A vaca leiteira ep:1 - Amamentacao adulta faz jovem perder controle

Um conto erótico de feminive
Categoria: Heterossexual
Contém 1149 palavras
Data: 25/05/2026 21:44:20

Eu ouvi as três batidinhas baixas na porta, aquele código nosso pra não acordar o bebê. Meu coração deu um pulinho dentro do peito. Levantei devagar da cama, as pernas ainda pesadas do dia inteiro, sentindo o chão frio sob os pés descalços enquanto caminhava na ponta dos dedos.

A calcinha de algodão bege, enorme e confortável pro pós-parto, apertava meu corpo. A blusa fina mal conseguia conter meus seios inchados, presos dentro do sutiã reforçado com aqueles patches pra segurar o leite. Cada passo fazia eles balançarem pesados, quentes, latejando. O tecido estava úmido no bico, um fiozinho morno já escapando e molhando a blusa, deixando uma manchinha escura que brilhava sob a luz fraca do corredor.

Parei um segundo na frente da porta, respirei fundo. Meu corpo todo doía, mas por baixo daquela dor tinha uma coisa quente se mexendo na barriga. Girei a chave bem devagar, abri só uma fresta e cobri o peito com o braço, só pra garantir que ninguém no corredor visse. Ele entrou rápido, cheirando a noite e a faculdade, o cabelo bagunçado.

— Tá atrasado — murmurei baixinho, fechando a porta atrás dele com um clique suave.

— Desculpa, me atrasei na faculdade — ele respondeu, os olhos já descendo.

Ele parou no meio da sala, olhando ao redor: as fraldas empilhadas no sofá, o carrinho com roupinhas penduradas, o cheiro de leite e de bebê no ar. Eu sentia meu rosto esquentar. Fiquei ali, descalça, os cabelos desgrenhados caindo nos ombros, sem nem ter tido tempo de pentear. Mas ele não olhava pra cima. Os olhos dele grudaram direto nos meus peitos, pesados, redondos, esticando o tecido da blusa. Vi o jeito como a garganta dele se mexeu quando engoliu em seco.

Meus bicos latejavam mais forte agora, quase queimando. Um fiozinho quente de leite escorreu devagar pelo vale entre eles, descendo pela pele sensível e sumindo na barriga.

— Sim… se você não viesse eu ia ter que tirar sozinha — falei baixinho, a voz saindo rouca. — Eles estão tão cheios… tão doloridos.

Ele ainda não tinha dito nada, só olhava. Aquele olhar faminto, quase sujo, como se eu fosse algo pra ser consumido. E, estranhamente, aquilo fez um arrepio gostoso subir pela minha espinha.

— Senta logo aí — murmurei, impaciente, apontando o sofá. Minhas mãos tremiam um pouquinho quando agarrei a barra da blusa.

Ele se despiu todo afobado, quase tropeçando na calça jeans, jogando as peças no encosto da cadeira. Ficou ali um segundo, rindo baixinho, magrinho, o pau meio mole ainda balançando pesado entre as coxas finas, a cabecinha rosada já começando a inchar devagar. De repente pareceu lembrar, deu aquele sorrisinho safado e foi direto pra poltrona, sentando bem na beiradinha, pernas abertas, como sempre.

Respirei fundo, o coração martelando. Fiquei de pé bem coladinha nele, os seios pesados quase roçando o rosto dele. O cheiro quente da minha pele misturado com o leite subia no ar.

O olhar dele ficou turvo, grudado nos meus peitos como se o resto do mundo tivesse sumido. Soltei uma alça da blusa devagar, deixando um seio inteiro saltar pra fora do sutiã. Ele abriu a boca sem querer, os lábios úmidos, os olhos arregalados, bobo de tesão.

Baixei o bojo com o dedo, sentindo o tecido roçar no bico inchado. O leite jorrou forte, um jato quente, branco e grosso, voando direto pro meio da boca dele. Ele nem precisou se mexer — o primeiro jato acertou a língua, depois outro, mais forte, espirrando nos lábios e escorrendo pelo queixo. Ele gemeu baixinho, feliz, inclinando a cabeça pra trás só um pouquinho pra pegar tudo, engolindo guloso.

Eu sentia o leite saindo em jatos ritmados, cada um aliviando aquela pressão dolorida que apertava meu peito o dia inteiro. O bico latejava, formigando gostoso enquanto o leite quente saía, molhando a pele dele, pingando nos peitos lisos e descendo pela barriga magra.

Ele agarrou o pau com a mão direita, já bem duro agora, e começou a se masturbar devagar, subindo e descendo os dedos no comprimento. Os sons molhados da punheta se misturavam com o barulhinho do leite batendo na boca dele e o jeito faminto como ele engolia quando o jato diminuía.

Quando o jato forte virou só umas gotinhas quentes que pingavam devagar pelo meu bico, eu já sabia o que vinha em seguida. Respirei fundo, sentindo o peito mais leve, latejando gostoso, e me colei ainda mais nele, o calor do corpo magrinho dele roçando minhas coxas trêmulas.

Tirei a blusa completamente, passando-a pela cabeça devagar. Os dois seios pularam livres, pesados, balançando bem na frente do rosto dele. O ar fresco do ambiente arrepiou a pele molhada de leite, deixando os bicos ainda mais duros e sensíveis. Ele não esperou nem um segundo — agarrou o outro peito com as duas mãos, apertando a carne macia e quente, os dedos afundando na pele inchada, e abocanhou o bico inteiro com fome.

Senti a boca quente dele se fechando forte ao redor, a língua molhada lambendo em círculos lentos enquanto ele sugava com vontade. A saliva misturada ao leite escorria quente pelo canto dos lábios dele, descendo pelo meu ventre em filetes brilhantes. Ele segurava o seio todo, amassando, apertando, fazendo o leite jorrar direto na garganta em ondas ritmadas. Cada sugada forte aliviava aquela pressão dolorida que apertava meu peito o dia inteiro, mandando ondas quentes que desciam pela barriga e faziam minha buceta pulsar devagar, úmida e quente.

“Porra… ele mama igual um bebê faminto”, pensei, mordendo o lábio por dentro. Achava ele tão desprezível ali, magrinho, babando no meu peito como se fosse a única coisa que importava na vida. Me odiava um pouco por deixar, por precisar disso, por estar aqui de novo. Mas meu corpo traía tudo: os bicos latejavam de tesão, o alívio misturado com um calor safado que subia pelas coxas e deixava minha calcinha encharcada, grudando na pele.

Ele mamava sem parar, olhos semicerrados de prazer, as mãos apertando o peito com força, fazendo a carne macia transbordar entre os dedos. O pau dele latejava duro entre as pernas, a cabeça brilhando de pré-gozo que escorria devagar.

De repente ele soltou o bico, leite escorrendo pelo queixo e pingando no peito dele, e olhou pra mim com aqueles olhos turvos de desejo.

— Deixa eu tocar tua buceta... só um pouquinho — pediu, a voz rouca, quase implorando.

— Não — respondi baixo, firme, sentindo o rosto esquentar.

Ele não soltou meu peito, só apertou mais, o polegar roçando o bico sensível enquanto lambia o leite que ainda pingava devagar.

— Por favor... só passar o dedo... tá tão molhadinha, eu sei... — insistiu, a boca voltando a sugar forte, a língua quente girando no bico inchado, puxando mais leite enquanto os olhos dele me imploravam.

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