Fodi cada uma delas - Parte 3 (Final)

Um conto erótico de Haedrig
Categoria: Heterossexual
Contém 5627 palavras
Data: 25/05/2026 10:23:22

Tive um pesadelo horrível naquela noite, sonhei que a chuva parava e eu tinha que ir trabalhar. O despertador tocou às cinco da manhã. Abri os olhos já sentindo o frio absurdo do quarto e o barulho pesado da chuva batendo no telhado, sorri como quem ganhasse na loteria. Fiquei alguns segundos encarando o teto escuro tentando criar coragem para sair da cama. Não consegui. Voltei a fechar os olhos. O despertador tocou de novo cinco minutos depois.

— Inferno.

Me arrastei para fora da coberta mesmo assim. O piso gelado quase doía no pé. Coloquei uma blusa grossa jogada na cadeira e saí do quarto ainda meio morto de sono. O corredor estava escuro e silencioso, mas dava pra ouvir a chuva castigando a casa inteira. Desci as escadas pelo cheiro de café. Todo mundo já estava na cozinha. Minha avó mexia alguma coisa no fogão a lenha. Thayla estava sentada enrolada numa coberta enorme tomando café como alguém prestes a entrar em hipotermia. Evelyn permanecia quieta perto da janela com uma caneca entre as mãos enquanto observava a chuva lá fora.

E Thaysa estava sentada na mesa com os olhos meio inchados, cara de sono, cara de ressaca, cara de quem talvez estivesse reconsiderando as próprias decisões de vida, parei na porta da cozinha olhando para ela.

— Tive um pesadelo horrível essa noite, sonhei que a Thaysa ainda tava aqui — falei depois de alguns segundos, olhando para ela. — Ah, que merda, ela ainda tá aqui.

Thayla começou a rir imediatamente, quase engasgando com o café, até Evelyn abaixou a cabeça tentando esconder um sorriso pequeno atrás da caneca. Só Thaysa não reagiu, o que honestamente era assustador, ela normalmente já teria falado mil e uma atrocidades antes da frase terminar. Mas não, ficou quieta, completamente quieta.

— Que foi? Tá doente? — Thayla deu um chute na cadeira ao lado onde Thaysa estava.

— Cala a boca — ela respondeu baixo demais.

— Ah, então ainda estava viva — falei.

— Agora sim parece normal — Thayla voltou a atenção para o próprio café. — Ontem vi uma cena exótica, até tirei uma foto.

Thayla mexeu no celular por alguns segundos e colocou uma foto, mostrando para todos. Era eu na noite de ontem carregando Thaysa inconsciente até o quarto dela.

— Ah, que visão do inferno, apaga isso! — falei imediatamente desviando o olhar.

— Eu nem acreditei quando vi que você estava carregando a princesa bêbada pro quarto.

Thaysa levantou os olhos na mesma hora.

— Thayla — ela falou com os dentes cerrados.

— O quê? — ela respondeu sorrindo. — Eu tinha que tirar uma foto disso. Se fosse comigo eu deixava você largada no chão da sala mesmo.

Silêncio na cozinha, fiquei olhando a chuva pelo vidro da porta.

— E o pior é que você tava todo bonzinho, hein Gabriel. Parecia marido cansado levando a esposa bêbada pra cama.

Dessa vez até minha avó riu, Thaysa ficou completamente vermelha, não aquele vermelho de raiva, vermelha de vergonha. Ela levantou da cadeira rápido demais.

— Vocês são insuportáveis.

Ela levantou e saiu resmungando, mas parecia alguém surtada com aquele moletom largo, descabelada e claramente morrendo de vergonha.

— Vocês só enchem o saco — ela resmungou pegando a própria caneca.

— Você passou quinze anos fazendo isso com os outros — respondi. — Aguenta cinco minutos.

Thayla bateu na mesa rindo.

— Nossa, ela tá traumatizada mesmo.

— Vai se foder você também.

Evelyn soltou uma risada baixa sem conseguir evitar, foi tão inesperado que todo mundo olhou para ela.

— Até a Evelyn que não ri de nada está achando graça — ali Thayla se acabou de rir mesmo.

Evelyn imediatamente voltou a encarar a caneca, segurando o riso também. Então meu avô apareceu no corredor, parou na porta observando a chuva lá fora.

— Hoje ninguém faz porra nenhuma com essa chuva.

— Sério? — olhei pra ele. — Posso voltar a dormir então?

— Vai — ele completou, sem paciência.

Nem esperei ele repetir, subi as escadas sentindo uma felicidade genuína pela primeira vez em dias. Chuva forte no rancho significava uma coisa maravilhosa, descanso. Voltei pro quarto enquanto o vento fazia as janelas da casa rangerem. O quarto continuava congelante, mas a cama parecia perfeita agora. Me joguei debaixo da coberta ainda ouvindo a chuva pesada no telhado. Acho que dormi em menos de dois segundos sentindo a maciez da cama como se fossem nuvens.

Acordei sem ideia de quanto tempo tinha dormido. O quarto ainda estava escuro, o barulho da chuva continuava pesado no telhado e por alguns segundos achei que ainda fosse de manhã. Peguei o celular, duas e quarenta e sete da tarde. Sorri sozinho, aquilo sim era qualidade de vida, nem me lembro quando foi a última vez que dormi tanto assim. Fiquei deitado mais alguns minutos ouvindo o vento bater nas janelas antigas da casa. O frio parecia pior agora. Daqueles que fazem até sair da cama parecer uma decisão ruim. Mas eventualmente a fome venceu. Desci as escadas arrastando os pés enquanto a casa permanecia silenciosa demais. Achei que todo mundo ainda estivesse dormindo, só tinha uma pessoa acordada, Evelyn.

Ela estava sentada perto do fogão a lenha com um livro aberto nas pernas e uma coberta escura enrolada no corpo inteiro. O cabelo bagunçado caía na frente do rosto enquanto ela lia em silêncio absoluto. Nem percebeu que eu tinha entrado, ou fingiu que não percebeu.

Abri as panelas do fogão a lenha já apagado vendo o que tinha de comer.

— Achei que todo mundo ainda tava dormindo.

Ela levantou os olhos devagar.

— Quase todo mundo.

A voz dela era baixa daquele jeito estranho, muito quieto e baixo. Peguei um prato da bancada.

— Você dorme pouco?

Ela demorou alguns segundos pra responder.

— Tenho insônia.

— Desde quando?

— Desde sempre.

— Hum, não sabia.

— Você nunca perguntou.

Comecei a servir comida no prato e me sentei próximo ao fogão a lenha também, aproveitando o calor. Silêncio outra vez, o fogão estalava de tempos em tempos com as brasas restantes, o que causava um calor aconchegante na cozinha. Evelyn não tirou os olhos do livro.

— Livro triste?

Ela tirou o livro das coxas finas e virou a capa na minha direção. Não conhecia.

— Bastante — ela respondeu logo voltando a acomodar o livro entre as coxas.

— Combina com esse frio infernal.

Evelyn era diferente das duas irmãs em praticamente tudo. Thayla e Thaysa pareciam pessoas que nasceram ocupando espaço, barulhentas, intensas, sempre chamando atenção de algum jeito, mesmo quando não queriam. Thayla fazia isso sorrindo, naturalmente sociável, provocando por diversão, como alguém que nunca precisou pensar muito antes de falar. Já Thaysa parecia viver em guerra psicológica constante com o resto do mundo, precisava cutucar, provocar, testar limites e arrancar reações das pessoas. Evelyn não. Ela parecia fazer o oposto. Falava baixo, andava quieta pela casa, passava horas lendo sem incomodar ninguém e dava a impressão estranha de estar sempre tentando ocupar o menor espaço possível no ambiente. Enquanto as duas irmãs sugavam toda atenção ao redor delas, Evelyn parecia desaparecer nos cantos da casa sem esforço nenhum.

Evelyn finalmente colocou o marcador entre as páginas e fechou o livro devagar. O barulho da chuva preenchia a cozinha inteira enquanto ela levantava os olhos para mim pela primeira vez em vários minutos e então sorriu. Um sorriso pequeno no começo.

— Eu vi como a Thaysa estava te seguindo ontem.

Continuei comendo sem responder.

— O que é estranho — ela continuou. — Principalmente para duas pessoas que aparentemente se odeiam.

— Aparentemente?

Ela deu de ombros de leve.

— Vocês passaram o dia inteiro orbitando um ao outro — Evelyn apoiou o livro fechado nas próprias pernas. — Achei estranho no começo. Depois ficou interessante.

— Interessante?

Ela assentiu.

— Parecia aquelas histórias onde os personagens passam metade do tempo fingindo que se odeiam enquanto claramente têm algum problema emocional mal resolvido.

— Você lê livro demais, igual a Thaysa, fica vendo aqueles filmes ruins, pelo menos você lê livros

— Bastante.

Silêncio outra vez, ela olhou rapidamente para chuva antes de continuar:

— Quando vocês subiram eu fiquei pensando se devia fingir que não estava ouvindo nada.

Meu olhar lentamente foi se erguendo direto para ela, Evelyn começou a rir, pela primeira vez desde sempre, riu de verdade. Não alto, mas sem tentar esconder atrás de livros, canecas ou qualquer outra coisa.

— Foi um dilema moral complicado.

— Você estava escutando?

— Em minha defesa, o entretenimento estava melhor que meu livro.

— O que exatamente você viu? — perguntei depois de alguns segundos encarando ela.

Evelyn inclinou um pouco a cabeça, como se realmente estivesse pensando na melhor forma de responder, então soltou um sorriso pequeno.

— Muita coisa.

— Isso não responde nada.

Ela passou o dedo devagar pela capa do livro fechado antes de continuar.

— A sala tava escura. Só aquela luz amarela horrível do corredor entrando pela porta, a Thaysa estava caída no sofá como alguém que perdeu completamente a própria dignidade.

— Isso acontece com frequência.

Aquilo arrancou outra risada baixa dela.

— Mas, um detalhe me chamou a atenção, a calça de moletom dela estava descendo até os joelhos. E você segurava as pernas dela como se estivesse tentando impedir ela de fugir de alguma coisa.

Continuei olhando para ela sem interromper, Evelyn sustentou meu olhar dessa vez.

— E então você simplesmente desapareceu entre as pernas dela.

O vento bateu forte contra as janelas da cozinha, ela desviou os olhos só por um instante antes de continuar:

— Foi estranho.

— Estranho como?

Ela pensou alguns segundos.

— Porque vocês pareciam se odiar o tempo inteiro… mas naquela hora não parecia ódio.

Silêncio, as brasas estalaram dentro do fogão outra vez.

— Parecia outra coisa.

Fiquei alguns segundos olhando para ela enquanto Evelyn voltava a girar a caneca entre os dedos distraidamente.

— Você realmente ficou espionando a gente.

Ela deu de ombros.

— Culpa da chuva. Não tinha muita coisa melhor para fazer ontem à noite.

— Você é quieta, mas não é burra.

— Não. Só invisível o suficiente pra ninguém se importar muito onde eu tô ou o que eu tô fazendo.

Aquilo me deixou em silêncio por alguns segundos., pois era verdade. Ela falava pouco. Andava quieta pela casa. Quase nunca interrompia ninguém. E justamente por isso acabava vendo coisas que ninguém mais percebia. Evelyn apoiou o queixo na mão devagar.

— Foi bom?

— O quê?

Ela sustentou meu olhar dessa vez sem desviar.

— Foder a garota que você sempre odiou.

Silêncio.

— Você pergunta umas coisas estranhas.

— Não fui eu quem cometi incesto ontem a noite.

Ela continuou me observando por cima da caneca quente, curiosa, não era julgamento, parecia interesse genuíno.

— Então? — ela insistiu baixo. — Me conta o que você sentiu na hora.

Demorei alguns segundos antes de responder.

— Acho que a parte mais estranha foi perceber que ela continuava exatamente igual.

— Igual como?

— Provocando até enquanto estava vulnerável.

Evelyn sorriu de canto.

— Isso parece muito a Thaysa.

— Mas também parecia outra pessoa às vezes.

Ela ficou quieta esperando.

— Menos irritante quando calava a boca.

Evelyn começou a rir baixo outra vez.

— O jeito que você calou a boca dela — Evelyn lambeu ou lábios. — Você a fodia com ódio, aproveitou bastante o barulho da chuva pra fazer barulho, não é?

Mantive silêncio, talvez porque realmente não soubesse responder aquilo. Evelyn percebeu imediatamente, ela inclinou um pouco a cabeça enquanto me observava por cima da caneca quente.

— Você repetiria o que fez ontem com a Thaysa?

Aquilo me pegou desprevenido de verdade, abri a boca para responder alguma coisa, não consegui falar anda. Evelyn continuou me encarando por mais alguns segundos. Então aquele sorriso apareceu outra vez, largo, estava se divertindo.

— Claro que repetiria — ela respondeu por mim. — Você só tá péssimo em esconder as coisas.

Silêncio, as brasas estalaram dentro do fogão outra vez.

— Você odiava ela quando era mais novo — Evelyn continuou. — Acho que parte de você ainda odeia.

Continuei sem responder.

— Mas ontem não parecia ódio — ela apoiou o rosto na mão lentamente. — Parecia alguém aproveitando uma coisa que quis fazer durante tempo demais.

Evelyn ainda me observava daquele jeito estranho.

— Você amou, não é? — ela suspirou, até ficar com a pose ereta, tal qual uma pessoa que dominava a conversa. — Isso daria um livro perfeito.

— Que tipo de livro você anda lendo afinal?

Evelyn ergueu uma sobrancelha.

— Engraçado você perguntar isso agora.

— Por quê?

— Porque ninguém nunca ligou muito pro que eu leio, vejo na internet ou passo horas consumindo sozinha. E sinceramente? Você provavelmente é a última pessoa dessa casa que deveria se preocupar com isso.

Fiquei olhando pra ela alguns segundos.

— Então aquilo te excita?

O silêncio durou alguns segundos, Evelyn sustentou meu olhar sem desviar dessa vez.

— Sim.

A resposta veio calma demais, ela encostou devagar a ponta dos dedos na própria perna por baixo da coberta escura, distraída, quase preguiçosa. O polegar passou lentamente pelo lábio inferior antes dela prender o canto da boca entre os dentes por um instante.

— Ontem a noite, quando decidiu bisbilhotar a vida alheia, você viu até que ponto?

Evelyn sorriu de canto.

— Tudo, absolutamente tudo, ela implorando para você meter logo, ela gozando no seu pau, você gozando na barriga dela, um pouco mais e você não iria conseguir tirar, teria enchido a buceta dela de porra — ela sorriu novamente. — A Thaysa parecia uma puta barata, você viu o sorriso dela.

Evelyn permaneceu me olhando por mais alguns segundos depois do silêncio, então ela fechou o livro devagar e o deixou em cima da mesa ao lado do fogão, sem pressa, sem desviar os olhos de mim. Ela se levantou, a coberta escura escorregando um pouco dos ombros enquanto caminhava até onde eu estava sentado, parou na minha frente. Perto demais, o cheiro dela era diferente das irmãs, menos perfume, mais sabonete, tecido limpo e o próprio calor da pele depois de horas perto do fogão a lenha. Evelyn então estendeu a mão na minha direção, olhei pra ela por um segundo.

— O quê?

Ela sorriu, calma, quase divertida.

— Vem.

— Para onde?

Ela sorriu, não respondeu, apenas continuou com a mão estendida. Segurei a mão dela, os dedos finos apertaram os meus imediatamente. Evelyn sorriu outra vez, então me puxou até o final do corredor da casa, onde ficava o quarto dela. Olhei para os lados querendo ter certeza de que não teria nenhuma surpresa de alguém bisbilhotando novamente. Tudo limpo, entrei no quarto atrás dela, ela virou a chave e se sentou na cama, me chamou com o dedo, me aproximei devagar enquanto os olhos dela estavam focados na minha calça. Evelyn esticou o braço quando cheguei perto o suficiente, agarrando meu pau por cima da calça e apertando levemente.

— Nunca vi um de perto — ela falou, baixinho.

— Você é virgem?

— Sou, algum problema? — ela me olhou rapidamente enquanto abaixava minha calça.

Balancei a cabeça em negativa. Meu pau pulou para fora, ela riu quando viu ele balançando em sua frente. Aquela conversa estava estranhamente excitante, agora vendo ela na minha frente, fazia meu pau latejar. Ela aproximou um pouco a cabeça, cheirou.

— Tem um cheiro engraçado — ela afastou a cabeça. — Um cheiro forte.

Com a ponta do dedo indicador, ela passou pelo tronco, desceu para as bolas e subiu novamente. Com o dedo em formato de pinça, ela apertou e puxou tirando a pele de cima da cabeça.

— Nossa, agora o cheiro ficou mais forte — ela aproximou a cabeça novamente, inspirou profundamente, expirou, inspirou de novo, agora fechando os olhos. — Nossa, esse cheiro é bom, será que o gosto é tão bom quanto?

Ela olhou para mim e sorriu, fingindo que iria colocar na boca, mas se afastou, rindo. Pegou no meu pau com a mão cheia e apertou, começou a punhetar devagar.

— Eu li que homens gostam disso, gostam de masturbação, não é? — ela falou, de forma natural, mas com um sorriso safado.

— Eu prefiro outras coisas.

— Claro que prefere, gosta mais que chupem o seu pau ou prefere meter ele aqui? — ela perguntou enquanto batia a mão no meio de suas pernas.

— Se for para escolher, prefiro te foder.

— Mas eu to com medo, vai ser minha primeira vez — ela deu aquele sorriso safado de novo.

Ela voltou os olhos pro meu pau de novo, se inclinou e colocou na boca. Certeza absoluta que era o primeiro boquete também, ela chupava de forma descompassada, mas não completamente desleixada. Dava para perceber que ela tentava replicar o que via na internet, tentava retrair os dentes, usava bastante a língua, os lábios e todo o interior da boca. Não era nada profissional, mas para uma primeira vez, estava perfeito.

— Você vai me retribuir depois — ela tirou o pau da boca, falou e depois enfiou novamente.

Ela não tentava forçar nada para dentro da garganta, era melhor assim, ou alguma coisa ruim poderia acontecer.

— Retribuir? — perguntei, fingindo não saber do que ela estava falando.

— Você vai me chupar também.

— Então pode parar e tirar a roupa.

Ela parou e ficou com a cara vermelha.

— O que?

— O que? — rebati.

Ela parou por um momento, parecia que a ficha finalmente caiu. Mas mesmo assim ela se levantou e começou a abaixar a calça de moletom.

— Tira você também, não vou ficar pelada sozinha.

Tirei a roupa mais rápido que ela, ela tinha tirado somente a calça, ainda decidindo se iria tirar a blusa.

— Fecha os olhos, não abre até eu mandar.

Suspirei fundo, fechei os olhos. Ela demorou tempo demais, o suficiente pro meu pau começar a amolecer.

— Pode abrir — ela falou, alguns minutos depois, tímida.

Abri, o corpo esguio estava na minha frente, ela ainda estava envergonhada, tentava tampar a buceta e os peitos com as mãos. Seu corpo era magrelo, ela era bem mirradinha, pela finura da cintura eu conseguiria fechar as mãos ali sem problemas e ainda sobraria espaço.

— Deita na cama — falei.

— Espera um pouco, isso é vergonhoso.

— Quer que eu apague a luz?

— Eu... não sei... — ela ficou num impasse. — Eu queria ver tudo acontecendo.

Foi então que ela pareceu ter uma ideia, foi na mala, ainda envergonhada com as mãos nas partes íntimas e pegou uma lâmpada de luz amarela, colocou na tomada próxima da cama.

— Pode apagar — ela finalmente disse.

Apaguei a luz, deixando somente a luz amarelada tomar conta do quarto. Ficou bem melhor na minha opinião, não era uma luz extremamente forte, o quarto ficou escuro nos cantos, mas para a timidez de Evelyn, parecia resolver. Ela relaxou as mãos, ficando um pouco mais solta.

— Resolveu? — perguntei, um pouco sem paciência.

— Sim, acho que sim. Podemos continuar?

Assenti. Ela então se deitou na cama e eu ajoelhei no meio de suas pernas logo em seguida, passando a ponta dos dedos em suas coxas. Ela tremeu, senti as pernas ficando duras. Mas logo relaxou, ela as abriu, me dando uma visão não tão ampla de sua buceta. Tinha um pelinhos pretos, devia ter raspado recentemente. O cheiro subiu, não sei dizer, mas o cheiro de uma flor virgem é diferente. Encostei o dedo na testa da sua buceta, esfregando nos pelos pretos, ela soltou um gemido, cerrando os dentes. Desci um pouco acariciando os lábios, tentando evitar as zonas de maior prazer tão precocemente. Fiquei um tempo brincando ali, tentando criar uma tensão sexual, até que vi a entrada reluzindo o mel escorrendo. Aquela era a minha deixa, passei o dedo pelos lábios internos, completamente melados, subi para o clitóris onde ela deu um suspiro repentino, forcei um pouco o dedo, não muito,e fiz movimentos circulares. Continuei os movimentos, a respiração dela ficou mais forte repentinamente, ofegante, começou a se contorcer um pouco na cama. Então, decidi elevar um pouco o nível, aproximei a boca entre suas pernas e soltei o hálito quente, abocanhei seu clitóris. Ela tomou um susto, olhou para baixo e viu minha boca grudada contra a sua buceta.

— Meu Deus, acho que vou morrer.

Senti o coração dela batendo forte, rápido. Comecei a chupá-la um pouco mais rápido, passando a língua entre os lábios, chupando o mel, voltando para o clitóris e continuando os movimentos circulares, agora com a língua.

— Me faz gozar, igual você fez com a Thaysa ontem — ela falou, em tom provocativo.

Ok, aquilo foi a minha deixa para deixar de ser gentil com ela. Agarrei suas pernas e as afastei, ela tentou fechar instintivamente, mas sem sucesso. Abocanhei com vontade sua buceta, enfiei a língua na entrada sugando todo o mel, chupava-a como se estivesse beijando os lábios. Desci para o cuzinho, chupando seu anel fazendo sons indecentes que tomavam o quarto. Evelyn tentava controlar os gemidos, o que dava para ver que estava com bastante dificuldade, com aquela sensação que nunca havia sentido antes. Subi novamente e me concentrei em seu clitóris, chupando, apertando com a língua até sentir seu corpo tremer. Ela agarrou meu cabelo, adoro quando as mulheres fazem isso. Em segundos, ela tentando abafar os gemidos, deixava alguns saírem, descompassados, como se fosse um choro. Desgrudei minha boca dali, olhei para aquela obra de arte, toda babada, vermelha, uma flor virgem pronta para receber seu primeiro caralho. Deixei ela se recuperando um pouco.

— Deus, meu Deus — ela tentava falar, a voz ainda embargada. — Esse é o famoso orgasmo?

— O que achou?

— Peculiar, a barba roçando nas minhas coxas foi estranha no começo, mas eu gostei. A sua língua indo para lá e para cá — ela parou, inspirou. — Eu quero mais.

Ela apontou para o meu pau com a cabeça, dando logo um sorriso de canto e sorrindo.

— Quer que eu te foda igual fodi a Thaysa também?

— Não, vai me rachar no meio, não sei nem se aguento metade disso.

— Era brincadeira, é sua primeira vez, vou com cuidado para não te traumatizar.

Ela não respondeu, apenas voltou a abrir as pernas, facilitando minha posição em cima dela. Peguei um pouco de saliva e espalhei pela cabeça do meu pau.

— Pronta?

Ela assentiu, mordendo a boca e apertando o lençol. Esfreguei um pouco a cabeça em seu clitóris, soltando um leve gemido de Evelyn, desci um pouco até chegar na entrada, empurrei um pouco.

— Ai! Espera! — ela falou em desespero.

— O que? Doeu?

— Não, só estou aflita, pode colocar mais um pouco.

Obedeci, enfiei um pouco mais, um tanto exagerado considerando a primeira vez dela, confesso.

— Espera, espera! Agora doeu um pouco — ela respirou fundo. — Espero que essa dor valha a pena.

Ela fechou os olhos, respirou fundo quatro ou cinco vezes, até assentir e dar o aval para continuar. Empurrei mais um pouco, ela pediu para parar algumas vezes, respeitei todo o processo, mas enfim, finalmente estava tudo dentro.

— A sensação é diferente... — ela falou, respirando devagar e apertando a boca.

— Vamos esperar um pouco, você só precisa se acostumar.

— Sinceramente, não achei que iria aguentar até o final.

— Acho que você já se acostumou, não está mais fazendo caretas de dor.

— Na verdade ainda sinto, mas a sensação boa está maior que a dor — Evelyn se ajeitou, abrindo um pouco mais as pernas. — Como algo pode ser prazeroso e doloroso ao mesmo tempo?

— Só dói na primeira vez.

— Eu já li sobre isso, só dói na primeira vez, quando eu transar de novo, só vai doer se o homem não souber o que está fazendo.

— Exatamente — falei com um sorriso. — Podemos começar?

— Quer dizer, começar a se mexer?

— Isso.

Ela fez mais uma careta, apreensiva, mas assentiu, então comecei. Tirei um pouco, lento, enfiei de novo, mais lento ainda.

— Tô sentindo pulsando dentro, é bom — ela disse entre um gemido e outro.

Agarrei uma das pernas e puxei ela um pouco para perto, continuei metendo devagar, deslizando a mão pelo seu abdômen magro até chegar em seus peitos minúsculos, os biquinhos estavam duros, provavelmente por causa do frio. Me inclinei para frente, me ajeitei entre suas pernas.

— Vou começar a ir um pouco mais rápido, ok? — avisei.

Ela não respondeu, apenas assentiu. Então comecei a aumentar um pouco a velocidade. Percebi um pouco de sangue escorrendo no lençol, um problema para se pensar no dia seguinte.

— Então isso que é transar? — Evelyn murmurou. — Realmente, é tão bom quanto dizem.

Eu estava tentando evitar que nossas bocas ficassem muito próximas, não sei como ela reagiria a um beijo, mas ela tomou a iniciativa, aproximou nossas bocas e então, me beijou. O que era estranho, já havia feito ela gozar, ela me chupou, estava fodendo ela naquele exato momento, mas estava com receio de beijá-la? É, sei lá, tem coisas que não consigo explicar mesmo.

Mas já que ela mostrou que não havia restrições quanto a isso, devolvi o beijo, um pouco mais intenso, aumentei um pouco a velocidade, gradualmente, para ela não se assustar, machucar ou qualquer outra coisa. Ela entrelaçou as pernas na minha cintura, começou a arranhar minhas costas, senti que ela estava próxima do orgasmo, o que poderia ser perigoso caso ela gemesse alto. Continuei metendo e então ela começou a gozar, tapei a boca dela, mas não parei de estocar, foi fofo ver os olhos dela revirando, a pele branca, quase cadavérica ficando com várias manchas vermelhas e os dedos finos apertando meus braços relativamente bem mais grossos que os dela.

— Uma pausa — ela falou finalmente, tentando tirar minha mão de sua boca. — Vamos fazer uma pausa, pode ser?

Parei na mesma hora. Ela respirava fundo tentando se reorganizar por dentro, os olhos apertados por alguns segundos antes de finalmente voltar a me olhar.

— Tá doendo?

Ela demorou para responder, pensando de verdade antes de falar:

— Não… não sinto mais dor, é que...

O quarto ficou silencioso outra vez, só a chuva batendo lá fora e a respiração dela tentando desacelerar.

— Eu achei que seria diferente — ela murmurou com um sorriso. — Mais simples talvez.

Passei a mão devagar pela perna dela enquanto esperava.

— Quer parar?

Evelyn me olhou imediatamente quando ouviu aquilo, como se a pergunta tivesse pegado ela desprevenida.

— Não.

Ela respondeu rápido demais, ela soltou uma risada nervosa logo depois e desviou os olhos para o teto amarelo do quarto.

— Só preciso entender o que tô sentindo primeiro.

Fiquei quieto enquanto ela respirava fundo mais algumas vezes.

— É estranho — ela continuou baixinho. — Passei anos lendo sobre isso em livros, vendo gente falar sobre sexo como se fosse uma necessidade básica do ser humano.

Os dedos dela encontraram minha mão devagar.

— Isso é bom ou ruim? — perguntei.

— Ainda não sei, tô processando — ela me olhou nos olhos, a respiração ainda pesada do orgasmo. — Pode pegar um pouco mais pesado?

— Tem certeza? Lembra que essa é a sua primeira vez.

Ela me encarou, brava, as palavras parece que soaram como uma bronca para ela e que ela não havia gostado nada.

— Se não quer, me deixa ir por cima que eu faço todo o trabalho para você — ela me olhou novamente, convicta.

Ok, aquilo atiçou minha curiosidade, trocamos de posição e ela veio por cima, encaixou meu pau em sua buceta como se não fosse a primeira vez e começou a sentar devagar.

— Entendi, dependendo da posição, a sensação é um pouco diferente.

Ela apoiou as duas mãos no meu peito e começou a sentar um pouco mais rápido.

— Vai devagar, vai acabar se machucando — avisei ela.

— Cala a boca, não estraga meu momento — ela respondeu, me olhando com um sorriso malicioso.

Ok, talvez a tivesse subestimado um pouco, mas não gostei muito do jeito que ela falou comigo. Flexionei um pouco as pernas, fazendo com que ela viesse até mim, agarrei sua cintura, agarrei sua bunda com força, fazendo sua buceta se abrir, então comecei a meter forte.

— Isso — ela sussurrou, quase rindo. — Para de me tratar igual uma garotinha e começa a me tratar igual uma puta.

Ok, aquilo foi um ótimo sinal, de que eu não precisava me segurar tanto com ela. Agarrei sua nuca e a beijei novamente, senti seu corpo começando a suar, mesmo naquele frio infernal. O corpo magro dela batia violentamente contra o meu, por um momento esqueci da situação em que nos encontrávamos, eu e Evelyn em seu quarto fodendo escondidos, a prioridade era não fazer barulho, mas tenho certeza que alguém escutou, porque eu não me contive nem um pouco na hora de colocar aquela magrinha no lugar dela. O que me salvou, provavelmente, era a chuva que voltava a bater forte contra o telhado. Isso me aliviou um pouco. Agarrei o quadril dela mais forte e passei a meter com mais força, não achei que seria possível, mas estava fodendo Evelyn, que não tinha nem metade do corpo das irmãs na mesma intensidade que tinha fodido Thaysa.

Naquele ponto, Evelyn não falava nada, apenas gemia e me deixava usá-la como uma boneca. No fim, senti que estava no limite, tirei meu pau e comecei a gozar entre suas coxas. O esperma caiu em sua bunda, um pouco em cima de sua buceta, no meu abdômen, se misturou com o sangue, com o suco dela, escorrendo pelo meu corpo e o dela indo para o lençol. Ela desabou em cima de mim, parecia que já estava há um tempo exausta. Ela murmurou alguma coisa que não entendi e saiu de cima de mim, deitando de lado, virou as costas e a respiração dela de repente ficou pesada.

— Ei — chacoalhei ela um pouco, de leve.

Sem resposta, acho que a primeira vez foi mais intensa do que deveria, dava para perceber que ela ficou exausta e então adormeceu. Vesti minha roupa e joguei os dois cobertores em cima dela antes de sair, deixando o quarto escuro. Voltei para a cozinha, não havia ninguém nos corredores, todas as portas dos quartos fechadas. Era um bom sinal, de que ninguém havia acordado enquanto fodia minha prima.

Após a primeira vez com Evelyn, os dias seguintes passaram mornos no rancho. Nada de grandes aventuras como nos últimos dias. Mas o trabalho, isso nunca parava. Passava as manhãs cuidando das coisas de sempre, olhando cerca, carregando saco de ração e tentando não pensar demais. À tarde, por incrível que pareça, o calor começou a aparece e fazia todo mundo se espalhar pela casa em silêncio, cada um existindo no próprio canto.

As três também pareciam diferentes.

Thaysa continuava me enchendo o saco sempre que tinha oportunidade, mas já não brigava comigo com a mesma vontade de antes. Thayla andava quieta, sempre digitando alguma coisa no celular. E Evelyn… bem, Evelyn seguia espalhando livros pela casa inteira como se estivesse deixando pedaços dela por onde passava, acho que nada mudou.

Quando a caminhonete do meu tio apareceu, entendi na hora que aquele tempo tinha acabado. Ele estacionou perto da varanda reclamando do calor e dizendo que precisavam pegar estrada antes de anoitecer. A casa perdeu a calma no mesmo instante. Mala abrindo, porta batendo, passos de um lado pro outro. Ajudei Evelyn a recolher os livros espalhados. Tinha livro na cozinha, no sofá, no quarto, parecia impossível colocar tudo aquilo numa mala e mais impossível ainda ela, mirradinha daquele jeito, conseguir carregar tanta coisa nas costas.

— Você consegue transformar qualquer lugar numa biblioteca — falei juntando mais dois da mesa.

Ela sorriu de canto enquanto organizava tudo na mala.

— Isso foi uma crítica? Um elogio?

— Ah, não sei, preguiça de pensar.

Evelyn fechou um dos livros devagar e ficou mirou o olhar em mim.

— Como você me descreveria?

Ergui uma sobrancelha.

— De preferência, de forma poética — completou ela.

— Evelyn, tô com preguiça de pensar.

— Faz um esforço, você sabe que vai demorar um ano inteiro para me ver de novo.

É, justo. Pensei um pouco antes de responder.

— Você é como um barulho que não incomoda quando está por perto… mas quando não se ouve, faz falta.

Ela ficou parada por um instante. Vi as bochechas ficando vermelhas enquanto desviava o olhar pra mala.

— Isso foi surpreendentemente.

— Gostou? Só falei o que veio a cabeça.

— Que bom, significa que foi sincero. Vai sentir minha falta?

— Acho que vou, achei interessante ter você por perto.

— Pena que leva muito tempo para a gente se ver novamente — ela fechou o zíper da mala e parou por um tempo. — Porque você foi morar logo no fim do mundo?

— Em minha defesa, por enquanto não posso escolher muito onde vou morar.

— Se quiser me fazer uma visita quando eu morar sozinha, vou te receber com o maior prazer — ela sorriu, um sorriso não curto igual aos de antes, mas também não tão largos quando falávamos sobre coisas quentes.

— Agradeço o convite, me avise quando acontecer.

Ela assentiu, permanecendo com o sorriso, então sai, não tinha muito mais o que dizer. Quando saí do quarto, encontrei Thayla parada no corredor. Ela se aproximou devagar até ficar perto o suficiente pra falar baixo:

— Se cuida, vou sentir saudades.

Ela se virou indo em direção a porta, fiquei olhando para ela por alguns segundos, mas acabei não respondendo nada. Talvez porque qualquer resposta parecesse pequena demais. A segui para o lado de fora, meu tio já esperava ao lado da caminhonete de luxo dele que parecia uma nave espacial próxima a caminhonete velha do meu avô. Thaysa apareceu carregando a mochila e esbarrou em mim de propósito quando passou.

— Como sempre, você sempre atrasa a minha vida.

Fiquei quieto, ela revirou os olhos antes de continuar:

— Eu sei que vai sentir saudades de mim. Só vê se não fica chorando por aí, odeio esse drama todo.

Meu tio riu na mesma hora.

— Esses dois ainda brigam? Não tá na hora de crescerem, crianças?

Dei de ombros.

— Talvez a Thaysa tenha puxado muito a mãe.

Ele apontou o cigarro para mim e começou a rir.

— Pior que puxou mesmo. Mulher irritante da porra.

— Ei! — ela reclamou indignada. — Vou contar para a mãe e ela vai te deixar dormindo no sofá de novo.

Mas ela estava sorrindo. Sem muita cerimônia, as três subiram na caminhonete. O motor roncou alto e a poeira começou a subir pela estrada outra vez, fiquei parado na varanda vendo a caminhonete desaparecer morro abaixo, até sumir completamente entre as árvores.

O rancho parecia silencioso demais agora, grande demais também.

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Comentários

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Adorei o toque, cada prima fodida segundo sua personalidade e a relação que tinha com o primo: Tayla mais madura e cúmplice, Thaysa irritante e com raiva e Evelyn, sempre à margem, uma nova descoberta. Arrasou, congrats!

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estou adorando os contos desse rapaz, vso ter continuação do império do porno?

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Grato pelo comentário! Eventualmente terá uma continuação sim, a ideia do império e ser algo bem maior do que foi no início. Mas vou fazer isso gradualmente.

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Gosto assim, cheio de detalhes. parabens pelo conto. So nao achei as 2 primeiras partes. Mas foi muito bom esse da parte 3.

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Opa, muito obrigado! As outras duas partes pode conferir no meu perfil, até onde sei ainda estão por lá kkkkk é o comçeo da série "Aventuras no rancho".

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