As semanas que se seguiram foram um exercício de sobrevivência e silêncio. Samantha parecia ter adotado uma calma estratégica, mas o jogo não tinha parado; ele apenas mudara de tom. Quando visitava minha mãe, ela mantinha o papel de irmã dedicada, mas sempre dava um jeito de deixar o olhar descer, demorando-se no volume da minha calça com uma fome silenciosa enquanto mordia o lábio. Ela estava contida, mas o desejo entre nós era uma força invisível que pairava no ar, esperando o próximo estouro.
Tudo mudou em uma noite de silêncio pesado. Minha mãe estava no banho, e o som da água batendo no azulejo era o único ritmo da casa. Movido por uma fome preguiçosa, peguei o celular dela para pedir um lanche. Foi um impulso banal, mas o destino tinha outros planos. No topo das notificações, uma mensagem de "B. Irmã" brilhava na tela bloqueada.
O coração deu um solavanco. Por que o Bruno estaria mandando algo para minha mãe àquela hora? A curiosidade, esse veneno lento, falou mais alto. Eu sabia a senha dela. Abri a conversa. Havia um vídeo. A miniatura era escura, mas o suficiente para me fazer travar.
Dei play.
O som dos gemidos da minha mãe preencheu o quarto, abafado apenas pela ducha ao fundo. Eu não podia acreditar. Ali, na tela, estava Michele — o porto seguro, a mulher que me criou sozinha — de quatro na cama de um motel barato. Ela estava entregue, com as costas suadas brilhando sob a luz neon, os dedos cravados nos lençóis.
E atrás dela, ditando um ritmo bruto, estava o Bruno.
Aos 46 anos, o porte dele era intimidante. Ele era o típico homem de estrutura larga, com os ombros e braços grossos de quem passou a vida pegando peso, mas com aquela barriga sólida de quem não dispensa a cerveja. Ele era pesado, maciço, e usava todo esse peso contra ela. A cada estocada, o impacto era seco, visceral. O contraste era uma agressão aos meus sentidos: as mãos enormes do Bruno apertando a cintura dela, os dedos dele afundando na carne, deixando marcas que ela esconderia sob as roupas no dia seguinte.
Senti uma onda de calor me atingir. Era uma mistura tóxica de fúria e uma excitação que eu tentei, em vão, sufocar. Michele e Samantha tinham curvas parecidas, mas ali o detalhe era cruel: minha mãe tinha a bunda menos farta que a da irmã, mas os peitos eram maiores, pesados, balançando violentamente com o impacto de cada golpe do Bruno. A hipocrisia era escancarada. Ele deixava a própria mulher em casa para se esconder com a cunhada.
Com as mãos trêmulas e o sangue latejando na cabeça, encaminhei o vídeo para mim e apaguei o registro no dela. Corri para o meu quarto e tranquei a porta.
Eu precisava ver de novo. Não pela raiva, mas pela compulsão. Coloquei os fones de ouvido e o mundo lá fora desapareceu. No vídeo, o Bruno puxava o cabelo dela para trás, forçando-a a olhar para a câmera enquanto ele a preenchia. Os gemidos dela não eram de dor; era uma entrega absoluta àquela força bruta que o tio exercia.
Minha mão desceu para o meu short quase por instinto. A tensão era insuportável. Eu estava assistindo à ruína da minha família e, ao mesmo tempo, meu corpo reagia ao proibido, à quebra total de respeito de ver a minha mãe sendo devastada pelo homem que eu deveria considerar um tio.
Comecei a me tocar com uma urgência agressiva. Cada estocada que o Bruno dava na tela, eu replicava no ritmo da minha mão. Eu imaginava o cheiro daquele quarto, o calor da pele suada deles, a traição sendo consumada em cada cena. Eu não era mais apenas o filho; eu era o espectador de um segredo sujo.
A imagem da Samantha ajoelhada no meu banheiro dias antes se fundiu à imagem da minha mãe sendo tomada pelo marido dela. O prazer veio como uma explosão, um orgasmo amargo que me deixou exausto e com um peso na consciência por alguns segundos. Mas o sentimento logo foi substituído por um frio calculista.
Limpei-me e encarei o celular. O poder tinha mudado de mãos. Eu agora era o dono da bomba que poderia implodir tudo.
Movido por um impulso vingativo, abri a conversa com a Samantha. Anexei o arquivo. O progresso do envio parecia durar uma eternidade, como se o tempo tivesse parado enquanto o vídeo carregava.
Enviar.
O sinal de recebido apareceu. Agora, não havia mais volta. O garoto ingênuo tinha morrido; o que sobrou foi alguém que aprendeu que, naquela família, a única regra era não ser pego. E o Bruno tinha acabado de ser pego por mim.
"Uau, eu estou chocada", Samantha respondeu no visor do celular. A mensagem parecia vibrar na minha mão. "Vem aqui em casa amanhã para a gente conversar".
Confirmei com um toque seco e voltei para a sala. Eu precisava ser um ator. Precisava que o cheiro de suor e o gosto de traição que ainda sentia na garganta fossem sufocados pela normalidade.
— Mica, eu ainda não fiz nada para a gente comer. Fiquei tão focada lavando o cabelo que perdi a hora — minha mãe falou, surgindo no corredor com os fios úmidos e um sorriso leve.
— Tudo bem, mãe. Vou pedir um lanche para a gente — respondi, mas meus olhos agora eram câmeras. Eu a analisava por um ângulo que nunca deveria ter existido.
— É por isso que eu te amo, filho — ela disse, aproximando-se para um abraço.
A sensação daqueles peitos macios se pressionando contra meu peito, a mesma silhueta que eu acabara de ver sendo devastada pelo meu tio na tela do celular, me causou um curto-circuito de sensações. Era um misto de nojo e uma curiosidade doentia: como aquela mulher, com rosto de porto seguro, conseguia esconder uma face tão entregue e visceral?
Passei a noite em um silêncio cortante, observando Michele. O rosto angelical dela agora parecia uma máscara que se opunha à face diabólica da irmã. No dia seguinte, fui à casa da minha tia no primeiro horário. O silêncio no portão indicava que eu estava seguro; Bruno provavelmente estava no trabalho e Sofia na faculdade.
— Veio cedo. Gosto de quem tem pressa — Samantha me recebeu. O vestido amarelo era simples, mas o modo como ela se encostava no batente dizia que o convite não era para um café.
Entrei sem pedir licença. O ambiente já me era familiar, mas o peso era outro. Sentei no sofá e fui direto ao ponto, tentando manter a autoridade que o vídeo me dava.
— Você viu o que eu te mandei?
— Este vídeo? — Ela tirou o celular do bolso com um sorriso cínico e deu play. O som dos gemidos de Michele ecoou na sala, o mesmo som que me assombrou a noite toda.
— Como você pode achar graça nisso? — disparei, irritado. — O Bruno está te traindo com a própria irmã, Samantha. No seu nariz.
— É o que parece. Assim como eu traí ele com o sobrinho amado — ela rebateu, com uma calma que me desarmou.
— Mas você só veio atrás de mim porque ele não te dava atenção! — Falei, sentindo o sangue subir.
— Pode ser. Ou talvez eu só tenha ficado com tesão ao ver que você parou de ser um menino e virou esse homem incrível.
As palavras morreram na minha boca. Tentei recuperar o fôlego, mas o nervosismo ainda me vencia.
— Isso não te deixa com raiva? A traição dele?
— Nem um pouco. Além do mais, você tem que admitir... o Bruno está muito gostoso nesse vídeo — ela começou a deslizar a mão por cima da calcinha, os olhos fixos nos meus.
— Mas é a minha mãe!
— Eu sei. É o que dá mais tesão — o barulho úmido dos dedos dela se perdendo entre as pernas por baixo do vestido cortou o silêncio da sala. — Quem diria que, com aquela pose de santa, ela é uma cadela tão submissa nas mãos dele?
— Samantha, para. É da minha mãe que você está falando — falei, negando-me a aceitar a frieza dela, embora meu próprio corpo estivesse reagindo ao cenário.
— Ownt... isso é ciúme da mamãe? — Ela se aproximou, o hálito quente de quem já estava em transe. — Mica, entenda: todo mundo saiu ganhando. O Bruno está realizando o fetiche dele; sua mãe parece mais satisfeita do que nunca; eu ganhei você, que além de transar bem, resolve meus problemas... e você tem a titia aqui para usar quando quiser.
Ela parou a centímetros do meu rosto, a voz descendo uma oitava.
— Ou o problema é que você queria estar no lugar do Bruno naquele vídeo?
Tentei dizer que não, mas a mentira entalou. A inveja da força bruta do meu tio, de como ele dominava aquela mulher que eu sempre achei intocável, era um segredo que Samantha acabara de desenterrar.
— Eu posso satisfazer essa vontade. Nós somos iguais, Micael — ela se ajoelhou lentamente entre minhas pernas, o olhar predatório. — A mamãe pode cuidar de você... — Ela finalizou imitando o tom de voz doce e protetor de Michele, um sussurro que me fez perder o chão.
O choque daquela imitação percorreu minha espinha como um calafrio. A moralidade, a família e a culpa foram soterradas por um desejo sombrio de aceitar o caos. Se todos naquela casa eram atores, eu seria o protagonista.
Segurei os ombros de Samantha com força, sentindo a pele macia sob meus dedos. Levantei-a do chão em um movimento bruto, carregando-a no colo.
— Uau, que forte! — ela riu, mas logo voltou ao sussurro de Michele: — Isso tudo é para a mamãe?
— Talvez. Mas hoje quem manda aqui sou eu — respondi com a voz rouca, chutando a porta do quarto dela.
Joguei-a na cama sem cerimônia. Samantha se entregou ao movimento, livrando-se do vestido amarelo com uma agilidade que revelava sua fome. Ela ficou ali, deitada com as pernas abertas, oferecendo-me o acesso total ao que o Bruno não sabia mais valorizar.
Coloquei meu membro pra fora, subi por cima dela e pela primeira vez encarava minha tia no olho sem ter vergonha, fui encaixando meu pau naquela fenda úmida e quente, enquanto Samantha mordia os lábios com força
- É tão grande e grosso, não consigo me acostumar com isso - Samantha falava me arranhando nas costas e puxando mais pra dentro dela
Era icônico uma mulher experiente me dizer que não aguentava meu membro, mas eu não me importava decidi que queria usar ela como eu quiser, começava a estocar com velocidade sem me importar se Samantha aguentava ou não, ela apenas gemia desesperadamente se segurando na cama
-Me fode Mica! - ela imitava Michele no meio dos gemidos - Fode a mamãe!
Por instinto e também por ver em alguns pornôs, dei um tapa na cara de Samantha que fez ela virar o rosto, mas não reclamava, me olhando com um sorriso genuíno
- Para de imitar minha mãe, eu tô fodendo você sua puta, eu não quero saber daquela cachorra agora - falei grave sem me importar se a cachorra da situação era minha mãe
Tirei meu pau de dentro de Samantha, agarrei pelo braço, virei ela de costas, bati na bunda dela e ordenei - Fica de quatro
Samantha apenas obedeceu, me olhando por trás com um sorriso, a mesma tia que não calava a boca e sempre causava confusão, agora não passava de uma cadela mansa
Coloquei de novo meu membro e Samantha suspirava de prazer, estocando sem parar, cada vez com mais força, Samantha não aguentava jogando a cabeça no travesseiro e a bunda cada vez mais alto, segurei os braços dela pra trás e estocava cada vez mais forte
- Aí caralho, Micael isso tá muito gostoso - ela gemia alto sem se importar com barulho
- Você é uma cachorra mesmo - dei um tapa na bunda - As duas irmãs não passam de putas depravadas
- Isso Micael, eu e sua mãe somos duas putas, me castiga - ela falava mordendo o travesseiro
- Talvez eu castigue até Michele mais tarde, ou quem sabe Sofia? Aposto que a sua filha vai ser uma putinha também
- Só não esquece de mim - Ela alisava o clitóris - Me deu vontade de gozar imaginando você fodendo todo mundo
- Então goza que eu já vou jogar tudo dentro de você - puxei o cabelo de Samantha forçando a cabeça dela pra trás, exatamente como Bruno fez no vídeo
Gozamos juntos, meu pau latejando dentro dela expelindo cada vez mais esperma e a buceta de Samantha dando espasmos me apertando pra me manter dentro, deitamos um do lado do outro apenas respirando forte, Samantha com a buceta babando meu esperma e eu com o pai semi flácido
- Você é um animal na cama quando não se segura - Samantha fazia um carinho no meu rosto
- E a partir de hoje eu não me seguro mais, já que posso usar minha tia como eu quiser - apertava a bunda dela
Ficamos alí um tempo até eu levantar e começar a me arrumar pra voltar pra casa
- Tchau Micael, se algo quebrar aqui em casa eu lhe chamo - Samantha voltava a ser minha tia cínica
- Vou vim só por que a gorjeta depois vai ser boa - respondi no mesmo tom, jogando agora o mesmo jogo que ela
Depois de ir embora na entrada de casa eu vejo minha mãe saindo do carro de Bruno ajeitando os cachos
- Oi filho, o Bruno me encontrou voltando pra casa e me deu uma carona - ela falava de maneira limpa
Eu já sabia o que podia ter acontecido e não me importava, naquela família todos só queriam se satisfazer, e eu estava começando a gostar da ideia
- Tudo bem mãe, eu estava lá na casa dele inclusive recebendo ajuda da tia Samantha
Entrando em casa, cada um foi para um canto, ainda respeitava minha mãe, mesmo achando ela uma puta, mas não queria quebrar o laço de mãe e filho, por isso fui para o quarto, abri o celular vendo a notificação da minha tia com uma foto dela abrindo a buceta com dois dedos em direção a câmera
"Espero sua visita da próxima vez"
Joguei o celular de lado. A foto da Samantha aberta para mim era o troféu de um dia onde as máscaras caíram. Eu não era mais o sobrinho que consertava chuveiros; eu era o homem que agora sabia o preço do silêncio de cada mulher daquela casa.
O Bruno achava que estava escondido, mas eu tinha o vídeo dele devastando minha mãe. A Samantha achava que me usava, mas agora ela implorava pelo meu toque. E a Michele... bem, a "santa" da casa agora era apenas mais uma peça no meu tabuleiro de desejos.
Se você acha que a podridão da minha família para por aqui, está muito enganado. O sangue que corre nas veias das irmãs também corre nas da minha prima. Se a mãe e a tia são putas depravadas entre quatro paredes, a Sofia não seria a exceção, inclusive o relato já está no meu perfil
