Vaquinha do tio III

Um conto erótico de SweetNipples
Categoria: Heterossexual
Contém 427 palavras
Data: 25/05/2026 22:16:16

Parece que o tempo parou, eu sigo olhando pro tio Lu sem ter uma resposta pra pergunta dele. Eu sei o que estou pedindo? Eu tenho certeza do que exatamente vai acontecer? Depois de longos segundo eu só anuo com a cabeça, concordando com tudo que vai acontecer.

Tio Lu apoia as mãos lentamente nos meus braços, como se ainda estivesse me dando uma última chance de desistir. Mas eu não me movo. Pelo contrário… me acomodo ainda mais contra ele.

O ar parece quente demais dentro daquela sala.

Minha respiração sai curta quando sinto o nariz dele roçando de leve meus cabelos.

— Nervosa? — ele pergunta baixinho.

— Muito…

A risadinha dele vibra contra minhas costas.

— Eu também.

Aquilo me surpreende tanto que viro um pouco o rosto para encará-lo por cima do ombro. Lu sustentava aquele olhar intenso, mas havia hesitação ali também. Cuidado. Desejo misturado com medo de ultrapassar algum limite invisível.

As mãos dele deslizam devagar pelos meus braços até alcançarem minhas mãos, entrelaçando nossos dedos por alguns segundos antes de subir novamente, agora com mais coragem. O toque é leve, quase experimental, e ainda assim meu corpo inteiro reage.

Fecho os olhos automaticamente.

— Você arrepia inteira… — ele murmura, rouco.

Sinto meus pelinhos levantarem outra vez quando ele aproxima o rosto da minha nuca, respirando fundo como se tentasse manter o controle.

— Vaquinha… Promete me dizer se você quiser parar? Ou se eu fizer algo que você não gosta?

— Prometoo, respondo manhosa e impaciente

Finalmente eu sinto, por cima da minha blusa soltinha do pijama, a mão quente do tio Lu encaixar nos meus peitinhos como conchas. Meus olhos estão ficados nessa imagem, a mão grande, dedos longos totalmente encaixada nos meus seios. Por um milésimo de segundo a mão dele só fica ali parada, mas eu sinto meu coração quer sair do peito, sinto minha cabeça rodar, sinto minha pele esquentar por completo quando ele sem aviso nenhum aperta meus seios de forma possessiva.

— Assiiimmm, por favor. Eu gemo descontrolada, sentindo ele amassar meus peitos como uma bolinha de fisioterapia.

A respiração de tio Lu é quente no meu pescoço, como se ele tentasse fortemente se controlar.

Eu me remexo, apertando minhas coxas, soltando gemidinhos, sentindo tudo.

Mas o mundo para, quase que literalmente quando eu sinto o beliscão nos meus biquinhos, o grito sai seco e frutal da minha garganta.

A respiração do tio Lu sai em ligadas fortes, sua barba roça meu ombro e seus dentes se fecham no meu pescoço.

E aqui, nessa sala, numa tarde qualquer que absolutamente tudo muda.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Doce acalento a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários