Meu nome é Cristina. E se você achou que a minha vida já tinha atingido o ápice da putaria, você estava enganado. Aquele final com a Renata, na hidromassagem do motel, com ela me dizendo que o Marcelo ia chegar no dia seguinte e que ele queria foder nós duas juntas... ah, aquilo era só o começo.
Eu mal consegui dormir naquela noite. A ideia de um ménage com a Renata e o Marcelo, aquele negão de 1,98m e um pau de 25cm, me deixava em chamas. Eu já tinha fantasiado com ele, mas agora, com a Renata no meio, a coisa tomava uma proporção completamente diferente. Eu estava excitada, nervosa, e com uma fome que parecia não ter fim.
No dia seguinte, Renata me ligou. Marcelo tinha chegado, e eles estavam me esperando no apartamento deles. Eu me arrumei, escolhendo um vestido preto bem justo, que marcava cada curva do meu corpo, e sem calcinha, claro. Eu queria estar pronta para qualquer coisa.
Quando cheguei, a porta estava entreaberta. Ouvi risadas e música baixa. Entrei e encontrei Renata e Marcelo sentados no sofá, bebendo champanhe. Renata estava linda, com um vestido de seda vermelho que realçava os peitões dela. Marcelo, sem camisa, exibia o corpo musculoso, e o volume na calça de moletom dele já me dava um calor.
— Cris! Que bom que você veio! — Renata disse, se levantando e me abraçando. Ela me deu um beijo no canto da boca, um beijo que me fez arrepiar.
— E aí, gata? Pronta pra diversão? — Marcelo perguntou, com um sorriso malicioso, os olhos me devorando.
Nós nos sentamos, bebemos, conversamos. O clima era leve, mas a tensão sexual era palpável. Marcelo não parava de me olhar, e Renata, bem, Renata me tocava a cada oportunidade: uma mão na minha coxa, um carinho no meu braço, um olhar cúmplice.
Depois de um tempo, Renata se levantou.
— Que tal a gente esquentar as coisas? — ela perguntou, tirando o vestido de seda com um movimento lento e sensual. Ela estava nua por baixo, os peitões enormes balançando livremente. Ela se virou para mim, com um sorriso provocante. — Sua vez, Cris.
Eu não precisei de muito incentivo. Tirei o meu vestido, revelando o meu corpo nu. Eu me sentia poderosa, exibindo as minhas curvas para eles. Renata veio até mim, e nós começamos a nos beijar, um beijo molhado, faminto, enquanto Marcelo nos observava do sofá, com o pau dele já marcando a calça de moletom.
— Caralho, vocês são um espetáculo! — ele grunhiu, a voz rouca.
Renata e eu nos separamos, ofegantes. Ela me puxou para o centro da sala, e nós começamos a dançar, nos esfregando uma na outra, os nossos corpos nus colados. Eu sentia os peitos dela nos meus, a buceta dela roçando na minha. Nós nos beijávamos, nos tocávamos, nos lambíamos, nos exibindo para Marcelo, que já estava com a respiração pesada.
— Vem, Marcelo! Vem se juntar a nós! — Renata chamou, com a voz rouca de tesão.
Marcelo se levantou, tirou a calça de moletom e a cueca. E foi aí que a minha excitação virou frustração. O pau dele, aquele pau de 25cm que eu tanto fantasiei, estava mole. Completamente mole. Uma jeba enorme, mas flácida, sem vida.
Renata e eu nos entreolhamos, confusas. Ele se aproximou, tentando nos beijar, mas nós o afastamos.
— O que foi, Marcelo? — Renata perguntou, a voz cheia de decepção. — Cadê o seu pau?
Ele tentou disfarçar, mas era inegável. O pau dele não dava sinal de vida.
— Ah, qual é, Marcelo? Você não vai broxar logo agora, né? — eu provoquei, tentando chupar o pau dele, mas ele continuava mole, sem reagir. Renata também tentou, mas nada. O negão era um broxa.
A raiva começou a subir. Eu tinha me arrumado, me excitado, me entregado, para um broxa. Renata, que já estava no limite do tesão, explodiu.
— Você é um inútil, Marcelo! Um broxa! Insistiu tanto para que eu topasse sexo a três pra isso? — ela gritou, dando um tapa no pau mole dele.
— É isso mesmo! Um negão desse tamanho, com uma jeba de 25cm, e não consegue levantar o pau pra duas mulheres gostosas como a gente! — eu completei, apertando a rola dele. — Você é uma vergonha, Marcelo! Uma vergonha!
Marcelo tentou se defender, mas nós não demos chance. Nós o humilhamos, o xingamos, o chamamos de viado, de frouxo, de tudo que vinha à cabeça. Ele ficou ali, nu, com o pau mole, encolhido, enquanto nós duas descarregávamos toda a nossa raiva e frustração nele.
— Quer saber, Rê? Eu conheço alguém que daria conta de nós duas — eu disse, com um sorriso malicioso.
Renata me olhou, os olhos brilhando de curiosidade.
— Quem? Quem é esse homem que vai consertar o fracasso do Marcelo?
— Meu ex-enteado. Breno. Ele é novinho, mas tem um pau que faz milagre — eu respondi, pegando o meu celular. — Ele mora por perto. Posso ligar pra ele agora.
Renata não pensou duas vezes.
— Liga! Liga agora! Eu quero um pau de verdade na minha buceta!
Liguei para Breno. Ele atendeu na hora. Expliquei a situação por cima, e ele topou na hora. Disse que estaria lá em vinte minutos.
Marcelo, que estava ouvindo tudo, tentou reagir.
— Você não vai chamar ninguém aqui! Essa é a minha casa! — ele gritou, tentando pegar o meu celular.
Mas Renata e eu o seguramos. Nós o empurramos para o sofá.
— Cala a boca, Marcelo! Na hora de dar pau pra gente você não conseguiu, mas pau em homem você quer dar, né? — Renata gritou, dando um tapa na cara dele. — Você é um viado, Marcelo! Um viado broxa! Agora fica aí quietinho e assiste o Breno consertar o seu fracasso!
Marcelo, humilhado, pegou as roupas dele e saiu furioso, batendo a porta do apartamento com força. Nós duas rimos, satisfeitas com a nossa vingança.
Vinte minutos depois, a campainha tocou. Era Breno. Ele estava mais alto, mais forte, e com aquele olhar de moleque safado que eu tanto conhecia. Ele entrou, e os olhos dele brilharam quando viu Renata e eu nuas, esperando por ele.
— E aí, Cris? Quem é a sua amiga? — ele perguntou, com um sorriso malicioso.
— Essa é a Renata, Breno. E ela está louca pra conhecer o seu pau — eu respondi, puxando ele para o meio da sala.
Breno não perdeu tempo. Ele tirou a roupa, revelando um pau que, embora não fosse tão grande quanto o de Marcelo, era grosso, latejante e perfeitamente ereto. Era um pau de verdade.
— Caralho, Breno! Que pauzão! — Renata gritou, abocanhando o pau dele na hora. Ela chupava com vontade, fazendo ele gemer.
Eu me joguei no chão, beijando os pés de Breno, subindo os beijos pelas pernas dele, lambendo cada centímetro da pele dele. Ele estava em êxtase, com duas mulheres gostosas o adorando.
— Vocês são umas putas! — ele grunhiu, puxando os cabelos de Renata para trás e enfiando o pau até o fundo da garganta dela. — Chupa gostoso, sua cadela!
Renata engasgava, mas não parava. Eu me levantei e comecei a chupar as bolas dele, lambendo com vontade. Nós o deixamos louco, o adorando, o venerando.
— Chega! Eu quero foder! — ele gritou, puxando Renata pelos cabelos e me empurrando para o sofá. — De quatro, as duas! Agora!
Nós obedecemos. Renata e eu ficamos de quatro no chão, empinando nossas bundas grandes para ele. Breno se posicionou atrás de Renata, cuspiu na mão e enfiou o pau na buceta dela com força.
— AAAAAH! — Renata gritou, sentindo a grossura dele. — Fode a sua nova puta, Breno! Fode a sua putinha!
Ele começou a estocar com força, o barulho da pele batendo ecoando pela sala. Ele dava tapas na bunda dela, puxava os cabelos dela, e ela gemia como uma louca. Eu assistia, me masturbando, com a buceta latejando de tesão.
— Agora é a sua vez, Cris! — ele gritou, tirando o pau de Renata e me puxando para perto. — Se arreganha pra mim cadela! E não me venha com frescura!
Eu me posicionei, e ele enfiou o pau na minha buceta com uma brutalidade que me fez gritar. Ele me fodia com raiva, com força, me punindo e me adorando ao mesmo tempo. Ele me dava tapas na cara, batia com o pau na minha bunda, e eu implorava para ele parar, mas ele metia ainda mais forte.
— Porra, Breno! Para! Vai me arrombar! — eu gritava, as lágrimas escorrendo pelos meus olhos, mas o tesão era maior que a dor.
— Você gosta, sua puta! Gosta de ser fodida com força! — ele rosnava, enquanto me colocava de frente para ele e batia com o pau na minha cara. — Chupa o meu pau, Cris! Chupa!
Eu abocanhei o pau dele, chupando com vontade enquanto ele fodia minha boca sem dó, entalando a rola na minha garganta até eu me engasgar várias e várias vezes, deixando o pau dele babadinho. Renata, que estava assistindo, começou a se masturbar, gemendo alto.
Breno me colocou de quatro novamente, enfiou o pau na minha buceta e gozou dentro de mim com um grito que o prédio todo poderia ouvir, e eu gozei junto, tremendo no chão. Ele caiu por cima de mim, exausto, ofegante.
Para nossa surpresa e alegria, nós mal tivemos tempo de recuperar o fôlego. Breno se levantou, o pau dele já começando a endurecer novamente. Ele nos olhou, os olhos brilhando de luxúria.
— Quem quer mais? — ele perguntou, com um sorriso malicioso.
Renata e eu nos entreolhamos. Nossos corpos estavam doloridos, mas o tesão era insuportável.
— Eu quero! — Renata gritou, se jogando nos braços dele. — Me fode de novo, Breno! Me fode até eu não aguentar mais!
Ele a pegou no colo, a jogou na cama e a fodeu de quatro, com uma força ainda maior que antes. Ele dava tapas na bunda dela, puxava os cabelos dela, e ela gritava, implorando por mais. Eu me joguei na cama, beijando os pés dele, lambendo as pernas dele, adorando cada movimento.
— Vem, Cris! Vem chupar o meu pau! — ele gritou, enquanto fodia Renata.
Eu me aproximei, abocanhando o pau dele, chupando com vontade enquanto ele alternava entre meter na minha boca e meter na buceta da Renata. Eu sentia o gosto dela no pau dele, e aquilo me deixava ainda mais louca. Nós éramos um trio de luxúria, perdidos no prazer.
Breno gozou dentro de Renata com um grito de prazer, e ela gozou junto, tremendo na cama. Ele tirou o pau dela e me puxou para cima dele.
— Agora é a sua vez, Cris! — ele disse, me virando de costas e me fodeu de quatro, com uma força que me fez gritar. Ele me dava tapas na cara, batia com o pau na minha bunda, e eu implorava para ele parar, mas a fera enjaulada havia sido libertada.
— Porra, Breno! Vai me esfolar toda desse jeito seu puto! — eu gritava, cheia de te e dor.
— Você gosta, eu te conheço bem sua vagabunda! Gosta de ser arrombada sua piranha imunda!
Eu não resisti e gozei no pau de Breno, tendo um dos orgasmos mais incríveis de toda a minha vida até hoje.
Ele nos pegou, uma em cada braço, e nos levou para o banheiro. Ele nos jogou no chão do chuveiro, ligou a água quente e começou a nos foder ali mesmo. Ele nos fodia de pé, de quatro, de bruços, nos virando de um lado para o outro, nos batendo, nos puxando pelos cabelos. A água escorria pelos nossos corpos, misturando suor, sêmen e lágrimas.
— Vocês são minhas putas! Minhas cadelas! — ele gritava, batendo com o pau na cara de Renata, depois na minha. — Chupem o meu pau! Chupem!
Nós chupávamos, lambíamos, fazíamos tudo que ele mandava. Ele nos fodia com uma força que parecia querer nos rasgar ao meio. Nós implorávamos para ele parar, mas ele metia ainda mais forte, nos punindo e nos adorando ao mesmo tempo.
Ele nos fodia sem parar, sem piedade, até que gozou na cara de nós duas, que depois já nos beijamos compartilhando a porra do nosso macho uma com a outra. Nós gozamos juntas depois de fazer uma bela tesoura e roçar buceta com buceta, grelo com grelo, tremendo no chão do chuveiro, exaustas, doloridas, mas completamente satisfeitas.
Nós saímos do chuveiro, nos secamos e nos vestimos. Breno nos deu um beijo de despedida e foi embora. Renata e eu nos olhamos, os corpos marcados, os olhos inchados, mas com um sorriso de satisfação no rosto.
— Caralho, Cris... — Renata disse, a voz rouca. — Que foda foi essa?
— A melhor da minha vida, Rê. A melhor da minha vida — eu respondi, abraçando-a. — E o Marcelo que se foda.
Eu sou Cristina. E a minha vida de putaria continua. Com Renata, com Breno, e com quem mais aparecer. Porque, no fim das contas, eu nasci para isso. Para foder e ser fodida, sem limites, sem vergonha, sem arrependimentos. E eu adoro cada segundo disso.
Para quem quiser saber mais de mim, pode me chamar no whatsapp onze, nove, cinco, quatro, nove, cinco, sete, sete, quatro, dois.