OS DESEJOS DA ESCRAVA ISAURA - Parte 7

Um conto erótico de darkfic69
Categoria: Heterossexual
Contém 663 palavras
Data: 24/05/2026 00:59:45

No dia seguinte, Isaura trabalhou na fazenda junto aos escravos no campo, sob o sol quente que castigava sua cabeça. Não satisfeito, Leôncio ordenou que a escrava branca capinasse as fileiras de café e cortasse lenha grossa. As mãos finas rasgaram-se na terra fétida; mal tinha força para erguer direito uma enxada. Depois, Leôncio mandou que Isaura levasse as lenhas para a casa. Foram colocadas enormes toras sobre seus ombros, e ela mal conseguia caminhar direito por causa do peso. Toda vez que caía no chão, levantava-se novamente e tornava a erguer as pesadas madeiras. As lascas cortavam sua pele, e suas mãos sangravam pelas bolhas rompidas. O suor misturava-se às lágrimas.

— Vamos, escrava! Não tenho o dia todo. Quer levar chicotada para aprender a ser mais rápida? — ameaçou Leôncio, com o chicote em punho.

Seu Chico, vendo que nada mudaria aquela situação, tentou amenizá-la.

— Senhorzinho, veja essa escrava. Mal tem força para ficar em pé, imagine carregar essas madeiras pesadas.

Leôncio se divertia vendo Isaura ser humilhada. Depois, ordenou que a escrava branca seguisse até a lavoura de café, colhendo os grãos sob o sol escaldante do meio-dia.

Isaura trabalhou o dia todo, tendo apenas algumas horas de descanso durante a noite, quando voltou para sua cela suja.

***

Durante a madrugada, surgiu Belchior trazendo comida e água escondido.

— Minha florzinha linda, eu vi o jeito que o demônio do Leôncio a tratou o dia todo. Minha vontade era matar aquele desgraçado... Mas não se preocupe, eu trouxe água e comida.

Antes que Isaura pegasse, ele afastou a água e a comida.

— Espere, lembra do nosso acordo, não é? Um ajuda o outro. Antes, quero algo em troca.

— Por favor, Belchior, não quero chupar o seu pau. Tudo, menos isso.

— Não é isso. Eu quero outra coisa... Quero tocar em seus seios...

— Meus seios?

— Sim. Eu nunca toquei nos peitinhos de uma mulher. Quero sentir seus seios na palma da minha mão... Não quero morrer sem tocar nos seios de uma mulher.

Isaura ficou aliviada por não ser um boquete. Não queria vomitar de nojo ao sentir aquele negócio sujo e fedido de novo na boca. Os seios pareciam algo menos pior.

Isaura pôs-se de pé e aproximou-se da cela. Puxou um pouco o vestido, mostrando o enorme decote. Quando Belchior viu aquilo, assustou-se.

— Nossa, Isaura... Eu nunca pensei que seus seios fossem tão grandes.

— Vai logo, Belchior... — disse ela, fechando os olhos.

Belchior não esperou. Avançou com as mãos abertas e enfiou os dedos de uma vez do decote de Isaura. Ele afundou as mãos grossas na pele macia, apertando os seios grandes, moles e quentes com uma violência desmedida. Seus dedos se cravaram na pele, apalpando com força.

— Cacete... — arquejou ele, a boca aberta babando de desejos, os olhos fixos nos peitos sendo espremidos entre seus dedos. — Então é essa a sensação de agarrar num peitinho...

Isaura soltou um grito sufocado de dor. O aperto era tão violento que parecia que ele ia arrancar os seus seios fora. Sentindo a humilhação e o cansaço daquela agressão, ela usou as duas mãos para empurrar os braços dele e puxou o pano do vestido para cima num arranco, escondendo os decotes já marcados de vermelho pela força das mãos dele.

— Ponto, fiz o que pediu. Você já tocou nos meus seios...

Belchior deu um passo para trás, grogue, olhando para as palmas das próprias mãos.

— Verdade, eu toquei em seus seios... Eu nunca mais irei lavar a mão.

Na verdade, Belchior nunca lavara as mãos desde que se entendia por gente. Agora, tinha mais um motivo para não lavá-las.

— Tome, Isaura. Beba e coma. Deve estar exausta do intenso trabalho... Mas veja pelo lado bom: daqui a alguns dias, sinhá Malvina irá voltar para a fazenda, e esses seus momentos de sofrimento vão acabar.

Isaura, sentada, devorava aquele pedaço de pão e matava a sede com água. Olhou para Belchior com certa esperança nos olhos.

— Deus te ouça, Belchior... Deus te ouça...

continua...

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