Namorados casados

Um conto erótico de HenryLeandro
Categoria: Homossexual
Contém 3201 palavras
Data: 26/05/2026 22:22:53
Última revisão: 27/05/2026 06:02:38

Era sábado, mas eu não tinha a menor vontade de sair de casa. A semana no escritório de contabilidade foi de puro estresse, minha mente estava esgotada. Eu só queria descanso, mas a minha mulher tinha arranjado um programa para fazermos à noite. Mesmo sem ânimo, não coloquei obstáculos, para não deixá-la aborrecida.

Eu e Rose nos conhecemos na faculdade; ela foi minha primeira e única namorada. Sempre fomos muito amigos, algumas pessoas diziam que parecíamos irmãos. Estávamos casados há seis anos. Nossa vida era muito tranquila — até mais do que eu gostaria. Não sei se ela também pensava nisso, mas o tesão entre a gente, que nunca foi grande, esfriava mais e mais a cada dia. Sei que isso acontece com outros casais, mas era estranho que passássemos uma, duas semanas, até um mês sem transar. E nenhum dos dois parecia sentir falta de sexo.

Aos trinta e um anos, Rose era uma mulher muito bonita. O corpo esguio, o rosto delicado e os cabelos loiros lhe davam uma aparência sofisticada e sedutora. Eu a admirava muito e ficava orgulhoso por saber que vários homens gostariam de estar no meu lugar. Eles ficariam surpresos se soubessem o quanto era monótona nossa vida na cama. Literalmente, a gente gostava mesmo era de dormir juntos.

Era isso que eu pretendia fazer nessa noite de sábado, mas estava me arrumando para sairmos. Sentada na frente da cômoda, Rose fazia uma complicada maquiagem. De costas para ela, passei um creme no peito, na barriga e nas coxas; sempre cuidei bem da pele. Olhando para o espelho, vesti uma cueca slip preta e ajeitei a pica para o lado. Com cuidado para não amarrotar, vesti a calça cor marfim.

Disfarçadamente, admirei minha figura. O volume na frente ficou discreto, porém gostoso. Atrás, ficou como eu queria: na calça de alfaiataria, minha bunda parecia maior. Ao passar a mão nela, senti vontade de comer. Modéstia à parte, meu rabo era uma tentação.

Rose gostava de pegar e de dar tapas na bunda do maridão. Porém, para lamber o meu rego e beijar o meu cu, ela nunca se mostrou interessada. Parece que tinha nojo, mesmo sabendo que eu prezava muito pela higiene.

Fui um menino da bundinha arrebitada e, desde a adolescência, malho os glúteos na academia. Mesmo sem ter alguém para brincar com essa parte do meu corpo, sinto prazer em ser um macho que, além de caralhudo, é rabudo.

— Vamos, Henry. Já terminei a maquiagem e você está aí se admirando. Estamos atrasados, meu bem.

Eu estava tão distraído curtindo minha bunda e minha rola guardadas na calça, que até fiquei envergonhado quando Rose chamou a minha atenção. Sem perder tempo, vesti a camisa preta de manga longa, calcei os sapatos e arrumei os cabelos para o lado. Finalizando a produção, passei o pente na barba e borrifei perfume atrás das orelhas.

— Estou pronto, meu amor. Será que farei bonito diante dos seus amigos?

Pegando na minha mão, ela deu um beijinho na minha boca e me arrastou para fora do apartamento.

— Está lindo, Henry. Acho que Ester só não vai dar em cima de você porque o marido dela é muito ciumento. Adoro minha amiga, mas ela é muito atirada. Leandro vai ficar de olho nela e eu vou ficar de olho em você.

Fazendo cara de ofendido, estacionei na frente do elevador.

— Se é pra ter problema, prefiro ficar em casa.

Puxando-me para dentro do elevador, ela abriu um sorriso.

— Estou brincando, bonitão. Ester e Leandro só têm olhos um para o outro. Será um tranquilo encontro de casais.

Ao falar isso, ela olhou para o meu reflexo no espelho e fez um elogio.

— Ficou perfeita essa calça. Atrás e na frente, justa na medida certa. Meu maridão é bem dotado indo e voltando.

— Deixe de graça, Rose. Eu fico envergonhado com essas conversas suas.

Dentro do carro, ficamos à vontade para falar bobagens. O trânsito do começo da noite estava tranquilo, logo chegamos ao bar. De longe, Rose viu a amiga. Assim que nos aproximamos, o casal se levantou para nos receber.

Ester devia ter uns quarenta anos, era baixinha, cheinha de corpo, muito bonita e elegante. Ela e Rose trabalhavam juntas numa imobiliária e se davam muito bem. Como se estivessem há anos sem se ver, as duas se abraçaram e uma deu beijos estalados no rosto da outra. Quando se soltaram, elas colocaram os maridos na conversa.

Gostei do jeito de Ester, nosso aperto de mão foi delicado e sorridente. Depois de pegar na mão da minha esposa, o moço chamado Leandro olhou no fundo dos meus olhos e apertou com firmeza a minha mão.

— Então, grande Henry? Tudo bem mesmo, não é? Gostei do seu jeito de se vestir. Acho que estou precisando de umas aulas.

Leandro também estava bem arrumado, falou isso só para descontrair. O sorriso dele era tão bonito, que eu também sorri. De mãos dadas no meio do bar, nós nos esquecemos do mundo.

— Rapazes, vamos sentar. A noite está só começando.

A voz de Ester nos trouxe à realidade. Sem guardar o sorriso, eu e Leandro soltamos as mãos e puxamos as cadeiras para as moças se sentarem. Acomodados em torno da mesa, pedimos drinks e passamos a conversar sobre assuntos aleatórios.

Em pouco tempo, as amigas estavam comentando situações do trabalho e rindo delas mesmas e dos colegas. Estávamos numa mesa perto da janela, dava para ver a avenida que se estendia na frente do mar. Olhando para o trânsito, eu e o doutor Leandro — ele era advogado — encontramos nosso primeiro assunto em comum: adorávamos carros. Não demorou para que o nosso papo ficasse mais animado que a conversa das nossas esposas. Quando começamos a gargalhar, elas se levantaram.

— A música está animada demais. Vamos sacudir o esqueleto, gente.

Eu não estava com vontade, mas me deixei levar pela empolgação da minha mulher e da amiga dela. Formando um pequeno círculo, ficamos os dois casais se requebrando no ritmo da música eletrônica.

As batidas aceleraram e nos soltamos cada vez mais. Rose e Ester pareciam estar disputando para ver quem dançava melhor. Contagiados pela energia delas, eu e Leandro jogamos os braços para o alto e, quebrando o corpo de um lado para o outro, ficamos mexendo a bunda.

Misturados com as muitas pessoas que ali estavam, perdemos de vista as nossas esposas. Sem nos preocuparmos com elas, passamos a dançar um na frente do outro. Não estávamos bêbados, mas ríamos sem parar. Era como se a pista fosse só nossa.

Leandro parecia ter a minha idade, era um pouco mais alto e mais musculoso que eu. O peitão e os braços se destacavam dentro da camiseta vinho de manga longa. A barba, maior que a minha, era tão bem cuidada, que tive vontade de tocar. Acima dos lábios grossos e rosados, o bigode cheio tinha um aspecto macio. Os olhos fundos e o narigão fino lhe davam um ar de homem autoritário.

Nunca fui invejoso, por isso achei estranho estar analisando aquele homem. Leandro era um cara bonitão, mas eu não ficava para trás. Formávamos uma bela dupla. Não era sem motivos, que estávamos recebendo diversos olhares. Girando um braço em torno do outro, ele falou alguma coisa que não consegui ouvir. Aproximando o rosto do meu, ele falou quase dentro da minha boca.

— Você dança bem pra caralho, Henry. Está me dando aula.

Segurando no ombro dele, falei perto do ouvido.

— Você também é fera. A gente é foda na pista, Leandro.

Rindo de nós mesmos, um mostrou ao outro o quanto sabia mexer o corpo. No melhor da festa, fomos surpreendidos por nossas parceiras.

— Aqui estão eles, Rose! Esses meninos são um perigo! Sem a gente por perto, eles se soltam no mundo.

Como se tivéssemos sido pegos em flagrante, eu e Leandro nos afastamos um pouco. Colocando-se no meio da gente, Rose e Ester entraram no nosso ritmo.

Depois de muito dançar, voltamos para a mesa. Comendo petiscos e tomando coquetel, ficamos conversando besteiras e curtindo a música. Perto de irmos embora, as mulheres pediram licença para ir ao banheiro. Sozinhos, eu e Leandro voltamos a nos olhar como se ainda estivéssemos na pista.

— Vou falar a verdade, Henry: eu não estava com vontade de sair nesta noite. Ester insistiu muito; ainda bem que eu cedi. Por pouco, não perdi a oportunidade de conhecer você.

O riso foi involuntário; eu quase engasguei com um gole de coquetel. Sorrindo para mim, Leandro esperou que eu conseguisse falar.

— Cara, parece que você tirou as palavras da minha boca. Ainda bem que passei por cima do tédio e aceitei o convite para sair. Foi bom demais conhecer você, Leandro.

Feito um garotão, ele ergueu o punho fechado. Com força, atirei os dedos dobrados contra os dele. Num tom apressado, ele pediu meu contato. Como se fosse um segredo sussurrei número por número. Assim que ele salvou, Ester e Rose retornaram. Passava das duas da manhã; estava na hora de voltar para casa.

Na despedida, enquanto as amigas trocavam beijos no rosto, eu e Leandro nos abraçamos pela primeira vez. As barbas se roçaram, os peitos se encaixaram e as picas se bateram. Embora o contato não tenha sido direto, um pôde sentir a rigidez do outro. Fiquei sem graça, mas a sensação foi gostosa, deu vontade de ficar mais tempo nos braços do meu novo amigo. Segurando no ombro dele, aspirei o seu perfume. O nariz dele roçou no meu pescoço e me deixou arrepiado.

— Vamos, Leandro. O sono está me vencendo.

Novamente, Ester cortou o nosso barato. Pegando na minha mão, Rose me tomou de Leandro.

— Vamos, Henry. Eu me diverti muito aqui, mas agora só quero cama. Vou passar o domingo todo dormindo.

Cada casal no seu carro, partimos para nossa realidade. No apartamento, enquanto Rose limpava o rosto, tomei um banho rápido e caí nuzão na cama. Depois de tirar a maquiagem, ela entrou no banheiro e ligou o chuveiro.

De olhos fechados, percebi quando minha mulher se deitou na cama e me abraçou por trás. Estava nua; a boceta roçou na minha bunda. Cheirando meus cabelos, ela deu beijos no meu pescoço, passou a mão no meu peito e procurou meu caralho.

Deitada na coxa, minha rola pesada estava pronta para dormir. Sem vontade de tirá-la do sossego, respirei fundo e dobrei a cabeça para o lado, como se estivesse num sono profundo.

Por não estar a fim de foder, ganhei um aperto na pica e um beijo na boca. Com os seios de Rose espremidos contra as minhas costas e sua mão me prendendo pela cintura, esperei quieto o sono chegar. Demorou, mas apaguei.

Ao acordar, as emoções da noite logo se acenderam na minha mente. Sem saber bem o motivo, fiquei de pau duro. Tomando cuidado para não acordar Rose, saí da cama e fui para o banheiro do corredor. Encostado na parede do box, com o chuveiro desligado, dei início à minha ordenha matinal. Espremendo o talo torto e passando o dedo no cabeção roxo, fechei os olhos e voltei ao passado.

Fui um menino putinho e um adolescente putão. Iniciei-me na arte da punheta com alguns amiguinhos da rua onde morava. Escondidos na casa de um ou de outro, a gente se pegava de tudo o que era jeito. Cheios de medo e morrendo de desejo, a gente botava as picas para brigar e sussurrava putarias. Com muito gosto, um chupava a rola do outro, até o leite descer pela garganta. No fim, a gente se beijava na boca e se deliciava com o sabor e o cheiro da nossa gala.

Quando me tornei um adolescente compridão, meti o pau na bunda de um macho pela primeira vez. Nunca esqueci a dorzinha gostosa e o prazer que foi sentir minha carne espremida pelo cuzinho do carinha que ficou de quatro para mim. No correr da vida, perdemos o contato, mas nunca me esqueci dele — o nome era Emerson.

Também nunca me esqueci de um cara chamado Wagner — foi ele o macho que tirou o lacre do meu cu. Sofri muito para agasalhar na bunda aquela tora preta e roliça, até sangrei. De primeira, ele meteu fundo. Foi no couro, só com cuspe. Senti uma dor filha da puta, mas ele me tratou com muito carinho.

Não tenho vergonha de dizer que chorei ao ser descabaçado; tenho orgulho. Meu cu era muito apertado, deu trabalho rasgar as pregas. Wagner tentou me pegar de quatro, de costas e de lado, mas nada deu certo. Eu estava morrendo de vontade de levar pica, mas o medo me deixou travado.

Morrendo de fome, ele deu uns tapas na minha bundinha, meteu a cara lá dentro e começou a me comer de boca. A língua do negão estava tão dura, que quase me arrombou. Pegando-me de frente, ele prendeu a ponta da tora no meu anel, grudou o peito no meu, empurrou a língua em cima da minha e começou a enterrar a madeira no meu cu.

Perdi o cabaço mordendo os lábios do machão e bebendo o cuspe dele. No começo, pensei que ia morrer; aos poucos, fiquei muito vivo. Botando para foder comigo, Wagner disse uma coisa que levei para a vida.

— Toma, veado. Putinho gostoso da porra. Bunda apertada do caralho! O cara tem que ser muito macho para dar o cu a outro.

Para participar ativamente da foda, segurei na bundona dura dele e passei a rebolar. Ao sentir o pau sendo mastigado, o cara ficou louco e passou a me foder sem pena. Quando ele soltou o primeiro urro de prazer, não consegui segurar: minha pica botou tanta porra para fora, que nossas barrigas ficaram grudadas. Chamando-me de putinho gostoso do caralho, o meu descabaçador despejou muito leite no fundo do meu cu. A gozada dele foi tão forte, que até me imaginei grávido. Wagner era um negro lindo; seria um orgulho ter um filho dele.

Dar o cu é um caminho sem volta; depois que ele me botou nessa vida, não parei mais. E também continuei a meter pica na bunda de muitos carinhas. Inclusive, mais de uma vez, botei pra foder com Wagner; por pouco, ele não engravidou de mim. Nossas transas eram coisa de doido, a gente fazia de tudo.

Mesmo mantendo um relacionamento comigo, Wagner engravidou uma moça. Casaram-se e foram morar em São Paulo. Não tive mais notícias do único homem a quem chamei de marido. Com ele, fui feliz. Mas nada é para sempre. Pouco tempo depois, conheci Rose e minha vida seguiu outro rumo.

Essas lembranças andavam adormecidas; não sei por qual motivo voltaram à minha mente nesta manhã. Quer dizer, acho até que sei…

Pensando em Wagner e em outros carinhas para quem dei o cu e nos quais meti vara na bunda, acelerei a punheta. A gozada foi tão forte e gostosa, que quase desabei dentro do box. Quando a respiração voltou ao normal, abri os olhos e levei um dedo molhado de gala à boca.

Embaixo do chuveiro, o corpo relaxou. Cheio de disposição, eu me enxuguei, prendi a toalha na cintura e fui fazer alguma coisa para comer. Enquanto o café passava, liguei o celular. Havia uma mensagem. De quem? Leandro, claro.

“E então, Henry? Quando vamos nos ver de novo?”

Olhando para a foto dele, comecei a sorrir. Era loucura, mas eu e Leandro estávamos flertando um com o outro. Isso não deveria acontecer, afinal éramos homens casados. Mas a sensação de estar revivendo aventuras do passado era muito gostosa. Apesar de ter esporrado há poucos instantes, minha pica armou uma barraca na toalha. Sentado numa banqueta, pensei um pouco e gravei um áudio.

“Bom dia, doutor Leandro. Se você estiver livre, poderemos nos ver no próximo domingo. Costumo sair de casa por volta das sete para dar uma corridinha na orla. Rose nunca vai comigo.”

Quando estava despejando café na xícara, recebi uma resposta.

“Valeu, Henry! Será ótimo. Aos domingos, Ester nunca sai da cama antes do meio-dia. Iremos só eu e você. Vamos poder trocar muitas ideias.”

A conversa era inocente, mas a pica ficou nervosa. A barraca aumentou, a toalha devia estar babada. Mesmo me sentindo um cara muito errado, mandei outro áudio.

“Foi incrível nós dois na boate. Voltei no tempo. Fiquei me lembrando de alguns amigos do passado. Umas aventuras que vivi com eles… Coisas de brothers.”

Fazendo carinho na pica por cima da toalha, tomei alguns goles de café. Era incrível: eu e ele estávamos conversando como se fôssemos namorados.

O celular vibrou novamente. Depois de colocar a xícara no balcão, soltei o áudio.

“Puta coincidência, Henry. Acordei também pensando no meu passado. Você me fez lembrar de uns brothers que tive no tempo do colégio. Tempo de boas aventuras. Incrível essa nossa sintonia, não é? Já vi que o nosso domingo na orla será perfeito.”

Todo tenso, fiquei olhando para a tela do celular. O bonitão Leandro, marido da bela Ester, deixou o meu dia cheio de cores. Eu estava tão alegre olhando para a foto dele, que não vi Rose entrar na cozinha.

— Que cara de felicidade é essa, Henry? Qual o motivo desse sorriso tão bonito?

Muito desconfiado, cruzei as pernas, para desarmar a barraca. A pica estava tão dura, que deu trabalho colocá-la para baixo; dor da porra. Fazendo cara de bom marido, desliguei a tela e sorri para minha esposa.

— Estou feliz porque tivemos uma noite ótima. Adorei conhecer seus amigos. Leandro e Ester são pessoas muito legais.

Depois de me dar um beijo nos lábios, Rose despejou café numa xícara e tomou um gole. Sentada na outra banqueta, ela fez um carinho no meu peito e se mostrou também muito feliz.

— Ester mandou mensagem para mim. Disse que adorou estar com a gente. Ela achou ótimo que você e Leandro se deram muito bem. Está nascendo uma boa amizade entre vocês dois, não é? Eu e ela torcemos por isso.

Sem olhar nos olhos dela, desci da banqueta e fui lavar a minha xícara. De surpresa, Rose puxou a toalha da minha cintura e deu uns tapinhas na minha bunda.

— Ui, que coisa gostosa, Henry. Dá uma vontade de morder. Se eu pudesse… você ia ver o que era bom. Eu ia cair matando.

— Rose, faz assim não. Que conversa é essa?

Rindo da minha cara de homem que não bota a bunda para negócio, ela deu uma pegada no meu pau.

— Calma, meu maridinho. Estou só brincando. Precisa ter medo não. E pode deixar que nunca vou deixar ninguém fazer graça com essa bundinha arrebitada. Ela é só da sua mulherzinha.

Rindo dessas brincadeiras, peguei o celular. Leandro havia mandado uma foto. Mesmo ansioso, só abri quando Rose voltou para o quarto.

Sentado numa cadeira, só de cueca, meu novo amigo exibia o volume entre as coxas e o peitão gostoso. Com uma xícara na mão, ele sorria para mim. Abaixo da foto, uma mensagem.

“Acordei em plena forma. Beijão, Henry.”

Feito um adolescente apaixonado, ajeitei o pau sob a toalha e fiz uma foto parecida com a dele. Junto com ela, mandei uma mensagem.

“Também acordei cheio de disposição. Somos foda demais, não é, doutor Leandro? Beijos.”

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Comentários

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Caracaaaa ! Lendo esse " instigante " relato até lembrei das minhas antigas e atuais * amigos*.

Claro que aguardo a continuação! Mas já deixo meu dez e as merecidas três estrelas.

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