Nicolau ajeitou-se na beirada da cama, segurando um chicote curto de tiras de couro com a ponta trançada.
Dóris ficou em pé, desnuda, o corpo ainda marcadamente dolorido das sessões anteriores. Ele cruzou os braços e afirmou com voz grave:
— Hoje você vai me provar que é uma cadela obediente.
Ela arqueou as sobrancelhas, o corpo tremendo entre o medo e o tesão. Cada sessão sempre era uma supressa, não sabia o que esperar do seu mestre.
— Sim, meu mestre!
— Então começa — ordenou ele, erguendo o chicote. — Quero que você vá até ali, na beirada da cama, fique de quatro e comece a latir como um cachorro. Se você não fizer direitinho, vai sentir este chicote na sua bunda. Entendeu?
Dóris obedeceu seu mestre e se pois de joelho no chão imitando um cachorro. Ergueu a cabeça e começou a latir: "Au, Au, Au..."
Nicolau sorriu, satisfeito, e estalou o chicote no ar.
— Mais alto! Quero ouvir seu latido até o corredor do motel!
Ela abriu mais a garganta e latiu: "AU! AU! AU!", colocando a lingua de fora. Nicolau se levantou com o chicote a bater o chicote na mão.
— Boa cadela, até merece uma recompensa. Abrir a boquinha.
Ela ergueu suas patas pra cima e começou rosnar igual cachorro esperando a comida. Ele pois a comida na boca dela e ela mastigou achando que era biscoito. Ela cospe fora tentando limpar a boca.
— Isso era ração, Nicolau... era ração de verdade, eca...
— Não saia do personagem, Volte agora. Você é um animal. Quer leva uma chicotada?
Dóris voltou a ser cachorro novamente e começou a lati "Au, Au, Au..." colocando a lingua para fora. Nicolau aproximou atrás dela vendo aquele rabo empinado pra cima. Ele aproximou e sentou nas costas dela como se ela fosse um cavalo.
— Se mexer, cavalinho! Senão andar irá conhecer a força do meu chicote.
Dóris começou a anda de quatro pela sala tentando sustentar o corpo de Nicolau em suas costas. Mas ele era muito pesado e qualquer momento ela poderia cair.
Nicolau ajeitou o chicote em uma das mãos e chicoteou as nádegas de Dóris.
— Mais rápido, cavalo! — ordenou. — Quero te ver trotar de verdade!
Ela acelerou o movimento, as coxas trêmulas, o corpo todo vibrando. Nicolau abriu bem a mão e aplicou uma palmada forte na bunda dela. Dóris estremeceu e um gemido alto escapou.
— Se parar, leva mais — avisou ele, impiedoso.
Ela não parou. Continuou andar. O ritmo frenético, a mistura de dor e prazer, a coloca-la naquele papel de animal submisso, fez o clímax chegar rápido. Nicolau deu mais uma chicotada pra seu animalzinho a continuar a andar. Todo o peso voltava pra costas de Dóris que não aguentou e acabou caindo no chão.
Ela finalmente disse a palavra magica.
— Meu Mestre....
— Não Dóris, logo agora que estava ficando divertido.
— Sair da minha costa, não estou aguentando...
Ele se levantou meio decepcionado. Ela tenta se recuperar enquanto se veste.
— Adorei imitar animais. Podemos fazer mais vezes. Mas sem ração. Até agora estou com esse gosto ruim na boca.
Ele aproxima e dá um beijo em sua namorada.
— Pode deixa, irei pensar que tipo de animal irá imitar.
Dóris voltou pra casa depois de uma sessão de dominação e submissão.