Fui Estuprada Pelo Meu Cunhado Preso

Um conto erótico de TATIANAPOLASTRO
Categoria: Grupal
Contém 2394 palavras
Data: 25/05/2026 12:21:02

Meu nome é Laura. Tenho 34 anos, sou casada há nove com o Henrique, um dos sócios de uma construtora grande em São Paulo. Casa com piscina, dois carros na garagem, viagens pra Europa todo ano. Por fora, a vida perfeita. Por dentro, um tédio que aperta a garganta e deixa a buceta seca há muito tempo.

O Henrique mal me olha mais. Quando chega em casa cheira a uísque e cansaço, me dá um beijo na testa e desaba no sofá. Sexo? Uma vez por mês, mal feito, sem vontade. Eu finjo que gozo pra ele não fazer drama.

Foi numa dessas tardes vazias que comecei a pensar no Rafael. Cunhado do meu marido. O irmão mais novo, preso há dois anos por roubo qualificado e tráfico. Sempre foi o oposto do Henrique: bruto, tatuado, boca suja, olhar que despia qualquer mulher. Antes de ser preso, ele me olhava de um jeito que me fazia apertar as coxas. Eu fingia que odiava.

Mas depois que ele foi preso, comecei a visitar. Primeiro foi “por solidariedade familiar”. Depois virou outra coisa.

Naquela sexta-feira quente de verão, eu me arrumei diferente. Vestido preto justo, curto o suficiente pra mostrar as coxas, sem sutiã. O tecido fino marcava os bicos dos meus seios. Coloquei uma calcinha de renda preta e perfume caro no pescoço e entre as pernas. Dirigi até o presídio masculino de Tremembé com o coração acelerado e a buceta já latejando de expectativa.

Entrei no parlatório depois de passar por todas as revistas. O lugar era sufocante: cheiro de suor, cigarro, desespero e comida ruim. Mesas de fórmica velhas, cadeiras plásticas, grades ao fundo. Famílias inteiras conversando baixo. Algumas mulheres com crianças no colo.

Rafael já estava sentado quando eu cheguei. Camiseta cinza justa do uniforme, braços tatuados cruzados sobre a mesa. Cabelo raspado, barba cheia, olhar escuro e faminto. Ele me mediu de cima a baixo sem disfarçar.

Sentei na frente dele. Nossas pernas quase se tocavam embaixo da mesa baixa.

— Porra, Laura… — murmurou ele, voz rouca. — Tá cada dia mais gostosa. O Henrique ainda não te come direito, né?

Eu senti o rosto queimar, mas não neguei. Em vez disso, cruzei as pernas devagar, deixando o vestido subir um pouco mais nas coxas. O ar-condicionado quebrado deixava o ambiente quente, abafado. Gotas de suor escorriam entre meus seios.

— Ele quase não encosta mais em mim — respondi baixo, olhando nos olhos dele. — Fica viajando, trabalhando… e eu fico sozinha em casa, molhada, pensando besteira.

Rafael passou a língua nos lábios. A mão dele desceu discretamente pra ajustar o pau por cima da calça do uniforme. Eu vi o volume crescer. Grande. Bem mais grosso que o do irmão.

— Pensando em mim, né? — ele sorriu de canto, perigoso. — Sonhando com o pau do bandido enquanto o Henrique te dá uma fodazinha sem graça.

Eu engoli seco. O tesão misturado com culpa e medo me deixava tonta. O parlatório estava cheio, mas ninguém prestava muita atenção. Ainda assim, o risco era enorme. Câmeras, guardas andando de um lado pro outro.

Rafael esticou a perna por baixo da mesa e encostou o pé na minha panturrilha. Subiu devagar. Eu abri um pouco as pernas.

— Tô louco pra te comer, Laura — sussurrou ele, inclinando o corpo pra frente. — Dois anos sem foder uma mulher de verdade. Tô seco. E você veio aqui cheirando a puta rica querendo dar pra criminoso.

Meu coração batia tão forte que eu tinha certeza que ele conseguia ouvir. Senti a calcinha encharcar. O cheiro do lugar, o perigo, o jeito como ele me olhava como se quisesse me devorar… tudo me deixava dopada de tesão.

Eu me inclinei um pouco pra frente também, fingindo que estava só conversando.

— E se eu quiser? — murmurei, voz tremendo. — Aqui. Hoje.

Rafael apertou o maxilar. Os olhos dele escureceram de desejo bruto.

— Você é louca, caralho. Se pegarem a gente…

Mas eu vi no rosto dele que ele queria tanto quanto eu. Talvez mais.

Ele olhou pros lados rapidamente, avaliando os guardas. Depois voltou pra mim, voz baixa e grossa:

— Levanta e vai pro banheiro do fundo. Tem uma câmera quebrada naquele canto. Eu vou daqui a dois minutos. Se você tiver coragem mesmo… deixa a calcinha no chão pra mim.

Meu estômago deu um nó. Medo. Vergonha. Excitação insuportável.

Eu me levantei devagar, pernas bambas. Senti o olhar dele queimando minha bunda enquanto eu andava entre as mesas.

O banheiro era imundo. Cheiro forte de urina e desinfetante barato. Entrei na última cabine, a que ele tinha falado. Tirei a calcinha molhada com as mãos trêmulas e guardei na bolsa.

Fiquei esperando, coração na boca, buceta pingando de tesão e medo.

A porta do banheiro abriu.

Passos pesados se aproximaram.

Era ele.

A porta do banheiro imundo abriu com um rangido baixo. Meu coração quase saiu pela boca. Eu estava dentro da última cabine, sem calcinha, o vestido preto levantado até a cintura, as coxas tremendo. O cheiro de mijo velho e mofo era forte, quase sufocante.

Rafael entrou e trancou a porta da cabine atrás dele. O espaço era apertado. Ele era grande, musculoso da prisão, e sua presença parecia ocupar todo o ar. Seus olhos estavam selvagens.

— Sua vadia louca… — rosnou baixo, já abrindo o cordão da calça do uniforme.

Ele puxou o pau pra fora. Estava duro, pesado, bem mais grosso e comprido que o do irmão. A cabeça roxa brilhava, veias saltadas. Dois anos sem mulher. Ele tava desesperado.

Não teve beijo. Não teve carinho.

Rafael me virou de costas com força, empurrando meu peito contra a parede fria e suja do banheiro. Meu rosto encostou nos azulejos rachados. Ele levantou meu vestido até os ombros e abriu minhas pernas com o joelho.

— Abre essa buceta pra mim — mandou, voz rouca e urgente.

Senti a cabeça grossa do pau dele roçando na minha entrada. Eu tava encharcada, mas ainda assim ele era grande demais. Ele cuspiu uma vez na mão, passou rápido no pau e empurrou.

Entrei num só golpe forte.

— Aaaahh! — escapei um gemido abafado.

A ardência foi imediata. Ele me abriu inteira, esticando minhas paredes. Rafael grunhiu baixo no meu ouvido, uma mão tapando minha boca, a outra agarrando meu quadril com força bruta.

— Cala a boca, porra… se alguém ouvir a gente tá fudido.

Ele começou a meter. Rápido. Fundo. Selvagem. O pau entrava e saía com força, fazendo um som molhado obsceno no silêncio do banheiro. Cada estocada batia fundo, machucando um pouco, mas o prazer era doentio, intenso. Eu sentia cada veia, cada centímetro me invadindo.

— Tão apertada… caralho, Laura… melhor que eu imaginava — ele sussurrava enquanto metia, o hálito quente no meu pescoço. — A mulher do meu irmão dando pra mim no banheiro da cadeia… que puta safada.

Eu mordia o lábio até sangrar pra não gemer alto. As lágrimas escorriam pelo meu rosto, misturando tesão, medo e culpa. O risco era real. A qualquer momento um guarda podia bater na porta. Alguém podia ouvir os tapas molhados da pele dele contra minha bunda.

Rafael agarrou meus cabelos e puxou minha cabeça pra trás, arqueando meu corpo. A outra mão desceu e apertou meu clitóris com força, esfregando rápido enquanto socava sem parar.

— Goza no pau do cunhado, vai… quero sentir essa buceta rica apertando.

Meu corpo obedeceu. Gozei forte, tremendo inteira, as pernas quase cedendo. A buceta pulsava ao redor do pau grosso dele, esguichando um pouco no chão sujo. Rafael não parou. Continuou metendo mais forte, mais rápido, batendo os quadris contra minha bunda com violência.

Ele tirou de repente, me virou de frente e me levantou, encaixando minhas pernas na cintura dele. Meu corpo ficou preso entre ele e a parede. O pau entrou de novo, ainda mais fundo nessa posição. Agora ele me olhava nos olhos enquanto me fodia.

— Olha pra mim enquanto eu te como — ordenou, dentes cerrados.

O suor escorria pelo rosto dele. O cheiro dele era forte: suor de prisão, cigarro, tesão reprimido. Ele metia com raiva, como se quisesse me punir por todos os anos de distância. Meu corpo batia contra a parede a cada estocada. Meus seios pulavam soltos dentro do vestido.

— Vou gozar dentro… — avisou ele, voz embargada. — Vou encher essa buceta de porra, Laura.

— Goza… por favor… — implorei baixinho, arranhando o pescoço dele.

Rafael deu mais três estocadas brutais e gozou. Grunhiu alto, abafando o som no meu ombro. Senti o pau inchar e jatos quentes, grossos, enchendo meu interior. Ele continuou mexendo devagar, empurrando tudo pra dentro enquanto gozava.

Ficamos assim uns segundos, ofegantes. O sêmen dele já começava a escorrer pela minha coxa.

Ele me colocou no chão. Minhas pernas tremiam tanto que mal consegui ficar de pé. O vestido amarrotado, o cabelo bagunçado, o cheiro de sexo impregnado em mim.

Rafael guardou o pau ainda sujo dentro da calça e me olhou com um sorriso satisfeito e perigoso.

— Limpa aí rapidinho. Eu saio primeiro.

Ele saiu do banheiro sem olhar pra trás.

Fiquei sozinha, encostada na parede, sentindo a porra dele escorrendo pelas pernas, o cu e a buceta latejando, o corpo marcado pelos dedos dele. Eu ainda estava encostada na parede imunda do banheiro, tentando recuperar o fôlego, quando a porta se abriu novamente. Meu coração, que mal tinha voltado ao normal, disparou de novo.

Não era o Rafael.

Dois homens enormes entraram. Dois presos negros, altos, musculosos, pele escura brilhando de suor no calor abafado da prisão. Um tinha a cabeça raspada e cicatrizes no rosto, o outro usava barba cheia e tinha braços grossos como troncos. Os dois me olharam como lobos olhando pra carne fresca.

— Olha só o presentinho que o Rafael deixou pra gente… — disse o mais alto, fechando a porta atrás deles com um clique que soou como sentença.

Eu tentei cobrir o corpo com o vestido, mas minhas pernas ainda tremiam. A porra do Rafael escorria quente pela parte interna das minhas coxas.

— Espera… o que vocês…

O de barba riu baixo, um som grave e cruel.

— Rafael falou que a mulherzinha do irmão dele tava com o cuzinho virgem disponível hoje. Disse que você gosta de ser tratada como puta. Falou pra gente não perder tempo com buceta… que o buraco bom era o de trás.

Senti um frio na espinha misturado com um calor doentio entre as pernas. Medo real. Eles eram gigantes. Os volumes nas calças deles eram absurdos, pareciam armas.

— Por favor… eu não trouxe lubrificante… vai machucar muito — murmurei, voz fraca, mas meu corpo traía: os mamilos duros, a respiração curta.

Eles não responderam com palavras.

O careca me agarrou pelos cabelos e me virou de frente pra parede, empurrando meu rosto contra os azulejos frios. Levantou meu vestido até a cintura, expondo minha bunda branca e redonda. O outro cuspiu duas vezes na mão e passou no pau dele, que já estava pra fora — um monstro negro, grosso, venoso, maior que o do Rafael.

— Abre essa bunda, vadia.

Eu obedeci, tremendo. Separei as nádegas com as mãos O primeiro pressionou a cabeça enorme contra minha entrada traseira. Não teve preparo. Não teve carinho. Ele empurrou com força bruta.

— Aaaahhh! — gritei, abafado contra a parede.

A dor foi lancinante. Ele era muito mais grosso que o cunhado. Meu cu se abriu ao limite, queimando, rasgando. Senti como se estivesse sendo partida ao meio. Ele meteu uns quinze centímetros de uma vez, grunhindo de prazer.

— Porra… que cu apertado da porra… rico pra caralho.

Começou a socar. Estocadas pesadas, fundas, sem piedade. Cada vez que ele entrava até o talo, minha barriga doía. O som molhado ecoava no banheiro. Lágrimas escorriam pelo meu rosto. A dor era quase insuportável, mas por baixo dela tinha um prazer sujo, humilhante, que fazia minha buceta pingar no chão.

O segundo preso não esperou. Ficou ao lado, masturbando o pau ainda maior, batendo na minha cara com ele.

— Chupa enquanto leva no cu.

Abri a boca. Ele enfiou metade do pau entre meus lábios, segurando minha cabeça. Fiquei sendo fodida pelos dois buracos ao mesmo tempo. O careca metendo no meu cu com força animal, o outro socando minha garganta, fazendo eu babar inteiro.

Eles trocavam de posição o tempo todo. Um metia no cu enquanto o outro enfiava na boca. Meu cuzinho já estava vermelho, inchado, escorrendo saliva e um pouco de sangue. Eles me viravam, me levantavam, me usavam como um brinquedo.

Em certo momento, me colocaram de quatro no chão sujo do banheiro. O de barba se deitou e me puxou por cima, empalando meu cu no pau dele. Eu desci devagar, sentindo cada centímetro me destruir. Depois o careca veio por trás e tentou enfiar junto.

— Não… por favor… vai rasgar! — implorei, chorando.

Eles não ligaram. Forçaram. Os dois paus enormes tentando entrar no meu cu ao mesmo tempo. A dor foi cegante. Gritei. Meu corpo inteiro tremia. Lágrimas grossas caíam. Mas eles conseguiram enfiar as duas cabeças, depois mais fundo. Me arrombaram juntos, esticando meu cu ao limite impossível.

Eu gozei assim. Gozei chorando, soluçando, enquanto dois paus de presos me destruíam o cu. Meu corpo convulsionava, buceta jorrando no chão imundo sem nem ser tocada.

Eles gozaram quase juntos. Primeiro um, enchendo meu intestino com jatos grossos e quentes. Depois o outro, ainda mais porra. Quando saíram, meu cu ficou aberto, piscando, uma cratera vermelha escorrendo sêmen branco em cascata pelas coxas.

Fiquei caída no chão do banheiro por longos minutos, destruída, arfando, o corpo todo dolorido. O cu latejava como se tivesse levado uma surra. Mal conseguia fechar as pernas.

Eles guardaram os paus, riram e saíram sem dizer mais nada.

Consegui me limpar como deu, com papel higiênico velho. O vestido amarrotado, o cabelo bagunçado, o cheiro de porra e sexo impregnado na pele. Saí do banheiro cambaleando, pernas fracas, cu ardendo a cada passo.

Passei pela revista de saída com o coração na boca, com medo que alguém percebesse. Mas ninguém notou.

Quando entrei no carro, sentei com cuidado. A dor no cu era lancinante. Senti a porra deles ainda escorrendo, sujando o banco do carro. Dirigi pra casa devagar, lágrimas escorrendo, corpo destruído, mas com um sorriso fraco e doentio nos lábios.

Eu estava viva.

Arrombada. Humilhada. Cheia de porra de três homens na prisão.

E mesmo assim… no fundo da minha mente, enquanto dirigia, eu já pensava na próxima visita.

Queria mais.

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Comentários

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E se falar que não gostou, com certeza você estaria mentindo. Muito bom!

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