Uma manhã, eu estava na cozinha preparando o café, só com o camisetão branco. Meu marido desceu, me deu um “bom dia” rouco e, sem cerimônia, deu um tapa firme na minha bunda exposta. O barulho ecoou na cozinha.
Os meninos, já sentados à mesa, viram tudo.
Quando me aproximei para colocar o pão na mesa, o mais velho se levantou, imitou o pai com cara de sério e disse:
— Bom dia, mãe.
E deu um tapa forte na minha bunda, exatamente no mesmo lugar.
Eu dei um pulo, surpresa.
— Ei! Que isso, menino?
Ele só riu, voltando a sentar como se nada tivesse acontecido.
— Foi só um bom dia carinhoso.
Eu me virei pro meu marido, que bebia café tranquilamente:
— Você não vai falar nada? Seu filho acabou de dar tapa na minha bunda!
Meu marido deu de ombros, com aquele ar displicente de quem já aceitou o destino:
— Deixa os meninos. Eles estão rindo. E olha que lado bonito eles escolheram pra bater.
Os dois caíram na gargalhada. Eu me fiz de contrariada, franzindo a testa:
— Vocês são impossíveis.
Mas por dentro eu sentia um calor gostoso subindo. Aquela mistura de surpresa, ousadia e cumplicidade estava me excitando mais do que eu queria admitir.
A partir daquele dia, os meninos tomaram mais liberdade. Aproveitando da minha liberdade e da cumplicidade descarada do pai, eles começaram a passar a mão, dar tapas e apertar sempre que tinham oportunidade.
Teve o dia em que eu estava dobrando roupa na sala. O mais velho passou por trás, colocou a mão aberta na minha bunda por baixo do camisetão e apertou devagar, sentindo a carne.
— Tá macia hoje, hein mãe.
Eu virei o rosto:
— Tira a mão daí, seu atrevido.
Ele apertou mais uma vez antes de soltar, rindo:
— Só conferindo se ainda tá no lugar.
Outra vez, eu estava agachada pegando uma panela no armário baixo. O caçula parou atrás de mim e deu dois tapas rápidos, um em cada lado.
— Cuidado com a postura, mãe. Senão machuca as costas.
Eu me levantei rápido, o camisetão subindo:
— Vocês estão ficando abusados demais.
Ele piscou:
— Culpa sua. Você que ensinou a gente a não ter vergonha de corpo.
— Olha, vocês dois… podem deixar a bunda da mãe de vocês em paz? Tá virando bagunça isso aí.
O mais velho, que vinha entrando na cozinha, sorriu daquele jeito preguiçoso que ele herdou do pai:
— Difícil, mãe. A bunda da senhora é que não deixa a gente em paz. Ela balança, aparece, chama… é praticamente bullying.
Eu não consegui segurar o riso. Soltei uma gargalhada alta, balançando a cabeça.
— Ai, seu safado. Tá me culpando agora?
— Tô. Falando em bunda… mãe, você dá o cu?
A pergunta caiu tão direta que eu até pisquei, pega de surpresa. Fiquei olhando pra ele um segundo, a boca entreaberta.
— Como é que é?
Ele não recuou. Pelo contrário, cruzou os braços e repetiu, com um sorrisinho debochado:
— Eu perguntei se você dá o cu. É só curiosidade. Você é tão livre em tudo… será que nessa parte também?
Eu me recompus rápido, erguendo uma sobrancelha e colocando a mão na cintura. O camisetão mal cobria metade da bunda, e eu sabia que os dois estavam olhando.
— Dou sim, seu atrevido. Dou quando tô a fim, quando tá bem lubrificado e quando o seu pai merece. Não é todo dia, mas quando rola… rola gostoso.
O caçula quase engasgou com o suco que estava bebendo. O mais velho ficou visivelmente agitado, olhos brilhando.
— Caralho, mãe… sério? O pai te fode no cu?
— Fode. E às vezes eu peço. Gosto da sensação de estar completamente entregue, sendo arrombada devagar até caber tudo.
Os dois me olhavam com olhos arregalados, surpresos, e com certeza excitados – era visível, não tinha como disfarçar.
Eu continuei, agora já entrando no embalo do deboche:
— Vocês acham que só porque sou mãe virei santa? Eu adoro uma rola no cu de vez em quando. Principalmente quando tô bem safada.
O mais velho se aproximou um passo:
— E dói?
— Depende. Às vezes, no começo um pouco, depois vira um tesão diferente. Tem que ir com calma, usar lubrificante… e bastante tesão. Aí vira delícia.
O caçula, vermelho mas curioso pra caralho:
— E você goza assim?
— Gozo. Às vezes até mais forte que na buceta. É um orgasmo mais fundo, sabe? Me deixa tremendo.
O mais velho:
— Puta merda… essa é a nossa mãe!
— Sim, senhor. Sou a mãe de vocês. E também sou exibida, safada, e adoro dar o cu pro seu pai quando bate a vontade. Algum problema?
— Problema nenhum — respondeu o mais velho rápido. — Só tô imaginando a cena agora.
Eu ri de novo, dando um tapinha no braço dele.
— Pode imaginar à vontade, mas com respeito. Meu cu não é self-service.
O caçula, rindo:
— Ai, mãe… Só você, viu!
Meu marido finalmente baixou o jornal, com aquele sorriso calmo de quem curte o circo:
— Deixa a mãe de vocês. Ela tá se divertindo mais que todo mundo aqui.
Eu virei de costas de propósito, fingindo arrumar uma almofada, e deixei o camisetão subir um pouco mais. Sabia que os três estavam olhando. Senti o calor subir pela nuca.
— Vocês são impossíveis — murmurei, mas minha voz saiu rouca, quase manhosa.
Uma outra situação foi à noite, enquanto eu lavava a louça. O mais velho chegou por trás, passou as duas mãos pela minha bunda, apertou as duas metades e ainda deu um tapinha de leve entre as pernas, roçando os dedos na minha buceta.
— Boa noite, mãe.
Eu senti um arrepio forte e virei, fingindo bronca:
— Ei! Isso já é demais!
Ele só riu e saiu andando como se tivesse dado um beijo na bochecha.
Os peitos também não escapavam.
Uma tarde, eu estava fazendo o almoço só de camisetão. O caçula chegou por trás, me deu um abraço apertado e, sem aviso, segurou meus dois peitos grandes com as mãos, apertando por cima do tecido.
— Abraço da tarde, mãe.
Eu dei um pulo, sentindo os mamilos endurecerem na mesma hora.
— Que isso, menino?! Solta meus peitos agora!
Ele não soltou de imediato. Apertou mais um pouco, rindo, e fez uma piadinha indecente:
— Caramba, mãe… eles são pesados mesmo.
Eu fiquei sem acreditar na ousadia dele. Virei o rosto, vermelha:
— Você tá ficando muito safado, hein.
Ele finalmente soltou, ainda rindo:
— Só brincando. Mas são muito bons mesmo.
Eu balancei a cabeça, rindo apesar de tudo. A ousadia dos meus filhos estava me deixando molhada de um jeito perigoso.
Mais tarde, à noite, eu contei tudo pro meu marido enquanto a gente transava.
Ele estava com a cabeça entre as minhas pernas, língua trabalhando devagar na minha buceta molhada. Eu gemia baixinho, segurando a cabeça dele.
— Hoje o caçula… ahh… me abraçou por trás e apertou meus peitos enquanto eu fazia almoço…
Meu marido lambeu mais fundo, chupando meu clitóris.
— E o que você fez?
— Protestei… mas não adiantou nada. Eu quase não acreditei na cara de pau dele.
Ele enfiou dois dedos em mim, ainda chupando.
— Culpa sua, amor. Você criou dois taradinhos.
Eu gozei forte, tremendo, apertando a cabeça dele contra minha buceta enquanto o orgasmo me tomava.
Quando desci do clímax, eu o empurrei, subi em cima dele e montei no pau duro. Desci devagar, sentindo ele me abrir toda.
— Dois taradinhos mesmo — eu disse, começando a cavalgar devagar. — O mais velho já deu tapa na minha bunda imitando você. O caçula apertou meus peitos como se fossem brinquedo dele.
Meu marido segurou minha cintura, gemendo enquanto eu subia e descia.
— E você gostou, né? Tá molhada pra caralho só de contar.
Eu ri, ofegante, acelerando o movimento:
— Gostei… um pouco. É estranho… mas é excitante. Eles estão crescendo e testando os limites que eu mesma criei.
Ele apertou meus peitos, beliscando os mamilos.
— Então aguenta. Você que quis criar filhos sem tabus.
Eu gemi alto, cavalgando mais rápido:
— Estão virando dois safados… ahh… e o pior é que eu tô gostando.
Meu marido gemeu, empurrando pra cima:
— Culpa sua. Agora aguenta os tapas, os apertos… e a buceta molhada que você fica toda vez.
Eu gozei de novo, forte, apertando o pau dele dentro de mim. Ele não aguentou e gozou logo depois, enchendo-me com jatos quentes enquanto segurava minha bunda com força.
Caí em cima dele, suada, ainda sentindo o pau pulsar dentro de mim.
— Estamos criando monstros — eu disse, rindo baixinho.
Meu marido beijou meu pescoço e respondeu, irônico:
— Monstros que você alimentou com liberdade. Agora aguenta o rojão.
Eu sorri no escuro, sentindo o sêmen escorrer entre minhas pernas.
No fundo, eu sabia que ele tinha razão.
E o pior — ou o melhor — é que eu não queria que parasse.
E eu, aos quarenta e poucos, estava adorando a liberdade que eu tanto defendi.
