Dando continuidade a série, chegamos na quarta parte da história, espero que estejam gostando. Obrigado pelos comentários até agora.
Minha esposa depois do acontecido no hotel parece ter se transformado e agora está mais solta.
Ela caminhava na minha frente pelo corredor do resort, o shortinho jeans minúsculo mal cobrindo a bunda perfeita, ainda vermelha das palmadas que o desconhecido havia dado enquanto a fodia ali na beira da piscina. O sol da tarde já se punha, mas o calor entre as pernas dela ainda irradiava. Eu via o brilho úmido escorrendo pela coxa bronzeada — o sêmen grosso do estranho escorrendo devagar, misturado com a lubrificação dela, formando um fio brilhante que descia até o tornozelo. Ela sabia que eu estava olhando. Virou o rosto, mordeu o lábio inferior e sorriu aquele sorriso safado que sempre me deixava louco.
— Ainda tá saindo, amor… — sussurrou ela, quase gemendo. — Ele gozou tanto dentro de mim… Sinto ele pulsando ainda lá no fundo. Quer sentir?
Meu pau latejava dentro da bermuda, duro como pedra, roçando no tecido a cada passo. Eu não respondi. Só acelerei o passo, abrindo a porta do quarto com a chave eletrônica tremendo na mão. Assim que entramos, ela fechou a porta com o pé e se virou pra mim, encostando as costas na madeira. Os seios pequenos e firmes subiam e desciam rápido sob o top de biquíni microscópico, os mamilos duros marcando o tecido fino.
— Eu te disse que tinha um presentinho pra você, né? — A voz dela era rouca, cheia de tesão. Ela deslizou a mão devagar pela barriga lisinha, desceu os dedos por baixo do short e puxou o tecido pro lado, expondo a bocetinha inchada, vermelha, completamente fodida. O creme branco e espesso do desconhecido escorria em golfadas lentas, pingando no chão de mármore. — Olha só o que ele deixou pra você… Tá quentinho ainda. Quer provar?
Eu caí de joelhos na frente dela como um animal. Minhas mãos agarraram as coxas macias, abrindo-as. O cheiro era enlouquecedor — sexo cru, suor, sêmen alheio misturado com o perfume doce da boceta dela. Ela segurou minha cabeça com as duas mãos e puxou meu rosto contra ela.
— Come, amor… Come tudo que ele gozou dentro da sua mulher. Lambe bem fundo.
Minha língua mergulhou direto no meio daquela bagunça quente. O gosto era forte, salgado, cremoso, misturado com o mel dela. Eu chupei com fome, enfiando a língua o mais fundo que conseguia, sentindo as paredes internas dela pulsando, ainda contraídas do orgasmo que o estranho havia arrancado dela minutos antes. Ela gemeu alto, jogando a cabeça pra trás, os quadris se remexendo contra minha boca.
— Isso… assim… limpa tudo, meu putinho… Ele me fodeu tão gostoso ali na frente de todo mundo… Todo mundo viu ele me enchendo… E agora você tá comendo o que sobrou…
Eu lambia, sugava, engolia. Minhas mãos subiram e apertaram a bunda dela com força, abrindo as nádegas enquanto minha língua descia um pouco mais, lambendo até o cuzinho piscando, também melado do que escorrera. Ela tremeu inteira.
De repente ela me empurrou pra trás, tirou o short e o top num movimento rápido, ficando completamente nua na minha frente. O corpo pequeno e sarado brilhava de suor. Ela me olhou com olhos vidrados de luxúria e mandou:
— Tira essa roupa. Deita na cama. Hoje você vai sentir na pele o que é ser o marido de uma puta exibicionista.
Eu obedeci. Mal deitei e ela já subiu em mim, sentando direto no meu pau duro, engolindo tudo de uma vez. A bocetinha estava quente, molhada, escorregadia do sêmen do outro. Ela começou a cavalgar com força, batendo a bunda contra minhas coxas, os seios pulando.
— Sente como ele me deixou larga? — gemia ela, rebolando forte. — Meu buraco tá todo esticado por causa do pau dele… Mas ainda quer mais… Quer que eu chame ele aqui pro quarto agora? Quer ver ele me foder de novo enquanto você assiste bem de perto?
Eu gemi alto, quase gozando só de ouvir. Ela sorriu, maliciosa, e acelerou o ritmo, apertando os músculos internos em volta do meu pau.
— Ou então… — continuou, ofegante — você pode me virar de quatro, enfiar esse pau todo no meu cuzinho e me foder enquanto eu ligo pra ele vir aqui terminar o serviço… O que você prefere, amor?
Ela se inclinou pra frente, os mamilos roçando meu peito, e mordeu minha orelha enquanto sussurrava:
— Porque eu ainda tô com fome… E a noite mal começou.
Ela rebolou mais fundo, apertando, ordenhando meu pau. Eu segurei a cintura dela com força, sentindo o sêmen do estranho ainda escorrendo entre nós, lubrificando tudo. E soube, naquele momento, que essa viagem exibicionista estava longe de acabar.
— Me fode agora — ela ordenou, a voz rouca de tesão. — E depois a gente decide quem vai me encher de novo. Porque eu quero sair daqui amanhã com a boceta e o cu escorrendo de porra… E você vai limpar cada gota.
O quarto inteiro cheirava a sexo. E eu sabia que, antes do amanhecer, ela ia me fazer assistir — e participar — de coisas que iriam nos marcar pra sempre.
A série continua, mas gostaria muito que todos comentassem para incentivar mais a continuação.
Obrigado