Irmãs safadinhas – 08 – Mamãe e Irmãs, cometendo o pecado do incesto todas no mesmo dia

Um conto erótico de Filho Oprimido
Categoria: Heterossexual
Contém 6263 palavras
Data: 25/05/2026 08:08:44

Quando Sara chegou em casa após as aulas já queria saber das novidades, mas a fiz esperar Leah chegar e quando começamos a almoçar já matei a curiosidade das duas.

– Fiz amor com a mamãe até agora pouco.

Suas feições eram de total incredulidade, mesmo se era o que esperavam que acontecesse. Enquanto almoçávamos fui contando tudo não deixando nada por dizer. As vezes elas me interrompiam curiosas e eu respondia e depois continuava a contar.

Uma pergunta da incrivelmente safadinha Sara, nos deixou os três excitados.

– Você vai mandar a mamãe fazer amor também com nós duas?

Meu pau duro ficou ainda mais duro e pelo olhar de Leah, sabia que também a excitava.

– Porque? Você gostaria Sara? Vocês são praticamente idênticas.

– Eu adoraria. Amo a mamãe.

– Eu também, disse Leah.

– Apesar de poder obriga-la não quero fazer algo que a faça se sentir mal se ela não quer. Podemos a deixar nos assistir um dia e ela decide.

– Boa ideia, disse Leah.

Sara não deixou por menos.

– Um dos maiores prazeres da submissão vem do fato da submissa ser obrigada a fazer algo que supostamente não queira.

Concordei com ela.

– Você tem razão Sara. Vou lembrar disso.

A conversa continuou e fui contando tudo, inclusive que elas comprariam novas lingeries e outras roupas, mas o maior susto delas foi quando souberam que mesmo mamãe não tomando pílulas, quis que eu gozasse dentro dela.

– Uau, a mamãe é mesmo submissa. Esse é um ato de muita submissão e entrega, falou Leah.

– Eu também adoraria ter um filho com o Lucas, mas se mamãe ficar gravida, vai complicar a vida dela com o papai, Sara falou.

– Ela falou que se engravidar vai se divorciar antes que ele fique sabendo. Depois quando descobrir, capaz de ficar furioso, mas a defenderei como defenderei vocês daqui para a frente.

A última coisa que faltava contar era que escolhi as lingeries de mamãe e a deixei muito excitada a avisando que estaria trabalhando em frente a um monte de gente com meu esperma dentro dela e seus queixos caíram.

– Meu deus, que mudança da mamãe. É inacreditável por ter sido tão rápido, falou Leah.

– Talvez porque não tenha sido uma mudança. Ela poderia já ser assim, mas como nunca foi estimulada e devidamente usada por seu marido, se achava toda recatada. De algum lugar puxamos ser assim safados e não foi de nosso pai.

– Você tem razão. Mamãe só precisava de um homem de verdade, viril e dominador. Como eu preciso. E apesar do incesto que ela teve que superar, ninguém melhor do que você para ela aceitar porque te ama e confia incondicionalmente, Sara complementou.

– Sim, eu já até tinha pensando em algum momento com ela, que mamãe era um gigantesco desperdício, mas não será mais. Agora vamos esquecer dela porque não vejo a hora de degustar 2 bucetinhas lisinhas e depois as comer bem forte.

Encerramos o almoço e a seis mãos arrumamos bem rápido a cozinha. No banheiro de meu quarto nos desnudamos e com minha espuma de barba e barbeador, mais uma tesourinha para cortar os cachinhos de Sara, entramos juntos no box pela primeira vez e começamos pelo banho coletivo com muita pegação e muitos risos.

Elas decidiram que era melhor a outra as depilar e foi assim que Leah se agachou em frente ao corpo preto de Sara encostada na parede de azulejos brancos com as pernas abertas.

Com todo cuidado e carinho primeiro cortou os cachinhos de Sara entre brincadeiras, sorriso e excitação, muita excitação. Com sua fenda fechadinha não era muito perigoso cartar seus lábios escondidos e após cortar o que dava, Leah começou a passar o barbeador com ainda mais cuidado.

Poucas vezes estive com o pau tão duro em minha vida vendo aquelas deusas fazendo o que ordenei que fizessem e ansioso para ver o resultado. O de Sara pude ver logo quando Leah se certificou de a deixar toda lisinha e sem nenhuma rebarba e a lavou com o corpinho de Sara tremendo de excitação.

Limpinha ela parecia a bucetinha de uma menina e estava lindinha e apetitosa me fazendo engolir em seco de vontade, mas ela ainda tinha que depilar a de Leah. Com seus cabelinhos lisos, macios e escassos, Sara não usou a tesoura e já a barbeou com mais cuidado pois seus finos lábios ficavam levemente aparentes.

De novo brincávamos com a situação e sorriamos e quando Sara finalizou era impossível dizer qual era mais bonitinha e apetitosa. Fiz questão de dar banho nas duas, só para sentir aquelas bucetinhas que me pertenciam carequinhas e a sensação era maravilhosa.

Quando terminei, no enxugamos e fomos para o quarto delas e decidi usar a mesma ordem da depilação deitando Sara a abrindo suas pernas o máximo que consegui deixando seu interior rosa e melado totalmente exposto ficando ainda mais linda e apetitosa com o contraste das cores preta e rosa.

Eu estava com um desejo incontrolável e logo fui beijar e lamber sua pele lisinha em torno de sua fenda a degustando e assim que lambi seu interior do cuzinho até seu clitóris, Sara mostrou que estava tão tarada quanto eu e já deu um grito e se contorcia na cama gozando.

– Aaaaaiiiiiiiiiiihhhhhhhhhhhhhhhhhhh.

Foi rápido demais sem que eu tivesse matado a vontade daquela buceta pretinha lisa, então continuei a degustando alternando com lambidas em sua pele macia e voltando a seu interior esperando que terminasse o gozo.

Quando terminou, fui malvado e de novo voltei a seu clitóris durinho o escovando com a língua e não demorou ela gozou mais uma vez.

– Aaauuuuuummmmmmmmmhhhhhhhh

Para não a fazer ficar sentido desconforto com toques em seu clitóris super sensível, a deixei lá gozando e fui para a cama de Leah que me vendo já se posicionou naquela posição papai e mamãe.

Repeti com calma tudo o que tinha feito com Sara adorando sua pele branca carequinha tanto quanto tinha adorado a de Sara. Seu gostinho menos picante era a outra faceta da moeda dos sabores que mais gostava em minha vida. Sara e mamãe de um lado e Leah do outro. Minha irmã deliciosa estava tão tarada após depilar a irmã e me assistir faze-la gozar que também gozou em menos de um minuto.

– Estou gozaaaaaaaaandooooo, gritou com seu corpo arcando na cama.

Como em Sara antes, fiquei saboreando sua conchinha rosada sorvendo seu néctar sem tocar seu clitóris a esperando terminar e quando terminou para a excitar e gozar rápido novamente fui primeiro lamber seu cuzinho apertado e branquinho a surpreendendo o que fez seu corpo começar a tremer novamente.

– Ahhnnn. Ahhnnn. Ahhnnnn, ela gemia a cada lambida.

Eu estava precisando enfiar meu pau em uma daquela bucetinhas urgentemente e para acelerar fui lamber seu grelinho e ao mesmo tempo enfiei um dedo em seu rabinho só até a primeira junta pela primeira vez.

Seu corpo reagiu como eu esperava sendo tão safadinha e não demorou, convulsionou gozando novamente ainda mais forte.

– Aaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhuuuuuuuuuuuuuuuuuu.

Por ter começado com Sara, continuei lambendo só mais um pouco prolongando seu prazer, mas logo a deixei gozando sozinha e fui de volta para a cama de minha irmãzinha preta que nos observava.

– Estou muito tarado Sara. Talvez eu exagere, falei já me posicionando entre suas pernas arreganhadas com sua bucetinha lisinha me esperando.

– Você sabe que para mim nada é exagero se for com você, falou abrindo os braços e me chamando.

Fui inclinado sobre seu corpinho com o pau empunhado e mesmo querendo a penetração não perdi a chance de esfregar minha glande em sua pele lisinha dos dois lados de sua fenda e então apressado fui para seu buraquinho e o posicionei o soltando.

Eu sabia que Sara gostava de intensidade e dor, mas eu sempre me continha para não machucar minha irmãzinha mais sensível. Naquele momento a invadi com toda a velocidade que suas paredes apertadinhas permitiram tirando um grito monumental de dor___ e claro, de prazer.

– Aaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiihhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, estou gozaaaaandooooooooooo.

Comecei a estocar em fúria, só não chegando ao descontrole por ter o limite do irmão que a amava demais. Seu corpinho preto e delicioso era afundado no colchão a cada penetração e ao invés de me pedir para diminuir, ela pedia para continuar.

– Assimmmmm irmãozinho. Continua assim que eu gosto. Ahhhhhhhhhmmmm.

Eu queria ter aguentado e levado aquele orgasmo de Sara muito longe pois ele parecia uma continuidade de orgasmos que se sucediam, mas não resisti.

– Vou gozaaaaaaaaaaar.

Meu primeiro jato saiu com a potência de uma explosão e o sentindo, o gozo de Sara ficou ainda mais forte.

– Ahhhhnnnnn. Tão forteeeeeee.

Era deliciosa aquela sensação de sentir meu pau envolvido por seu canal quente e apertado que o comprimia e a nova sensação de sentir sua pele lisinha a cada encontro de nossos corpos.

Descarreguei um volume impressionante de esperma começando a fazer o ploc ploc a cada tirada. O tesão por ter minhas duas irmãs depiladas para mim era inesgotável e meu pau não diminuiu querendo mais sabendo que tinha uma bucetinha branquinha e lisinha também me esperando.

Desta vez esperei até o último suspiro do orgasmo de Sara que foi bem além do meu e tinha algo que eu queria fazer muito que era ver meu esperma esbranquiçado e viscoso, escorrendo de sua fenda rosada para sua pele preta sem pelos e foi o que fiz me levantado e me ajoelhando entre suas pernas.

A visão foi de arrebentar de tesão porque o branco contra o fundo preto ficava em destaque e era completado com visão de seu rostinho feliz e satisfeito com um leve sorriso.

– Você fica linda assim vazando meu esperma nessa pele pretinha e lisa, falei sorrindo.

– Seu esperma irmãozinho. É o único esperma que vai entrar em minha bucetinha por toda minha vida. Sou sua e não é só modo de dizer. Sou sua mesmo.

– Também sou seu meu amor. Seu e da Leah e da mamãe e não é só modo de dizer, sorri repetindo o que ela disse. Sou de verdade e nunca vou querer outra mulher que não seja vocês, falei também olhando para Leah que nos observava excitada esperando sua vez.

– Como na bíblia que nosso pai tanto cita, vamos viver em incesto por toda nossa vida e você vai engravidar suas irmãs como Ló fez com as filhas, só que não vamos precisar te embebedar para isso como as filhas deles fizeram, falou sorrindo mostrando conhecimento do assunto, com certeza tendo pesquisado muito.

– Você vai matar nosso pai do coração se ele souber disso.

– Até lá seremos independentes e não importará mais o que ele pense.

A cada dia Sara se revoltava mais contra nosso pai mostrando quase a mesma revolta que Leah já possuía. Quase a mesma. Leah da outra cama se manifestou.

– Vem Lucas. Me enche de esperma também. Não quero estar um dia diante de nosso pai jantado sem ter seu esperma dentro de mim.

Leah era muito safada e sua revolta me deu uma ideia maluca e mais safada ainda.

– Quando eu já estiver comendo seu bumbum, vou te encher de esperma nos 3 buraquinhos e você vai jantar assim. Um dia você e um dia a Sara pois não dou conta de fazer o mesmo com as duas no mesmo dia e nem teria esperma, falei sorrindo.

Os olhos de Leah se arregalaram, assim como os de Sara, mas foi Leah quem reagiu primeiro.

– Eu quero Lucas. Vou me sentir tão vingada quando estiver assim diante dele. Talvez tão excitada que você tenha que me comer de novo lá no quarto depois. Come logo meu bumbum para poder fazer isso. Eu preciso de seu pau agora. Vem me comer, vem. Por favor, implorou.

Quando ela me viu levantando da cama de Sara, já se colocou de 4 em sua cama e quando me ajoelhei atrás dela a visão daquele corpo monumental, curvilíneo e com a bucetinha lisinha pela primeira vez, não me segurei e me enterrei nela de uma vez na velocidade que seu canal apertado permitiu. Ele poderia me frear, mas jamais me segurar em meu ímpeto.

– Ahhhhhhhhiiiiiii, isso me come irmãozinho. Bem forte. Sou tão sua como a Sara.... e tão submissa como ela agora, confessou.

Talvez por a ter provocado com aquela história de esperma em todos seus orifícios em frente a nosso pai, ela já gozou quando sentiu minha glande em seu colo do útero.

– Ohhhhhhhhhhhuuuuuuuuuuuuuuu.

Seu corpo menos frágil do que o de Sara me deixava com menos receio, então a segurando no lugar pela cintura finíssima o estalo do encontro de nossos corpos poderia ser ouvido lá debaixo se minha mãe ou nosso pai chegassem.

Ver meu pau sumir e reaparecer naquele buraquinho esticado e todo lisinho em torno me deu a certeza que queria todas minhas mulheres depiladas e faria mamãe também se depilar, ou melhor eu iria depila-la em nosso próximo banho.

Quando o imenso gozo de Leah parecia querer diminuir, gozei pelo tesão incontrolável que minhas irmãzinhas me proporcionavam, safadinhas e submissas como eram.

– Vou gozaaaar amoooooor.

Não foi tanto como em Sara, mas ainda tive muito esperma para minha irmã guardar em seu útero até mais tarde diante de nosso pai e talvez pensando o mesmo que eu, teve mais um gozo ou foi o mesmo que voltou a ficar mais forte.

– Aaaaahhhhhhuuuuuuuuu.

Eu não acharia graça ficar tirando da bucetinha de uma irmã e colocar na da outra em sequência, mas que seria algo inimaginável ter as duas de 4 lado a lado na borda da cama a minha disposição, isso seria. Quem sabe fazer com uma até gozar e depois com a outra. Poderia ser inigualável.

Devagar seu orgasmo foi se apagando após o meu e Leah foi se deitando de bruços, mas fiquei ajoelhado e a ver deitada naquela posição com as pernas arreganhadas e vazando meu esperma não foi menos impactante do que ter visto vazar de Sara, apesar de não haver o contrate de cores. No entanto havia o conhecimento de que quem vazava meu esperma era minha irmã super gostosa.

Fiquei lá a admirando excitado e observando aquela bunda cheia e arrebitada, então a provoquei.

– Com certeza não vai demorar para comer esses dois bumbuns maravilhosos.

– Não demore mesmo porque agora não vou parar de pensar no que você falou, Leah falou mesmo prostrada.

Para diminuir um pouco sua ansiedade vingativa, pensei em algo para amenizar naquela tarde.

– Não deve ter sobrado muito esperma, mas no banho, você e a Sara podem me fazer gozar com suas boquinhas e deve ter um pouco para cada uma e se não nos três, pelo menos em dois buraquinhos vocês terão meu esperma hoje no jantar.

Leah até se virou deitando de costas para olhar para mim.

– Podemos fazer isso sem tomar banho? Não quero me lavar lá embaixo.

– Claro que sim, então eu vou me limpar.

– Para que? Esteve dentro da bucetinha da Sara que amo. Dentro da minha e está cheio de esperma e se vamos engolir, não tem porque limpar falou mais safada do que nunca.

Eu sorri.

– Você é mesmo uma putinha.

Sara gritou de sua cama.

– Também prefiro assim.

– Você é outra putinha, falei sorrindo. Olha no que nosso pai as transformou com as regras dele.

– Não o culpe por isso. Fizemos amor com nosso irmão por vingança primeiro, mas foi você com esse seu jeito dominador e esse pau grande e delicioso que nos transformou em putinhas. Brincando com a Sara eu falava isso para ela só como uma forma de nos excitar, mas com você eu me sinto mesmo sua putinha e amo isso.

Levantei de sua cama e fiquei em pé no tapete entre suas camas e as chamei.

– Venham então minhas putinhas deliciosas. Venham tomar o esperma de seu irmão.

As duas sorriram se levantado de suas camas, primeiro colocaram suas calcinhas para não deixar o esperma escorrer e depois se encontraram em minha frente onde se joelharam sobre o tapete macio. Após dois enormes gozos, meu pau estava a meia ereção, mas sabia que cresceria logo com aquelas duas beldades maravilhosas o compartilhando. Leah, foi quem organizou.

– Enquanto eu chupo, você lambe o esperma junto com meus fluidos Sara. Depois trocamos.

E assim fizeram me levando aos céus, mas também tendo um pensamento tenebroso que se nosso pai nos pegasse naquele momento, literalmente poderia nos matar. Não tinha informação se como um homem religioso em extremo ele possuía uma arma, mas esses fanáticos sempre usam argumentos doentios para justificarem qualquer coisa.

Nem esse pensamento impediu de meu pau endurecer na hora

– Ohhhhhh. Assim vou gozar muito rápido, falei para 4 olhos me fitando deixando ainda mais perigoso gozar rápido demais.

– Eu quero seu esperma, Leah falou parando de chupar.

Decidi a provocar.

– Esse desespero todo é pela vingança ou porque gosta de meu esperma?

– Eu amo seu esperma. Sou sua putinha e uma putinha ama o esperma de seu dono. Por mim, o teria o tempo todo em todos meus buraquinhos e não precisa nem estar diante do papai. Só de me sentir cheia dele já estaria em êxtase, mas posso aproveitar tudo isso que sinto e também me vingar, falou voltando a me chupar.

Se Sara era a submissa que aprendeu a também se revoltar contra nosso pai, Leah era a revoltada que também se transformou em submissa muito além do que poderia imaginar quando pensei em a submeter.

Amor, sexo, vingança e traição são temas de um bom romance, mas em nosso caso era nossa vida e a de mamãe também desde aquela manhã e acho que todos nós estávamos amando nossa nova vida. Eu não aguentava mais me segurar depois de tudo o que Leah disse.

– Ohhhuuuuu. Eu vou gozar já, já.

Leah voltou a tirar meu pau da boca.

– Vem aqui do lado Sara. Depois de engolir duas vezes, você pega meu lugar, Leah falou me deixando ainda mais tarado.

Ver Leah chupando fogosa meu pau com Sara a seu lado com a boca aberta e bochechas encostadas uma na outra, as duas olhando para mim, foi como nitroglicerina e explodi em um gozo ejaculando mais esperma do que julguei ainda ter.

Os dois primeiros jatos mais volumosos irromperam na boquinha esticada em torno de meu pau e rapidamente Leah saiu e puxou Sara que engoliu minha glande e recebeu uns 4 ou 5 jatos menores dividindo praticamente igual o volume para cada uma.

Safada, Leah ficou lá engolindo meu esperma com a bochecha colada na de Sara que ia recebendo meu esperma e quando acabei e vi que ela também tinha engolido tudo quis terminar com chave de ouro aquele que foi o melhor dia de minha vida tendo mamãe pela manhã e minhas irmãs a tarde.

– Agora se beijem minhas putinhas.

Elas não hesitaram e dando um sorrisinho feliz para a outra se engataram em um beijo fogoso, mas também amoroso ajoelhadas diante mim. O contraste de suas peles, cabelos e cor dos olhos era gritante, mas a gostosura delas e meu amor por minhas irmãs era idêntico.

– Pronto, agora as duas tem esperma em dois buraquinhos para o jantar, as provoquei.

Elas pararam o beijo e se levantaram. Leah não perdoou.

– Vou provocar o papai para ele dar mais um daqueles discursos. Não é que o esperma que você colocou na mamãe pela manhã já terá saído do corpo dela a noite, então ele terá as 3 mulheres dele com seu esperma, irmãozinho. Vou me sentir muito vingada, falou sorrindo.

– Você é um perigo Leah. Tenho que tomar cuidado com o que faço com você, a provoquei.

– Você é meu dono e com minha concordância previa tem o direito de fazer qualquer coisa comigo, qualquer coisa mesmo.

Decidi testar sua submissão.

– Então a primeira coisa é não dizer e não se sentir como propriedade. Não gosto dessa sensação. Veja isso como um acordo de interesse mútuo entre duas pessoas que amam. Entendeu? É uma ordem, joguei duro.

– Sim, não vou me sentir como propriedade sua, mas vou continuar a me sentir como sua por um amor infinito. Tudo bem?

– Tudo bem. Se você diz que posso fazer tudo, então se eu arrumar mais 3 mulheres, não vai te incomodar?

Ela não hesitou um segundo.

– Não se você continuar dando o mesmo que me dá e dá para a Sara. Você poderia ter, mas sei que foi só provocação, falou espertamente e sorrindo.

– Já não sei se vou dar conta de vocês três, imagine de mais. Hoje o dia foi pesado, brinquei.

– E mesmo assim você deu conta e duvido que se a mamãe quisesse mais antes de dormir, você não faria amor com ela, me provocou.

– Eu faria com ela e também com vocês, porque vocês são lindas e gostosas e é impossível não ficar duro.

Foi então que Sara veio com uma de suas ideias maquiavélicas. Quietinha, mas muito safadinha.

– Para provar que é verdade, você inventa algum motivo e fala na frente do papai para a mamãe ir a até seu quarto antes de dormir e você a surpreende e come ela. Já que ela é como eu, vai ceder mesmo arriscando.

Olhei para Leah que olhava para mim, não acreditando na provocação de Sara. O pior foi que gostei pois além de comer aquela delicia que era mamãe mais uma vez naquele dia inimaginável, ainda provaria se ela tinha mesmo se submetido a meus desejos.

Depois do banho mamãe sempre colocava pijamas escondendo tudo, inclusive os braços mesmo se fosse calor. O tecido era fino, mas bem largo o que não mostrava suas formas divinas, respeitando os desejos de meu pai de que ninguém vestisse nada provocativo.

Abaixar sua calça e sua calcinha, a comer em pé contra a parede, a fazer gozar e a encher de esperma a mandando dormir com meu pai seria a prova final de que meu pai não detinha mais poder dentro daquela casa e me decidi pela proposta de Sara, mas tinha uma preocupação.

– Vou fazer isso então, mas será que ela não vai ficar mal por dormir do lado dele depois?

– Pode até rolar, mas nós submissas adoramos realizar os desejos de nosso homem e com certeza o desconforto dela logo vai passar e ela vai ficar até excitada depois sabendo que agora é sua, mesmo tendo ele na mesma cama.

– Então vocês esperem que vou fazer isso, principalmente você Sara que me provocou. Uma última coisa. Quero vocês comigo ajudando a mamãe fazer o jantar, para acabar logo com o desconforto dela diante vocês. Depois de uns 30 minutos que eu começar a ajudar, apareçam e se ofereçam para ajudar também.

– Nós vamos.

As deixei para que fizessem suas tarefas e fui para meu quarto fazer as minhas porque por mais que mamãe pudesse ser submissa a mim, não me perdoaria tirar notas baixas.

Quando mamãe chegou estava feliz e sorridente como poucas vezes acontecia chegando do trabalho. Ao me ver, ela colocou a bolsa no móvel e olhando para os lados para ver se não tinha ninguém me abraçou se pendurando em meu pescoço e me deu um beijo nos lábios me fazendo a abraçar mais forte juntando nossos corpos.

– Não está com receio de suas filhas, perguntei a provocando, mas também curioso.

– Nesse momento você já deve ter contado a elas todas aquelas coisas horríveis que fez com sua mãe hoje cedo que eu adorei. Não acho que elas vão se chocar só com um abraço e um beijinho.

– Pensei que você estaria inibida.

– Também pensei, mas pensei bem e não tem nenhuma razão. Primeiro fizeram sexo com a própria irmã e agora fazem com o irmão. Aqui ninguém pode julgar os outros.

– Ótima decisão mãe. Ninguém pode julgar mesmo e já basta os julgamentos de meu pai.

– Você tem razão. Não vamos deixar mais ele mandar em nossas vidas.

Tarado de ver mamãe toda livre da opressão de meu pai, a segurei pelo bumbum e a puxei para meu colo e mesmo surpresa, ela envolveu as pernas em volta de meu corpo tendo dificuldade com sua saia de advogada nas canelas, mas ela cedeu e subiu até o alto das coxas abertas.

Eu tinha mudado meus planos e como meu pai chegava sempre uma hora depois de mamãe decidi aprontar uma enorme sacanagem com ela e a coloquei sentada na beira da bancada sem me desencaixar de seu corpo.

– Minhas irmãs me desafiaram dizendo que como fiz amor intenso com você pela manhã e com elas a tarde eu não conseguiria fazer novamente com você antes de dormir.

Mamãe me olhou entre excitada e preocupada.

– E você vai provar que consegue fazendo aqui e agora? E se elas virem?

– Você acabou de dizer que não liga. Sejamos sinceros, uma hora você vai as ver comigo e elas vão me ver com você.

– Você vai nos obrigar, falou tremendo de excitação.

– Não, vocês é que irão querer. Será muito lindo e excitante de assistir. Você não acha?

– Sim, acho que vai, mas achei que iria só assistir.

– Se você acha excitante, elas também vão nos achar e não é justo não retribuir.

– Oh deus. Esse dia me mudou para sempre. Vinte e quatro horas atrás jamais poderia imaginar que faria o que fiz e estaria aceitando o que estou.

– Mudando para pior ou melhor?

– Para melhor é claro. Infinitamente melhor. Antes eu não vivia, mas via a vida passar diante de meus olhos. Agora embarquei e por nada vou aceitar voltar a ser como era.

– Então vamos viver, falei me afastando um pouco dela, abrindo minha bermuda e a abaixando até liberar meu pau duro como se fosse a primeira vez naquele dia.

Minha mãe olhava para baixo já tremendo enquanto fui até sua saia a levantando até a cintura exibindo calcinha discreta branca que escolhi e a afastei começando a pincelar sua fenda.

– Vai amor, prova para suas irmãs que você é um garanhão, falou sem que eu soubesse de onde tirou aquilo.

Inocência minha. Meu pai poderia ser um retrogrado e até minha mãe o acompanhar, mas ela era advogada que lidava com inúmeras situações e que também tinha socias advogadas na idade dela que tinham maridos não ultrapassados como o seu.

– Essa é por minha conta mãe, por puro tesão pela forma que você está agindo. A prova que elas querem é diferente. Que eu te chame a meu quarto na frente do papai e te coma lá antes de dormir, falei começando a penetra-la

Os olhos dela se arregalaram, mas por trás da preocupação aparente, havia tesão, puro tesão.

– Ahhhhuuu. Suas irmãs são mesmo loucas.

Se minhas irmãs descessem naquele momento, que ficassem escondidas e não me atrapalhassem.

– Elas são safadinhas mãe. Puxaram você, falei continuando a enterrar devagar. Me diz que você não é safadinha depois de tudo o que fez comigo pela manhã e o que está fazendo agora com minhas irmãs em casa.

– Eu não era. Eu era puritana. Não boba, mas respeitei o casamento até hoje e nunca tive mais ninguém. Você me transformou com esse pau imenso e delicioso. Ahhhhhhhh.

Eu ia invadindo seu forninho preto ébano, quente e delicioso olhando a penetração junto com ela.

– Você é minha agora e meu pai hoje estará diante de minhas 3 mulheres com meu esperma dentro delas, a provoquei.

– Ahhhhhhhhhhhhh filho, estou gozaaaandoooo, mamãe falou abafado para não ser ouvida me surpreendendo.

– Goza mãe, goza. Recupere todos os gozos que seu marido não te deu.

Mamãe gozava gostoso enquanto eu ia arrombando seu buraquinho apertado tanto quanto o de minhas irmãs mostrando o quanto tinha sido negligenciado. Sabia que mamãe não teve parto normal, então não tinha o porquê não estar daquele jeito delicioso. Decidi a provocar para ver se conseguia levar seu gozo até que eu gozasse também porque não tínhamos muito tempo e precisaria gozar logo.

– Adorei as bucetinhas de minhas irmãs depiladas. A da Sara pretinha ficou uma coisinha de linda e gostosa, então no próximo banho eu vou depilar a sua.

– Aaaahhuuhhhhhmmm, seu safado.

– É uma gostosura lamber sem os pelinhos, mas primeiro vou lamber a sua com eles e depois do banho sem eles.

– Seu pai nunca fez isso. Uhhhmmmm.

– Meu pai não fez nada mãe. Só os filhos com o pau pequeno dele. Vou ser muito safado com você e fazer coisas que você nem imagina e nem está naquela lista de hoje pela manhã. Você vai fazer?

– Eu vou. Com você vou fazer tudo filho. Arromba minha bucetinha e chega até onde seu pai nunca foi. Ahhhhuuuuuuiiiii.

Assim que cheguei a seu colo do útero, puxei quase tirando tudo e empurrei de volta com força.

– Ahhhhhhhhhhuuuu. Mais forte amor, me falou me lembrando de Sara.

Comecei a estocar sabendo estar perto de meu gozo.

– Você vai lá em meu quarto antes de dormir? Vou te comer a última vez do dia. Não precisa nem tirar a roupa.

– Ahhhummm. Ahhhummm. Ahhhummm. Ahhhummm. Vou ficar.... nua. Seu pai nunca.... sobe lá, falou ousada.

– Estou gostando de ver mãe. Vou gozar agora e depois nessa bucetinha deliciosaaaaa. Ahhhhhhhhhuuuuuuuuuu.

Não tinha muito esperma ainda, mas mamãe sentiu um calor intenso e teve um acréscimo em seu orgasmo, mas depois terminou rápido como o meu. Foi bom porque escutei as vozes de minhas irmãs lá em cima saindo do quarto.

Saí de mamãe rapidamente, voltei sua calcinha ao lugar e enquanto eu voltava a cueca e a bermuda ao lugar ela desceu e correu do outro lado da bancada, mas dei um aviso a ela.

– Nem pense em ir se limpar.

Quando minhas irmãs chegaram e viram mamãe encabulada e depois olharam para mim que devia estar corado, pareceram ter desconfiado de algo, mas nada falaram. Em não mais de 10 minutos eu tinha tido uma transa incrível e inesperada com mamãe totalmente acessível e sem que negasse nada. Totalmente submissa como Sara profetizou que ela seria por se parecerem tanto.

Foi Sara quem chegou até o lado dela a abraçando querendo acabar com a inibição de mamãe.

– Oi mãe. Como foi seu dia, perguntou evidentemente com segundas intenções.

Seu sorriso era tão espontâneo que mamãe se abriu.

– Foi maravilhoso filha, com vocês devem saber. E o seu?

– Como o seu, mãe. O Lucas sabe como nos deixar felizes, não é, a provocou.

– É sim filha. Seu irmão me fez muito feliz hoje e sei que vai me fazer mais.

Leah entrou na conversa.

– Não se iniba com nossa presença em casa mãe. Assim não precisaremos nos inibir com a sua, falou de forma indireta.

Mamãe olhou para mim e depois para elas e quase me matou do coração, mostrando que estava mesmo mudada.

– Não se preocupem. Já não me inibi agora pouco antes de vocês descerem, confessou.

Minhas irmãs olharam para mim surpresas e excitadas e balancei a cabeça concordando.

– Que bom, mãe. Ficamos felizes por você e sem mais segredos entre nós. Sem segredo e sem nenhum julgamento. Entendemos perfeitamente porque aconteceu com você e esperamos que entenda o porquê aconteceu conosco, Leah falou séria vindo a abraçar também.

– Eu entendo filha. Seu pai é extremamente opressor e controlador e eu aceitei que fizesse isso com vocês. A culpa também é minha.

– Sozinha teria sido difícil você o enfrentar, mas agora somos em 4 contra ele. Não se intimide mais com ele. O Lucas te defende. Defende a nós todas. Agora essa é a obrigação dele, já que somos suas mulheres, Leah abriu o jogo de vez.

– Não vou me intimidar, mas também não vou adiantar as brigas que certamente acontecerão. Vamos deixar ir acontecendo e enquanto der para aguentar, ele fala por aqui e sai por aqui, mamãe mostrou os dois ouvidos sorrindo.

– Está bem. Por mim, minha vida já está um milhão de vezes melhor, mas precisamos de mais liberdade e usar roupas melhores, Sara falou.

– Vamos fazer isso. Juntas vamos comprar e usar. Com calma e não ousadas demais.

– Nem queremos ousadas demais mãe. Já temos nosso homem. Só as lingeries que podemos ousar um pouco mais já que o papai não vai ver, mas o Lucas vai, Leah falou olhando para mim.

– Certo filha, no final de semana nós vamos. Agora preciso preparar o jantar para seu pai.

– Nós ajudamos, falamos todos juntos para a alegria de mamãe por ver sua família unida como nunca foi.

Íamos fazendo o que mamãe mandava e em algum momento fiquei arrumando a mesa com Leah me ajudando e disfarçando ela veio falar baixinho em meu ouvido.

– Você comeu a mamãe aqui na cozinha? Ela está com seu esperma?

Balancei a cabeça confirmando.

– Vocês três estão e todas bem cheias a provoquei.

– Ohhh deus, esse jantar vai ser memorável e inesquecível. Vou provocar muito o papai, para falar não só de filhas, mas de esposas.

Nos separamos e logo depois percebi Leah contando tudo a Sara que olhou para mim sorrindo.

Estava tudo pronto quando meu pai chegou de seu modo carrancudo de sempre contrastando totalmente com o estado de espírito de todos. Mamãe começou fazendo o que fazia todo dia perguntando a ele de seu dia sem que ele jamais perguntasse a ela sobre o dia dela.

Havia machismo e inveja porque ela era muito mais bem sucedida, tinha uma renda bem maior e um pai com um grande patrimônio, inclusive a casa que vivíamos. Com sua estima lá embaixo ele se fazia de todo poderoso dentro de casa para compensar e mamãe por muito tempo aceitou pois quis se casar com ele contra a opinião de seus pais pôr o ter amado. A serenidade estampava nossos rostos felizes enquanto o dele estava rabugento como sempre.

Depois da conversa com mamãe Leah começou a provoca-lo como sempre, primeiro sobre as filhas solteiras não terem liberdade e ele fez um sermão de mais de 20 minutos sendo impossível não rir mentalmente pela situação que estávamos diante dele.

Quando acabou ela tocou no ponto fraco dizendo que muitos homens mereciam ser traídos por não darem o que as esposas precisam. Ela citou atenção, amor, companheirismo, mas era evidente que falava mais sobre sexo.

Furioso ele disse que esposas deviam respeitar o marido e aceitar o que quer que eles fizessem pois eles sabiam o que era melhor para elas e que se elas os traíssem iam para o mais profundo dos infernos

Mamãe se comportou submissa como sempre se comportou, mas desta vez era apenas uma fachada de disfarce e minhas irmãs só não gargalhavam para não o deixar furioso, mas Leah tinha uma última provocação.

– Então maridos que traem também vão para o inferno?

Talvez nosso pai tenha entendido que Leah insinuou que ele fosse um homem que traia a esposa e se levantou furioso como se fosse partir para cima dela, só que no mesmo instante me levantei me colocando a frente de Leah e estufei o peito.

Ele olhou para mim mais furioso ainda por me intrometer, mas percebendo que pela primeira vez eu tinha noção de minha força e da dele, recuou para não levar a pior e perder a autoridade que ele imaginava que ainda tinha.

– Nunca traí sua mãe, falou olhando raivoso para minha irmã.

– Eu nunca disse isso. Só quero saber o que acontece com esses maridos quando eles traem. Não falei de você.

– Em vários livros da bíblia tem que os homens tem mais de uma mulher. Isso não seria traição.

Nesse momento Leah se deu conta que não tinha mesmo como aceitar o fanatismo de nosso pai e já satisfeita, sorriu e se calou, como todos os outros terminando aquele jantar em silencio absoluto, cada um pensando que meu pai não era mais parte de nossa família.

Se mamãe estivesse engravidado teríamos que o pôr para fora de casa o mais breve possível, mas até lá ele ia viver com seu fanatismo e o desprezo dos filhos e da esposa.

Mesmo naquela quietude, eu tinha que fazer algo.

– Mãe, tenho um trabalho para fazer que envolve um pouco de leis e regras. Ao invés de procurar na internet você poderia me dar uma mão antes de dormir?

Mamãe não foi apressada para não ficar suspeito, pois eu nunca tinha pedido sua ajuda antes.

– Tudo bem. Eu subo lá. Só não podemos demorar muito porque eu tenho trabalho amanhã cedo. Falando nisso quero dar uma notícia a vocês. Para ficar mais tempo com meus filhos, remanejei as coisas no escritório e só terei reuniões com clientes pela manhã e depois almoço com vocês e faço todo o resto dos processos aqui de casa. Só não posso ser interrompida muitas vezes. Começa segunda-feira.

Ficamos quietos esperando meu pai comentar e inocentemente ele gostou.

– É bom, assim você cuida deles mais de perto. Nunca gostei de os deixar sozinhos a tarde inteira.

– Eu vou gostar mãe, falou Sara depois seguidos de Leah e por mim, mas sem mostrarmos muito entusiasmo.

Terminado o jantar meu pai foi assistir algo na TV e ficamos todos arrumando a cozinha cochichando que não tinha mesmo como fazer meu pai mudar e viveríamos nossas vidas.

Lá em cima, Leah e Sara vieram a meu quarto querendo saber o que eu tinha feito com mamãe e contei tudo, também o que ela falou, inclusive que uma hora elas se assistiram comigo as empolgando.

Antes de sair Leah confessou seu ciúme.

– Também quero na cozinha.

As mandei embora animadas.

– Vou comer vocês em todos os cômodos dessa casa, a mamãe esteja ou não em casa.

Ela se foram sorridentes e fiquei sentado em minha cama esperando mamãe. Seria emocionante demais fazer amor com ela enquanto meu pai estivesse lá embaixo na TV ou na suíte deles.

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