O resto da semana na agência foi um teste de resistência para os meus nervos. Eu tentava a todo custo manter a máscara de diretor implacável, focado apenas nas métricas e nos relatórios de marketing, mas era impossível. Toda vez que o Lucas entrava na minha sala para trazer algum documento, meu estômago dava um nó. Eu via aquele moleque de academia, moreno claro com o cabelo na régua perfeita, vestindo camisas sociais apertadas que pareciam desenhadas para humilhar a minha sanidade, e a imagem dele de quatro na minha mesa de vidro vinha na hora.
Para tentar proteger o meu ego e recuperar o controle da situação, decidi meter a marra de durão. Adotei uma postura fria, respondendo apenas o estritamente necessário. "Foi só uma recaída por causa da solidão", eu repetia para mim mesmo no espelho, tentando me convencer de que o rabo daquele estagiário não tinha me deixado completamente fissurado. Eu o evitava nos corredores, cortava as gracinhas dele nas reuniões e não sustentava o olhar malicioso que ele me lançava por cima dos monitores. O Lucas percebia o gelo, mas em vez de se colocar no lugar de subordinado, o safado parecia rir do meu desespero.
Na sexta-feira à noite, exausto daquela tensão corporativa, fui direto para o meu apartamento. Tomei um banho demorado, coloquei apenas uma calça de moletom cinza sem cueca, deixando o volume do meu pau relaxado bem marcado, e abri uma garrafa de vinho tinto encorpado. Sentei-me no sofá de couro da minha sala, com a iluminação baixa, girando a taça na mão, tentando digerir o silêncio e o vazio que o Diego e o Ricardo tinham deixado na minha vida. O cansaço era mental.
O interfone tocou por volta das vinte e duas horas, cortando o silêncio.
— Sr. Daniel? Tem um rapaz aqui embaixo chamado Lucas. Ele diz que é da agência e precisa entregar um documento urgente da diretoria — informou o porteiro.
Meu coração deu um solavanco no peito. "Como esse moleque conseguiu meu endereço?", pensei, a raiva misturada com um estalo de tesão imediato que fez meu pau dar sinal de vida dentro do moletom.
Eu — Pode autorizar a subida — respondi, a voz grossa.
Segundos depois, a campainha tocou. Abri a porta e dei de cara com o Lucas. Ele estava sem a pose de escritório: usava uma camiseta preta justa de academia que colava nos braços musculosos e no abdômen trincado, uma calça jeans escura que moldava perfeitamente aquela bunda imensa e o perfume importado dele invadindo o meu espaço. Ele não trazia documento nenhum nas mãos; apenas um sorriso cínico de quem sabia exatamente o poder que tinha.
Eu — Como você conseguiu o meu endereço, Lucas? Você perdeu o juízo? — rosnei, bloqueando a passagem com o meu corpo suado de banho.
Lucas — Eu sou do marketing, Daniel... investigar e conseguir o que eu quero faz parte do meu trabalho — ele disse, a voz mansa, olhando direto para o meu peitoral nu e descendo os olhos lentamente até o volume pesado na minha calça de moletom. — Você me evitou a semana toda na agência. Achou mesmo que ia me dar um gelo e me deixar passando vontade depois de ter me arrombado daquele jeito no tapete da sua sala?
Respirei fundo, tentando manter a postura de chefe. Dei espaço e ele entrou, desfilando com aquela marra de novinho gostoso. Tranquei a porta.
Eu — Você quer vinho? — perguntei, tentando quebrar a tensão, caminhando até o balcão da cozinha americana.
Lucas — Quero. Quero tudo o que for seu hoje à noite — ele respondeu, encostando-se no balcão, ficando a poucos centímetros de mim.
Servi a taça dele e entreguei. Nossos dedos se tocaram, e o calor da pele dele me deu um choque. Tomei um gole longo, encarando aqueles olhos escuros e cheios de perversão.
Eu — Presta atenção, Lucas... o que aconteceu na agência foi um erro. Uma fraqueza minha porque eu estava mal, com a cabeça cheia de problemas do meu ex. Eu sou o diretor daquela porra, você é o estagiário. A gente não pode mais transar. Isso vai dar merda, e eu não vou queimar a minha postura por causa de safadeza — falei, tentando ser o homem maduro e racional, mas a minha voz rouca entregava que eu estava mentindo.
Lucas colocou a taça de vinho no balcão devagar. Ele deu um passo à frente, colando o peito dele no meu. O cheiro de macho novo me entorpeceu.
Lucas — Você fala demais para quem está com o pau duro apontando para a minha barriga desde que eu entrei por aquela porta, Daniel — ele sussurrou, aproximando a boca do meu ouvido, a respiração dele quente. Ele subiu as duas mãos pelas minhas costas, arranhando de leve a minha pele, e colou o quadril dele no meu, me fazendo sentir o volume da pica dele também ereta. — Esquece a agência. Aqui dentro não tem diretor e não tem estagiário. Tem só você precisando me foder e eu morrendo de saudade da tua pica rasgando o meu rabo.
Aquela audácia quebrou o resto da minha pose. O romantismo bruto daquela invasão acendeu o meu modo macho alfa predador. Segurei o Lucas pelo pescoço com uma das mãos, apertando com força, não para machucar, mas para dominar. Colei a boca dele na minha num beijo animal, violento, enfiando a língua até o fundo, chupando a língua dele com gosto de vinho tinto. Ele soltou um gemido abafado contra a minha boca, agarrando os meus cabelos com força, se entregando completamente ao meu controle.
Eu — Você é muito petulante, seu puto. Veio atrás de pica? Então você vai levar até chorar — rosnei entre o beijo, arrastando ele pela cintura até o sofá de couro.
Joguei o Lucas de costas no sofá. Sem cerimônia, puxei a calça jeans e a cueca dele de uma vez só, jogando-as no chão da sala. Ele ficou completamente nu da cintura para baixo, com as pernas musculosas abertas, revelando aquela bunda redonda, morena clara, e o cuzao piscando, apertado. Caí de boca naquele cuzinho, chupei aquele cu com uma fome, ele gemia baixinho, tirei a minha calça de moletom, e o meu pau pulou para fora, totalmente rígido, latejando com o sangue fervendo.
Lucas olhou para a minha tora e engoliu em seco, os olhos brilhando de luxúria e uma ponta de paixão legítima pela minha virilidade.
Lucas — Daniel... fode o meu rabo... fode com força... me bota de quatro e me destrói — ele implorou, misturando a safadeza com um carinho desesperado na voz.
Cuspi farto na palma da mão, passei o melaço no meu pau grosso e empurrei o Lucas de quarto no sofá de couro, deixando a bunda imensa dele empinada para o teto. Segurei firme no quadril dele e posicionei a cabeça roxa na entrada do cu. Sem aviso, descarreguei o peso do meu corpo e enfiei metade da rola de uma vez.
Lucas — Ahhhhhhhhh! Daniel! — o Lucas deu um grito agudo, enterrando o rosto no encosto de couro do sofá, as mãos agarrando os almofadões enquanto as pregas dele se abriam à força, abraçando o meu pau num aperto insano.
Eu — Gostou do vinho, seu puto? Agora engole a pica do teu macho! — xinguei, empurrando o resto até encostar o meu osso pubiano nas nádegas dele. Enterrei os vinte centímetros no pelo, sem camisinha, sentindo o calor interno daquele rabo de academia esmagar o meu pau.
Comecei a estocar com violência. O som da carne batendo no couro e na bunda dele encheu a sala escura. Plaft, plaft, plaft. Eu puxava o Lucas pelo quadril com força de animal, tirando a rola quase toda e socando de volta até o talo, fazendo o corpo dele balançar inteiro no sofá. O suor começou a brotar no meu peitoral e pingar nas costas dele, misturando os nossos cheiros.
Lucas — Isso... mais forte, meu alfa... me quebra no meio com essa rola... o meu cu é teu, Daniel... é todo teu! — ele delirava alto, gemendo rouco, com uma química absurda que ia além da pura sacanagem; ele estava completamente entregue ao meu domínio, apaixonado pelo estrago que eu fazia nele.
Virei o Lucas de costas no sofá, virando o rosto para frente, puxei as pernas dele para cima apoiando no meu ombro, deixando-as dobradas perto do peito dele na posição de frango assado. Olhei para o cu dele, completamente vermelho e dilatado, engolindo e cuspindo a minha rola a cada metida. Puxei o pescoço dele com uma mão e continuei bombando de cima para baixo. As estocadas entravam tão fundo que ele perdia o fôlego, soltando pequenos estalos de ar pela garganta, os olhos virando de tanto prazer.
Eu — Olha pra mim, Lucas! Olha pro macho que tá arrombando esse teu rabo gostoso!
Lucas — Eu tô vendo... caralho... você é o meu macho... fode o seu puto, fode! — ele gritava, batendo uma punheta rápida no próprio pau, que já babava muito pré-gozo na barriga trincada dele.
O tesão chegou no limite máximo, uma sinfonia de palavrões sujos, suor e corpos se chocando com brutalidade. Sentia o cu dele contrair de forma rítmica, me puxando para o ápice. Lucas começou a urrar, o corpo dele todo tremendo em espasmos quando ele disparou jatos grossos de porra que voaram na própria cara e no peitoral dele. Vendo o novinho gozar daquele jeito, eu perdi o controle. Dei três estocadas finais violentas, afundando a pica até o limite do rabo dele, e dei um grito grosso. Jorrei litros de porra quente bem lá no fundo do cu do Lucas, sentindo minha porra inundar o interior dele. Desabei por cima do peito dele, nossos corações batendo forte, sincronizados, no meio daquela imundície de prazer.
Dormimos ali mesmo, colados, com o cheiro de sexo e vinho impregnado na sala.
No dia seguinte, por volta das seis da manhã, acordei em um transe delicioso. Sentia um calor úmido e uma sucção forte na minha virilha. Abri os olhos devagar e vi o Lucas ajoelhado no chão entre as minhas pernas, com a minha rola semi-ereta enfiada até o fundo da boca dele. Ele segurava a base com os dedos e engolia o meu pau com uma vontade absurda, os olhos me encarando por baixo do cabelo bagunçado, fazendo um barulho molhado de garganta profunda.
Eu — Hummm... caralho, Lucas... logo cedo? — arfei, jogando a cabeça para trás, sentindo o meu pau acordar totalmente rígido dentro da boca dele.
Ele continuou chupando com força por alguns minutos, tirando a rola da boca com um estalo e deixando ela brilhando de saliva.
Lucas — Para você começar a sábado de bom humor, diretor — ele sorriu safado, limpando a boca com as costas da mão.
Tomamos um banho juntos, trocamos de roupa e decidimos ir para a agência, já que tínhamos um plantão de final de semana para fechar uma campanha. Entramos no meu carro. O clima entre nós tinha mudado; havia uma cumplicidade quente, um romantismo de sigilo que deixava tudo mais excitante. Porém, quando estávamos a duas quadras da empresa, o Lucas olhou para mim de forma séria.
Lucas — Daniel, para o carro aqui na esquina. Vou descer antes. Não quero os funcionários ou a segurança vendo a gente chegar juntos no seu carro. Vamos manter o sigilo absoluto na empresa.
Eu — Inteligente pro marketing e pro sigilo... gostei — sorri, parando o carro. Ele me deu um selinho rápido, com gosto de hortelã do chiclete, e desceu, caminhando até a agência com aquela bunda de academia chamando atenção na rua.
O dia de trabalho passou voando. No final da tarde, por volta das dezessete horas, os funcionários começaram a ir embora. Eu arrumei as minhas coisas, peguei o elevador e fui direto para o subsolo, onde meu SUV estava estacionado numa vaga isolada, perto da parede dos fundos da garagem escura.
Assim que abri a porta do carro pelo controle, uma sombra se moveu por trás das pilastras de concreto. Era o Lucas. Ele entrou rapidamente pelo banco do passageiro antes que eu pudesse ligar o motor.
Eu — Que porra é essa, Lucas? O que você está fazendo aqui? — perguntei, olhando para os lados da garagem vazia.
Lucas — Eu vi você saindo da sala... sei que a garagem está deserta essa hora. O final de semana começou e eu tô viciado nessa tua rola, Daniel. Não aguento esperar até chegar em casa — ele disse, com a voz carregada de safadeza, já abrindo os botões da própria camisa e puxando o meu rosto para um beijo molhado e urgente dentro do carro.
O perigo de ser pego na garagem da própria empresa triplicou o meu tesão. O modo macho alfa assumiu o controle novamente. Puxei o banco do motorista todo para trás, criando espaço. Mandei o Lucas passar para o meu colo. Ele montou em cima de mim, de frente, com as pernas grossas abertas ao redor da minha cintura, as coxas ralando no console do carro.
Abaixei a calça dele até os joelhos e abri o meu zíper, libertando o pau duro. O Lucas segurou a minha tora com as mãos trêmulas, posicionou no cuzao dele que já estava úmido e sentou de uma vez só.
Lucas — Ahhhhhhh! Caralho, Daniel! Entrou tudo! — ele gemeu alto dentro do carro fechado, os vidros rapidamente começando a embaçar com o calor dos nossos corpos.
Segurei firme na bunda dele com as duas mãos, apertando as nádegas musculosas, e comandei o movimento. Ele começou a quicar no meu colo, subindo e descendo na minha pica, o cu dele engolindo o meu pau até o talo a cada descida. O som do impacto dos nossos quadris no banco de couro do SUV quebrava o silêncio do estacionamento.
Eu — Isso... rebola nessa pica aqui na garagem da empresa, seu puto! Olha o risco dessa porra! Se o segurança passa, ele vê o estagiário sentando no pau do diretor! — xingava baixinho no ouvido dele, mordendo a orelha dele com força.
Lucas — Me fode... Daniel... destrói o meu cu dentro do carro... eu sou o teu puto do marketing... soca essa rola! — ele gemia sem nenhum pudor, jogando a cabeça para trás, batendo com o cabelo no teto do SUV, totalmente entorpecido pela química violenta que existia entre nós.
O espaço apertado do carro deixava o atrito ainda mais bruto. Eu empurrava o quadril para cima enquanto ele jogava o peso dele para baixo, uma foda compacta, rápida e extremamente lasciva. O suor corria pelo meu pescoço. Senti o cu dele apertar num compasso desesperado, entregando que o novinho ia derreter.
Lucas — Vou gozar... Daniel... vou melar o teu carro todo... ahhhh! — Lucas deu um grito abafado, colando a boca na minha para não ecoar na garagem, enquanto descarregava jatos de porra direto no meu painel e no meu peito.
A contração do rabo dele foi o meu fim. Segurei ele com força pela cintura, espremendo ele contra o meu corpo, e dei três bombadas violentas para cima. Urrei grosso dentro do carro, descarregando toda a minha porra acumulada dentro do cu do Lucas. Ficamos os três minutos parados, colados, com os vidros do SUV completamente embaçados pelo vapor do nosso sexo selvagem.
O Lucas deitou a cabeça no meu ombro, a respiração ofegante diminuindo, o suor dos nossos corpos se misturando no banco de couro. Havia uma cumplicidade absurda ali, uma mistura de safadeza pura com um carinho que eu já não conseguia mais negar.