Capítulo 4: O Brinquedo
Depois do que rolou com Carlos na quinta-feira, meu corpo ainda estava em chamas. A porra dele escorrendo da minha buceta, os tapas na bunda, o cuspe no rosto, as palavras “preta vagabunda” martelando na minha cabeça — tudo isso me deixava dividida entre culpa e tesão. Minha buceta ficava melada só de lembrar, e o desejo de mais era mais forte que qualquer arrependimento. Eu amava Rafael, meu marido, vendedor de autopeças no centro de Ribeirão Preto. Ele me chupava com uma habilidade que me fazia gozar tremendo, mas no sexo, faltava a crueza que Felipe me deu na nossa cama, que Marcelo me deu no consultório, que Carlos me deu no carro. Cada traição acendia um fogo que eu não conseguia apagar.
Na sexta-feira, Rafael estava diferente. Ele chegou em casa mais cedo, com um brilho nos olhos que eu não via há tempos. “Tô com uma surpresa, amor,” ele disse, me puxando pra um beijo na sala, a voz cheia de excitação. O beijo dele era quente, com uma urgência que me pegou de surpresa, e eu senti minha buceta pulsar, mesmo com a culpa de Carlos ainda pesando. Ele me levou pro quarto, pegou uma sacola de papel no armário, e jogou um pênis de borracha na cama. Era grande, maior que o pau dele, preto, com veias marcadas, a cabeça grossa brilhando sob a luz fraca do abajur. “Comprei pra apimentar as coisas,” ele disse, com um sorriso meio tímido, meio excitado. “Quero te ver gozar como nunca.”
Eu fiquei sem ar. Rafael nunca tinha sido tão ousado. Minha buceta já estava melada, não só pelo brinquedo, mas pela ideia de ele querer me satisfazer de um jeito novo. “Tá bom, amor,” murmurei, tirando o short e a blusa que usava em casa. Fiquei só com uma calcinha preta de algodão, simples, que abraçava minha bunda. Ele me olhou, os olhos queimando de tesão, e me deitou na cama, as mãos tremendo de excitação.
Rafael começou me beijando, a boca quente descendo pelo meu pescoço, pelos meus peitos. Ele chupou meus mamilos, mordendo de leve, a língua quente traçando círculos, e eu gemi, sentindo minha buceta pulsar, molhando a calcinha. Ele puxou a calcinha pra baixo, jogando-a no canto do quarto, e abriu minhas pernas, expondo minha buceta lisinha, depilada, brilhando de tão melada. Ele caiu de boca, a língua encontrando meu clitóris com aquela habilidade que só ele tinha. Lambeu devagar, sugando os lábios da minha buceta, a barba rala roçando minha pele, e eu gemi alto, as mãos agarrando o lençol. “Porra, Rafael, que delícia,” eu disse, os quadris mexendo contra a boca dele, o prazer subindo como uma onda. Minha buceta pingava, o mel escorrendo pelo cu, molhando o lençol.
Ele pegou o pênis de borracha, lambuzou com lubrificante que tirou da sacola, e começou a esfregar na entrada da minha buceta, ainda chupando meu clitóris. O brinquedo era grande, maior que o pau dele, maior até que o de Felipe, e eu senti ele me abrir quando Rafael empurrou devagar. A cabeça grossa forçou minha buceta, esticando cada centímetro, a dor misturada com prazer me fazendo gemer mais alto. “Tá gostando, amor?” ele perguntou, a voz rouca, os olhos fixos na minha buceta engolindo o brinquedo. “Mete, vai,” eu respondi, ofegante, e ele enfiou mais fundo, o pênis de borracha me preenchendo, a textura das veias roçando minhas paredes. Ele chupava meu clitóris com força, a língua dançando, sugando, enquanto metia o brinquedo com ritmo, cada movimento me levando mais perto do abismo.
Eu gozei rápido, o corpo tremendo, a buceta apertando o brinquedo, o lençol encharcado debaixo de mim. “Caralho, Rafael,” eu gritei, as unhas cravadas no colchão, as pernas tremendo. Ele não parou, a língua ainda lambendo, o brinquedo metendo fundo, esticando minha buceta, o lubrificante mist personally, com o meu mel. Eu gemi mais alto, o prazer me rasgando, e gozei de novo, o corpo convulsionando, a buceta pulsando tão forte que quase empurrei o brinquedo pra fora. Rafael riu, um riso excitado, e tirou o brinquedo devagar, a buceta melada brilhando sob a luz do abajur.
Mas eu queria mais. Queria a crueza que Felipe, Marcelo e Carlos me deram. Queria sentir a humilhação, o tesão bruto que me fazia viva. “Bate em mim,” eu disse, ofegante, olhando nos olhos dele. Rafael hesitou, o pênis de borracha na mão, a boca brilhando com meu mel. “O quê?” ele perguntou, confuso. “Bate na minha cara, Rafael. Me chama de preta vagabunda, de puta safada,” eu mandei, a voz firme, a buceta pulsando só de falar. Ele arregalou os olhos, mas o pau dele, duro dentro da calça, mostrava que ele estava gostando. Ele deu um tapa leve na minha bochecha, o som ecoando no quarto. “Mais forte,” eu disse, e ele obedeceu, o tapa estalando, a ardência me fazendo gemer. “Preta vagabunda,” ele disse, meio tímido, mas o tesão na voz dele era claro.
Ele me virou de quatro, a bunda empinada, os cachos caindo pelo rosto. Deu um tapa forte na minha bunda, a pele ardendo, a buceta pingando. “Puta safada,” ele disse, mais confiante, e eu gemi, “Isso, amor, me fode.” Ele tirou a calça, o pau duro, menor que o brinquedo, mas firme, e enfiou na minha buceta, metendo com uma força que eu não conhecia nele. Cada estocada fazia meus peitos balançarem, a bunda tremendo a cada tapa que ele dava. “Toma, sua puta,” ele grunhou, e eu gemi mais alto, o prazer me dominando. Então, ele pegou o pênis de borracha, lambuzou com mais lubrificante, e começou a forçar contra minha buceta, junto com o pau dele.
A dupla penetração vaginal me pegou desprevenida. O brinquedo, grande e grosso, esticava minha buceta ao lado do pau dele, a dor e o prazer se misturando numa onda que me fez gritar. “Caralho, Rafael, isso,” eu disse, empinando mais a bunda, sentindo minha buceta se abrir, o lubrificante facilitando, mas o estiramento era intenso. Ele metia os dois, o pau dele quente e pulsante, o brinquedo frio e rígido, cada movimento me preenchendo até o limite. Os tapas na bunda vinham em sequência, cada um mais forte, a pele ardendo, o som ecoando no quarto. “Preta vagabunda, gosta de pau, né?” ele disse, a voz rouca, e eu gemi, “Sim, amor, mete fundo.” Minha buceta melada facilitava, mas a pressão era quase insuportável, o prazer me rasgando por dentro.
Eu gozei de novo, a buceta apertando o pau dele e o brinquedo, o corpo tremendo, as pernas quase cedendo. “Puta safada, goza pra mim,” ele mandou, dando outro tapa na bunda, a ardência me levando a outro orgasmo, o grito preso na garganta. Ele metia com força, o brinquedo e o pau dele me fodendo juntos, o som molhado dos nossos corpos misturado com o rangido do ventilador de teto. Eu sentia cada centímetro, a buceta esticada, o prazer e a dor se confundindo. “Toma, sua vagabunda,” ele disse, batendo na minha bunda de novo, e eu gozei mais uma vez, o corpo desabando no colchão, a buceta pulsando, o lençol encharcado debaixo de mim.
Rafael gozou logo depois, a porra quente enchendo minha buceta, misturada com o lubrificante do brinquedo. Ele caiu ao meu lado, ofegante, o pênis de borracha jogado no canto da cama, brilhando com meu mel. “Te amo,” ele murmurou, me puxando pra um beijo, o rosto suado, o sorriso de volta. Eu sorri, mas flashes de Felipe, Marcelo e Carlos passavam pela minha cabeça. A culpa veio, como sempre, mas o tesão ainda pulsava, minha buceta melada, a bunda ardendo dos tapas. Eu amava Rafael, mas o que ele fez, mesmo tão intenso, não era o mesmo que eu sentia com os outros. Era diferente, mais seguro, mais amoroso, mas menos bruto.
Na manhã seguinte, Rafael saiu pro trabalho assobiando, como se tivesse reconquistado algo. Eu fui pra clínica, a mente dividida. O pênis de borracha tinha sido uma surpresa, e Rafael me chamar de “preta vagabunda” e “puta safada” mexeu comigo de um jeito que eu não esperava. Mas, no fundo, eu sabia que ele não era Felipe, nem Marcelo, nem Carlos. Eles me davam algo que Rafael, mesmo tentando, não alcançava. Minha buceta ainda pulsava, a bunda dolorida, e eu sabia que aquele fogo dentro de mim não ia apagar. Não enquanto eu quisesse mais.
