Outra sexta feira

Um conto erótico de Amiga da Amiga
Categoria: Heterossexual
Contém 1518 palavras
Data: 26/05/2026 11:21:42
Assuntos: Heterossexual

Semana passada estava entediada e resolvi dar uma verificada no celular do meu marido

Não por desconfiar, mas pra saber se ele estava conversando com alguma mulher

Ele nunca fala nada

Só fica vendo vídeo nos app ou no telegram

Mas achei dois histórico de ligação

Em horário que ele dizia estar trabalhando, ele trabalha das sete as 18:00 e eram exatamente duas ligações de vinte minutos, achei que fosse o mala do encarregado dele, sempre ligava assim que ele saia do trabalho, a gente brinca que o cara é a segunda mulher dele.

Mas ok

Pagando que mal tem.

Lá estava eu passando, meu marido dormindo as duas horas da madrugada, eu vi que chegou uma mensagem no Instagram, entrei e li.

" Quando vamos sair sábado novamente? Quero ficar ardida novamente."

Ele não trabalha aos sábados a tarde, apenas duas vezes no mês quando o supervisor precisava.

Mandei a mensagem

" Desculpe linda, ele está dormindo, mas provavelmente na próxima semana ele esteja livre, lembra de tomar a pílula."

Nada mais depois

Passou dois dias ele me trouxe as uvas que eu amo

E um pedido de desculpas no sorriso de arrependimento

Nunca imaginei ele mentindo pra mim

Sou bem aberta a isso, se ele quer transar com outra sem que eu veja, Eu não vou brigar, mas preciso saber onde ele está gastando nosso dinheiro.

No sábado pela manhã ele disse que precisava me apresentar alguém, me fiz de boba e disse pra ele pedir pizza pras nossas filhas e depois a gente saia, já que sábado podemos beber por não ter trabalho no domingo.

Fomos num barzinho, uma moça morena clara estava numa mesa do canto do bar

Parecia tranquila, nos viu entrando de mãos dadas parceria nervosa

Meu marido nos apresentou

- Amor essa é a Daiane, lá do meu serviço, a amiga que levei na praia duas vezes mês passado.

A moça não sorriu, me aproximando abracei ela , dei três beijos no rosto e sentei ao lado do meu marido de frente pra ela .

Ela parecia que estava encurralada.

- Oi Daí, desculpe se te assustei, mas eu não ligo dele trepar por aí, só espero que ele fale com quem está, assim não pegamos nenhuma doença.

A moça pareceu relaxar.

- Sério mesmo que não vai dar escândalo ?

Olhei pra ela sorri

- Nunca, a não ser que ele minta outra vez, daí eu ferro com ele.

Daiane segurou minha mão por cima da mesa e sorriu

- Eu realmente não tinha saído com casado ainda, ele me falou que você não ligava dele sair com outra mulher.

Olhei pra meu marido e ele abaixou a cabeça.

- Pode dar pra ele , o quanto quiser, mas use pílula, e cuide pra não engravidar, como vamos explicar isso pra nossa família?

Meu marido passando a mão na minha coxa embaixo da mesa se aproximando me deu um beijo,. Daiane não tirava os olhos de nós dois.

- Queria beijar assim aqui também.

Olhei pra ela, o barzinho era de luz baixa ninguém iria ver, puxei ela pro nosso lado e mandei ele beijar ela, enquanto segurava minha mão ele beijou ela, um leve selinho, a fez corar.

- Quer ir com a gente pra um motel, ou tem tempo pra ir na nossa casa de praia novamente?

Ela sorrindo igual a alguém que ganhou um presente.

- Você vai ver ?

- Sim, vou ver tudo e se você quiser posso participar.

Daiane segurou minha mão e me deu um beijo de língua, profundo, se soltou e beijando delicada depois num selinho.

Fomos até matinhos, uma hora de carro, trânsito sempre, eu e Daiane conversando, meu marido falando que não gostava de um dos operadores que ela já tinha conversado pelo whatsapp, e ela falando que não faria novamente se a gente não aceitasse outro homem com ela.

Olhei pro meu marido

- Se apaixonou por ela amor

Ele dormiu com ela, comeu tudo ali pelo menos ao que eu estava sabendo.

- Estamos fazendo isso, sabe que não sei transar sem me entregar amor.

Beijei o rosto dele enquanto ele dirigindo, e Daiane nos olhando.

- Sim, nada de tratar igual puta, seja gentil com quem te dá prazer.

O carro parou na entrada do condomínio, o porteiro nos deu um oi, entramos e no corredor lateral da casa, Daiane me abraçou, me deu outro beijo.

- Prometo que não vou tentar afastar ele de você, eu só quero saber como é ser tão cuidada, ele me disse que não te deixa por nada.

Daiane se afastou

Segurando minha mão beijou ele, o qual passou a mão na cintura dela e nos levou pelo corredor até a porta.

Me soltei deles

Enquanto meu marido entrou com Daiane, ela procurou o banheiro e logo escutei o chuveiro, meu marido foi até a cozinha, viu que não tinha nada na geladeira, pediu comida

- Amor, vamos tomar um banho com ela e esperamos a comida chegar.

Apenas aceitei, queria saber se ela estava realmente a fim de ser uma namorada pra gente ou só pra ele.

Tomamos um banho gostoso, meu marido deu banho em nós duas, me fazendo enrabada enquanto eu ajudava Daiane a passar óleo de banho, dedilhado cada detalhe.

A comida chegou, o porteiro ligando, meu marido foi buscar

Fiquei ali com ela na sala, ofereci um vinho.

Daiane falou que estava fazendo faculdade ainda, e tinha 26 anos, e um filho de três anos, estava trabalhando a seis meses no escritório da firma do meu marido,e pediu carona pra ir até o ponto de ônibus durante um sábado de chuva, e então ele perguntou se ela era solteira, e se não queria sair com ele.

Ela bebeu duas taças enquanto a gente comia, sentei de roupão aberto no colo do meu marido enquanto ela falava como era cansativo cuidar de uma criança e trabalhar, que sua mãe a ajudava, mas reclamando.

Terminando meu marido segurando minha cintura pude sentir sua ereção, me soltei e Daiane já começava a tirar a mesa, mandei deixar ali , mais tarde ou pela manhã a gente limpava, meu marido se agarrando a nós duas nos arrasta pro quarto, sentado a beira da cama , nós duas fizemos oral nele, sem pressa, porque ali era pra um momento de anti estresse.

Daiane sentou primeiro, de pernas abertas, subia e descia de frente pra mim e no colo dele, gemendo, me aproximando de joelhos no carpete ao lado da cama, lambei das bolas até o grelo dela, bem firme, ainda o cheiro de óleo de banho, tomava conta do rabo dela, meu marido gemendo junto, segurava ela, começou a se erguer penetrando de baixo pra cima enquanto ela ia na cavalgada, se via o mel dela escorrendo e eu bebendo tudo ele a soltou e me colocou de quatro na cama, beijou devagar Daiane, o espelho do armário na parede oposta a cama se via a cena, se abaixou e me deu um beijo grego, me tremi toda, Daiane se aproximando fez o mesmo, senti meu mel escorrendo pelos lábios na minha buceta, ela lambeu devagar meus lábios maiores e se aprofundou na minha intimidade, fazendo círculos, e sugando.

Daiane saiu e meu marido colocou a glande na entrada e começou a tentar entrar, segurando meu cabelos presos num rabo de cavalo, me fazendo inclinar mais ainda, em estocadas firmes e profundas.

Daiane se deitando na cabeceira da cama , de pernas abertas, a via inteira, ainda sendo fodida por ele, Daiane me deu sua buceta pra sugar, o gosto dele nela, o pré gozo ali, o cheiro de desejo, lambi tudo, estava quente, úmido e delicioso como toda boa buceta deve estar, Daiane gemendo, meu marido fodia mais ainda, soltando meus cabelos pra que eu beijando a buceta dela, foi maravilhoso, ele gozou, mas durante a madrugada ainda trepando enquanto ela estava adormecida e depois pela manhã despertei com ela sugando meus seios enquanto ele enrabava ela, um anal sem piedade, ele se segurando pra não gemer, agindo assim, quase tive um orgasmo olhando.

A beijei e me deram espaço pra ir por baixo deles, puder beber dela enquanto ele a fodendo o rabo, sua buceta estava melada, o gosto dele ali, já tinha gozado nela em algum momento, lambi gostoso.

Eram quase meio dia quando meu telefone tocou, vi Daiane agarrada a mim, e meu marido atrás dela com o pau na meio de sua bunda, adormecidos depois do banho das cinco horas da manhã.

Tentei me soltar pra pegar o celular na poltrona nos pés da cama, mas acabei acordando ela, dei um beijo leve e me levantei, ela se virou e meu marido a abraçou escondendo ela em seu peito, ri da cena.

Fui atender o telefone, daí vi o horário, era minha sogra perguntando se a gente voltava pro almoço, nossas filhas estavam esperando.

Assim acabou nosso domingo, após um café da manhã, nossa amiga ainda trepou durante o banho após o café, e bebi da buceta dela o gozo dele, foi um domingo delicioso. Ela me enviou mensagem ontem e hoje, dizendo que não vê a hora da gente acordar juntos novamente.

No próximo domingo esperamos almoçar juntos.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Anny🌼 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários