O Começo de um cuck III

Um conto erótico de Granoloc
Categoria: Heterossexual
Contém 1635 palavras
Data: 24/05/2026 13:08:32

Como disse, aquela frase de Débora tinha haver com nossas últimas vivências na cama. Depois que chega da academia, tem ficado com um fogo que é inacabável.

Quando Débora chega em casa depois da academia ou de algum jantar com as amigas, vem sempre me provocando...

Na parte da noite, após jantar, sempre abro o notebook pra conferir a gestão da distribuidora, vejo planilhas, faço alguns relatórios para setores de logística e de compras. Sou muito dado ao trabalho, então tenho reduzido a atenção com a esposa e filhos. Eles sabem que exerço um trabalho vital para os negócios da empresa.

Eu e Débora sempre tivemos muito fogo. Tenho um pau de 13 ou 14cm, grosso, e com pouca coisa fico excitado, qualquer provocação de cunho sexual, fico com a rola dura. Vejo na internet pessoas falando q isso é consequência de pornografia mas não é. É que tenho o sexo como um evento mágico, onde duas pessoas decidem fazer tudo que quiserem num quarto. Nem assisto pornô, até por que meu tempo é bem limitado.

Porém aos 46 anos e com obrigações tão importantes fica difícil dar a atenção que Débora precisa, relembrando, ela tem 36 anos e com a academia ficou aparentando 25, uma novinha delícia.

A verdade é que nosso sexo tem sido muito burocrático, Débora chega suada e excitada da academia e me quer logo o sexo, deixo o que estou fazendo e entro na dela. Débora não costuma pedir, vem me provocando...ela sabe das coisas, então chega de em casa toda animada e com adrenalina lá encima.

--Amor... (chega gritando e sorridente após estacionar seu carro na garagem). E aí seu gostoso, tá só aí no computadorzinho? Olha aqui pra mim, vida.

Estava concentrado e quando olhei, ela estava lá, linda, gostosa. De calça legging marrom de cós alto e topzinho preto de alças mais largas que faziam cavas em seus seios, os tornando mais redondos e jogados pra frente, caminhando em minha direção e soltando aquele cabelo, q naqueles dias estavam castanhos claros (Débora gosta de pintar de loiro, na maioria das vezes).

Logo respondi: -- Eita amor, q delícia vc está, chega aqui gostosa.

Ela vem e senta no meu colo e entrelaça um braço atrás da minha nuca e me dá um beijo quente, de língua, suado e logo fico com rígido ela sente e começa a rebolar de leve em meu colo, a calça está molhada e Débora bem suada afasto a cadeira da mesa e pego ela pelas pernas e levo até a cama.

Débora já vai logo retirando a calça por cima do tênis branco, mostrando o desespero pra fuder. Retiro logo a short que eu estava e vou em direção a ela, meu pau estava duro e pulsando. Chego na posição papai e mamãe chupando seus peitos, ela diz:

-- mete logo, anda mete...

Eu começo a estocar devagar e depois aumento o ritmo, ela súplica:

-- Anda, porra, mete esse pau, q eu tô com um fogo hj.

Meto cada vez mais e ela pede:

-- Me come de quarto, vem.

Retiro o pau e coloco-a na ponta da cama e ela fica bem empinada. Começo a meter bem forte ela geme muito:

-- Ai, aí, aí gostoso, seu safado, come essa puta, vai. Me fode mais forte.

Apesar de estar metendo bastante, vi que Débora estava insaciável, mete muito forte e quando deu por mim, a vontade gozar já vinha. Claro, vendo aquela bunda toda aberta e aquela buceta lisinha, com aqueles pés com solados pra cima...eu estava com as mãos nas ancas de Débora e gozei forte...

-- Ahhh....Tô gozando sua puta, safada...

Apesar de não termos fetiches, sempre gostei da putaria com minha esposa, então chamava ela do que achava excitante na cama, fora da cama, as provocações rolavam e a gente se chamava em casa com nomes de cunho sexual.

Depois dessa transa, fomos tomar banho, Débora foi na frente, para nosso quarto e eu decidi não tomar banho, só me enxuguei e fui olhar novamente o que tinha a fazer...Depois aparece quase uma hora depois, com um conjunto de pijama azul, cheio de coraçãozinho amarelo, short curtinho e com leve sorriso no rosto. Eu já estava quase me desocupando das planilhas mas não pude deixar de vê-la desfilando...

Eu provoquei: -- E aí gostosa, gostou da foda...

Ela respondeu provocando com sorriso: -- Éhhh...deu pra apagar mais fogo, mas não gozei e vc sabe disso, né.

-- Mas achei q vc tinha gozado, amor.

-- Vc sabe q quando eu gozo chego a gritar no final e hj tô com muito fogo. Quero saber se vc anda se masturbando por aí ( disse provocando com aquele riso de safada)

Respondo com sorriso amarelo:

-- Não, vida. Pq?

Ela retruca:

-- Antes a gente transava tanto três, quatro vezes na noite...vc tem ficado devendo, hein.

Disse: - É o trabalho amor, mas vc está com fogo demais depois q entrou pra academia, tá gostosa, tesuda mas tá insaciável, hein...daqui a pouco não tô dando mais conta de vc, hein...

Ela responde provocativa: -- Do jeito que tô vendo parece q não dá mais conta, não kkkkkk. Quer mulher e não quer tempo, vai ficar ruim pra vc qualquer hora dessas kkkkk

Débora tinha muito senso de humor, e sabia dizer as coisas por entrelinhas. Entendia que ela gostava de transar muito mas eu não estava ao mesmo passo que ela. Primeiro que eu estava a vários anos sedentário e segundo, que Débora estava bem condicionada fisicamente. Eu trabalhava em período integral, Débora estava em projetos que só lhe tomava a manhã e as vezes nem a manhã inteira.

O tempo estava mais a favor dela e menos favorável a mim. Existem mulheres quando se aproximam dos 40 começam a ficar mais putas e desinibidas, querendo sexo anal e coisas que não fizeram aí da muito jovens, acho que era o caso de Débora. Ultimamente ela estava sempre me cobrando depois do sexo. Falava:

-- Hj foi bom, mas poderia demorar mais.

Outras vezes dizia: -- vem cá, quero chupar mais, vc já gozou, q droga kkkkkk

Até que um dia perguntei, já perto de dormirmos: -- Amor, vc acha q estou deixando a desejar na cama?

-- Não, amor. Não se trata disso, gosto do seu pau, do nosso sexo. O problema é q esses suplementos e academia me deixam com muita energia e é isso....(Falou com carinha de inocente)

Mas sabia q ela estava querendo algo a mais.

Recapitulando a História...

Gabi e Gio gostavam de passar em nossa casa e ir com Débora para a academia, pois só Débora tinha carro e a academia ficar a cerca de 3km da nossa casa. Nunca gostei q minha esposa treinasse em nosso bairro, por conta de olhares gulosos de vizinhos ou até amigos em comum que ela poderia encontrar no percurso.

Gabi, Débora e Gio mantinham amizade a quase 7 anos, elas já se conheciam aqui do bairro e nas rotinas da cursos universitários a quase 10 anos atrás...mas de amizade, de andar na casa uma da outra, tem mais ou menos o período q lhes disse. Acontece que a amizade não era só com Débora, com as visitas e encontros, principalmente aqui em casa, pois elas se reunião pra fazer unhas, cabelo, falar de compras e trocar roupas umas das outras...

Então não era incomum de chegar em casa e vê-las já quase saindo pra academia. Bom...era sempre um evento que eu reparava bem. Aquelas três mulheres lindas em minha casa, as duas amigas gostosas de minha esposa que passaram também a ter certa intimidade comigo...

Muitas vezes eu estacionava o carro na garagem e as duas estavam esperando Débora acabar de se arrumar, ficavam na área, mas outras vezes estavam todas na sala ou dentro de casa msm, com Débora mostrando algo que comprou, ou ajudando Débora com algumas coisa.

Quando eu chegava, dizia: -- Oi meninas...

-- Oi Bê ( meu nome é Bener, para os esquecidos)

Disse: -- E aí já vão pra academia, hein.

-- Sim, nós queremos ficar gostosas kkkkkk

Como lhes disse, nunca fui ditador com relacionamentos e minha esposa também me deixava livre pra me expressar e também que suas amigas tivessem a liberdade de se expressarem comigo, e diante dos anos de relacionamento e visitas quase q diariamente, desenvolvemos afinidades e conexões.

Eu só observava Gabi e Gio, não falava nada da relação delas e de minha esposa, por achar que elas são pessoas parecidas, que se ajudavam já desde de algum tempo atrás e q embora, dessem suas voltas pela cidade, nunca desapontaram minha esposa em qualquer sentido, sempre estavam disponíveis pra ajudar...com nossos filhos nem se fala, nosso casal do filhos sempre também tiveram admiração pelas amigas de minha esposa, então eu tbm conversava com elas e não era somente educado ou respeitoso, tbm jogava as minhas maldades de vez em quando a é que me entendemMeninas, vem cá. ( Débora as chama para a sala) E continua: -- Deixa eu mostrar pra vcs meus shortinhos novos que chegou hj.

Elas foram para sala, se vestiam com shorts não tão longos e blusas normais msm, com manga. As duas estavam com as pernas inchadas pela rotina de treinos. Elas foram para sala e lá estavam Débora, no sofá, de toalha, mostrando as novidades. As meninas se animaram com os shorts e Débora falou:

-- Vcs querem experimentar meninas ?

Responderam: -- ahh amiga, a a gente quer sim, tem cada short lindo aqui...nossa!!!!...olha esse lilás q coisa mais linda ( falou Gio q era mais jogada).

Nesse momento eu estava já na cozinha, preocupado mais com o jantar mas estava escutando todo aquele diálogo. Até a Débora fala leva as amigas para o quarto para trocarem as roupas e experimentar o shorts.

Continua....

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