Aviso: Este é o décimo segundo capítulo da saga Putty de Karola...
Antes de prosseguir, leia o Capítulo 11: O Banho de Língua!
Alexa ainda estava nua, seu corpo brilhando com uma camada espessa de saliva e baba que Iza havia deixado após o banho de língua. Gotas grossas escorriam devagar pelos seios, pela barriga, pelas coxas, pingando no divã de veludo cinza.
O ar do escritório ainda estava pesado pelo cheiro de vômito fresco, mijo, diarreia e gozo. Alexa respirava fundo, sentindo o corpo limpo e revigorado, mas a raiva ainda queimava em seus olhos.
Ela se levantou devagar, com os pés descalços pisando no chão frio, e olhou para Iza, que permanecia de joelhos ao lado do divã, com seu rosto ainda melado, os lábios verdes inchados de tanto chupar.
— Chame Bertha. Agora.
Iza se levantou em silêncio e virou-se para a porta. Peggy ainda estava lá, espiando pela fresta, com um filete de baba escorrendo pelo canto da boca, pingando no chão. Seus olhos estavam vidrados e sua respiração ofegante.
Iza encarou a secretária:
— Peggy. Chame Bertha. Imediatamente.
Peggy piscou rápido, limpando a baba com as costas da mão, e respondeu com sua voz esganiçada e anasalada, quase um gritinho:
— Tá bom, tá bom... eu chamo agora meeesmo!
Ela correu até o intercomunicador na recepção, apertou o botão com força, como se quisesse quebrar o aparelho, e falou alto, empolgada, com a voz subindo no final das frases:
— Berthaaa! A senhora Alexa quer você no escritório dela AGORAAA! Corre, corre, correeee!
Iza, ainda parada na porta, completou com a voz fria:
— E mande uma equipe de limpeza para o carro na garagem privativa.
Alexa, do fundo do escritório, interrompeu com a voz rouca:
— Não. Não limpe o carro. Deixe tudo lá.
Iza virou o rosto para a mestra, e depois de volta para Peggy:
— Cancele a ordem. Nenhuma equipe de limpeza. Deixe o carro como está.
Peggy parou no meio do corredor, colocou as mãos na cintura, e reclamou com a voz irritada e anasalada:
— Faça isso, não faça aaaquilo, faça isso, não façaaa aquilo... vadia chata do caraaalho!
Iza deu um passo à frente, seus olhos verdes fixos em Peggy, sem piscar:
— E depois de cumprir todas as ordens, pegue uma vassoura e enfie no seu cu até rasgar.
Peggy arregalou os olhos, com a voz subindo num gritinho estridente:
— Tá brincando, néééé?
Iza não respondeu. Apenas continuou olhando, imóvel, sem expressão. Peggy engoliu em seco, e um filete de baba escorreu da boca novamente.
— Tô fudidaaah...
Minutos depois, o elevador apitou. Bertha saiu dele, com seus passos pesados ecoando no corredor. Alta, alemã de traços fortes, 36 anos, a pele branca suada e melada, o cabelo preto curto e escorrido, pingando algo leitoso como se tivesse sido lambido por uma vaca.
O uniforme de cientista, uma calça e jaleco brancos, com botas pretas grossas, estava todo molhado de suor e líquidos amarelados estranhos, colado ao corpo. Seus peitos grandes e pendurados, com aureolas enormes e escuras visíveis sob o tecido transparente de suor, além dos mamilos carnudos, balançavam. A buceta pelancuda, ensebada e gosmenta, fazia sons molhados a cada passo, espirrando gozo pelo chão.
Bertha viu Alexa nua, brilhando de baba, e abriu um sorriso largo:
— Que linda! Sua corpo está coberrta de sebo igual a minha! Explêndida! Marravilhosa!
Alexa ignorou o comentário, com a voz seca:
— Cale a boca, Bertha. Preciso do seu cérebro.
A alemã piscou, depois abriu os braços:
— Sim! Minha cérrebra é toda seu! Pode arrancar ela do meu cabeça!
Alexa respirou fundo, impaciente:
— Escute. Quero que sua equipe recolha todos os fluidos do carro na garagem privativa. Tudo. Vômito, mijo, diarreia... tudo que vazou lá. No meio daquela sujeira tem o vômito da Putty.
Bertha arregalou os olhos, excitada:
— Analisarr a vômita de um alienígena? Perrfeita! Eu vai agorra mesmo merrgulhar no nojeirra dela e decifrrar cada molécula de sua corrpo!
Alexa assentiu:
— Analise a fisiologia alienígena dela. Desenvolva uma arma capaz de derrotá-la. Não matar. Incapacitar. Tenho planos para Putty.
Bertha bateu palmas, seu gozo espirrando do chão:
— Eu vai fazerr! Vai fazerr agorra mesmo!
Alguns dias depois, Alexa e Iza foram até o Laboratório de Bertha. O lugar era um caos organizado: telas cheias de gráficos, tubos borbulhantes, cientistas mulheres andando pra lá e pra cá vestindo apenas jalecos brancos abertos e botas pretas, sem nada por baixo. Tetas e bucetas de fora, os corpos pegajosos e pingando vômito, suor e gozo dos experimentos com os fluidos de Putty recolhidos no carro.
Bertha apareceu no meio do Laboratório, com o jaleco aberto, seus peitos balançando, a buceta gosmenta fazendo sons molhados a cada passo.
Ela viu Alexa e sorriu:
— Alexa! O pesquisa estarr indo muito boa! Eu já terr algumas protótipos de armas prra você analisarr!
Ela chamou uma das cientistas assistentes:
— Hedy, virr aqui!
Hedy se aproximou: uma mulher negra, preta como a noite, com cabelos pixaim curtinhos, lábios inchados, tetas enormes balançando, uma bundona carnuda rebolando. Como todas ali, estava com o jaleco branco aberto, botas pretas, e a buceta pingava gozo pelo caminho.
Bertha pegou uma pistola sobre a mesa:
— Esse aqui é prra incapacitarr por orgasmos intensas. Agorra está calibrrado prra fisiologia humano, prra demonstrarr em Hedy. Depois eu modificar prro Putty.
Ela apontou e disparou. Um raio azul acertou Hedy no peito.
Hedy berrou de prazer, com seus lábios enormes balançando, os olhos revirando:
— Aaaahhh! Caralho! Tô gozando! Tô gozando forte! — gritou ela, com a voz rouca e grossa.
Seu corpo convulsionou, e caiu de joelhos, a buceta preta jorrando gozo em jatos, espirrando no chão e nas cientistas próximas. Ela se contorcia, com as mãos apertando as tetas, gritando putaria sem parar:
— Porraaaa! Minha buceta tá explodindo! Que gozo quente! Tô gozando na cara de todo mundo! Aaaah, que delícia! Tô tremendo toda... não para... não paraaa!
Os jatos continuavam fortes, com gozo branco e espesso escorrendo pelas coxas, formando poças que se espalhavam pelo piso. Hedy rolava no chão, com o quadril rebolando involuntariamente, a buceta pulsando, e os lábios inchados tremendo enquanto ela gritava:
— Tô gozando ainda! Caralho... mais forte! Olha o chão todo melado... aaaahhh!
Jatos de gozo acertaram Alexa, que não se moveu. Apenas lambeu devagar em torno da boca, sorvendo o líquido, dando um leve gemidinho de aprovação.
Bertha pegou outra arma, esta um pouco maior:
— Esse aqui é prra desidrratação intestinal. Desidrrata a intestino, força um diarreia extrremo.
Ela disparou em Hedy, que ainda jorrava gozo. O raio vermelho acertou seu ventre.
Hedy gritou mais alto:
— Aaaahhh! Meu cu! Tá soltando tudo! — berrou ela, com o cu disparando jatos de diarreia pastosa e forte.
O jato era tão potente que empurrou o corpo dela, deslizando pelo chão melado de gozo. Ela urrava, com a voz rouca:
— Merda quente! Tô cagando litros! Caralho, que delícia! Tô gozando e cagando ao mesmo tempo! Aaaah, sai mais... mais merda... olha o jato! Tô escorregando na minha própria bosta! Puta merda!
A diarreia explodia grossa, marrom e quente, misturando-se ao gozo no chão, formando uma poça fedorenta. Hedy se contorcia, com suas mãos apertando a barriga, o cu piscando enquanto jorrava sem parar:
— Porraaaa! Meu cu tá queimando de tanto cagar! Tô cagando sem parar... delícia... mais... mais merda quente! Puta que me pariu!
Bertha continuou:
— Tem um parrecida que prrovoca vômita. Não prrecisa demonstrarr.
Alexa olhou para ela:
— Precisa sim. Quero ver. Dispare nela essa arma também.
Bertha hesitou por um segundo, olhando Hedy no chão, que berrava putarias enquanto jorrava gozo e merda.
Iza ordenou, com a voz fria:
— Obedeça.
Bertha disparou a terceira arma, de raios verdes. Hedy, ainda convulsionando, abriu a boca e começou a vomitar violentamente. O líquido grosso e amarelo jorrava em golfadas, misturado com gritos abafados:
— Arrhhh... tô vomitando... porraaaa! Tô vomitando na cara de todo mundo! — urrava ela, com a voz se afogando em sucos estomacais.
O corpo convulsionava, jorrando gozo pela buceta, diarreia pelo cu, e vômito pela boca. Ela rolava no chão, gritando putarias gorgolejantes:
— Caralho... tô fudida... gozando... glugh... cagando... vomitando... aaaahhh! Sai mais... mais vômito quente... tô enchendo o chão de bosta e vômito... que delícia... aaaahhh!
Alexa perguntou:
— Quanto tempo dura o efeito?
Bertha, preocupada:
— Mais ou menas um horra.
Alexa assentiu:
— Prossiga com o desenvolvimento das três armas.
Ela virou-se para sair, mas parou de repente, como se lembrasse de algo. Virou e disse:
— Ah, quase me esqueci. Limpem toda a sujeira nessa pobre mulher. Com as suas línguas!
As cientistas pararam o que estavam fazendo, se entreolharam, e então agacharam sobre Hedy, que ainda jorrava por todos os buracos. Começaram a lamber seu corpo todo: tetas, buceta, cu, rosto, lambendo o gozo, a diarreia, o vômito, gemendo e chupando com gula.
Alexa e Iza saíram do laboratório, escutando gritos molhados de prazer, palavrões enlouquecidos, lambidas, gemidos e sons escatológicos ecoando pelo corredor.
Continua...