Passava das nove da noite qdo Bernadete entrou naquele restaurante lotado, e todas as atenções se voltaram imediatamente na sua direção.
Tão aguçado e demorado foi o olhar no mesmo sentido dos colegas, namorados, e maridos, q numa reação natural até mesmo as mulheres q estavam posicionadas de costas, se viraram para ver o q tanto atraía os espécimes masculinos naquele momento.
E TB, como era de se esperar, eles reagiram como predadores de uma caça das mais apetitosas, q se aproximava.
Elas, se dividiram entre os elogios à beleza e ao bom gosto do conjunto de camiseta um tanto transparente e calça legging q Bernadete vestia, e o ciúme da estética perfeita e das formas voluptuosas de uma concorrente, atrações mais do q chamativas q nenhuma delas possuía.
Mesmo sendo comuns e esperadas aquelas atitudes de todos os machos e das fêmeas presentes, para mim td era diferente pq chegava justamente a minha pretendente com a qual havia combinado jantar pela primeira vez.
Então, tb chamei a atenção com o meu sofisticado terno de linho azul marinho, o melhor q possuía, me levantando, e indo leve s solto ao encontro da mulher mais cobiçada e desejada naquele momento.
O q fizemos tb não fugiu ao esperado pq demos nosso selinho, e nos dirigimos de mãos dadas lado a lado à mesa onde aguardava Bernadete antes.
Se aos demais Bernadete chamou tanto a atenção, pelo porte diferenciado de mulher linda e carismática nos seus 45 anos, sendo uma morena clara falsa magra com 1,75 m e uma bunda q até as mulheres desejavam, eu q não aprecio de jeito nenhum mostrar o corpo da minha parceira, senti uma mistura confusa e incômoda variando entre a insegurança típica de um início de relacionamento, e o orgulho de estar acompanhado pela mulher mais bela e gostosa daquele recinto.
Apesar de tímido, o preparo acadêmico e físico, a altura acima da média, ser loiro de olhos azuis, o sucesso profissional e financeiro, me vestir bem, sempre foram fatores q fizeram de mim um homem seguro nas minhas conquistas afetivas.
E a minha breve história com Bernadete, provava isto.
Através de um site de namoro onde mantinha meu perfil, fora procurado por Bernadete com um pedido direto, repleto de significado para ambos: "faz um versinho romântico pra mim?"
Bernadete fez esse pedido na sua primeira msg, pq narrei haver estudado livros de auto ajuda para homens q falharam em seus casamentos, como era o meu caso, e num dos meus textos no respectivo perfil do site contei a descoberta de prazer na composição de versinhos românticos, além de ter me tornado mais atencioso, melhor ouvinte, e mais cavalheiro, dentre outros diferenciais q me fizeram ser mais bem sucedido com as mulheres.
Me senti privilegiado com as muitas fotos sensuais q acessei no perfil de Bernadete, todas tratadas com excelência nos ângulos, iluminação, ambiente, vestuário, foco, sensualidade qdo era o caso...no limite quantitativo delas, permitido pelo site.
E os textos q li de Bernadete eram simplesmente encantadores de tão bem redigidos, pois ela era nada mais e nada menos do q a redatora publicitária de uma grande agência de propaganda.
Assim, me sentindo estar diante de uma musa muito preparada para um relacionamento afetivo e cultural equilibrado, tratei de investir algumas horas caprichando no atendimento daquele seu pedido da composição de versinhos românticos.
E qdo conclui q estava pronto não apenas o versinho solicitado, mas fizera quatro quadras sequenciais muito bem rimadas q se complementavam, li e reli muitas vezes minha obra de arte altamente inspirada, e avaliei ser a melhor de todas já redigida até aquele momento.
E depois da criatividade maravilhosa e da intensidade do q Bernadete me respondeu, naquele mesmo dia nosso papo deixou de ser por mensagens, passando a ficarmos por horas ao telefone pulando refeições e varando madrugadas, de tão boas e intensas q eram as nossas conversas.
Bernadete se diferenciava sendo uma viúva q se abstivera de sexo enquanto sua filha única estava em casa, mas pretendia terminar naquela noite sua longa clausura sexual de mais dez anos.
Até aquele dia Bernadete preservara a filha Lúcia Helena do relacionamento provável com um padrasto, até q se mudasse para o Estado vizinho, a fim de cursar a Faculdade de Marketing e Publicidade, seguindo a carreira da mãe.
Demonstrando seu cuidado protetor para não expor Lúcia Helena, qdo lhe perguntei coisas básicas sobre ela, informou somente a idade, qual faculdade cursaria, e não mostrou fotos.
Mas em relação a Bernadete me sentia um sortudo em ser o seu escolhido, para satisfazer a vontade daquela fêmea por um pau bem duro, e talvez, um futuro promissor a dois incluindo depois a filha, qdo a mãe achasse conveniente nos apresentar.
Lembro q na segunda noite de papo por telefone qdo já era madrugada e a intimidade entre nós aumentava, perguntei a Bernadete se chegou a acontecer alguma situação quase limite entre os homens q lhe eram apresentados frequentemente, ou da parte de colegas de trabalho q conheciam a sua carência de uma pica bem dura.
Pretendendo esquentar a conversa e usando no papo esses termos mais erotizados, então, Bernadete pediu para pensar um pouco, demorou talvez um minuto enqto renovou duas vezes seu pedido de paciência com a resposta, dizendo finalmente:
- Teve duas vezes em q aceitei conversar com um cliente da agência no meu carro depois do expediente, qdo quase nos beijamos, mas quase mesmo, faltou muito pouco, chegamos a encostar os lábios, mas desisti na última fração de segundo...se houvesse acontecido seria uma loucura o q viria a seguir, pq ele me atraía demais, e só estando perto dele já umedecia a calcinha. O danado chegou a alisar o meio das minhas coxas por cima da calcinha, mas num lampejo de lucidez q não sei de onde veio, segurei e retirei com firmeza a mão dele...em mais de dez anos foram somente essas duas vezes, e com o mesmo homem, q inclusive era casado, e essa situação dele tb ajudou pra não acontecer especialmente na última...não aconteceram mais vezes, pq vivia me policiando, podando mesmo todas as tentativas de aproximação masculina, sendo rígida nos horários de ir para casa, e tb ficando mais tempo com a minha filha q era cuidada durante o dia por uma vizinha.
Pq Bernadete trabalhava num ambiente formador de opinião de uma grande agência de propaganda, tb conversamos por telefone antes de nos encontrarmos sobre formas de relacionamento sexual liberal, como trocas de casais, casamentos abertos, homens q liberam a esposa para transar, ménage...
- Lá na agência todos esses lances são comuns, ela respondeu...sou a única q não transa...no meio publicitário todos se comem, todos, ela repetiu, casados ou não, com compromisso ou sem, ninguém fica sem dar, e ninguém fica sem comer...tem muita suruba qdo fazem festas...fico sabendo depois...ela concluiu.
- Vc me perguntou isso p q? Bernadete quis saber...busca uma parceira para lhe acompanhar em noitadas e farras?
- Não, não, lhe respondi, perguntei pq o meio no qual trabalha poderia influenciar vc para tb se liberar no sexo, mas percebo q isso não aconteceu... e qdo era casada, td ia bem na cama? Transava bastante? Perguntei a Bernadete, sondando sobre a sua vida sexual no casamento, com a intenção de me preparar para o q aconteceria entre a gente. Afinal, ficar mais de dez anos sem transar, poderia indicar não gostar tanto assim desse esporte.
- Meu marido me comia muito gostoso todo dia, ou quase isso...mas agora tem mais de dez anos q não entra nada em mim, falou bem provocativamente...
- E vc, Mário, curte comer um cuzinho? Bernadete quis saber me surpreendendo.
- Ahhhhhhhhh...Bernadete...o rego, as nádegas, o aperto e o calor do cuzinho são insubstituíveis e irresistíveis pra mim, afirmei...por isso prestei muita atenção naquelas tuas fotos na praia e na piscina...vc deve ficar um espetáculo de quatro, esperando ser enrabada...aliás, o q mais costumo fazer, é acabar a transa sempre no cuzinho, me deliciando com uma enrabada bem forte, daquelas bem barulhentas pelos choques da minha região genital com as nádegas da parceira...acrescentei.
- Pensei exatamente em toda essa situação q vc está dizendo, qdo enviei as fotos em q estou de fio dental...gosto muito dos meus seios, da minha bunda, e das minhas coxas...e imaginei q vc iria se masturbar com aquelas fotos...Bernadete confidenciou...sou exibicionista, gosto de mostrar, e preciso sempre ficar me cuidando para não exagerar, ela concluiu.
- Realmente todas as tuas fotos são verdadeiros colírios, salvei todas no meu notebook, contando essa confidência q a agradou.
Nesse pique todo é claro q não faltaram nós dois nos masturbarmos por vídeo, ela se dizendo ansiosa por colocar meu belo pau na sua boca me preparando para si, e eu, duraço feito um ferro, me declarei desejoso de penetrar sua bocetinha lisinha, nas palavras dela, brilhando de umidade demonstrando já estar toda condicionada para mim, e TB adentrar no seu cuzinho, no qual, provocativamente, tb introduzia um dedo, simulando uma dupla penetração.
Qdo passou o frenesi maior de nós dois naquele momento, perguntei a Bernadete se curtia tb dar o cuzinho, ou estava somente me excitando.
- Sou muito franca e sincera, ela disse, então deixa eu te contar uma situação, q não quero repetir de jeito nenhum.
Então ela contou q fez sexo anal poucas vezes com o marido, mas pq ele era um homem q fazia todas as suas vontades, e vivia tentando a agradar de todas as maneiras, ciente de ser muito fissurado na sua bunda pois pedia frequentemente para comer seu cuzinho, Bernadete decidiu certo dia consigo mesma, passar a satisfazer regularmente esta vontade dele com a esperança de tb passar a gostar de sexo anal, como acontece com muitas mulheres.
Depois de ler bastante sobre sexo anal e ouvir histórias de casais q o praticavam rotineiramente, Bernadete disse haver ficado algum tempo tentando criar um momento especial qdo surpreenderia seu homem, se dispondo a suportar o desconforto inicial até se habituar e se tornar prazeroso, o ato de ser enrabada.
Mas esse momento pensado por Bernadete, jamais chegou a se concretizar qdo surpreenderia o marido lhe sugerindo pela primeira vez q comesse o seu cuzinho, pq ele faleceu num acidente de carro qdo viajava a serviço da empresa na qual trabalhava.
E Bernadete acrescentou:
- Então, fica tranquilo, pq se vc quiser, vai me enrabar logo no primeiro encontro...fiquei muito encucada com essa coisa de querer dar meu cuzinho, meu marido querer muito comer, e ele acabar morrendo sem q nós dois desfrutássemos do q poderia ter se tornando, muito gostoso para ambos, como sei acontecer com tantos casais.
Então, estávamos agora frente a frente no restaurante, repletos de expectativas, e enqto nos era servido o rodízio de massas escolhido, começamos a revisar nossa breve história...os vários versinhos q havia composto para ela e como os havia apreciado às vezes até se emocionando... como nos masturbamos pelo vídeo e quão prazeroso foi aquele momento não apenas pelo q sentimos na intensidade dos nossos orgasmos, mas tb pela atração física q tivemos um pelo corpo do outro.
Assim, retomei a postura do macho conquistador e comedor q a trouxera ali para jantar, a lembrando de q combinamos até mesmo em qual motel iríamos, q sairíamos logo dali, sabendo muito bem o q faríamos nas próximas horas.
Havendo notado algum incômodo sobre as reações dos outros a qto mostrava o corpo chamando a atenção de todos, Bernadete perguntou se exagerara na sensualidade da roupa, adquirida naquele dia,
- Podem olhar à vontade, lhe disse contrariando o q sentia, desde q o comedor seja eu.
Contrariei a mim mesmo naquele momento, pq receei criar polêmica logo no primeiro encontro, e pq as roupas e as sandálias sendo de marcas sofisticadas como transpareciam, certamente foram caras e significavam o seu desejo de me agradar.
- Sou fiel, e não traio, Bernadete me disse, fiquei sem sexo mais de dez anos, embora fosse cantada todo dia em todos os lugares, até mesmo pelos primos, e pelos ex cunhados.
Depois q nos deliciamos com as massas realmente muito boas, chegou o momento de ir para o motel, e concretizar o q havíamos dito um ao outro, q faríamos qdo nos encontrássemos.
Havíamos combinado q ela iria de Uber ao restaurante, e nos dirigiríamos no meu carro ao motel.
Então, assim q ela sentou no banco do carona, coloquei a mão de Bernadete no meu pau q começava a ficar duro, e ela passou a massagear, apertar, sentir a sua dureza e calor, entre suspiros e massagens nos seios e beijos malucos na boca.
Isso aconteceu pq viemos até chegar no estacionamento, nos beijando e nos tocando como se estivéssemos sozinhos num lugar reservado, criando um mundo só nosso, sem nos preocuparmos com ninguém.
Qdo então, lhe disse:
- O q acha de começar a brincar com ele?
Bernadete fez uma expressão bem safada, lambeu os lábios maliciosamente, e respondeu:
- Vc lê pensamentos? Vinha imaginando fazer exatamente isso....fiquei muito excitada vendo o teu pau no vídeo, então, quero o teu pau em mim onde for possível, de todo jeito, desde q esteja bem duro como vou deixar agora...deixa comigo... pq ainda preciso me preparar para isso, só não goza na minha boca...
Daí, olhou para os lados e notando q meu Corolla tinha os vidros filmados, fitou bem os meus olhos, e tendo a minha colaboração máxima, liberou com delicadeza o meu pau da calça e da cueca.
Pq ficou muito gostoso receber aquele boquete, muito mesmo a ponto de gemer, me contive para ligar o motor do carro pq senti a necessidade de usar as mãos para segurar a cabeça de Bernadete subindo e descendo os lábios e a língua no meu pau, me concentrando no prazer intenso q sentia, e TB, ao mesmo tempo, segurando fortemente a vontade de gozar.
Depois talvez de uns dois minutos com o carro ainda parado, Bernadete cessou o boquete, e perguntou:
- O q está acontecendo? Não vamos para o motel?
- Teu boquete está muito gostoso, lhe respondi, uma delícia, acrescentei, e estou com dificuldade para me concentrar...ninguém te contou ainda, q homem faz bem feita, apenas uma coisa de cada vez?
Como não liguei o motor do carro com receio de me desconcentrar e acabar gozando, Bernadete parou o boquete, e disse:
- Agora só continuo lá no motel...estou sem prática, desacostumada, e cansei...adorava chupar meu marido...teu pau é mais bonito e mais grosso q o dele...o pau dele me dava muito prazer, mas qdo olhava para ele, achava muito esquisito...todo irregular...manchado...Bernadete me surpreendeu, fazendo essas comparações.
Daí, o jeito foi ligar o carro e dirigir para o motel mantendo o pau ainda fora da calça, pq Bernadete continuava me masturbando lentamente, alternando lambidinhas e beijinhos nele.
Nada mal dirigir assim, não é, caros leitores?
Chegando à garagem do apartamento designado no motel, Bernadete alegou gostar muito do meu pau, e disse q não o largaria de jeito nenhum, pois agora ele lhe pertencia,...
E me surpreendeu não querendo mesmo soltar meu pau, enfrentando a dificuldade de descer do carro no lado do motorista, mas sem largar do meu pau duríssimo.
Como os leitores percebem, Bernadete era criativa para sensualizar e erotizar toda situação e momento, em palavras, e TB nas atitudes.
Somando com o bom humor a sua beleza diferenciada q atraía a todos, adicionando ainda o jeito inocente e ingênuo de me tratar, posso dizer q me sentia encantado com Bernadete a tal ponto, q várias vezes parei para apenas a observar.
Nesses momentos ela me perguntou pq a olhava tanto assim, se havia algo errado com ela, e precisei lhe dizer q era justamente o contrário do q temia, e perguntava.
Embora fosse apenas o primeiro encontro, já me sentia tão atraído a Bernadete, q desejava lhe dizer com toda a clareza como jamais tivera vontade de me declarar, q a queria para a ser a companheira com quem viveria para sempre.
Mas Bernadete era uma baita mãe protetora de uma filha q ainda iria conhecer dentro de seis meses, e no próximo conto revelarei a enorme surpresa q Bernadete me fez relacionada com a sua garota.
Continua...