Caindo em desgraça

Um conto erótico de Haedrig
Categoria: Heterossexual
Contém 3385 palavras
Data: 26/05/2026 08:01:35

A rotina da faculdade tinha começado a me corroer de um jeito silencioso. Não é querendo ser dramático, mas puta que pariu, já estava na vontade de surtar faz tempo, socar alguns rostos especificamente irritantes ou só largar tudo de uma vez.

Acordar cedo, trabalhar, voltar para casa, escolher se vou comer ou tomar banho, ouvir professor fingindo paixão por matéria que nem eles pareciam aguentar mais explicar, voltar para casa cansado demais para fazer qualquer coisa útil e repetir tudo no dia seguinte.

Fora os corredores lotados de pessoas mesquinhas e vazias falando em cheirar pó e encher o cu de bebida no fim de semana. Vou admitir que quase me rendi ao pó para continuar naquela desgraça de faculdade. Eu já não tinha energia para isso fazia tempo. Até as festas começaram a perder a graça rápido demais. Bebida barata, conversa vazia, gente bonita demais tentando esconder o próprio vazio. Tudo parecia igual. Tudo parecia cansativo.

Talvez por isso a história sobre Magnolia tivesse grudado tanto na minha cabeça.

...

Ah, ok, vamos por partes, não quero te confundir nem nada do tipo.

O bar da Magnolia ficava numa esquina meio esquecida perto da faculdade, espremido entre uma borracharia velha e uma loja de celular que nunca parecia aberta. Boatos de que essa loja de celular é lavagem de dinheiro, tipo as quatro farmácias localizadas na quadra à frente.

Durante o dia, o bar dela passava despercebido. À noite, principalmente depois das dez, virava ponto de encontro de estudante bêbado, professor divorciado e gente que claramente não queria voltar para casa tão cedo.

Ouvi falar dela pela primeira vez numa roda de conversa completamente aleatória no campus. Nem estavam falando comigo diretamente. Dois caras comentavam enquanto fumavam perto do estacionamento.

— Ela é maluca, velho. Maluca de verdade.

— Quem?

— A Magnolia.

O outro começou a rir imediatamente.

— Ah, a dona do bar? Já ouvi história demais daquela mulher.

— Dizem que ela topa qualquer coisa.

— E o melhor, ela nem faz por dinheiro.

Aquilo arrancou uma sequência de risadas.

— Fiquei sabendo que ela já foi garota de programa.

— Foi nada.

— Foi sim. E contam que hoje ela só faz porque gosta mesmo.

Continuei mexendo no celular fingindo desinteresse, mas ouvi cada palavra.

— O problema é que ela escolhe — um deles comentou. — Se ela não for com tua cara, nem adianta tentar.

— E se for?

O cara deu de ombros.

— Aí Deus tenha piedade do teu pau, por precaução é melhor levar um pacote de camisinhas e encher o bolso de tadalafila.

As risadas voltaram, mas a conversa ficou presa na minha cabeça por tempo demais. Talvez porque eu já estivesse cansado da faculdade, da rotina, de gente da minha idade fingindo experiência em coisas que claramente não entendiam. Talvez fosse só curiosidade mesmo. O fato é que, na quarta-feira seguinte, eu estava entrando naquele bar pouco depois das onze da noite.

O lugar estava quase vazio, acho que o movimento era maior aos fins de semana. Só tinha um velho dormindo numa mesa perto da televisão desligada e um homem de boné tomando cerveja sozinho no fundo. O ventilador girava devagar no teto, espalhando o cheiro de álcool e cigarro velho.

E atrás do balcão estava Magnolia. A primeira coisa que pensei foi que ela não parecia pertencer naquele lugar, era bonita para caralho, ela devia ter seus quarenta e poucos anos, talvez mais. Difícil dizer. Cabelo escuro preso de qualquer jeito, algumas mechas caindo pelo rosto, vestido preto simples, justo o suficiente para não esconder o corpo. Ela é facilmente o tipo de mulher que você ficaria fissurado por meses.

Magnolia tinha olhos rápidos, percepção aguçada, ela te olhava como se já soubesse exatamente o que você queria antes mesmo de você abrir a boca. Ela levantou os olhos do copo que secava e me encarou por alguns segundos, ela sorriu.

— E aí, garotão, o que vai ser hoje?

— Cerveja, por favor.

— Pra já — ela abriu a garrafa sem tirar os olhos de mim e colocou na minha frente no balcão.

A voz dela era baixa, rouca, confortável demais, sentei no balcão sem responder. Magnolia se aproximou devagar.

— Te ajudo em mais alguma coisa?

— Não, por enquanto só isso, obrigado — respondi.

— Então pode parar de olhar para os meus peitos — ela rebateu, com um sorriso se formando em seu rosto. — Meu rosto está logo acima.

Ah, droga! Não soube nem disfarçar.

— Nunca te vi aqui antes — ela quebrou aquele silêncio constrangedor.

— Nunca vim aqui antes.

— Mas você entrou aqui querendo alguma coisa.

Fiquei quieto, Magnolia inclinou um pouco a cabeça, espremendo um pouco mais o decote entre os braços.

— Conheço esse olhar.

— Que olhar?

— De quem quer fazer merda, mas ainda tá criando coragem — ela sorriu de canto, passando a língua nos lábios.

Magnolia continuou me encarando por cima do balcão, esperando alguma resposta que eu claramente não sabia dar. Peguei a cerveja e tomei um gole longo só para ganhar tempo. Ela percebeu na hora.

— Nervoso assim por causa de mulher? — perguntou, divertida.

— Não tô nervoso.

— Ah — ela deu uma risada longa. — Você tá sim.

O perfume dela era forte sem ser exagerado, misturado com cheiro de cigarro e álcool do bar. Estranhamente combinava.

— Relaxa, garotão, eu não mordo… a menos que você me peça com carinho.

Aquilo arrancou um sorriso involuntário meu. Magnolia percebeu e sorriu também, como alguém que acabava de confirmar uma suspeita.

— Melhorou — comentou. — Você tava com cara de quem entrou aqui querendo cometer um crime.

— Talvez eu tenha entrado.

— Hum. E qual seria?

Fiquei girando a garrafa entre os dedos.

— Ouvi umas coisas sobre você na faculdade.

— Ah, pronto — ela revirou os olhos teatralmente. — Lá vem.

— Então é verdade?

— Depende. O pessoal daquela faculdade fala muita merda.

Ela pegou outro copo limpo e começou a secar devagar, mas sem desviar os olhos de mim.

— O que disseram dessa vez?

Hesitei por alguns segundos. Magnolia percebeu imediatamente.

— Você não faz ideia de como tá estampado na tua cara que veio aqui por curiosidade sexual, né?

Aquilo me pegou desprevenido o suficiente para me fazer rir baixo.

— É tão óbvio assim?

— Para mim? Muito.

Ela apontou a garrafa na minha direção.

— Homem da tua idade sempre acha que consegue esconder quando tá pensando com o pau.

— E você gosta disso?

Magnolia inclinou um pouco a cabeça.

— Gosto de sinceridade. Tesão eu vejo todo dia.

Silêncio outra vez, o ventilador continuava girando devagar acima da gente enquanto a televisão desligada refletia a luz amarela do bar. O velho no canto parecia morto fazia uns vinte minutos.

— Então? — ela insistiu. — O que exatamente você ouviu?

Respirei fundo antes de responder.

— Que você aceita qualquer coisa.

Ela abriu um sorriso lento.

— Essa frase sempre volta para mim, de um jeito ou de outro.

— E aceita mesmo?

— Depende de quem pede.

Aquilo me deixou quieto de novo. Magnolia soltou uma risada baixa, rouca.

— Nossa, você realmente não sabe conversar com mulher mais velha, sabe?

— Acho que nunca tentei antes.

— Mentira. — Ela apontou para mim de novo. — Você já imaginou essa conversa antes de entrar aqui.

Não respondi, ela estava certa.

— Mas me fala uma coisa, dependendo da sua resposta, eu te dou o que você quer — ela parou o que estava fazendo, ficou séria. — Você não é um daqueles moleques virgens não, né? Se for para eu me dar o trabalho de tirar o vestido, que seja para alguém que vai me comer de verdade.

— Você já sabe a resposta desde que eu botei meu pé nesse lugar — rebati, recuperando um pouco da minha dignidade.

Magnolia ficou me encarando por um segundo antes de rir.

— Finalmente respondeu igual homem.

Ela largou o copo em cima do balcão e cruzou os braços devagar.

— Você não é virgem.

— Não.

Ela me analisou de cima abaixo outra vez, como se estivesse comparando minha resposta com a postura que eu tentava manter.

— Mas também não é tão experiente quanto tá tentando parecer.

— Você gosta de ficar analisando as pessoas assim?

— Gosto.

— E sempre acerta?

— Quase sempre, você entrou aqui achando que ia encontrar uma quarentona maluca dando em cima de universitário carente.

— E encontrei?

— Não sei — ela lentamente colocou a mão no bolso do vestido e puxou um maço de cigarro e um isqueiro, colocou um cigarro na boca e acendeu. — Ainda tô decidindo.

Ela deu mais uma tragada e apontou o cigarro na minha direção.

— Mas aos poucos estou me interessando, homem que vem aqui só por tesão geralmente fala demais, inventa histórias demais, são entediantes, são cheios de si, superficiais, inflando o próprio ego, odeio essa gente falocêntrica. Você por outro lado entrou quieto, com uma cara deprimente, cara de quem tá de saco cheio da própria vida.

Não respondi, o pior era ela estar certa. Magnolia percebeu meu silêncio e o sorriso diminuiu um pouco. Pela primeira vez desde que eu entrei ali, ela pareceu menos provocativa e mais curiosa.

— Qual teu curso?

— Engenharia.

— Nossa. Aí eu entendo essa tua cara de velório.

Soltei uma risada baixa.

— Trabalha também?

Assenti.

— Aí piorou tudo.

Ela apagou o cigarro num cinzeiro velho atrás do balcão e olhou rapidamente para o relógio na parede. O homem de boné já tinha ido embora sem eu perceber, o velho dormindo no canto, subitamente se levantou e foi cambaleando até a saída. Magnolia suspirou.

— Sabe qual é o problema de vocês dessa idade?

— Qual?

— Vocês acham que precisam aguentar tudo calados para parecer adulto.

Ela saiu de trás do balcão pela primeira vez e caminhou devagar pelo bar. O vestido acompanhava cada movimento do corpo dela de um jeito quase hipnótico. Parou perto da porta de entrada, virou a plaquinha para “FECHADO” e trancou a fechadura. Meu estômago virou na hora, Magnolia olhou por cima do ombro como se percebesse minha reação interna, ela voltou para trás do balcão e abriu uma porta de madeira.

— Quando vier, apaga a luz, por favor — ela falou, parando antes de entrar por aquela porta, lançando o sorriso mais sexy que já havia visto na minha vida.

Ela sumiu, adentrando a porta. Terminei a cerveja numa virada só e a acompanhei, apertando o interruptor da luz sem nem ver. Magnolia caminhou sem pressa pelo corredor estreito, como se já soubesse que eu iria seguir ela. A luz ali era mais fraca, amarelada, deixando tudo com um aspecto abafado e íntimo demais. Ela abriu uma porta no fim do corredor e apoiou o corpo na lateral, me olhando com aquele mesmo sorriso tranquilo.

O quarto era simples. Pequeno, organizado até demais comparado ao bar lá fora. Tinha uma cama de casal encostada na parede, um ventilador velho girando devagar e um abajur ligado perto da cabeceira. O cheiro de cigarro tinha sumido, substituído pelo perfume dela impregnado no ambiente. Magnolia entrou primeiro, tirando o elástico do cabelo e deixando os fios escuros caírem pelos ombros.

— Antes de qualquer coisa — ela começou, virando para mim — trouxe camisinha?

Me lembrei do cara da faculdade falando sobre o pacote de camisinhas, ainda bem que ouvi aquela conversa inteira. Puxei um punhado do bolso da calça e deixei no criado-mudo ao lado da cama. Magnolia deu um sorriso de orelha a orelha e desamarrou o vestido, que deslizou por todo o seu corpo até cair no chão. Ela se ajoelhou e nem precisou falar ou sinalizar nada. Parei em sua frente e desabotoei a calça, abaixei o zíper, ela agarrou minha calça e começou a abaixar junto, nem vi meu pau pular para fora, quando percebi, estava recebendo a mamada mais intensa da minha vida. Ela engoliu tudo sem o menor esforço, a língua massageava minhas bolas com tanta precisão que precisei me segurar para não gozar tão precocemente. Parecia que sua garganta não tinha fundo, ela tentava forçar meu pau mais para dentro, mas já havia entrado tudo o que eu tinha.

Agarrei o cabelo dela e comecei a foder sua boca, passei alguns segundos naquela situação, e nem uma lágrima sequer escorreu pelo seu rosto, ela não engasgou, nada do tipo, se manteve normal como se fosse algo rotineiro. Se ela realmente trabalhou como garota de programa, deveria custar pelo menos cinco mil reais a hora. Puxei seu cabelo e tirei meu pau de sua garganta, só então ela desgrudou. Dei de cara com uma cena indecente, Magnolia abriu a boca cheia de saliva, a língua para fora e uns fiozinhos de baba ligados até meu pau. Aquilo tudo era loucura, se já estava daquele jeito só no início, imagina quando fossemos para os finalmente.

Ela agia como uma cadela no cio, mesmo comigo segurando o cabelo dela, ela tentava abocanhar meu caralho. Soltei o cabelo dela só para ver até onde iria. Quase cai para trás, ela agarrou meu pau com tanta ferocidade que por um triz não cai de bunda no chão. Ela voltou a engolir meu pau feito uma puta, mamava com todo o prazer do mundo, a baba caía entre seus peitos apertados no sutiã.

— Senta na cama, esse pau é bom para fazer uma espanhola.

Uma espanhola. Acho que nunca havia recebido uma espanhola na vida. Obedeci a voz da maturidade e me sentei, ela arrancou o que faltava da minha calça então decidi ficar completamente nu. Ela voltou a abocanhar meu pau, chupou mais um pouco e cuspiu uma grande quantidade de saliva entre seus peitos grandes e redondos, esfregou um pouco até a saliva lubrificar tudo. Ela chegou um pouco mais perto e eu posicionei meu pau entre eles, ainda apertados pelo sutiã. Meu pau deslizou entre aquele peitos enormes, a sensação fervendo dos peitões amassando meu caralho era incrível, diferente de qualquer coisa que já havia sentido antes.

Ela começou a se mexer, para cima e para baixo, a cabeça do meu cacete chegava até a sua boca, onde ela aproveitava para dar uma bela sugada.

— Se quiser, pode gozar — ela falou colocando a língua para fora enquanto aumentava o ritmo.

Meu Deus, não aguentei todos aqueles estímulos, comecei a gozar litros de porra na cara dela, na boca, língua, nos peitões, melou um pouco as mãos e dedos dela.

— Puta que pariu, que merda foi essa? — falei me deitando na cama tentando recuperar o fôlego e ainda tentando entender como eu gozei tão rápido com aquilo.

— Tenho minhas técnicas — ela falou se levantando. — Espero que a nossa noite não tenha acabado por aqui.

Respirei fundo e me levantei, meu pau ia amolecer, mas logo já endureceu de novo, inundei minha mente com a imagem da Magnolia sendo fodida de todos os jeitos. Se ela chupasse daquela maneira e a esponhola foi tão prazerosa assim, imagino como seria a buceta dela.

— Que bom, a maioria já teria desistido nessa altura — ela riu e retirou o resto da roupa.

Magnolia ficou de quatro na cama e abriu bem o bundão dela, a buceta pingava e o cu piscava loucamente.

— Como gostei de você, vou deixar usar meu buraco especial — ela falava enquanto aquele cuzinho piscava mais e mais. — Tem lubrificante na gaveta.

Ela apontou para o criado mudo onde estava as camisinhas. Abri a gaveta e peguei o lubrificante, abri uma camisinha e coloquei, não seria louco de encarar aquilo sem proteção. Lambuzei meu pau e seu cu de lubrificante e ela voltou a separar as nádegas, me dando total acesso a qualquer buraco. Posicionei na entrada e tentei forçar a entrada em seu cuzinho, entrou fácil, deslizou para o fundo mais fácil ainda, até minhas bolas baterem em sua buceta. Seu cu era tão receptivo que sentir aquele calor quase me fez gozar de novo.

— Ui, faz tanto tempo que não sinto isso, um pau grosso arrombando minhas pregas — ela falava enquanto ria. — Não se esquece de me foder forte, tá bom?

Respondi apenas agarrando seu quadril e começando a meter forte naquele cuzão profissional. E preciso dizer, meus amigos, aquele cu ao mesmo tempo que tentava expulsar meu pau dali, parecia também puxar para dentro, tal qual um buraco negro. Aquela mulher realmente era diferente, se os boatos dela ser uma garota de programa no passado forem reais, então tudo fazia sentido, aquilo ali faria qualquer homem perder a cabeça.

Passei a meter violentamente no seu cu enquanto ela ria, gemia, quase gritava pedindo para socar mais forte, mais fundo, aquilo estava para um buraco sem fundo. Mas de um segundo para o outro, sentia as pregas apertando mais meu pau, senti ficando mais apertado, ela começou a esguichar no colchão, formando uma poça de água e respingando no que estivesse na frente.

— Caralho! — ela gritou com os dentes cerrados, ao mesmo tempo gemendo. — Não me lembro a última vez que tive um orgasmo anal, é bom pra porra!

Ela me olhou por cima do ombro.

— Parou de meter porque, moleque?

Num misto de tesão e medo pelo olhar dela, voltei a meter, agarrando seu quadril com mais força e puxando o corpo dela contra o meu a cada estocada. Sua bunda gorda e grande batia contra meu corpo, fazia um barulho obsceno a cada metida.

— Tá gostando? Veio aqui para isso, não é? Tá gostando de foder meu cu?

Nem tinha mais forças para continuar com aquilo, o cansaço, a fadiga começaram a recair sobre mim, as pernas tremiam, mas Magnolia também, as pernas dela tremeram e de repente, outro orgasmo anal seguindo de xingamentos e gritos falando de como aquilo era bom.

— Deixa eu sentar em você, quero sentir esse pau mais fundo, quero espremer ele nas pregras do meu cu.

Confesso que estava com medo, ela parecia uma besta selvagem louca por sexo anal e eu apenas sua presa rendida e indefesa. Por mais forte que metesse nela, ela não ficava saciada, mesmo após duas gozadas. Ela se levantou e me empurrou para a cama direto na poça do seu orgasmo, ela veio por cima e ficou de cócoras, quase sugando meu pau com o seu rabo novamente e começou a sentar. Sinceramente, não sei o que quebraria primeira, eu ou a cama que começou a ranger e quase sair do lugar. Ela rosnava enquanto quicava, feroz, faminta, com um olhar de loba assassina. Uma coisa passou pela minha cabeça, vendo seu cu engolindo meu pau de uma vez, se ela gozasse ali de novo, eu provavelmente tomaria um banho com seus fluídos, não é?

Não é?

É.

...

A resposta veio logo em seguida.

Mais um esguicho, mais um orgasmo anal e ainda fui recompensando com um banho gratuito. Mas ela não parou, não estava satisfeita ainda, continuava a quicar.

— Vou ter que sentar nessa pica todo dia — ela falava seguida de uma risada estridente. — Meu Deus, isso me faz querer voltar a me prostituir.

Mais um orgasmo anal, mais um banho.

— Puta que pariu, por onde tu andou garoto? Queria essa pica no meu cu antes.

Mais um banho.

— Acho que você vai morrer desidratada de tanto gozar desse jeito.

Mais um orgasmo.

— Se eu for morrer dando o cu, pelo menos vou morrer feliz!

Mais algumas sentadas, mais um orgasmo anal e então finalmente parecia que a fera começava a ficar cansada. Agarrei os dois tornozelos e comecei a meter rápido, tirando todas as forças que sobravam nas minhas fibras, meti, soquei fundo, ela gemia, pedia mais e como recompensa, mais um banho. Comecei a gozar junto com ela, a camisinha se encheu e finalmente desfalecemos nas mesmas posições. Ofegantes, cansados, o quarto completamente encharcado. Ela se jogou de lado, deitando, só depois percebi que a camisinha tinha saído, provavelmente sugada para dentro do cu dela. Só vi a ponta dela saindo do cu da Magnolia com um pouco da porra escorrendo.

Fiquei olhando para o teto, num ponto fixo imaginando que rumo minha vida estava tomando.

— Vou embora, está tarde — falei enquanto caçava minhas roupas, para variar, molhadas.

— Uhum, passa aqui outro dia para a gente se divertir mais, adorei você.

Sai do covil da bestafera o mais rápido possível, só quando entrei no carro e arranquei que comecei a me sentir um pouco mais seguro. Cheguei em casa cheirando a fluidos femininos, coloquei as roupas no cesto e fui direto para um banho quente. No outro dia, ainda acordei com o pau dolorido.

Magnolia certamente foi a pessoa mais louca com quem fodi.

E na quinta-feira lá estava eu de novo.

Vocês tinham que ver o sorriso no rosto dela quando me viu.

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