Embebedando o amigo pra sentar na sua rola

Um conto erótico de Thiago P.
Categoria: Gay
Contém 1946 palavras
Data: 23/05/2026 15:19:37

A festa estava rolando solta, som estralando no talo e o jogo de luzes piscando na cara de todo mundo. Pablo e Gian, amigia de infância, estavam encostados no canto do sofá, já virando o quarto copo de whisky puro. Gian não conseguia desviar o olhar do amigo — o cara era alto, forte de praticar esporte, barba feita na régua e aquele sorrisinho de canto de boca que sempre deixava Gian maluco. Os dois tinham 25 anos, cresceram juntos e já tinham dividido muita loucura por aí, até uma mina uma vez, mas um nunca tinha encostado no outro. Só que a visão do pau de Pablo nunca tinha saído da cabeça de Gian: 21 centímetros de puro músculo, grosso pra caralho e com a cabeça vermelha gigante.

​— Cara, você tá bebendo demais hoje — soltou Pablo, rindo e dando uma ombrada de leve em Gian.

​— Tô comemorando, porra. Finalmente entreguei aquele projeto de merda no trampo. Bora mais uma? — Gian respondeu, já se levantando meio trôpego para buscar o refil.

​No balcão improvisado, Gian deu aquele confere rápido ao redor. Ninguém olhando. Tirou do bolso da calça um comprimido de Viagra e um sonífero leve que tinha descolado com uns colegas. Esmagou os dois com o dedão na tábua até virar puro pó e jogou tudo no copo do Pablo, mexendo com o dedo mesmo até sumir no líquido. Completou com mais whisky e um chorinho de energético para mascarar o amargor do remédio.

​Voltou com o sorriso cínico no rosto e estendeu o copo.

​— Saúde, irmão. Essa é na sua intenção.

​Pablo pegou sem desconfiar de porra nenhuma, bateu o copo no dele e virou tudo de uma lapada só, estalando a língua no final.

​— Caralho, essa veio forte, hein?

​— Pra bater no peito de verdade — Gian mandou, com um sorriso cúmplice.

​Ficaram ali papeando, rindo de histórias antigas, lembrando das noitadas de putaria e das viagens. Uns vinte minutos depois, o efeito começou a cobrar o preço. A fala do Pablo foi arrastando, os olhos pesaram e o corpo dele desabou largado contra o estofado do sofá.

​— Tô meio zonzo, mano… puta que pariu… — murmurou, com a voz pastosa.

​— Vamos vazar então. Eu te levo. Tu vai apagar lá em casa hoje.

​Pablo só balançou a cabeça, já totalmente grogue. Gian pegou o amigo pelo braço, jogou o peso dele no ombro e, sofrendo, botou o cara no banco do carona. Dirigiu até seu apartamento com o coração saindo pela boca, o pau já querendo acordar só na expectativa. Passar a noite fingindo encher a cara foi foda.

​Chegando lá, Gian praticamente arrastou o corpo mole do Pablo até o quarto. Arrancou a camisa e a calça jeans dele, deixando o cara jogado só de cueca boxer preta. Deitou o amigo na cama king size e ficou ali, estático, hipnotizado por aquele corpo grande e musculoso relaxado na sua frente.

​Sentou na poltrona do canto e esperou. Ficou vigiando a respiração pesada do Pablo por quase quarenta minutos. O sonífero era suave, Gian sabia que se chacoalhasse com força o cara acordava, então precisava ter certeza de que o apagão era profundo.

​Quando o relógio marcou o tempo, Gian se aproximou da cama. O seu próprio pau já estava rasgando o zíper da calça só de ver o amigo ali, completamente indefeso.

​Primeiro, passou a palma da mão devagar pelo peito cabeludo e definido do Pablo, sentindo o calor da pele, descendo pelos gomos da barriga até o elástico da cueca. Nenhum espasmo. Ganhando confiança, enfiou a mão por dentro do tecido e envolveu a carne grossa do amigo, que ainda repousava mole. Começou a dar uma masturbada rápida, apertando a base com força e puxando para cima. O efeito do Viagra foi instantâneo: o membro respondeu num estalo, inchando, as veias saltando para fora e a cabeça abrindo, latejando de tão dura na mão de Gian.

​Gian deu um sorriso de canto. Puxou a boxer preta para baixo de uma vez, libertando aquele monstro totalmente ereto. Abaixou o rosto e passou a língua nela inteira, da base até o topo da glande, aspirando aquele cheiro forte de homem. Abriu a boca e engoliu o máximo que pôde, sufocando com o pau grosso para dentro da garganta, sentindo a ponta bater no fundo, dando ânsia enquanto sugava com vontade.

​Pablo soltou um gemido abafado, um ronco rouco entre os dentes, Gian parou por um tempo, mecheu no braço do amigo mas ele continuou apagado.

Mesmo com o coração a mil, voltou a chupar.

​Gian passou minutos naquela obsessão, babando a peça toda, limpando as bolas pesadas com a língua. A fissura era tanta que ele subiu na cama, arrancou a própria roupa e montou por cima das pernas do amigo. Cuspiu um bocado de saliva na palma da mão, besuntou o próprio rabo e besuntou a cabeça do pau do Pablo, preparando o terreno.

​Posicionou o buraco bem em cima da cabeça do pau. Gian mordeu o lábio inferior com força e foi descendo o peso do corpo milímetro por milímetro. A espessura do amigo parecia que ia rasgar tudo. Ele soltou um gritinho abafado de dor misturado com tesão quando o rabo engoliu a peça até a base, sentindo as paredes internas espremidas ao limite.

​Começou a quicar. Um movimento ritmado, rebolando o quadril, sentindo cada veia pulsação do Pablo rasgando por dentro. O prazer era violento, pornográfico. Ele socou mais rápido, apoiando as duas mãos no peito largo do amigo, enquanto a sua bunda batia contra as coxas grossas do Pablo, fazendo aquele estalo molhado ecoar pelo quarto abafado.

​No meio daquela loucura, Pablo começou a voltar do apagão. A cabeça parecia uma bigorna e a boca estava seca como gesso. Na sua mente borrada, a última imagem era de estar virando copos com o parceiro na festa. Mas o corpo recebeu o choque da realidade antes da mente: um calor absurdo, apertado e úmido subindo e descendo pelo seu membro, um peso bruto cavalgando em cima do seu colo e o som de pele batendo com força contra pele.

​Abriu uma fresta dos olhos. A luz fraca do abajur dava o contorno exato do amigo.

​Gian estava ali, pelado, montado como uma puta no seu pau, sentando com vontade. O buraco apertado do amigo engolia a sua rola toda, descendo até o talo com gemidos sofridos, e depois subindo para rebolar bem na ponta antes de cravar de novo. O rosto do Gian estava transformado, vermelho, suado, focado puramente em se arrombar naquela pica.

​Em dois segundos, Pablo matou a charada. O cansaço bizarro, o gosto esquisito da última dose... Gian tinha armado aquela porra toda. Tinha virado alguma parada no copo dele, porque seu pau estava esticado no limite, latejando mais do que nunca, mesmo com o teor alcoólico no sangue.

​A reação normal seria o ódio, o esporro, empurrar o cara da cama. Mandar o outro se fuder, a porra do viado.

​Só que a sensação era gostosa demais. O rabo do Gian era um estrangulamento quente, uma sucção faminta. O cara quicava com uma malícia que fazia a cabeça do pau do Pablo babar sem parar. Os sussurros sacanas que Gian soltava eram um combustível absurdo.

​Em vez de quebrar o clima, Pablo tomou sua decisão: relaxou o corpo, manteve os olhos fechados e continuou fingindo que estava dormindo pesado, respirando ritmamente para sustentar o teatro.

​Percebendo que o amigo não esboçava reação, Gian perdeu o pudor e o senso de perigo. Começou a sentar com violência, socando o rabo na pica com velocidade, as unhas cravadas no peito de Pablo e a bunda estalando sem dó nas coxas dele.

Já estava se lixando do amigo acordar, ia sentir aquele cacete até o fim.

​— Caralho… que pica monstruosa… — Gian gemia baixinho, quase sem ar, entregue ao transe. — Muito grossa… tá me rasgando todo… puta que pariu…

​Pablo precisou morder a língua para não entregar o jogo. O aperto interno do amigo fazia uma massagem milimétrica na sua rocha. Ele segurou o rojão o quanto pôde, sustentando a farsa da inconsciência, até que o tesão acumulado explodiu na base do estômago.

​Com um rosnado grosso, simulando um espasmo de sono profundo, Pablo descarregou. Forte pra caralho. Jatos quentes e espessos de porra inundaram o fundo do rabo do Gian. O impacto foi tão violento que Gian paralisou, o corpo todo entrou em convulsão e ele gozou junto, sem nem botar a mão no próprio pau, com o buraco contraindo que nem uma prensa em volta da pica do Pablo enquanto recebia aquela enxurrada.

​Gian ficou imóvel por alguns instantes, esparramado por cima do peito do amigo, arfando como um animal, sentindo o membro do Pablo pulsar lá dentro do seu cu. Depois, com cuidado para não quebrar o "sono" do outro, foi subindo devagar, o buraco piscando e melado, deixando um rastro de porra escorrer pelas pernas.

​Ele desceu o corpo até o vão das pernas do Pablo e começou a fazer a limpa com a boca. Abocanhou o pau que começava a murchar e começou a sugar com vontade, passando a língua nas bolas, recolhendo cada gota de esperma que tinha vazado.

​Era a deixa que Pablo queria para virar o jogo e cobrar o preço da dissimulação.

​Enquanto Gian estava focado ali, trabalhando na cabeça do pau com a pica meio mole na boca, Pablo destravou a bexiga. Fez um pouco de força e soltou...

​Um jato de mijo fervendo, grosso, mirado direto na garganta do amigo.

​Os olhos de Gian quase pularam para fora das órbitas com o susto, o corpo inteiro travou na hora. Ele tentou puxar a cabeça para trás no desespero, mas Pablo — mantendo a pose de quem estava dormindo pesado — jogou aquela mão enorme e pesada direto na nuca de Gian, travando o pescoço do cara no lugar, como se fosse só um movimento bruto de quem está virando para o lado no sono.

​— Hnnngh!! Mmmgh!! — Gian soltou um ganido sufocado, o pânico tomando conta enquanto o mijo quente inundava a sua boca e subia pelo nariz.

​A mente do cara virou um inferno: se ele tentasse cuspir, fizesse escândalo ou vomitasse ali, o Pablo "acordaria" e pegaria ele no flagra do estupro. A humilhação de ser descoberto era pior. Então, com as lágrimas escorrendo pelo rosto inflamado de vergonha, Gian começou a engolir. Goles pesados, rápidos, quase sufocando e engasgando, tentando dar vazão ao cano de mijo que Pablo despejava sem trégua.

​Pablo abriu só uma linha dos olhos, o suficiente para saborear a cena: o amigo de infância de joelhos, engolindo a seu mijo quente no puro desespero, o queixo ensopado, um fio do líquido escorrendo pelo pescoço e batendo no peito suado, a garganta trabalhando sem parar no compasso dos goles.

​Sustentou a mijada por quase um minuto inteiro, lavando a boca do Gian por dentro e forçando o cara a engolir tudo até a última gota, como um bicho adestrado.

​Quando a bexiga esvaziou por completo, Pablo tirou a mão pesada da nuca dele, soltou um suspiro longo de "sono profundo" e virou de lado na cama, fingindo ainda estar no apagão total.

​Gian desabou de joelhos no chão ao lado da cama, tossindo abafado, o gosto ácido e amargo impregnado na boca inteira, enquanto o rabo continuava melado de porra. Limpou a boca com as costas da mão, encarando a silhueta do Pablo no escuro com um misto de pavor, submissão e um tesão que ele mal conseguia processar.

​Por dentro, Pablo ria da humilhação do amigo.

​E já estava arquitetando mentalmente a próxima vez, mas com o amigo bem acordado para sentir o estrago de verdade.

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