Como O Marido da Minha Irmã e os Enteados Dela Me Fizeram De Puta pt3

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 2935 palavras
Data: 24/05/2026 13:40:05

Na manhã seguinte, acordei com o corpo ainda pesado e sensível. Assim que me levantei, senti uma dor gostosa entre as pernas. Fui direto para o banheiro, tirei a roupa e entrei no chuveiro.

A água quente bateu no meu corpo e eu não consegui evitar olhar para baixo. Minha buceta estava inchada, vermelha e ainda dolorida da foda bruta de ontem. Passei os dedos com cuidado e senti um latejar. Era impossível não lembrar: o pau enorme do Marcão me abrindo, me esticando como nunca tinha sido esticada antes.

Meu ex tinha um pau tão menor… mal dava pra sentir direito. Mas o de Marcão… caralho, ele me destruiu.

Fiquei alguns segundos pensando, depois decidi. Peguei o aparelho de depilação e o creme, apoiei uma perna na borda do box e comecei a depilar tudo. Lentamente, com cuidado, deixei minha buceta completamente lisinha, sem nenhum pelo. Quando terminei, passei a mão e senti a pele macia, sensível. Só de tocar já dava um tesão danado.

Saí do banho, me sequei e vesti uma calça jeans e a camisa da oficina. Desci as escadas e encontrei Angélica na cozinha, dando mamadeira para a Luz.

— Bom dia, mana. Tá tudo bem? Você parece um pouco estranha desde ontem… — perguntou ela, preocupada.

Forcei um sorriso.

— Tá tudo ótimo, irmã. Só um pouco cansada do trabalho. Vou indo pra oficina.

Não esperei resposta. Peguei minha bolsa e saí.

Assim que cheguei na oficina, fui direto para o escritório de Marcão sem bater. Ele estava sentado atrás da mesa, mexendo em uns papéis. Fechou a porta atrás de mim.

— Angela… — começou ele, com aquele sorriso safado.

— Se você chegar perto de mim novamente, ou tentar me fazer trair minha irmã de novo, eu juro por Deus que conto tudo pra ela — disse eu, firme, olhando nos olhos dele. — Do sexo que rolou aqui ontem, da Yasmin, de tudo. Você se fode, Marcão.

Ele se recostou na cadeira, calmo, e soltou uma risadinha baixa.

— E você acha que ela vai acreditar só em você? Ela vai te odiar, Angela. Vai achar que você quis destruir a família dela. Vai te expulsar de casa e nunca mais vai querer te ver.

Senti um aperto no peito, mas mantive a voz firme:

— Eu não ligo, porra. Prefiro perder tudo do que continuar traindo minha irmã. Fica longe de mim.

Virei as costas e saí do escritório batendo a porta.

Meu coração estava disparado. Eu sabia que tinha acabado de declarar guerra ao Marcão… mas também sabia que meu corpo ainda reagia só de lembrar dele dentro de mim.

A questão era: até quando eu conseguiria resistir?

Saí do escritório de Marcão com o coração acelerado. O resto do dia correu normalmente. Atendi clientes, organizei o balcão e evitei qualquer contato com ele. Marcão também não tentou se aproximar.

À noite, já em casa, ouvi tudo. Do meu quarto, os sons abafados vindos do quarto do casal: a cama rangendo, Marcão gemendo baixo, tentando convencer Angélica. Ela parecia desconfortável, murmurando que ainda não estava sentindo nada. Fechei os olhos e tapei os ouvidos, mas era inútil. Minha mente traía e voltava direto para o escritório — o jeito como Marcão me fodeu na mesa, o pau enorme me abrindo, os jatos grossos de porra enchendo minha buceta.

Tentei de tudo para não pensar nele. Mas quanto mais eu tentava esquecer, mais meu corpo lembrava.

Uma semana se passou.

Durante esses sete dias, Marcão e eu não trocamos uma única palavra. Ele apenas me observava. O tempo todo. Olhares longos, intensos, que me faziam apertar as coxas. E eu continuava vendo coisas que não devia: Yasmin sendo comida por Vitor e Gustavo em diferentes cantos da oficina — no banheiro, no depósito de peças, até atrás de um carro. Ela gemia como uma vadia enquanto os dois a usavam.

Era sábado. O dia amanheceu com neblina densa e uma chuva fina caindo. Angélica saiu cedo levando a pequena Luz no pediatra. Eu decidi ficar em casa, sem vontade de sair.

Estava no meu quarto quando lembrei que o carregador do celular estava na sala. Desci as escadas e, ao entrar na sala, congelei.

Yasmin e Marcão subiam as escadas em silêncio. Ele segurava a bunda dela por cima do shortinho. Eles achavam que estavam sozinhos.

Meu coração disparou. Eu sabia que não deveria, mas subi as escadas devagar, seguindo-os. A porta do quarto dos meninos estava entreaberta.

Espiei.

Marcão estava completamente nu, o corpo negro e musculoso brilhando de suor. Seu pau estava duríssimo — aqueles 22 cm grossos e veiosos apontando para cima. Yasmin estava de quatro na cama, short e calcinha abaixados até os joelhos, a bunda empinada.

Sem preliminares, Marcão segurou a cintura dela e enfiou o pau inteiro de uma vez na bucetinha da garota.

— Aaaahh… Marcão… que delícia… — gemeu Yasmin, apertando os lençóis.

Ele começou a meter com força, estocadas pesadas e ritmadas, fazendo o corpo pequeno dela balançar. O som molhado de sexo enchia o quarto. Marcão segurava o cabelo dela como rédea, puxando enquanto metia fundo.

— Essa bucetinha viciada não aguenta ficar um dia sem pau, né? — rosnou ele, dando um tapa forte na bunda dela.

Yasmin só gemia, empinando mais o quadril para receber as estocadas.

Fiquei parada na porta, respirando pesado, sentindo minha buceta , ainda lisinha da depilação , começar a latejar e molhar a calcinha enquanto assistia Marcão foder a namorada do filho na casa da minha irmã.

Não aguentei ficar mais nem um segundo ali. Meu coração batia forte demais. Saí silenciosamente do corredor, desci as escadas e me tranquei no meu quarto. Fiquei um bom tempo sentada na cama, respirando fundo, com a buceta latejando dentro da calcinha. A imagem de Marcão metendo com força em Yasmin não saía da minha cabeça.

À tarde, todos estavam em casa. Angélica tinha voltado do pediatra com a pequena Luz, Gustavo e Vitor chegaram da rua, e Marcão estava no sofá da sala, aparentemente relaxado.

Eu tentava ficar o mais distante possível, mas enquanto ia para a cozinha pegar um copo d’água, Marcão se aproximou por trás. Ele esperou que ninguém estivesse olhando e colou seu corpo grande contra o meu, encostando a boca bem no meu ouvido. Sua voz saiu rouca, baixa e carregada de desejo:

— Você viu, né? E gostou do que viu… — sussurrou, o hálito quente roçando na minha orelha. — Vi o jeito que você ficou olhando enquanto eu fodia a Yasmin. Sua bucetinha ficou molhada, não ficou? Você quer, Angela… quer meu pau te fodendo de novo, não quer?

Senti um arrepio violento percorrer minha espinha. O corpo dele atrás de mim era quente, dominante. Uma das mãos dele desceu discretamente e apertou de leve minha cintura, puxando-me mais contra ele. Eu conseguia sentir o volume grosso do pau dele roçando na minha bunda por cima da roupa.

Fiquei paralisada, sem conseguir responder. Minha mente gritava para eu afastá-lo, mas meu corpo reagia de forma completamente diferente. Minha buceta, ainda sensível da foda da semana passada, pulsava forte.

Marcão deu uma risadinha baixa e continuou sussurrando:

— Pode negar o quanto quiser… mas eu sei que você tá louca pra levar de novo. É só falar… eu te como gostoso quando você quiser.

Ele se afastou devagar, como se nada tivesse acontecido, e voltou para o sofá. Fiquei parada na cozinha, com as pernas tremendo e a calcinha úmida novamente.

Angélica passou por mim na sala carregando a Luz e sorriu inocentemente:

— Tudo bem, mana?

Forcei um sorriso fraco.

— Tudo… tudo bem.

Mas por dentro eu estava um caos completo.

Naquela mesma tarde, enquanto eu ainda tentava me recuperar do sussurro de Marcão na cozinha, Angélica se aproximou de mim com um sorriso animado, carregando a pequena Luz no colo.

— Mana, você não vai acreditar! Um cliente do Marcão apareceu aqui em casa mais cedo, antes de eu sair pro pediatra. Ele elogiou bastante você, disse que você é muito atenciosa e bonita. Acabei passando seu número pra ele… espero que não se importe. Ele parece ser um cara legal, viu?

Senti meu estômago revirar. Antes que eu pudesse responder, o celular vibrou no meu bolso. Era uma mensagem de um número desconhecido:

“Oi Angela, sou o Rafael, cliente da oficina do Marcão. Sua irmã me passou seu número. Gostei muito de te conhecer outro dia. Podemos tomar um café qualquer hora?”

Não respondi na hora.

No dia seguinte, na oficina

Eu estava no balcão quando um homem alto, moreno, bem vestido e com um sorriso charmoso entrou. Devia ter uns 32 anos, corpo definido e um jeito confiante.

— Angela! — disse ele, abrindo os braços. — Vim ver como você estava.

Sem pensar muito, eu o recebi com um abraço. Foi um abraço mais longo do que o necessário. Senti o perfume dele, o corpo firme contra o meu. Ele apertou minha cintura de leve antes de me soltar.

— Que bom te ver de novo — falei, sorrindo.

Do fundo da oficina, Marcão parou o que estava fazendo e ficou nos olhando sério, com o rosto fechado e a mandíbula travada. Seus olhos escuros queimavam de ciúme. Ele apertava a chave inglesa com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos.

Gustavo e Vitor, que estavam perto de um carro, trocaram um olhar e sorriram de canto de boca, claramente se divertindo com a situação. Gustavo até deu uma risadinha baixa.

Rafael não percebeu a tensão no ar e continuou conversando comigo, elogiando meu atendimento e dizendo que queria me chamar para sair.

Eu sentia o olhar de Marcão queimando em mim o tempo todo. Ele não disse uma palavra, mas sua expressão era clara: ele estava possesso.

Por dentro, uma parte de mim sentia um prazer perigoso ao ver Marcão com ciúmes. Depois de tudo que ele tinha feito, ver ele incomodado me dava uma sensação estranha de poder.

Decidi que era hora de dar as cartas. Se Marcão queria jogar, eu também sabia jogar. Durante o dia, comecei a provocá-lo de propósito: inclinava-me mais que o necessário no balcão, deixando a camisa justa marcar meus seios, passava devagar por ele rebolando discretamente e trocava olhares longos e desafiadores.

Marcão ficava visivelmente excitado. O volume no macacão dele crescia toda vez que eu fazia isso, e seu olhar escurecia de desejo.

No fim da tarde, Gustavo e Vitor foram pegos novamente. Eu os flagrei espiando Angélica tomando banho pela janela do banheiro mais uma vez. Entrei no quintal furiosa:

— Seus safados! De novo?! Vocês não prestam mesmo! Espiando a própria madrasta… vou contar pro Marcão!

Os dois saíram correndo, mas com sorrisos no rosto. Marcão, que tinha visto a cena de longe, se aproximou de mim mais tarde e falou baixo:

— Eu não aguento mais de tesão por você, Angela. Faz dias que vivo com o pau duro pensando nessa bucetinha. Angélica não me deixa encostar nela… faz meses que tô nessa seca. Eu preciso de você.

Mais tarde, na oficina , já era quase noite e estávamos só nós dois na oficina. Marcão trabalhava em um Honda Civic no box 3. Eu entreguei a peça que ele havia pedido. Assim que ele pegou a peça, colocou-a de lado, me segurou pela cintura e me prensou contra a parede fria da oficina.

Seu corpo grande e quente colou no meu. Senti o pau dele, já duro, roçando forte contra minha barriga.

— Eu sinto um tesão do caralho por você… — rosnou ele no meu ouvido, a voz rouca. — Não consigo mais pensar em outra coisa.

Tentei empurrá-lo, mas ele era forte demais.

— Marcão… para. Você sabe que se tentar algo de novo, eu conto tudo pra minha irmã — avisei, com a voz trêmula.

Ele não respondeu com palavras. Em vez disso, aproximou o rosto e começou a lamber lentamente o meu pescoço, subindo até a orelha. A língua quente e molhada deslizava pela minha pele, causando arrepios fortes.

— Para… — sussurrei, tentando resistir, empurrando o peito dele.

Mas meu corpo traía. Meus mamilos endureceram, minha respiração ficou pesada. Marcão continuou lambendo e chupando meu pescoço, mordendo de leve, enquanto apertava minha cintura e esfregava o pau duro contra mim.

Minha resistência começou a falhar. Um gemido baixo escapou da minha boca apesar de eu tentar segurar.

Marcão pressionou seu corpo ainda mais contra o meu, prendendo-me contra a parede. Seu pau duro latejava esfregando contra minha barriga por cima da roupa. Ele aproximou a boca do meu ouvido e rosnou, a voz grossa e cheia de desejo:

— Conta, vadia… conta que você é uma puta que tá me provocando o dia todo. Tá toda molhada, né? Essa bucetinha lisinha tá pingando pra mim.

Fiquei em silêncio por alguns segundos, respirando pesado. Meu corpo inteiro queimava. A resistência que eu tentava manter desmoronou completamente.

— Sim… — sussurrei, envergonhada e excitada. — Eu tô molhada pra caralho…

Foi o suficiente.

Marcão me virou bruscamente e me empurrou contra o capô do Honda Civic que ele estava consertando. Minhas mãos se apoiaram no metal frio do capô enquanto ele puxava minha calça jeans e calcinha para baixo de uma vez só, expondo minha buceta lisinha e encharcada.

— Porra… olha como tá molhada essa buceta da cunhada — grunhiu ele, abrindo o macacão e tirando aquele pau enorme de 22 cm, já latejando.

Sem esperar mais, Marcão segurou meus quadris com firmeza e enfiou o pau inteiro em mim de uma vez só.

— Aaaahhh! — gemi alto, sentindo ele me rasgar por dentro.

Ele começou a meter com força bruta, estocadas pesadas que faziam meu corpo bater contra o capô do carro. O som molhado de “ploc ploc ploc” ecoava pela oficina vazia.

— Isso… toma meu pau, sua putinha — rosnava ele, metendo cada vez mais fundo. — Passou a semana toda me provocando… agora aguenta.

Segurava meu cabelo com uma mão enquanto a outra dava tapas fortes na minha bunda. Eu empinava o quadril instintivamente, recebendo cada estocada.

— Ahh… Marcão… assim… mais forte… porra… — gemia sem controle, completamente entregue.

Ele me fodia com violência, o pau grosso entrando e saindo brilhando com meus líquidos. O capô do carro sacudia com a força das estocadas. Marcão se inclinou sobre mim, mordendo meu ombro enquanto acelerava ainda mais.

— Essa buceta é minha agora… entendeu? — rosnou no meu ouvido.

— Sim… aaahh… é sua… me fode… me fode gostoso…

Minhas pernas tremiam. O prazer subia rápido. Marcão enfiou a mão por baixo, esfregando meu clitóris inchado enquanto não parava de meter.

Não demorou muito. Gozei forte, apertando o pau dele com força, gemendo alto enquanto meu corpo convulsionava sobre o capô do carro.

Marcão deu mais algumas estocadas brutas e gozou logo em seguida, enchendo minha buceta com jatos grossos e quentes de porra, gemendo rouco enquanto esvaziava dentro de mim.

Ficamos ali por alguns segundos, ele ainda dentro de mim, minha buceta pulsando ao redor do pau dele, com porra escorrendo pelas minhas coxas.

Marcão saiu de dentro de mim devagar, e um grosso fio de porra escorreu imediatamente pela minha buceta, descendo pelas coxas. Eu ainda estava debruçada no capô do Honda, respirando pesado.

A culpa me acertou como um soco no estômago. Eu acabei de trair minha irmã novamente… na oficina, com o marido dela. Mas ao mesmo tempo, meu corpo estava em chamas. Minha buceta latejava, inchada e melada, pedindo mais.

Eu me virei, olhei para Marcão e tomei uma decisão. Dessa vez, eu assumiria o controle.

Empurrei ele contra o carro, abri completamente o macacão dele e segurei aquele pau ainda semi-duro, sujo da nossa mistura.

— Agora sou eu que vou mandar — disse com a voz rouca.

Ajoelhei-me e comecei a chupar com vontade, enfiando o máximo que conseguia na boca, babando no pau enquanto ele endurecia novamente. Marcão gemeu surpreso.

— Caralho, Angela…

Levantei, virei de costas para ele e empinei a bunda. Segurei o pau dele e mesma sozinha guiei para dentro da minha buceta. Desci devagar, sentindo cada centímetro me abrir novamente.

— Hmm… que delícia… — gemi, começando a rebolar.

Comecei a cavalgar com força, subindo e descendo no pau enorme, rebolando no fundo. Marcão apertava minha bunda com as duas mãos, gemendo rouco.

— Isso, sua putinha… rebola no meu pau.

Acelerei o ritmo, quicando mais rápido, o som molhado ecoando pela oficina. Meus seios balançavam a cada descida. Marcão deu um tapa forte na minha bunda.

— Mais forte… me fode mais forte! — exigi.

Ele segurou minha cintura e começou a meter por baixo, estocadas brutais para cima enquanto eu descia. O pau entrava fundo, batendo no fundo da minha buceta.

— Aaaahh… assim… me arromba… porra! — gritei, sem me importar com o volume.

Gozei pela segunda vez, apertando o pau dele com força, tremendo inteira. Marcão não aguentou: enterrou fundo e gozou novamente, enchendo minha buceta com mais porra quente e grossa.

Saí de cima dele devagar. Fiquei parada, pernas abertas, sorrindo satisfeita enquanto grandes quantidades de porra escorriam da minha buceta lisinha, pingando no chão da oficina. Minha buceta estava vermelha, inchada e latejando sem parar. O desejo dentro de mim parecia incontrolável.

Eu estou perdida…

Foi então que vi. Um vulto se mexendo rapidamente do lado de fora da janela do box. Alguém tinha assistido tudo.

Meu coração acelerou. Quem era? Gustavo? Vitor? Ou será que foi a Yasmin?

Saí da oficina satisfeita, excitada e preocupada ao mesmo tempo. Em casa, Angélica me tratava com tanto carinho e atenção que a culpa apertava meu peito. Durante o jantar, Marcão e eu nos olhávamos normalmente e conversávamos como se nada tivesse acontecido, fingindo naturalidade. Quando Gustavo, Yasmin e Vitor chegaram juntos, fiquei observando os três com atenção, tentando identificar pelo olhar ou pela expressão quem havia sido o vulto que nos espionou na oficina.

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