O conto que venho relatar aconteceu comigo há uns dois anos. Pode ficar um pouco longo, mas precisa ser explicado nos detalhes para contextualizar e facilitar a compreensão, não posso ir direto no sexo.
Hoje tenho 50 anos e Sara, minha esposa está com 48. Somos uma família estável financeiramente. Ela é aquela mulher que ascendeu profissionalmente e hoje encontra-se no topo de sua área de atuação. Gostamos de praticar esportes, como corrida, musculação, ciclismo e estamos com o corpo em forma, ela principalmente, cuja genética ajuda e com o reforço do esporte tem o corpo escultural, com pernas muito definidas, barriga sarada, seios firmes e grandes. Da bunda não se fala, pois é mega avantajada e firme. Seu comportamento é de pessoa super tranquila, elegante, sensual, com postura bem ereta que transmite autoridade. Veste-se com elegância, trajando no trabalho, terninhos ou vestidos sofisticados, que geralmente destacam sua beleza. Enfim, ninguém atribui à minha esposa a idade que tem.
Agora vamos aos fatos: há mais ou menos um ano atrás, minha esposa chegou em casa possessa da vida, falando que tinha descoberto uma traição minha de uns 5 anos atrás. Eu fiquei amarelo, mas ela possuía informações precisas e me confrontou, falou sobre a pessoa, que era uma ex esposa de um amigo nosso, falou o período da traição, sobre os locais dos encontros, os horários, resumindo: ela estava completamente armada e eu fiquei na parede sem ter o que fazer. Ela me esculachou e pediu separação imediata. Meu mundo desabou, pois amo muito minha esposa e não sei o que faria sem ela, não consigo me imaginar separado. Par tentar amenizar, me humilhei, confessei, pedi perdão, falei que ficou no passado e que nunca mais a traí...mas foi em vão, ela manteve firme a decisão da separação. Os dia se passaram e ela mudou completamente seu comportamento, passou a me ignorar, não dava a mínima pra mim, não conversava, me deu um gelo total. Após uns dia a chamei para conversar, para tentar reconciliar, pois ela poderia ter esfriado a cabeça, porém, o que ela falou me deixou preocupado: Ela disse que um dia poderia até me perdoar, mas antes eu iria pagar na mesma moeda. Ela iria “dar” na primeira oportunidade que tivesse. Meu coração foi a mil bps. Argumentei que ela iria acabar com nosso casamento e ela de imediato me atirou de volta:
- Você é que não pensou nisso antes de me trair!
Após isso ela passou a ser de pouco diálogo comigo em casa, já não compartilhávamos a mesma rotina, nossa saídas, diversões, pedais, corrida, academia, tudo mudou. Dormíamos na mesma cama, mas ela não permitia que eu a tocasse, sexo passava longe.
Após uns três meses nesse clima ela chegou em casa e me falou na lata:
- Resolvi o problema! Agora você já está me pagando! Se não aceitar do meu jeito, pode providenciar a separação!
Eu fiquei sem entender e perguntei o que estava acontecendo. Ela respondeu na bucha:
- Agora tenho um macho que está me comendo, como você fez com a “fulana”, comendo não, me fazendo de puta! Quer saber? Senta aí que vou te contar! E se você quiser continuar casado comigo vai você ouvir tudo o que vou te contar, porque o fiho da puta da história foi você! Ou é assim ou nada. Terminou!
Não tive outra opção, porque sabendo como é a personalidade dela, não teria outro caminho, a última esperança de resolver o problema no casamento seria fazer o que ela estava mandando.
Então sentamos e ela começo a contar:
- Falei que na primeira oportunidade iria me vingar de você e foi o que fiz. Estou trepando com uma pessoa, que está me fazendo de puta como você fazia com a “fulana”.
Eu falei:
- Não acredito Sara, com quem você está se envolvendo?
- Com o “fulano” do trabalho. Nunca tinha olhado pra outro macho com interesse, mas ele foi o primeiro a se insinuar e eu não perdi tempo. Quero que fique quietinho e não se atreva a fazer graça de falar ou ameaçar o “fulano”, pois o culpado de tudo é você!
E continuou a contar (relato dela):
- Estou trepando com ele já faz um mês. Tudo começo quando ele elogiou minha forma de vestir, falou que minhas roupas são bonitas. Eu perguntei se só as roupas. Ele disse, que com todo respeito, eu também sou muito bonita. Daí perguntei se além de bonita, o que mais ele achava de mim. Ele ficou sem graça, tentou fugir, mas eu insisti: - Fala o que você acha de mim. Ele disse que sou bonita, elegante, charmosa...Eu insisti: - O que mais? Ele disse que me acha cheirosa, sensual e gostosa. Eu falei: - Gostosa só pode saber se comer né? Ele: Sem dúvida, te comer seria um sonho. - De verdade, você me comeria? Ele: É tudo que eu quero, basta uma oportunidade. Eu falei: - O que você faria comigo? Ele: Te chuparia toda, lamberia teu corpo todinho... - O que mais? Ele: Iria te apresentar meu pau e te oferecer pra mamar, depois iria enterrar tudo em você....- Hummm...Vou pensar no seu caso, mas esse é nosso segredo, se vacilar você vai ver só...
Imagino a ação dele, porque ela detém poderes sobre ele na empresa.
Ainda sobre o relato dela:
- No outro dia encostei nele e falei: Se você quiser, pode ser hoje, estou precisando muito de uma pica...
É importante falar para vocês que o “fulano” é um cara tranquilo, ligeiramente mais novo que minha esposa: moreno, forte, alto, um pouco acima do peso, casado, trabalha na empresa há anos e com cargo inferior ao dela e sempre a tratou como senhora.
Ele respondeu: - Se a senhora tá precisando de pica e eu tenho uma a sua disposição, então vamos resolver.
No meio da conversa eu falei que não precisava escutar isso, ela não precisava me humilhar, sua vingança já era o suficiente e como ela já estava se vingada, então estávamos resolvidos.
Ela disse que não era bem assim. Eu traí por 6 meses. E ela estava no primeiro mês de traição. Eu tinha o meu confidente (que confidenciou para outra pessoa e chegou até minha esposa) e ela também precisaria de um que seria eu e ordenou:
- Agora senta e escuta ou vai de uma vez.
Após eu me acomodar, continuou contando:
- No motel ele fez tudo que prometeu. Me chupou toda, me colocou para mamar, derramou leite na minha garganta, comeu muito a minha buceta, você não faz ideia como ele me revirou em todas as posições que você nem imagina, eu nunca tinha sido comida na vida da forma como ele me come, eu nunca gozei tanto numa pica. Até o meu cú que você poucas vezes comeu ele arromba. Ele me ensinou a ser puta de verdade, até mamei no pau dele algumas vezes dentro da empresa e consigo engolir o pau dele por todos os buracos.
Nesse momento meu mundo desabou, fiquei sem chão e sem saber o que fazer. Não acreditava que minha esposa tivesse tanta coragem e tanta ousadia. Mas no fundo ela estava certa e eu teria feito a mesma coisa. Não vou mentir que chorei e não sabia mais se valeria apenas continuar naquele casamento. Por outro lado a ideia da separação me torturava muito, ela sempre foi a minha grande companheira e viver sem ela para mim inimaginável.
Após todo o relato, minucioso e com muita calma, ela saiu. Durante a noite em nossa cama ela usando baby doll sensual, sugeriu de a gente transar. Eu fiquei surpreso, mas estava na secura e não podia recusar. Fizemos o normal, ela parecia muito diferente, com outras experiências, fala palavras que nunca tinha dito durante o sexo, fez posições que eu nunca tinha comido ela, gozou sem limite e quando eu estava bombeando com ela de quatro na cama ela soltou:
-Agora come meu cu!
Confesso que fiquei desnorteado, ela nunca tinha transado daquele jeito, solta, entregue, com vontade de fuder de verdade. Fiquei pensando nela fudendo com o outro, não sabia se sentia ciúmes ou tesão, não consegui atingir meu potencial sexual porque minha mente ficou confusa.
Com ela empinada de quatro, coloquei o dedo na buceta e encostei no cú. Coloquei um dedo no cú, que entrou com facilidade. Coloquei dois e depois três e não houve resistência. Lembrei que o cú dela era super apertado, durante toda a nossa história comi no máximo cinco ou seis vezes. Sempre tive que implorar, planejar, prometer para enrabar aquela bunda. Agora ela simplesmente me ofereceu e percebi que o cú estava literalmente arrombado. Estava com o pau meia bomba e encostei na porta do cu. Segurei na metade, empurrei a cabeça e mesmo assim foi entrando com certa facilidade. Fui empurrando o pau meio bomba e enterrei até o fim. Em outros tempos nunca seria possível enrabá-la com a pica mole. Porém que a medida que fui bombeando o pau foi tomando as proporções normais e endurecendo dentro. Com a pica dura cravada no cú ela falou:
- Me enraba, me arromba, enterra teu pau no meu cú!
Essas palavras eu nunca tinha ouvido da boca dela ao longo do nosso relacionamento durante o sexo. Minha esposa, antes delicada, dócil e amável agora era outra mulher, tinha outras experiências sexuais, tinha outro vocabulário.
Me aproveitei do momento e soquei pica no cú dela.
A safada se empinou, baixou a cabeça na cama e aguentou firme as estocadas no ânus. Castiguei o rabo dela por mais de 20 minutos sem ela reclamar. No final derramei todo o meu peso e meu esperma no intestino da puta.
Após essa primeira foda, não sabia o que dizer, fui me lavar e ela também. Ao voltarmos para a cama, ela me falou com muita tranquilidade:
- A partir de hoje, você só me toca quando eu permitir e eu continuarei sendo a puta do “fulano” até minha vingança se concluir e só vou voltar para você e um dia te perdoar porque o “fulano” é casado e eu não quero estragar o casamento dele.
A partir desse dia, ela pareceu mais feliz, saía de casa ainda mais elegante do que o habitual e por vezes não tinha hora para chegar em casa. Eu já sabia os dias que ela trepava com o “fulano”, pois ela chegava diferente, às vezes com aspecto de cansada, às vezes mais alegre, às vezes levemente desarrumada.
Isso durou por 6 meses, que para mim, foi uma eternidade. Hoje estamos quites, ela não me cobrou mais sobre a traição e me falou que terminou o relacionamento com o “fulano”. Não sei se ela foi honesta comigo, mas quero acreditar que aquela minha esposa é só minha novamente.