Eu me chamo Rafael, tenho vinte e dois anos e sou estudante de Agronomia. Sou alto, 1,87 m de altura, moreno claro, cabelos pretos e olhos castanhos. Também sou faixa preta de Judô e já ganhei várias medalhas em competições de bom nível.
Sou filho de mãe solteira, ela era muito jovem quando nasci. Ela tem trinta e nove anos é linda, vaidosa, se veste muito bem e usa perfumes importados, tem um corpo tão perfeito que ninguém acredita na idade que ela tem. Até meus amigos a olham com desejos e sei que por trás todos falam dela, do quanto Ana Paula é gostosa.
Desde que entrei para a faculdade venho pouco para casa, estudo em outro estado, mas quase todos os dias converso com minha mãe via celular.
Para comemorar seu aniversário de trinta e nove anos ela convidou muitos amigos para nossa casa e eu viajei para parabenizá-la pessoalmente. Na noite da festa o quintal estava repleto de pessoas bem vestidas, pessoas do círculo dela. Ana Paula estava radiante, feliz e linda como sempre, estava sempre sorrindo. Bem diferente da diretora executiva que vivia atolada em trabalho com semblante sério. Eu a olhava entre os convidados e me sentia orgulhoso dela, afinal ela conseguiu crescer na carreira e hoje usufrui de todo o esforço que fez na vida.
Teve um momento durante a festa que eu estava num canto mais afastado quando ela se aproximou de mim sorrindo, então me abraçou, foi um abraço tão apertado que senti seu corpo quente colado ao meu, senti algo diferente e em instantes meu pau ficou duro formando um grande volume, eu fiquei envergonhado, mas ela continuou grudada em mim e de repente ela me apertou mais, me puxando contra si, comprimindo meu pau contra seu corpo. Então ela se afastou um pouco, olhou para o meu pau duro dentro da calça, olhou nos meus olhos, sorriu e voltou a seus convidados. Eu sentia um calor que me invadia, eu estava pegando fogo, então senti a minha cueca melada. Ela desfilava entre os convidados e eu a olhava agora com outros olhos, eu a desejava e a partir dali eu só pensava naquela mulher nua, não era minha mãe, era só uma mulher que dava tesão. Eu tentava esconder minha ereção, mas o pau não amolecia, eu estava tremendo.
Então resolvi ir para o meu quarto e me recompor, entrei fechei os olhos e respirei profundamente, para depois soltando o ar pela boca.
Minutos depois a porta do meu quarto se abriu, era minha mãe.
-Estão perguntando por você lá embaixo.
Abri a boca para responder, mas ela me abraçou e me beijou na boca, eu a puxei pela cintura, até seu corpo colar no meu, meu pau estava trincando de tão duro, então levei as duas mãos até sua bunda, apertei suas nádegas e ela deixou, em seguida enfiei a mão por baixo do seu vestido e comecei a alisar sua buceta quente, eu sentia sua calcinha úmida. Então ela passou a mão na minha rola, apertou e disse:
-Vamos voltar para a festa, ou daqui a pouco estarão nos procurando.
Puxei a barra da camisa de dentro da calça e soltei por fora, escondendo assim o volume do meu pau. Já passava da meia noite quando os convidados começaram a se despedir e o DJ começou a guardar seu equipamento. Enquanto minha mãe se despedia do último convidado eu subi para o meu quarto, fiquei em pé no meio do cômodo tentando entender aquilo tudo e pensava: “Será que ela bebeu demais e não sabia o que estava fazendo?”. Não, ela não estava bêbada, estava muito sóbria.
Então minha mãe entrou no meu quarto, sorriu e perguntou se eu estava bem. Respondi que sim e que ia tomar banho, então ela segurou meu braço e disse:
-Não, depois você toma.
Ela me abraçou apertado de novo e ofereceu os lindos lábios para eu beijar, a beijei com desejo ardente e comecei a tirar o seu vestido e logo ela estava só de calcinha. Olhei para ela, seus peitos firmes e pensei: “Não sou seu filho, sou o macho que vai te foder”. Ela se aproximou e ajoelhou-se na minha frente, passou a mão no meu pau duro ainda dentro da calça, encostou a boca no volume e mordiscou, depois começou a desabotoar o meu cinto, desceu o ziper da calça e falou: -Vamos ver o que temos aqui.
Quando ela desceu a minha calça até os joelhos, minha rola saltou, dura como uma rocha, babando com as veias salientes. Ela riu, segurou meu pau e disse:
-Nossa! Que beleza de pau. Nunca imaginei que meu filhão tivesse uma tora dessa.
Ela abocanhou meu pau e começou a chupar, engolia o máximo que cabia em sua boca, lambia, chupava meu saco e eu segurava sua cabeça e fodia na sua boca.
Então segurei seu rosto com as duas mãos, ela olhou para cima ainda com a minha rola na boca, seus olhos estavam morteiros. Eu a levantei e a empurrei para a cama, comecei a tirar sua calcinha úmida, encostei no nariz, senti o cheiro de buceta e subi sobre ela chupando seus peitos, seu corpo se contorcia, então fui descendo, enfiei a língua no seu umbigo e continuei descendo até a buceta depilada e molhadinha, ela abriu as pernas e eu meti a língua, abria os lábios vaginais e enfiava a língua o mais fundo que podia, mordiscava seu grelo e ela gemia e retorcia como uma serpente, até que fui subindo, lambendo sua barriga, chupando novamente seus peitos até seus lábios onde a beijei com fervor. Meu pau duro roçava sua buceta e ela gemia, até que minha rola encaixou entre os lábios quentes e lubrificados, foi entrando sem resistência e logo estava atolada na buceta da minha mãe. Ela gemia e me arranhava as costas e eu a fodia com fúria, socava a pica sem remorso. Ela continuava a me arranhar, passava as unhas nas minhas costas e na minha bunda, deixando marcas vermelhas, seu corpo tremulava sob o meu. Então a fiz virar, fazendo-a ficar de quatro. Segurei seus quadris, encaixei a rola na sua buceta e enfiei de uma vez, meu pau entrou até o talo e eu comecei a socar com estocadas fortes fazendo ela gritar de tesão, ela gemia e empurrava a bunda para trás. De repente eu tirei a rola da buceta dela, pincelei o seu rego e coloquei a cabeça na entradinha de seu cu, quando ela percebeu, tentou sair, se remexia e dizia que não, então a puxei com firmeza e enterrei a rola no seu cu, ela deu grito, mas meu pau já estava dentro e comecei a foder aquele cuzinho, socava a rola com vontade, até que ela começou a gemer e mexer a bunda, seu cu engolia minha rola e ela se entregou, já estava submissa e começou a pedir: -Vai, mete com mais força, bate na minha bunda, me rasga ao meio.
Eu enfiava o dedo na sua buceta, masturbava seu grelo durinho e continuava a comer seu cu. Ela gemia, seu corpo suado estava liso, escorregadio, as gotas de suor nas suas costas brilhava no reflexo da luz. Ela gozava em intervalos curtos e eu me segurava, não queria que aquilo acabasse, até que não aguentei mais, tirei a rola do seu cu e gozei, gozei muito, meu pau estufava e cuspia muita porra no lençol. Ela se deixou cair na cama, olhando para o meu pau pingando porra e eu via um pequeno sorriso em seus lábios.
Ela se levantou meio cambaleante, disse um até amanhã e foi para seu quarto.
Pela manhã preparei um café forte e fui para o seu quarto, eu esperava uma bronca por ter comido o seu cu sem permissão. Ela ainda dormia quando entrei, então abriu os olhos e sorriu ao me ver, pegou o café, bebeu um gole e disse:
-Você sabe o que fez comigo?
Apenas fiquei olhando para ela sem dizer nada. Então ela continuou: -Me fez gozar como nunca. Nunca pensei que o homem que me faria gozar tanto estivesse dentro da minha própria casa. Estou toda dolorida, mas valeu a pena.
Eu sorri e a beijei no rosto.
-Vou arrumar a mala, tenho que voltar para a faculdade.
Mais tarde, desci para me despedir, ela estava na cozinha, toda arrumada, linda como sempre, com aquele sorriso cativante.
Nos abraçamos, nos beijamos no rosto e nos despedimos.
Ela perguntou quando eu voltaria, eu respondi que em breve. Então ela sorriu.
Já na porta olhei para trás e vi a mulher dos meus desejos. Esperei que ela dissesse: “Fique!” Mas ela não disse nada.
Então entrei no carro, dei partida e fui embora.
Por: JCastelhano.