O Demônio e a Megera – Episódio 12 (na cama com Ana Clara e André)

Um conto erótico de Theodor e Aline
Categoria: Heterossexual
Contém 4089 palavras
Data: 25/05/2026 10:19:45
Última revisão: 25/05/2026 10:57:16

Olá,

Esperamos que a saga do Demônio e da Megera esteja superando as expectativas. Comentário, inclusive, são muito bem vindos, pois é um valioso instrumento para que possamos aperfeiçoar cada vez mais nossa elaboração. Além do fato de que é muito prazeroso interagir com os leitores.

Para auxiliar, esta é uma série que não tem uma estrutura tradicional de conto. Por isso, a história faz um vai e vem gostoso no tempo, o que pode dificultar um pouco a leitura. Para facilitar, seguem abaixo os episódios que se relacionam diretamente e em ordem cronológica:

Sequência 1: episódio 1, 2, 4, 5, 6, 8, 9, 10,12

Sequência 2: episódios 1, 2, 3, 7, 11

De qualquer forma, todos os episódios se interrelacionam e se completam.

Boa leitura!

***

Eu tinha ideias bem interessantes para incrementar aquele momento tão erótico com a Megera e o Demônio. Gabriel estava tão tarado e disposto quanto eu para seguir em frente. A noite anterior havia sido eletrizante. Beijar minha Megerinha amada foi algo surreal, que balançou minhas estruturas, como se já não estivessem há muito abaladas.

Além do beijo, rolou uma exploração manual. Cheguei a colocar seus seios lindos para fora – quase surtei – e dei umas mamadas gostosas, que fizeram meu amorzinho gemer bem gostoso, me deixando mais molhada do que já estava. Depois, ela fez o mesmo comigo. E que sensação gostosa ser mamada por outra mulher. Não outra mulher qualquer, mas aquela que eu amo de paixão.

Sim, eu sou realmente apaixonada por Ana Clara, desde a época do resort. Gabriel sabe disso e que meu sentimento pela Megera em nada abala o que eu sinto por ele. Aliás, mesmo que varressem do meu cérebro todas as minhas memórias, ainda assim eu continuaria amando aquele homem.

Nem mesmo o tesão que eu tenho pelo Demônio, que só aumentou depois daquele beijo. Sei lá se não sou apaixonada por ele também. Talvez me julguem uma libertina, mas eu não ligo para isso. É verdadeiro e pronto. Só devo satisfações ao meu namorado, porque pertenço a ele de corpo e alma, não importa o que sinta por outras pessoas ou o que faça com esses sentimentos, contanto que com o consentimento dele.

Não, nunca vivemos experiência sequer parecida com isso. Na verdade, sempre achei coisas como surubas e casas de swing deploráveis. Não sou exatamente o que se pode chamar de sexualmente liberal. Só respeito que cada um tem direito de vivenciar sua sexualidade da forma como achar melhor. A minha, desde que conheci o Gabriel, ficou presa a ele, até conhecer o Demônio e a Megera.

Essa história me fez rever tudo que eu pensava sobre sentimentos. O que explica desejar ardentemente três pessoas diferentes, sendo uma delas do mesmo sexo? Não estou falando de dar uma trepada. Eu até já fiz isso antes de conhecer meu namorado. Estou falando de fazer amor, estou falando de trepar com fome, com paixão verdadeira, como a que eu senti quando estava beijando o André, sentada em seu colo.

Gabriel me diz que eu sou muito sensorial e que me expresso de forma explosiva. Talvez porque seja muito reservada, não me abro afetivamente para muitas pessoas. Quando gosto de alguém, acabo compensando e me jogando de cabeça. Aliás, meu namorado já se declarou perdidamente apaixonado pelo casal. Se ele não houvesse se declarado, as atitudes e até a linguagem corporal falam por ele.

Gabriel estava de férias, que tirou para receber nossos amigos, mas precisou ir à loja para tratar de algumas pendências, prometendo voltar para o almoço. Convidou André para conhecer seu trabalho de perto. O Demônio aceitou o convite sem pestanejar. Sobramos, então, eu e minha Megerinha amada. Decidi tirar folga na parte da manhã e fomos dar uma caminhada no calçadão de Copacabana. Ainda aproveitamos para dar um mergulho e tomar um pouco de sol, com direito a água de coco.

- O que você está achando de tudo que está acontecendo? – perguntei.

- O que exatamente você quer saber, meu amorzinho? – respondeu Ana Clara.

- Tudo. Nós duas, por exemplo.

- Posso ficar vermelha de vergonha para responder? – brincou.

- Claro que pode, meu amor. Eu juro que fico vermelha junto com você. É que eu sou mais moreninha, talvez não dê para perceber tanto.

- Eu amei. Quer saber a verdade? Por mim, eu te beijava aqui, mas não quero escandalizar ninguém – ponderou, dando uma risada linda.

- E o beijo no Gabriel?

- Agora eu já não vou ficar mais vermelha. Vou ficar roxa.

- Eu amei beijar seu namorado. Rolou um clima tão apaixonante, que eu quase gozei sentada no colo dele – provoquei.

- Quer me deixar com ciúmes?

- Quero deixar você mais solta, para você falar o que sentiu com meu namorado.

- Ah, ele beija muito gostoso. Não vou dizer que eu quase gozei, sua oferecida, mas foi bom, principalmente depois do susto que ele levou comigo pendurada no pescoço dele e enfiando a língua em sua boca.

- Kkkkkkkkkkkkkkkk!

- Se não fosse daquele jeito, eu não ia conseguir beijar outro homem que não fosse o André.

- São dois gatos, não são? Teria coragem de passar a noite com o Gabriel?

Ana Clara corou.

- Acho que se você passar a noite com o Demônio eu tenho coragem de fazer o mesmo com o Gabriel, só não sei se eu estou preparada.

- Nada que umas duas caipirinhas não resolvam, mas eu tenho um plano.

- Sou toda ouvidos – respondeu a Megera.

Contei para ela sobre meu plano genial e Ana Clara aprovou. Eu já havia falado a respeito com Gabriel, que também havia gostado da ideia. Restava, então, o parecer do André, que, não tinha dúvidas, seria favorável. E, verdade seja dita, eu estava ardendo de tesão e expectativa por viver aquilo. Ainda mais com a Megerinha gostosa de biquinizinho, com aquele corpo divino, que parecia uma escultura, ainda mais depois de pegar uma cor. Apesar de branca, não é do tipo branquela, que se queima e fica vermelha. Sua pele ganhava uma tonalidade mais amorenada, que a deixava ainda mais linda.

- Vontade de te agarrar aqui – falei.

- Vamos para casa e eu deixo você fazer o que quiser comigo – respondeu, fazendo minha bucetinha latejar de desejo.

- Cuidado com o que você promete.

- Eu sou sua, meu amorzinho – respondeu, quase fazendo minhas pernas bambearem.

Chegamos em casa a tempo de preparar um almoço simples e rápido antes que nossos donos chegassem. Como eu tinha que trabalhar à tarde, Gabriel se incumbiu de levar nossos hóspedes amados para um passeio no Centro. O roteiro, claro, seria longo, incluindo a Cinelândia, com o Teatro Municipal, Biblioteca Nacional e o Museu Nacional de Belas Artes, o Real Gabinete Português de Leitura e o Museu do Amanhã, entre outras atrações.

Antes de me despedir de Gabriel, meu feliz proprietário, dono, amo e senhor me comunicou que André estava de acordo com meu plano devasso. Meu coraçãozinho quase saiu pela boca e foi difícil trabalhar naquela tarde pensando no que nos esperava à noite. Era uma mistura de friozinho no estômago com minha buceta latejando só de pensar em como seria o meu plano sendo colocado em prática. Eu sabia dos riscos, mas viver sem eles é meio que viver pela metade, não é?

Meus amores chegaram por volta das 18 horas carregados de bebidas e ingredientes para prepararmos tira-gostos deliciosos. Tasquei um beijo suculento em Gabriel. Um beijo cheio de saudade e desejo. Uma tarde inteira longe dele era um martírio para mim. Bebemos e conversamos até às 20h, quando se daria o sorteio.

- Ai, miga, meu coração está saindo pela boca – falou Ana Clara quando estávamos na cozinha preparando os tira-gostos e saboreando nervosamente nossas bebidas.

- Nossa, Megerinha linda, você nem imagina como eu estou me sentindo com essa loucura. Foi difícil até de trabalhar a tarde inteira. Vocês, pelo menos, estavam passeando, fazendo turismo.

- Foi um passeio maravilhoso, meu amor. O Gabriel foi um anjo. Fiquei maravilhada com tudo. Essa cidade, se não existisse, tinha que ser inventada.

- Então, você passeou com o Demônio e o Anjo Gabriel – brinquei, arrancando uma risada de Ana Clara.

- Pois é. Estava muito bem acompanhada.

- Já pensou se for você com os dois hoje?

- Nem me fale. Dá até tremedeira – respondeu, com um riso nervoso.

- Tremedeira de tesão? – provoquei.

- Também, miga, mas é melhor deixar para pensar nisso na hora do sorteio. Não quero ficar sofrendo de véspera.

Depois que todos tomaram banho e estavam à vontade, eu e Ana de baby-dolls e nossos donos de bermuda e sem camisa, exibindo aqueles corpos de deixar qualquer mulher com água na boca, conversamos sobre o passeio e outros assuntos para dissipar a tensão quase sólida do ambiente. A hora passava ora torturantemente lenta, ora angustiantemente rápida. Quando deu 20h, foi Gabriel quem assumiu a liderança do cerimonial.

- Então, meus amores lindos, chegou o grande momento – começou.

Minhas pernas tremeram, meu coração disparou e meu estômago deu nó. Ana Clara chegava a ter os olhos lacrimejando, com um riso nervoso, enquanto os homens pareciam os mais calmos.

- Então, queridos? Chegou o grande momento. Sei que o passo que estamos prestes a dar é ousado. Mas espero, também, que seja algo que nos unirá ainda mais para toda a vida, que é o escasso tempo que terei para usufruir da companhia de vocês. Esses dias, independentemente do que aconteça, já estão entre os melhores da minha vida. Amo todos vocês de verdade. Compreenderei perfeitamente se algum de nós quiser desistir e nada mudará.

Gabriel fez uma pausa e olhou nos olhos de cada um de nós.

- Se alguém tem algo a dizer contra esse matrimônio, poderá se manifestar agora ou calar-se para sempre.

- Porra, Gabriel, assim tu tá me deixando é mais nervoso, brother – protestou o Demônio.

Todos rimos.

- Ana? – Gabriel dirigiu-se à Megera.

- Ai, meu Deu! Eu não vou desistir. Eu e André já conversamos e está decidido – respondeu Ana Clara, com a voz um pouco trêmula, mas com decisão nos olhos.

- Eu também estou decidido. De mais a mais, nós não estamos aqui decidindo sobre ir ou não ir para a forca, mas sobre ir ou não para o paraíso – brincou André.

- Verdade, mas alguém vai para o inferno hoje, vocês estão cientes disso?

- Não dramatiza, vai amor – protestei – quem for para o inferno hoje é um felizardo, porque aqui só se vai para o inferno uma vez.

- É verdade – concordou André.

- Então, podemos ir adiante? – reagiu Gabriel com ar solene.

- Parece aqueles apresentadores de reality show – brincou Ana Clara.

- Calma gente, não tem eliminação. Um de nós só vai esquentar banquinho hoje – reagiu meu namorado – contanto que não seja eu.

- Só não pode roubar no sorteio – brincou André.

- Gabriel, vamos logo, que meu coração vai acabar saindo pela boca e vou ter que tomar banho de novo, de tanto que eu já estou suando frio aqui – protestou Ana Clara.

- Então, chegou a hora da verdade, mas deixa eu tomar um gole de cerveja primeiro, porque eu estou nervoso.

Assim o fez e pegou um baralho, separando algumas cartas.

- Eu tenho aqui essas cartas de copas. Nada como coraçõezinhos para agregar uma carga simbólica a esse momento.

Gabriel fez uma pausa para que pudéssemos rir.

- Temos aqui as cartas de 2 a 10. Aquele ou aquela que tirar o menor número será o felizardo ou felizarda que terá que se contentar em passar a noite tocando punheta ou siririca.

Nova pausa para que pudéssemos rir. A última antes de serem selados nossos destinos.

- Quem quer ser o primeiro, ou primeira, a tirar a carta?

- Eu – respondi, ansiosa para conhecer minha sina.

- Fique à vontade, amor da minha vida – reagiu Gabriel, colocando as cartas embaralhadas na mesa.

Com as mãos tremendo, virei o número 7.

- Boa, gatinha, já tem lugar garantido no paraíso hoje – brincou Ana Clara.

- Ainda não. Tem o 8, o 9 e o 10 ainda – lembrou Gabriel – mas está bem encaminhada. Quem é o próximo?

- Vai amor, as damas primeiro – propôs André a Ana Clara.

- Obrigada, meu príncipe – respondeu a Megera, cujas mãos tremiam mais do que as minhas.

- É, tudo indica que um dos meninos ficará de fora, porque eu tirei o 9 – falou Ana Clara, mostrando sua carta.

A iminência de passar a noite com a Megera mexeu com as minhas emoções e dei um abraço apertado no meu amorzinho.

- É, amigo, parece que tudo conspira a favor dessas duas safadas – brincou Gabriel.

- Se for nesse ritmo, um de nós dois terá o prazer de presenciar o tão esperado meia nove e o outro vestirá a peruca de corno – brincou André, fazendo com que todos rissem.

- Calma, que não há nada decidido ainda. Ainda faltam o 8 e o 10. Caso tiremos os dois números maiores, teremos sanduíche de Megera e a Ay terá que ficar só na siririca – brincou Gabriel, fazendo uma simulação engraçada, que levou todos às gargalhadas.

- Ai, amor, será que eu vou gostar de ser recheio de sanduíche? – brincou Ana Clara, olhando com carinha de safada para André.

- Relaxa, gatinha, mais cedo ou mais tarde isso vai acontecer – reagiu André.

- Eu também quero ser recheio. Sanduíche de Ay. Fico toda molhadinha só de pensar – brinquei, para aliviar ainda mais a tensão.

- Safada! – reagiu Gabriel.

- Quem é o próximo? – perguntei.

- Vai, André, eu, como anfitrião, serei o último.

Sem fazer cerimônia, André virou a carta. Oito de copas.

- Amor, nós dois estamos dentro – reagiu Ana Clara, se pendurando no namorado e lhe dando um beijo cinematográfico.

- É, amor, é eu ou você. Se eu tirar dez, você fica de fora. Se tirar qualquer outra carta... – Gabriel fez um gesto de chifrinho na própria cabeça, arrancando mais gargalhadas de todos.

- Quem vai ficar com o chifrinho hoje? Suspense no recinto. Ay ou Gabriel? – provocou a Megera com carinha de perversa.

- Vamos saber a resposta agora – reagiu meu dono, mordendo um canapé.

- Ou tira dez na prova ou está reprovado – brinquei.

Gabriel virou a carta e foi impossível que todos não caíssem na gargalhada, inclusive ele. Dois de copas.

- É amor. Você queria variar o cardápio, mas quem vai fazer isso primeiro sou eu – tripudiei, enlaçando seu pescoço e lhe dando um beijo apaixonado, ao mesmo tempo em que meu corpo dava sinais com a expectativa pela experiência que estava prestes a viver.

- Não fica triste, meu amor, que o que é seu está guardado – brincou Ana Clara, dando um abraço demorado no meu namorado.

- Oferecida – brincou André.

- Gente, então vamos beber e celebrar minha peruca de touro – brincou Gabriel.

Por incrível que pareça, o ambiente ficou até mais descontraído, algo que o Gabriel sabe proporcionar como ninguém. Agora, era preparar o espírito. De acordo com o combinado, a partir das 21 horas seríamos só nós três no quarto.

Confesso que o nervosismo, misturado com tesão, me fazia suar frio. A Megera estava mais calma, afinal teria o namorado ao lado. Já eu, sem meu dono, ainda que excitada, me sentia um pouco insegura. Desde que comecei a namorar o Gabriel, nunca mais tive qualquer tipo de relação com outras pessoas. Mesmo assim, nos divertíamos com a situação e a bebida ia me deixando mais relaxada, até que a hora chegou.

Gabriel me abraçou carinhosamente e me deu um beijo na testa. Eu quase derreti com aquele gesto.

- Amor, fica tranquila e aproveita. Depois me conta como é o gosto da bucetinha da Megera. O do pau do Demônio eu não quero saber, não.

- Kkkkkkkkkkkkkkkk. Pode deixar, que eu não conto. Eu te amo muito, sabia? Vou sentir sua falta.

- Eu também vou sentir a sua, mas se entregue ao momento e tenha orgasmos deliciosos. Mesmo ausente, eu estarei com você. Hoje e sempre.

- Quer me fazer chorar? – protestei, uma lágrima chegou a rolar pelo meu rosto.

- Não, quero que você goze gostoso com sua amada, sem culpa. Uma noite maravilhosa para você.

- Obrigada! – reagi, dando-lhe um beijo demorado, cheio de paixão e gratidão.

Num gesto surreal de lindo, Ana Clara abraçou meu namorado e, olhando em seus olhos, falou “te amo”, antes de lhe dar um beijo cheio de paixão, que era o que faltava para minha calcinha ficar toda molhada e meu coração todo derretido.

A porta do quarto se fechou atrás de nós. André estava sentado na cama. Estávamos as duas de pé.

- Obrigada, amiga, pelo carinho com meu namorado – falei emocionada.

- Não é por você, meu amor, é por ele. Eu amo o Gabriel. Ele agora também é meu namorado, mas hoje nós vamos cuidar do nosso outro namorado e uma da outra. Eu te amo muito, moreninha linda.

Começamos a nos beijar ali mesmo, de pé, um beijo cheio de carinho, paixão e desejo. Um beijo demorado, que fez meu corpo ficar leve e minha cabeça quase levitar. Bebíamos uma da boca da outra toda a paixão acumulada naqueles meses desde que nos conhecemos.

- Meninas, eu não quero atrapalhar o romance de vocês – protestou André, com uma cara de sacana muito gostosa.

- Você não atrapalha, meu amor. Eu quero você também – respondi, olhando em seus olhos, lhe estendendo a mão.

O Demônio me envolveu em seus braços e me deu um beijo delicioso, acariciando minhas costas, arrancando um gemidinho da minha boca e me deixando toda mole. Depois, fez o mesmo com nossa namorada.

- Agora, suas safadinhas, eu assumo o comando. Quero as duas só de calcinha para mim. Quero apreciar esses corpos de deusas. E eu vou tirar a roupa de vocês.

- Uau! Isso, amor, comanda suas duas namoradas safadas, que são loucas por você.

O Demônio primeiro despiu a Megera paciente e lentamente. A carinha de excitação da minha amiga me deixando louca, enquanto eu esperava a minha vez de ser despida por aquele homem lindo. Meu corpo estremeceu quando tirou a parte de cima do meu baby-doll. Ana Clara, hipnotizada, admirava a cena. O tesão foi à última prateleira da Terra quando André tirou a parte de baixo, me deixando só de calcinha.

- Vocês são duas putinhas safadas e lindas – suspirei – Quero as duas deitadinhas naquela cama.

Obedecemos e observamos André tirar a bermuda, ficando só de cueca boxer, seu pau marcando o tecido de forma obscena. Salivei e mordi os lábios.

- Quero ver vocês duas se beijando assim, peladinhas.

Eu já estava ofegante. Ana Clara, não menos. Minha bucetinha latejava e os biquinhos dos meus seios doíam de tão duros. Começamos a nos beijar abraçadas, nossos mamilos se espetando, nossas pernas se entrelaçando, nossos gemidos se misturando, uma dentro da boca da outra. O beijo cada vez mais intenso, mais apaixonado, mais urgente e necessitado. Para me deixar ainda mais fora de mim, André ordenou que a Megera chupasse meus peitinhos, no que foi prontamente atendido. Ana Beijou meu pescoço, lambeu, cheirou e me deixou toda arrepiada, deitada de costas na cama e completamente entregue às suas carícias.

Foi quando André pegou minha mão e levou ao seu pau, ainda por cima da cueca. Que tesão dos infernos aquilo me deu. Ana começou a beijar, lamber, dar mordidinhas e sugar meus mamilos, fazendo com que eu arqueasse minha cintura. Uma das mãos acariciava o meu rosto, a outra a minha barriga, descendo até bem pertinho da minha calcinha, enquanto eu acariciava e apertava aquele pauzão do nosso namorado, me sentindo nas nuvens.

Não resisti e enfiei a mão por baixo da sua cueca, sentindo sua ereção quente. André gemeu.

- Que mãozinha gostosa. Você vai fazer isso com a boquinha, Ay?

- Tudo que você quiser. Aaaainnnn, amor.

André acariciou minhas coxas com aquelas mãos firmes, me arrancando uma onda de arrepios e deslizou lentamente para minha virilha,

me fazendo ver estrelas.

- Posso tirar sua calcinha, Ay?

- Pode, meu amor, você pode tudo – respondi com a voz baixa e tremida de tanto tesão.

André puxou lentamente minha calcinha, enquanto Ana seguia com suas carícias, agora sugando meu seio com um apetite que estava me enlouquecendo.

- Vem, amor, você não queria lamber a bucetinha da Ay? Então? Chegou a hora de matar sua vontade.

Ana prontamente obedeceu ao namorado e desceu pela minha barriga, fazendo torturas com a boca, fazendo com que meus gemidos se sucedessem, o corpo arrepiado, tendo tremedeiras. Quando sua linguinha macia e molhada tocou meus lábios vaginais, arqueei meu corpo e soltei um suspiro prolongado. André colocou o pau para fora e tirou a cueca, me deixando prestes a ter um orgasmo só de olhar para aquele mastro. Apertei com mais força, já descontrolada de tanto tesão, enquanto a linguinha da Megera torturava minha buceta. Não tinha mais como suportar aquilo. Meu corpo todo começou a dar choques e o orgasmo veio com um gritinho abafado e agudo, um dos mais intensos e demorados que eu já tive. E olha que a brincadeira estava só começando.

- Sua vez, Ay, de tirar a calcinha da sua amada, mas primeiro retribua os carinhos que ela lhe deu.

- Posso te devorar? – praticamente rosnei ao ficar por cima da minha mulher.

- Eu sou sua, meu amor – respondeu antes de eu enfiar minha língua naquela boquinha linda, descendo uma mão pela lateral do seu corpo, enquanto a outra apertava aqueles seios durinhos, maiores que os meus e com um gosto maravilhoso de mulher amada.

Ensandecida de paixão, lambi seu rosto e seu pescoço, como fosse um predador lambendo a presa antes de devorá-la. Mordi sua orelha, chupei seu pescoço e arranquei gemidos altos da minha amiga. Abocanhei seus seios com fome, enquanto descia as mãos pela sua barriguinha chapada, até chegar à sua calcinha. Deslizei a mão por baixo dela, explorando seus pelinhos aparados, até encontrar sua bucetinha toda enxarcada, que torturei com as mãos. Ana gemia e se debatia, me deixando ainda mais tarada e faminta. Desci beijando sua barriga e puxei sua calcinha para baixo. Beijei seu montinho e me inebriei com o cheiro do seu sexo, quase enlouquecendo de tesão, enquanto o Demônio beijava sua boca e acariciava seus seios.

Comecei a lamber, beijar e cheirar sua vagina com sofreguidão. Que tesão da porra! Minha buceta latejava e quase gozei junto quando a Megerinha afundou minha cabeça com as duas mãos, as pernas me apertando, seus músculos se contraindo e os gemidos de êxtase preenchendo o ambiente. Pensei em Gabriel ouvindo aquela barulheira toda e isso me deixou ainda mais excitada.

- Lindas, vocês não sabem como é excitante ver as duas dando prazer uma a outra. Agora, eu quero ver o meia nove tão esperado. Vai Ay, você por cima.

Obedeci, sentando no rosto da minha amiga e já recebendo sua linguinha safada e apaixonada, antes mesmo que eu conseguisse me debruçar sobre ela para voltar à deliciosa degustação de sua bucetinha amada. Já estava até com câimbras na língua quando André, como se eu fosse uma boneca, me puxou para si, me devorando com um beijo faminto, me puxando para seu colo. Fiquei com as pernas em volta da sua cintura e senti aquele pauzão se esfregando na minha buceta.

- Eu quero dentro, Demônio. Come minha bucetinha, mete, por favor – implorei, no que fui prontamente atendida. Aquela tora deslizou para dentro do meu buraquinho com facilidade, de tão enxarcada que eu estava, me arrancando um urro de dor e prazer por ser invadida e preenchida daquele jeito.

André comandou meus movimentos, segurando minha bunda e me fazendo subir e descer sem autonomia alguma, o que me deixou muito louca de tesão e prazer. Não aguentei muito tempo. As ondas de prazer vieram violentas, o corpo todo se contraindo e tremendo. Me apertei contra o Demônio e gozei urrando, minha buceta espremendo seu pau. André me deitou na cama e se enterrou em Ana Clara na posição de mamãe e papai. Presenciei uma foda selvagem, os choques dos dois corpos fazia um barulho obsceno e o cheiro de sexo me deixava entorpecida.

A Megera e o Demônio parecem ter gozado juntos, fazendo uma barulheira infernal, o que só acabou fazendo com que meu fogo, mesmo depois de dois orgasmos, ardesse mais ainda. Meus amores me puxaram para o meio dos dois e ficamos abraçados, trocando beijos e carícias, nossos corpos enroscados, recebendo o breve e merecido descanso depois de tantas emoções.

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Esse é um conto 100% autoral e exclusivo para a Casa dos Contos.

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Até o próximo episódio!

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Foto de perfil genéricaTheodor e AlineContos: 12Seguidores: 19Seguindo: 45Mensagem O erotismo é uma forma de expressão.

Comentários

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Bom dia Theodor e Aline!!

Que maldade com o Gabriel...tadinho!!

Mais um excelente capítulo! Nota 1000.

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Sacanagem isso, né? O cara é o anfitrião, fica de fora do ménage, ganha peruca de touro e ainda na cama dele. Pior que dizem que azar no jogo é sorte no amor, mas o dois de copas do Gabriel prova que há controvérsias. rsrs

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Jogo é jogo né!! Mas quem sabe no próximo capitulo chega a vez do Gabriel!!

P.S.: Grata surpresa na visão da Ay!

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