulado, meu cérebro virando mingau a cada golpe do pau de Bruno.

Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap!

Bruno agarrou minha cabeça e me fez olhar para os peitos saltitantes dele.

— Me escute com atenção, papai! O que vou dizer agora é a coisa mais importante que você já escutou em toda sua vida. — As palavras de Bruno penetravam minha mente mole, fixando-se sem esforço. — Eu sou seu filho de verdade. Você é meu pai. Todas as lembranças de pai e filho que você tem com Thiago, eu estava lá também, fazendo parte. Você não tem dúvidas que eu sou seu filho mais velho legítimo, não importa se não estou em nenhuma das fotos da família ou que qualquer outro membro da família diga o contrário. Eu sou seu filho e você é o meu pai.

Minha cabeça doeu. Uma onda de memórias surgindo uma atrás da outra e memórias antigas se ajustando.

18 anos atrás, uma mulher apareceu na porta de casa com um bebê nos braços que ela dizia ser meu filho. Ela disse que havíamos ficado numa festa, ambos bêbados demais para pensar nas consequências. A princípio eu fiquei sem reação, mas aceitei conversar com ela. Ela disse que não queria ficar com a criança e por isso veio atrás de mim. Obviamente contei tudo pra minha esposa, que estava grávida de Thiago na época. Amanda não recebeu bem a notícia da minha traição no início, mas me perdoou com o tempo. Decidimos aceitar o bebê, Bruno, o nome que a mãe escolheu pra ele. E semanas depois, quando Thiago nasceu, nossa família parecia perfeita.

Lembrava de cada aniversário. Meus dois meninos brincando juntos. Quando Amanda morreu, eu os consolarei e eles me consolaram.

E então um novo conhecimento me atingiu como uma pedra.

Eu transei com o meu filho!

Porra! Porra! Porra!

Meu corpo gelou e me senti mal. Bruno percebeu.

— O que foi, pai?

— E-Eu… Nós… Você é meu filho! E nos fizemos sexo! — Empalideci. Ainda sentia o pau dele enterrado dentro de mim e tentei me afastar, mas Bruno me segurou. — Isso é errado! Não deveríamos ter feito isso! Você tem que sair de cima de mim, parceiro.

Bruno balançou os peitos e meus olhos foram atraídos pra eles na hora.

— Tá tudo bem, pai. — Bruno colocou as mãos atrás da cabeça e empurrou os peitos pra frente, os fazendo parecer maiores. — Não tem problema eu ser seu filho e ter transado com você. Na verdade, isso só te deixa mais excitado, afinal…

Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt! Plapt!

Bruno voltou a meter em mim com força.

— ...você é um pai pervertido, depravado e incestuoso que ama foder e ser fodido pelos proprios filhos!

Algo em mim estalou.

Gozei de novo!

— Auugh! Filho! Ahhggh! Isso! Me fode! Fode seu papai, filhão! Goza dentro de mim!

Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap!

— Nght! Nght! Vou gozar, pai! Ughh! Aaahg! Vou gozar na sua buceta, papai!

— Ahhh! Ahhh! Sim! Sim! Goza na buceta do papai!

Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap!

Twight!

— Uuuuurghhhh! Aaaauuoohh! Nngh! — Bruno rugiu alto.

O experma jovem quente me preencheu e eu gemia em êxtase. Ele apertou os quadris com toda força contra minha bunda enquanto o gozo escorria do meu cu.

— Que porra é essa!? — Escutei o grito estridente da porta.

Levantei a cabeça e sorri para Thiago, que estava parado na porta, em choque e de queixo caído.

— Oi, campeão. Como foi a escola?

Nota do autor: Era pra essa parte ter sido a última, mas eu acabei não gostando da primeira versão que escrevi do final, então acabei reescrevendo e decidindo por estender o final por mais um capítulo, então vamos terminar oficialmente na parte 4.

Espero que tenham gostado e estejam se divertindo tanto quanto eu. Aceito suas críticas e feedback com prazer, então não deixem de comentar.

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Foto de perfil de MuscleLoverMuscleLoverContos: 7Seguidores: 21Seguindo: 1Mensagem Um jovem escritor e leitor de contos eróticos gays. Adoro ler e escrever vários tipos de fetiches, principalmente histórias com homens musculosos, mudança de orientação sexual, hipnose, lavagem cerebral e cuckold. Se quiser falar comigo, entre em contato pelo meu e-mail: didioliveira082@gmail.com

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