Angela chegou em casa mais cedo que o esperado. Maycon e eu fomos buscá-la no aeroporto. Quando ela entrou em casa, Neide estava novamente no modo “mãe e sogra perfeita”: vestido comportado, sorriso carinhoso, mesa posta com jantar leve.
— Que saudade de você, filha! — disse Neide, abraçando Angela com força. — Graças a Deus você chegou bem.
O fim de semana foi uma montanha-russa de tensão.
Neide se comportava exemplarmente na frente da filha. Cozinhava, conversava sobre igreja, ajudava com as coisas da casa e elogiava Angela o tempo todo. Mas sempre que via uma brecha segura — quando Angela estava no banho, no quarto ou conversando com Maycon na sala —, ela atacava.
No sábado de manhã, enquanto Angela tomava banho no andar de cima, Neide passou por mim na cozinha, apertou meu pau por cima da bermuda e sussurrou no ouvido:
— Tô com saudade do seu pau… principalmente do jeito que você mete no meu cu.
Depois sorriu inocentemente e continuou lavando a louça como se nada tivesse acontecido.
Sábado à tarde, Gabi veio visitar.
Ela chegou tímida como sempre, vestindo um conjunto simples e bonito. Angela adorou a menina logo de cara.
— Que gracinha você é, Gabi! — disse Angela, sorrindo. — Maycon me falou de você. Fico feliz que ele esteja se interessando por uma menina séria.
Neide foi ainda mais carinhosa. Tratava Gabi como se fosse neta dela de verdade:
— Senta aqui do meu lado, meu anjo. Quer suco? Biscoito? Você é tão educada… exatamente o tipo de menina que eu sempre pedi pra Deus pro meu neto.
Gabi ficava vermelha o tempo todo, claramente apaixonada por Maycon. Eles sentaram juntos no sofá, e Maycon até segurou a mão dela discretamente. Enquanto isso, Neide observava tudo com um sorrisinho quase maternal… mas eu percebia o brilho safado nos olhos dela quando olhava para o neto.
Em um momento em que Angela e Gabi foram ao banheiro juntas, Neide se aproximou de mim e Maycon na cozinha e falou baixinho:
— Que menina mais inocente… coitadinha. Se ela soubesse que ontem à noite eu tava sendo arrombada pelos dois ao mesmo tempo…
Maycon deu um sorrisinho. Eu apenas balancei a cabeça, sentindo o peso da situação.
À noite, depois que Gabi foi embora e todos foram dormir, Angela me puxou para o quarto com desejo acumulado.
Ela trancou a porta, me empurrou na cama e subiu em cima de mim, beijando com fome. Tiramos a roupa rapidamente. Angela estava molhada e carente. Montou em mim e desceu devagar, gemendo baixinho enquanto meu pau entrava nela.
— Saudade de você… — sussurrou no meu ouvido, começando a rebolar.
Eu segurava a bunda dela e metia de baixo, mas minha cabeça não estava 100% ali. Angela cavalgava gostoso, os seios firmes balançando, gemendo meu nome. Eu virava ela de quatro, metia com força, dava tapas na bunda… mas toda hora flashes vinham na minha mente: Neide gemendo entre mim e Maycon, Neide engolindo nosso gozo no café, Neide pedindo pra ser arrombada.
Angela percebeu que eu estava mais bruto que o normal.
— Beto… tá me fodendo tão forte hoje… — gemeu ela, voz rouca de prazer. — Tá tudo bem?
— Saudade… — respondi, metendo mais fundo.
Virei ela de lado, levantei uma perna e continuei socando. Angela gozou primeiro, tremendo e apertando meu pau. Eu fechei os olhos e gozei logo depois, enchendo ela, mas imaginando que era Neide.
Ficamos abraçados na cama, suados. Angela passou a mão no meu peito, ainda ofegante.
— Você tá diferente esses dias… mais intenso. Tá acontecendo alguma coisa?
Fiquei tenso por dentro, mas mantive a voz calma:
— Nada não, amor. Só saudade mesmo. Você viaja tanto…
Angela ficou em silêncio por um tempo, depois falou baixinho:
— Ainda bem que minha mãe está aqui. Ela parece mais feliz, mais disposta. Acho que foi ótima decisão trazer ela pra morar com a gente.
Eu apenas assenti, olhando para o teto.
Enquanto Angela dormia tranquilamente ao meu lado, eu não conseguia pegar no sono. Sabia que Neide estava no quarto de baixo, provavelmente molhada, esperando o momento certo para atacar novamente.
O fim de semana estava apenas começando… e a corda já estava esticada demais.
Domingo de sol forte. Angela acordou animada e decidiu que faríamos um churrasco para “comemorar o namoro oficial” de Maycon e Gabi. Ela mesma ligou para os pais da menina e os convidou. Neide, como sempre, entrou no papel de sogra perfeita e se ofereceu para fazer os petiscos.
Eu estava na churrasqueira desde as 11h, preparando o carvão, temperando as carnes e suando sob o sol. Maycon me ajudava um pouco, mas estava mais preocupado em arrumar a mesa com Gabi, que havia chegado mais cedo.
Por volta das 12h30, o interfone tocou. Gabi correu para abrir o portão.
Seu Antônio e Dona Sara entraram.
Seu Antônio era um homem de uns 50 anos, forte, barba bem aparada, sorriso fácil e jeito simpático de quem trabalha com as mãos. Cumprimentou todo mundo com aperto de mão firme.
— Parabéns pelo namoro do moleque! — disse ele rindo. — Vou te ajudar nessa churrasqueira, compadre. Carne comigo ninguém segura.
Já Dona Sara…
Meu estômago deu um nó no instante em que nossos olhares se cruzaram.
Sara estava mais velha, claro. Cabelos castanhos com algumas mechas loiras, corpo ainda bem conservado, seios grandes, quadril largo e um jeito de andar que eu reconheceria em qualquer lugar. Ela era a mesma Sara que eu conheci na adolescência — a garota que vivia atrás de mim enquanto eu namorava Angela. A que me mandava mensagens safadas, que queria me chupar no banheiro da escola, que me ligava chorando dizendo que estava apaixonada. Quando Angela engravidou, Sara simplesmente sumiu. Nunca mais nos vimos.
Nossos olhos se encontraram por dois segundos longos demais.
Ela fingiu perfeitamente. Sorriu educada e estendeu a mão:
— Muito prazer, Beto. Sara, mãe da Gabi.
— Prazer, Sara — respondi no mesmo tom, apertando a mão dela com firmeza. Nenhum de nós demonstrou nada.
Angela, feliz da vida, não percebeu absolutamente nada.
— Que bom que vocês vieram! A mamãe fez um antepasto delicioso. Vem, Sara, vou te apresentar direito.
Neide se aproximou com seu melhor sorriso de avó religiosa. Estava linda e comportada: vestido floral soltinho, maquiagem leve, cabelo vermelho preso.
— Sejam muito bem-vindos! — disse ela, abraçando Sara. — Que casal lindo vocês formam. A Gabi é um anjo, parabéns pela criação.
Por dentro, eu sabia que Neide estava se divertindo pra caralho com a situação.
Seu Antônio veio direto para a churrasqueira, pegou uma cerveja e começou a me ajudar com as carnes. Era um cara realmente gente boa, conversava sobre futebol, trabalho, política… ria alto e virava as costelas com habilidade.
— Esse cupim tá lindo, hein, Beto! — elogiava ele.
Enquanto isso, as mulheres conversavam na mesa grande embaixo do pergolado. Angela e Sara falavam sobre maternidade, Gabi ouvia envergonhada, e Neide comandava a conversa com maestria:
— A Gabi é tão educada, Sara. Você criou uma menina de ouro. Hoje em dia é raro encontrar jovens assim.
Sara respondia com educação, mas eu percebia que ela evitava olhar muito na minha direção. Quando nossos olhares se cruzavam por acaso, havia um desconforto palpável.
Em um momento em que Angela foi buscar mais refrigerante na cozinha, Neide se aproximou da churrasqueira com um prato de linguiça. Passou perto de mim e sussurrou baixinho, só para eu ouvir:
— Ela ainda é gostosa… mas continua com cara de quem quer pau. Cuidado, genro.
Eu quase engasguei com a cerveja. Neide sorriu inocentemente e voltou para a mesa.
O churrasco correu “perfeitamente” por fora. Comemos, bebemos, rimos. Seu Antônio e eu nos demos muito bem — ele era daqueles caras que conquistam fácil. Gabi estava radiante, Maycon fingia ser o namorado perfeito, Angela estava feliz da vida vendo o filho “namorando sério”.
Mas por dentro… a tensão era enorme.
Sara evitava ficar muito perto de mim. Quando precisávamos nos falar, era sempre educado e distante. Em determinado momento, quando fui pegar mais sal na mesa, ela passou por mim e nossos braços se tocaram. Ela estremeceu de leve.
Neide, por sua vez, estava se divertindo internamente. Eu via nos olhos dela. Em um momento em que todos riam de uma história do Antônio, Neide me olhou do outro lado da mesa e mordeu o lábio discretamente, só para mim.
Quando o sol começou a baixar, Angela fez um brinde:
— Que esse namoro seja abençoado! E que a gente possa fazer muitos churrascos assim em família!
Todos levantaram os copos. Eu sorri, mas por dentro só conseguia pensar no quanto aquela “família” estava podre por baixo da superfície.
Sara, a mulher que um dia quis me roubar da filha dela, agora era sogra do meu filho.
E Neide, a mãe dela, era nossa puta particular.
A corda estava cada vez mais esticada.
O churrasco transcorreu de forma estranhamente normal por fora, mas cheia de camadas perigosas por dentro.
Neide estava especialmente animada. Ela circulava entre os convidados com seu vestido floral, sorridente e charmosa. O que eu e Maycon logo percebemos foi que ela começou a flertar discretamente com Seu Antônio.
Sempre que passava perto dele na churrasqueira, tocava o braço dele “sem querer”, ria um pouco mais alto das piadas dele, elogiava sua habilidade com a carne e até inclinava o corpo de forma que os seios grandes ficassem mais evidentes. Seu Antônio, claramente lisonjeado, retribuía com sorrisos e olhares.
Sara era da minha idade (33 anos), bem mais nova que o marido, que devia ter uns 52 ou 53. A diferença ficava evidente. Sara ainda era uma mulher muito atraente, corpo bem cuidado, enquanto Antônio era mais rústico e envelhecido. Angela não demonstrou nenhum sinal de reconhecimento de Sara — afinal, ela só sabia dela de nome, nunca tinha visto pessoalmente na época da escola. Mas Neide sabia exatamente quem Sara era. E pelo olhar que ela dava para a nora da filha, parecia estar se divertindo com a ironia da situação.
Apesar de toda a tensão interna, o churrasco correu sem nenhum imprevisto. Comida boa, conversa fluida, risadas. Gabi estava radiante, Maycon fingia o papel de namorado perfeito, Angela estava feliz, e Seu Antônio e eu nos demos muito bem.
À noite, depois que todos foram embora, Angela me puxou para o quarto com desejo.
Assim que a porta fechou, ela tirou a roupa e se jogou na cama. Eu estava com a cabeça cheia — Neide flertando com Antônio, a presença de Sara, a loucura toda. Desci beijando o corpo dela e fui direto para a buceta.
Chupei Angela como nunca. Língua fundo, sugando o clitóris, dois dedos fodendo ela enquanto lambia. Angela se contorcia, puxando meu cabelo, gemendo alto:
— Ai, Beto! Assim… caralho… que delícia!
Fiz ela gozar duas vezes só com a boca e dedos. Depois a virei de quatro, meti na buceta com força e, no meio da foda, tentei pressionar o pau no cuzinho dela.
Angela tensionou imediatamente:
— Não, amor… não. Nunca dei, eu não tô preparada.
Tentei insistir um pouco, mas ela negou de novo. Acabei gozando forte dentro da buceta dela. Angela adormeceu logo depois, satisfeita.
Eu fiquei acordado por um bom tempo, olhando o teto.
Na segunda-feira de manhã Angela saiu cedo para o aeroporto — mais uma semana de viagem. Maycon já tinha ido para a escola.
Eu estava tomando café na cozinha quando Neide desceu. Usava apenas um robe curto de seda preto, aberto na frente, os seios enormes quase saltando para fora. O cabelo vermelho estava solto e bagunçado. Ela veio direto até mim, sentou no meu colo e esfregou a buceta pelada na minha coxa.
— Bora, Beto… — murmurou com a voz rouca de tesão. — Minha buceta tá queimando. Tá precisando de pau desde ontem. Fiquei o churrasco todo molhada vendo você e o Antônio na churrasqueira… e imaginando os dois me comendo.
Ela mordeu minha orelha e continuou:
— Quero agora. Me fode gostoso antes do Maycon voltar. Ou você prefere que eu chame ele pra me comer junto?
Neide abriu o robe completamente, pegou minha mão e colocou entre suas pernas. Estava encharcada.
— Olha como eu tô… toda melada pra vocês. Vamos subir ou você vai me comer aqui mesmo na cozinha?
Neide estava destruída na cama.
Depois de quase uma hora fodendo ela com força no quarto — primeiro na buceta, depois no cu, que já estava mais acostumado —, ela estava deitada de bruços, pernas abertas, com porra escorrendo do cuzinho avermelhado e da buceta inchada. O cabelo vermelho grudado no suor do rosto, respiração pesada.
Eu estava ao lado dela, ainda recuperando o fôlego, quando ela virou o rosto para mim e soltou, quase casualmente:
— Sara ainda sente algo por você.
Fiquei em silêncio por alguns segundos, depois soltei uma risada seca.
— Bobeira, Neide. Isso foi há quase 20 anos. Ela nem me olhou direito no churrasco.
Neide se virou de lado, apoiando a cabeça na mão. Seus seios grandes balançaram com o movimento. O olhar dela estava sério, quase venenoso.
— Eu vi o jeito que ela te olhava. Discretamente, mas eu vi. Ela ainda quer você. Dá pra sentir. Aquela vadia sempre quis roubar o que era da minha filha.
Senti o tom dela mudar. Neide estava com ciúmes. Ciúmes reais.
— Você tá viajando — respondi, tentando encerrar o assunto. — Ela é casada, tem filha, e eu mal falei com ela.
Neide sentou na cama, o robe aberto, os seios à mostra. A voz dela ficou mais afiada:
— Ah, então você reparou nela, né? Ficou olhando pra ela durante o churrasco todo. Eu vi você, Beto. Não sou idiota.
— Eu não fiquei olhando porra nenhuma. Você que passou o churrasco inteiro se insinuando pro Antônio, rebolando pra ele, rindo das piadas dele como uma vadia no cio.
Neide arregalou os olhos, claramente irritada.
— Eu?! Ele que não tirava os olhos da minha bunda e dos meus peitos! O homem é casado com aquela ex-putinha da sua adolescência e ainda fica me secando. E você ainda tem coragem de jogar na minha cara?
A discussão começou a esquentar. Não era briga alta, mas era carregada de tensão sexual e ciúme.
— Você adora provocar, Neide — continuei. — Fica molhada só de saber que tem homem olhando pra você. Ontem tava se oferecendo pro Antônio na frente da própria filha e da neta dele.
— E você? — rebateu ela, aproximando o rosto do meu. — Ficou com o pau duro quando viu a Sara de novo? Confessa. Ela ainda é gostosa, né? Mais nova que eu. Aposto que você lembrou da época que ela queria te chupar escondido da Angela.
Eu segurei o queixo dela com firmeza.
— Para de falar merda.
Neide respirava pesado, os seios subindo e descendo. O ciúme tinha deixado ela ainda mais excitada. De repente, ela empurrou meu peito, me fazendo deitar, e desceu o corpo por cima de mim.
— Sua safada… — rosnei.
Sem dizer mais nada, Neide desceu beijando meu peito, minha barriga, até chegar no pau, que já começava a endurecer novamente. Segurou ele com as duas mãos e olhou pra mim com olhos cheios de tesão e possessividade.
— Esse pau é meu… e do Maycon — murmurou. — Ninguém mais vai ter ele. Nem a Sara, nem ninguém.
Abriu a boca carnuda e engoliu meu pau quase inteiro de uma vez. Começou a chupar com raiva, com fome, como se quisesse provar que era a melhor. Subia e descia a cabeça rápido, babando bastante, apertando a base com a mão.
— Gluck… gluck… gluck… — o som molhado enchia o quarto.
— Porra, Neide… — gemi, segurando o cabelo vermelho dela.
Ela tirou o pau da boca por um segundo, baba escorrendo no queixo, e falou ofegante:
— Diz que você prefere meu cu e minha boca do que qualquer coisa que aquela vadia possa te dar.
— Eu prefiro você… — respondi, empurrando o pau de volta na boca dela.
Neide chupou com ainda mais vontade, olhando nos meus olhos o tempo todo. Usava a língua na cabeça, descia até as bolas, lambia tudo, depois engolia fundo novamente. Estava puta da vida, ciumenta, mas extremamente safada.
Segurei a cabeça dela com as duas mãos e comecei a foder sua boca com estocadas firmes. Neide engasgava, lágrimas escorrendo, mas não parava. Pelo contrário, gemia com meu pau na garganta.
Depois de alguns minutos, puxei ela pelos cabelos, fazendo ela ficar de quatro na cama novamente. Meti na buceta dela com força, socando enquanto puxava o cabelo.
— Você é minha puta, Neide. Entendeu?
— Sou… aaaahhh… sou sua puta… — gemeu ela, empinando a bunda. — Só sua e do Maycon… ninguém mais…
Gozei pela segunda vez dentro dela, enchendo a buceta enquanto ela tremia em outro orgasmo.
Neide desabou na cama, ofegante, com um sorriso satisfeito no rosto apesar da discussão.
— Nunca mais quero ver você olhando pra Sara — murmurou, ainda com ciúmes.
Eu sorri, passando a mão na bunda dela.
— E você para de dar mole pro Antônio.
Neide riu baixinho, virando o rosto para mim.
— Combinado… mas só se você me foder todo dia pra eu não precisar procurar fora.