Prólogo de como tudo começou entre eu e meu amigo de infância.

Um conto erótico de brunomagalhaes
Categoria: Heterossexual
Contém 745 palavras
Data: 24/05/2026 14:21:49

Aos 25 anos, tenho uma namorada, Sabrina, que é o amor da minha vida, muito linda, 22 anos, muito gostosa e dona de uma bunda que qualquer homem fica louco pra fuder. É estranho que minha mente, tantas vezes, retorne a um passado que, para muitos, seria apenas uma memória desbotada. Mas para mim, Bruno, essa memória tem um nome: Raul. E um toque que, mesmo após quinze anos, ainda queima em minha pele.

Lembro-me de nós, garotos na epoca, a energia transbordando em brincadeiras de lutinha. Mas a rivalidade entre mim e Raul nunca foi sobre quem vencia ou perdia um embate físico. Era algo mais visceral, mais oculto. Era a constante e provocadora roçada de seu pau duro contra minha bunda, por cima da roupa. Ele sempre era o instigador, o que dava a ideia, e eu, sem entender bem o porquê, sempre cedia. A cada movimento dele, eu involuntariamente (ou não) me esfregava contra ele, sentindo a dureza pressionando meu corpo, uma sensação que, mesmo na inocência da infância, me causava um arrepio estranho e prazeroso. Esfregar minha bunda naquele pau duro me deixava com tesão, um consentimento mudo que transcendia a brincadeira.

O ápice dessa estranha cumplicidade aconteceu anos depois, na casa dele. Lembro-me do brilho da tela do DVD, projetando imagens que nós, jovens e curiosos, mal compreendíamos. Raul, com um sorriso malicioso, sugeriu que batêssemos punheta. Quando ele tirou o pau para fora, a visão me paralisou. Era um tronco robusto, de uma grossura que me assustou e fascinou ao mesmo tempo. Ele percebeu meu espanto, o olhar fixo em sua virilidade exposta, e então veio o convite que selou meu destino de desejos reprimidos: "Quer dar pra mim no sofá Bruno? sem ninguém saber".

Naquele momento, a surpresa me deixou mudo. Eu concordei, e o que se seguiu foi uma experiência de dor e excitação que gravaram a imagem em minha mente para sempre. Aquele pau, imenso e duro, forçando minha bunda, meu corpo de forma tão brutal, foi um choque. A dor era real, porém, sob ela, um turbilhão de sensações que eu não sabia nomear. A imagem de Raul, sentado naquele sofá, com aquele instrumento colossal em sua mão, a vermelhidão em meu rosto contrastando com a sua satisfação, nunca me abandonou.

Hoje, com 25 anos, tenho Sabrina. Ela é tudo que um homem poderia querer: linda, gostosa, com um traseiro que faz qualquer um parar para admirar. Ela é a materialização do "sonho de consumo" da cidade. E eu a amo. Mas a sombra de Raul, daquele dia no sofá, paira sobre mim.

O destino, com suas ironias cruéis, fez com que Raul se casasse. E eu, que sempre me considerei 100% hétero, agora me pego em um turbilhão de pensamentos proibidos. Aquele desejo antigo, adormecido por anos, parece ter despertado com força total. A fantasia de Raul, com seu pau imenso e duro, penetrando-me, não é mais um devaneio infantil. Tornou-se uma obsessão perigosa, um fantasma que me assombra.

Eu sei que é errado. Sei que Raul é casado, e eu tenho Sabrina. Mas a memória daquele dia, daquela dor misturada com um prazer indescritível, é um vício que me consome. A ideia de rever aquilo, de sentir aquela força novamente, de me entregar a essa fantasia proibida, é um chamado que ressoa fundo em minha alma.

Às vezes, quando Sabrina está em meus braços, sinto uma pontada de culpa. Mas logo a imagem de Raul retorna, e com ela, a excitação incontrolável. E me pergunto: será que esse desejo é apenas uma lembrança do passado, ou algo mais profundo, algo que sempre esteve ali, esperando a oportunidade de se manifestar? A verdade é que a fantasia de Raul, com seu pinto enorme e duro, é um tabu que me atrai de forma irresistível. E eu, Bruno, confesso que ainda espero, secretamente, por uma chance de tornar essa fantasia realidade, mesmo sabendo que isso pode me levar para um abismo de prazer e perigo. Aquele dia, a dor e a promessa de um êxtase proibido, ecoam em minha mente, e o desejo por Raul, ou melhor, desejo de sentir o pau dele, o amigo de infância, o portador daquele membro colossal, é um fogo que arde sem se apagar. Eu quero Raul. Queria sentir novamente aquela dor da cabeça do pau dele tentando entrar mim, dessa vez ir até o final. É um desejo insano, mas é o meu desejo. E ele me consome.

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