Era uma tarde quente de terça-feira. Neide estava no quarto assistindo uma série, deitada na cama com o ar-condicionado ligado. Eu estava no escritório trabalhando em um projeto, mas a cabeça não estava muito focada.
Desci para pegar uma garrafa de água gelada na cozinha. Quando passei pela porta de vidro que dava para o quintal, parei.
Maycon e Gabi estavam na área da piscina.
Eles estavam sentados na espreguiçadeira grande, se beijando. No começo era um beijo inocente, mas logo ficou mais intenso. Maycon segurava o rosto dela com as duas mãos enquanto enfiava a língua na boca da menina. Gabi, tímida como sempre, correspondia com vergonha, mas claramente gostando.
Eu me escondi atrás da cortina e continuei observando.
Maycon sussurrou algo no ouvido dela. Gabi ficou vermelha e balançou a cabeça negando. Ele insistiu, sorrindo. Depois de alguns segundos, ela concordou, envergonhada.
Maycon se levantou na frente dela. Gabi estava sentada na espreguiçadeira, olhando para cima com aqueles olhinhos castanhos-claros atrás dos óculos. Maycon baixou o short de banho devagar. O pau dele pulou para fora, semi-duro, grosso e grande para a idade dele.
Gabi arregalou os olhos, boquiaberta.
— Meu Deus… — murmurou ela, quase sem voz. — Nunca vi um… assim… de perto.
Maycon segurou o pau pela base e balançou levemente, mostrando para ela.
— Pode olhar. Não morde — disse ele, sorrindo. — Toca nele.
Gabi hesitou bastante. As mãos dela estavam no colo, apertadas. Ela olhou para os lados, nervosa, depois esticou a mão devagar, tremendo. Tocou com a ponta dos dedos na cabeça do pau do Maycon, bem de leve, e puxou a mão imediatamente, como se tivesse levado um choque.
— Tá quente… — sussurrou ela, vermelha até as orelhas.
— Isso, continua… aperta um pouco — Maycon falou mais baixo, voz rouca.
Gabi respirava rápido, claramente excitada e assustada ao mesmo tempo. Esticou a mão novamente e envolveu o pau dele com os dedos finos. Segurou por uns segundos, sentindo o peso e o calor. Maycon gemeu baixinho.
— Assim… mexe a mão pra cima e pra baixo — ensinou ele, paciente.
Gabi começou a masturbar ele devagar, de forma bem inocente e desajeitada. O rostinho infantil dela estava concentrado, olhos fixos no pau do namorado. Maycon colocou a mão sobre a dela, ajudando no movimento.
— Tá gostoso… — murmurou ele.
Gabi mordeu o lábio inferior, visivelmente molhada de vergonha e curiosidade. Depois de um tempo, Maycon segurou o pau e aproximou da boca dela.
— Dá um beijinho só… não precisa colocar na boca se não quiser.
Gabi olhou para o pau latejando bem na frente do rosto dela. Hesitou por longos segundos. Depois, bem devagar, aproximou o rosto e deu um selinho tímido na cabeça rosada. Maycon soltou um gemido baixo.
Ela deu outro beijinho, depois outro. A língua dela apareceu timidamente e lambeu uma vez só, experimentando. Maycon segurou o cabelo dela com carinho.
— Isso… assim… vai devagar.
Gabi abriu a boca pequena e colocou só a cabecinha entre os lábios. Chupou de leve, como se estivesse chupando um picolé, os olhos fechados de vergonha. Ficou assim por uns vinte segundos, mamando só a ponta, antes de tirar o pau da boca, ofegante.
— Tá… tá muito grande… eu não consigo colocar mais — disse ela, envergonhada, limpando a boca com as costas da mão.
Maycon sorriu, acariciando o cabelo dela.
— Tudo bem, Gabi. Não precisa apressar. A gente tem tempo. Você foi muito corajosa.
Ela sorriu tímida, ainda olhando para o pau duro dele com fascínio e medo.
Eu me afastei devagar da porta de vidro, coração acelerado. Voltei para o escritório com a garrafa de água na mão, sem conseguir beber.
Meu filho estava corrompendo a menina inocente bem debaixo do meu nariz… e parte de mim sabia que eu não ia impedir.
Na verdade, eu estava começando a ficar excitado com aquilo também.
Passei o resto da tarde inquieto. A imagem de Gabi, tão tímida e inocente, com o pau do Maycon na boca, não saía da minha cabeça. Depois do jantar, quando Neide foi tomar banho, chamei Maycon para o escritório e fechei a porta.
— Senta aí.
Ele sentou, já percebendo meu tom sério.
— Pai… se for sobre a Gabi, relaxa. Tá tudo sob controle.
Respirei fundo, tentando manter a calma.
— Não tá sob controle, Maycon. Eu vi vocês dois hoje na piscina. A menina é muito inocente, caralho. Ela tem cara de quem nunca viu um pau na vida. Você não pode enganar ela desse jeito. Isso não é certo.
Maycon deu um sorrisinho de canto de boca, aquele mesmo sorriso que eu estava começando a detestar.
— Ela já tá no papo, pai. Você viu como ela chupou a cabecinha? Timidamente, mas chupou. Daqui umas semanas ela vai estar mamando inteiro e pedindo pra eu foder ela.
Eu passei a mão no rosto, frustrado.
— Você não tá pensando nela, porra. Tá só pensando no seu pau. A menina gosta de você de verdade. Ela é certinha, sonha com namoro, com futuro… e você quer transformar ela numa…
— Numa putinha — completou ele, direto. — Igual a vovó. E eu quero comer a mãe dela também, a Sara. Aquela vadia ainda é gostosa. E você vai participar comigo, pai. Somos uma equipe. Eu divido tudo com você.
Fiquei olhando para ele, incrédulo.
— Você tá louco? Eu sou casado com a sua mãe, Maycon! O que a gente tá fazendo com a Neide já é loucura suficiente. Agora você quer envolver a Gabi e a mãe dela? Tá maluco?
Maycon se inclinou para frente, o olhar frio e calculista:
— A mamãe nunca ligou pra mim. Se ligasse, não viajaria tanto. O senhor ganha bem pra caralho, a gente não precisa do dinheiro dela. Vai saber se por aí ela não tá pagando boquete pro tal do Julian que viaja com ela toda semana.
Senti o sangue subir.
— Respeita a sua mãe, porra! — explodi, batendo na mesa. — Você tá indo longe demais, Maycon.
Ele ficou quieto por uns segundos, depois deu de ombros.
— Pai… o senhor só não vê. Ou não quer ver. Eu tenho 18 anos. Essa é a melhor fase da minha vida. Eu tenho uma avó gostosa que vira nossa puta quando a gente quer, agora tenho uma namoradinha inocente que eu posso treinar do meu jeito… e o senhor é um bom pai pra mim. Tudo que eu puder dividir com o senhor, eu divido.
Ele se levantou, deu a volta na mesa e me abraçou. Um abraço forte, quase sincero.
— Relaxa, pai. Eu tô no controle. Vou treinar a Gabi devagar. Ela vai ser minha namorada oficial… e nossa putinha particular também. Ninguém precisa saber. A mamãe viaja a semana toda, a gente tem tempo. A vovó ajuda a disfarçar. Vai ser bom pra todo mundo.
Fiquei parado, sentindo o abraço do meu filho.
Por dentro, uma mistura horrível de emoções: raiva, culpa, excitação doentia e medo. Medo de ver até onde ele estava disposto a ir. Medo de perceber que eu também não queria realmente parar.
Maycon se afastou um pouco, ainda com as mãos nos meus ombros, e sorriu:
— Confia em mim, pai. Eu sei o que tô fazendo.
Eu não respondi.
Porque no fundo, eu não tinha mais certeza se algum de nós dois ainda sabia o que estava fazendo.
Por volta das 23h40, Neide começou a reclamar de uma dor de cabeça forte. Ela disse que parecia que ia explodir. Maycon estava trancado no quarto. Acabei pegando a chave da caminhonete e levando ela na farmácia 24h mais próxima.
No caminho, Neide estava quieta, com a mão na testa. Comprei um analgésico forte, um anti-inflamatório e uma garrafa de água. Na volta, o silêncio dentro do carro era pesado.
De repente, ela apontou para um trecho escuro da rua:
— Para ali, Beto. Encosta.
Parei a caminhonete num canto mais escuro, perto de uns terrenos baldios. Mal desliguei o motor, Neide já abriu o cinto de segurança, inclinou o corpo sobre mim e puxou meu short para baixo.
— Neide… você tá com dor de cabeça pra caralho — falei, meio sem reação.
— Eu sei… mas eu preciso disso agora.
Ela segurou meu pau e colocou na boca quente. Começou a chupar devagar, quase com carinho, mas eu estava com a cabeça longe. Não conseguia relaxar. Depois de uns minutos, ela percebeu, tirou o pau da boca e me olhou.
— O que foi? Você tá estranho.
Suspirei fundo, encostando a cabeça no banco. Olhei para o teto da caminhonete e comecei a falar tudo:
— Conversei com o Maycon hoje. Ele tá perdendo o controle, Neide. Quer transformar a Gabi na namorada oficial… e na putinha dele. Disse que vai dividir ela comigo também. Falou até que quer comer a Sara. Tá ficando doente, porra. Eu tentei botar juízo na cabeça dele, mas ele não me ouve mais.
Neide ficou em silêncio por um tempo, ainda com a mão no meu pau semi-duro. Depois falou, a voz baixa:
— A Gabi é uma boa menina. Dá pra ver no olhar dela. É inocente, tímida, tem medo. Mas a mãe… aquela Sara é um demônio.
Franzi a testa.
— O que você tem contra a Sara? Toda vez que falo o nome dela você muda até a expressão do rosto.
Neide respirou fundo, olhando para frente através do para-brisa escuro. A voz dela ficou mais dura:
— Quando você e a Angela namoravam, eu sempre ficava de olho. Sabia que tinha alguma coisa errada. Nas reuniões de escola, várias mães comentavam sobre a Sara. Meu falecido Carlão foi comigo em uma dessas reuniões… ele nunca mentia pra mim. Ele me contou que a Sara, com só 15, 16 anos, já fazia programas com homens mais velhos. Era assim que ela conseguia dinheiro, roupas, celular. Foi provavelmente assim que ela conheceu o Antônio… Ele sempre foi um trouxa rico. Ela se vendeu pra ele.
Neide olhou pra mim, os olhos brilhando de raiva contida.
— Ela sempre quis você. Sempre. Mesmo sabendo que você tava com a minha filha. Era uma cobra. E ainda é.
Fiquei em silêncio por um tempo, processando. Depois falei:
— Mesmo que seja verdade… você não tem como saber se é real. São boatos de escola.
— Carlão nunca mentia pra mim — respondeu ela, firme. — E eu acredito nele até hoje.
O clima ficou pesado dentro do carro. Suspirei e passei a mão no rosto.
— Continua chupando… você ganha mais assim — falei, tentando aliviar a tensão, com um meio sorriso forçado.
Neide me olhou por dois segundos, depois sorriu de canto.
— Com todo prazer.
Ela abaixou a cabeça novamente e chupou meu pau com vontade. Dessa vez mais fundo, mais molhado, quase com raiva. Segurava as bolas enquanto mamava, gemendo baixinho. Eu segurei o cabelo vermelho dela e fodi sua boca com estocadas firmes, descarregando toda a tensão do dia.
Gozei forte na boca dela. Neide engoliu tudo, limpou o pau com a língua e sentou de volta no banco, passando o dedo no canto dos lábios.
Chegamos em casa pouco depois. Maycon já estava trancado no quarto dele. Neide me deu um beijo no canto da boca e sussurrou:
— Hoje eu vou dormir com ele. O menino tá precisando de carinho.
Fiquei sozinho no quarto grande. Angela dormia profundamente. Deitei na cama olhando para o teto, com um peso enorme no peito.
Tudo estava saindo do controle. Meu filho estava virando um monstro manipulador. Neide alimentava essa loucura. E eu… eu estava deixando acontecer. Parte de mim ainda queria parar, mas outra parte já estava viciada demais para largar.
Fechei os olhos, mas o sono não veio fácil.
Na quarta-feira à tarde, o tempo estava abafado. Eu estava no escritório quando ouvi vozes vindas do quintal. Fui até a janela do corredor do andar de cima e espiei.
Maycon e Gabi estavam novamente na área da piscina.
Gabi estava sentada na espreguiçadeira, usando um short jeans bem curto e uma blusinha branca básica. Parecia ainda mais inocente sob a luz do sol. Maycon estava em pé na frente dela, falando baixinho. Eu me escondi melhor atrás da cortina e continuei observando.
Maycon se aproximou, segurou o rosto dela com as duas mãos e a beijou. O beijo foi ficando mais intenso. Gabi gemia baixinho, envergonhada, mas correspondia. Ele desceu as mãos pelas costas dela e puxou a blusinha para cima.
— Maycon… aqui não… e se alguém aparecer? — sussurrou ela, vermelha.
— Não tem ninguém em casa, relaxa — respondeu ele, tirando a blusa dela.
Gabi ficou só de sutiã branco simples. Maycon abriu o sutiã e os seios médios dela apareceram, pequenos, com bicos rosados. Ela cobriu os seios com as mãos, morrendo de vergonha.
— Para… tô com muita vergonha… — murmurou.
Maycon sorriu, puxou as mãos dela para baixo e começou a chupar os seios dela devagar. Gabi soltou um gemidinho agudo, tremendo. Ele abriu o botão do short dela e baixou junto com a calcinha. Gabi ficou completamente nua, tentando cobrir a bucetinha lisinha e os seios ao mesmo tempo.
Maycon tirou o próprio short. O pau dele já estava duro. Ele segurou o pau e começou a esfregar a cabeça grossa na bucetinha virgem dela, para cima e para baixo, bem devagar.
— Maycon… não… eu nunca fiz isso… — a voz dela tremia.
— Shhh… eu só vou esfregar um pouco. Não vou colocar hoje — mentiu ele, continuando a esfregar o pau molhado na entradinha rosada dela.
Gabi gemia baixinho, as pernas tremendo. Maycon segurava a cintura dela e deslizava o pau entre os lábios da buceta, pressionando o clitóris. Ela estava visivelmente molhada, mas morrendo de vergonha.
— Olha como você tá molhada… — disse ele, sorrindo.
— Para de falar isso… tô morrendo de vergonha — reclamou ela, tapando o rosto com as mãos.
Maycon segurou o pau e bateu de leve com a cabeça na bucetinha dela algumas vezes, depois subiu e esfregou na boca dela.
— Chupa um pouquinho… como da outra vez.
Gabi olhou para o pau latejando na frente do rosto dela. Hesitou bastante, mas acabou abrindo a boca pequena e colocando só a cabecinha. Chupou devagar, inocentemente, os olhos semicerrados de vergonha. Maycon segurava o cabelo dela com carinho, mas com firmeza, empurrando um pouco mais fundo.
— Isso… assim… vai engolindo devagar — ensinava ele.
Gabi tentava, engasgava um pouco, tirava o pau babado da boca para respirar, depois colocava novamente. Maycon estava claramente dominando a situação, fazendo ela se sentir cada vez mais envergonhada e submissa.
Ele tirou o pau da boca dela, esfregou novamente na bucetinha, depois voltou para a boca. Alternava entre os dois, dominando a garota aos poucos.
— Você é tão gostosa, Gabi… tão inocente… me deixa louco — sussurrava ele.
Gabi apenas gemia baixinho, cada vez mais entregue, mas ainda extremamente tímida.
Eu observava tudo escondido, pau duro na mão, sentindo uma mistura doentia de excitação e culpa.
Depois de uns vinte minutos, o celular de Gabi tocou. Era a mãe dela. Sara tinha chegado para buscá-la.
Maycon ajudou Gabi a se vestir rapidamente. Ela estava vermelha, cabelo bagunçado, pernas ainda tremendo. Saíram para a frente da casa.
Eu desci e fingi que estava chegando da cozinha. Sara estava parada ao lado do carro, esperando.
— Oi, Sara — cumprimentei educadamente, mantendo o tom normal.
— Oi, Beto — respondeu ela, também neutra, mas com um olhar rápido e desconfortável.
Gabi entrou no carro, ainda envergonhada. Sara acenou e foi embora.
Maycon voltou para dentro de casa com um sorrisinho satisfeito no rosto.
Eu fiquei na porta, sentindo o peso de tudo que estava acontecendo.
Estávamos corrompendo não só Neide… mas agora também uma menina inocente de 18 anos.
E o pior: eu não conseguia parar de assistir. Os dias seguintes foram intensos. Maycon estava cada vez mais obcecado por Gabi. Ele a chamava quase todos os dias depois da escola, sempre quando eu estava “trabalhando” no escritório. Eu, por minha vez, não conseguia resistir à tentação de assistir.
Na sexta à tarde, eles estavam novamente na área da piscina.
Gabi já chegava mais à vontade, mas ainda extremamente tímida. Usava um shortinho branco e uma blusinha cropped. Maycon a recebeu com beijos intensos, apertando a bunda dela por cima da roupa. Ela reclamava baixinho, mas não impedia.
— Maycon… vai devagar… tô com vergonha — sussurrava ela.
Ele não dava ouvidos. Tirou a blusinha dela devagar, depois o shortinho. Gabi ficou só de calcinha branca simples. Maycon tirou a própria roupa e ficou nu, pau duro latejando. Ele fez ela sentar na espreguiçadeira e ficou em pé na frente dela.
— Chupa como eu te ensinei.
Gabi olhou para os lados, nervosa, mas obedeceu. Segurou o pau dele com as duas mãos pequenas e colocou na boca. Chupava ainda de forma inocente, mas já conseguia colocar mais fundo. Maycon segurava o cabelo dela e guiava o movimento, fodendo sua boca com calma.
— Isso… tá melhorando. Engole mais… relaxa a garganta.
Gabi engasgava, baba escorrendo no queixo, olhos lacrimejando, mas continuava. Maycon elogiava ela o tempo todo, o que parecia deixar a menina mais obediente.
Depois de uns minutos, ele a deitou na espreguiçadeira, tirou a calcinha dela e abriu suas pernas. A bucetinha de Gabi era rosada, lisinha e pequena. Maycon começou a esfregar o pau nela novamente, para cima e para baixo, pressionando o clitóris.
— Maycon… não… eu tenho medo… — gemeu ela, cobrindo o rosto.
— Shhh… eu vou só colocar a cabecinha hoje. Prometo. Você confia em mim, né?
Gabi balançou a cabeça devagar, respirando rápido. Maycon cuspiu na mão, passou no pau e começou a pressionar a cabeça grossa contra a entradinha virgem dela.
Gabi soltou um gemido agudo quando a cabeça entrou.
— Ai! Tá doendo… tira… tira um pouco…
— Relaxa, amor… só a cabecinha… tá vendo? Tá indo.
Maycon ficou só com a cabeça dentro, fazendo movimentos bem curtos. Gabi gemia, apertando os olhos, uma mistura de dor e prazer estranho no rosto. Ele esfregava o clitóris dela enquanto mantinha a cabecinha dentro.
Eu assistia tudo do corredor do andar de cima, escondido, pau na mão. Meu coração batia forte. Parte de mim queria descer e impedir. Outra parte não conseguia parar de olhar.
Maycon continuou assim por longos minutos, dominando ela aos poucos. Depois pediu:
— Hoje eu quero te comer de verdade, Gabi. Você vai deixar?
Ela ficou em silêncio por quase um minuto inteiro, olhos marejados. Depois fez que sim com a cabeça, quase imperceptível.
Maycon posicionou o pau e começou a empurrar devagar. Gabi agarrou os braços dele, cravando as unhas.
— Ai… ai meu Deus… tá doendo muito… Maycon… para…
— Respira… tá quase… você é tão apertada…
Ele empurrou mais. Gabi soltou um gemido longo e sofrido quando Maycon quebrou sua virgindade. Lágrimas escorreram pelo rosto dela. Maycon parou fundo, deixando ela se acostumar, beijando seu pescoço e sussurrando:
— Pronto… você é minha agora. Toda minha.
Depois de alguns minutos parado, ele começou a meter bem devagar. Gabi gemia a cada estocada, dor e prazer misturados. Maycon acelerou aos poucos, segurando as pernas dela abertas.
— Tá gostoso… tá ficando bom, né? — perguntou ele.
Gabi apenas gemeu, sem conseguir responder direito. O rostinho inocente dela estava vermelho, boca aberta, óculos embaçados.
Maycon meteu com mais força, segurando a cintura dela. Gabi começou a gemer mais alto, o corpo tremendo. Ele gozou dentro dela, gemendo alto, enchendo a bucetinha virgem pela primeira vez.
Ficou dentro dela por um tempo, beijando seu rosto molhado de lágrimas.
— Você foi perfeita… minha namoradinha gostosa.
Gabi não respondeu. Apenas ficou abraçada nele, respirando pesado, claramente abalada.
Eu me afastei da janela, o coração disparado.
Meu filho tinha acabado de tirar a virgindade da Gabi… e eu assisti tudo.