Sogra e Genro - Parte 3 – O Churrasco na Piscina

Um conto erótico de Amor Proibido
Categoria: Heterossexual
Contém 1173 palavras
Data: 23/05/2026 14:15:26
Última revisão: 23/05/2026 14:16:04

O sol das 11h30 já castigava o Rio de Janeiro quando os primeiros convidados começaram a chegar. O churrasco era na casa de Silvia e Arnaldo — churrasqueira de alvenaria, piscina de vinil azul cercada por grama sintética, mesas de plástico branco guarda-sol.

Além dos parentes que tinham ido ao forró na noite anterior — a tia Idalina e o primo Rafael — um casal amigo da família também apareceu: Ricardo e Regiane.

Ricardo, 34 anos, era alto, moreno, cabelo preto alisado, porte de quem malhava pesado. Peito largo, braços grossos, e um olhar safado que não disfarçava. Ex-namorado de Patrícia do tempo de faculdade. Nunca superou totalmente aquela bunda. A atual, Regiane, não tinha aquele bundão maravilhoso.

Regiane era o oposto: baixinha, 1,52 de altura, pele branca leitosa, cabelo vermelho-escuro, liso e comprido. Magrinha— quase não tinha barriga, mas também quase não tinha peito. Usava um top tomara que caia cor de rosa, tão curto que quando ela se abaixava para pegar o isqueiro ou a latinha de cerveja, os biquinhos dos peitos pequenos apareciam, duros do ar condicionado do carro ou da excitação de estar ali. O short jeans azul claro era justíssimo, marcando a bucetinha lisinha no meio das pernas finas e bem feitas. Ela sabia que todos olhavam. Gostava.

Patrícia estava na piscina, dentro d'água até a cintura, calcinha de biquíni azul turquesa bem cavada, mostrando a bunda redonda e dura... uma maravilha natural e melhorada dedicadamente na academia.

Ricardo não tirava os olhos dela.

Caralho, pensou ele, a cerveja gelada na mão, os olhos semicerrados atrás dos óculos escuros. Aquela bunda... lembro quando pegava ela de quatro no sofá da kitnet. Eu enfiava a cara ali. Mordia. Chupava. Enfiava a língua no cu dela antes de meter o pau naquela boceta, ja que ,em seus tempos de namorados, não fazia sexo anal.

Ele sentiu o pau endurecer dentro da bermuda de linho. Disfarçou virando o rosto para Regiane, que estava sentada na borda da piscina, as perninhas curtas balançando na água, o short subindo ainda mais.

— Regi, passa a cerveja, amor — ele pediu, a voz um pouco rouca de tesão.

Ela se abaixou para pegar a latinha na caixa de isopor. O top caia naturalmente com esse movimento. Os biquinhos pequenos e rosados apareceram por um segundo. Ricardo viu. Arnaldo viu. O primo Rafael viu. Até a tia Idalina, de longe, deu um sorriso safado.

Regiane se ajeitou, devagar, deixando todo mundo ver. Ela sabia o que fazia.

Carlos a essa altura já observava a cena do outro lado da piscina, uma coxa de frango na mão, que comia saboreando e lembrando da noite com a sogra. Estava esperando. Esperando o momento de ficar sozinho com Silvia.

O momento veio quando Patrícia chamou:

— Amor, vai ali na cozinha pegar mais carvão? Acabou.

— Vou — Carlos respondeu, olhando para Silvia. — Sogra, me ajuda? Não sei onde guardam.

Silvia levantou do guarda-sol, ajeitou o vestido leve de chita nos quadris, os cabelos pretos balançando.

— Vou sim, meu filho.

Entraram na casa. A porta da cozinha rangeu. Silvia fechou atrás deles.

— Não tem carvão nenhum, né, rapaz? — ela disse, a voz gostosa já arrepiando.

— Não, mainha. Quente que nem brasa aqui só tem a senhora.

Carlos pegou a chave do carro na bancada da cozinha. Não ia comprar carvão lugar nenhum. Abriram a porta dos fundos que dava para o quintal lateral, onde o SUV preto estava estacionado, escondido das árvores.

Entraram. Carlos ligou o ar condicionado. Silvia já estava com a mão na coxa dele.

— Temos pouco tempo — ela disse.

— Então vamos rápido.

Carlos desabotoou a calça. O pau saltou para fora — grosso, veiudo, a cabeça já roxa, uma gota de pré-gozo brilhando na ponta.

Silvia não esperou. Ela se inclinou sobre o console do carro, os cabelos pretos caindo sobre o rosto dela, e abocanhou a cabeça do pau dele. A voz gostosa saiu num gemido abafado.

— Assim, mainha — ele gemeu, a cabeça jogada para trás.

Ela chupou com fome. Não tinha frescura. Lambia do saco até a cabeça, engolia fundo, fazia a boca escorrer babá. O carro embaçou os vidros.

Enquanto ela chupava, Carlos enfiou a mão por baixo do vestido dela. Sem calcinha, como sempre agora. Enfiou dois dedos na boceta dela. Estava escorrendo. Melada. Quente.

Ele dedou ela com força, rápido, enquanto ela mamava. Os dedos dele iam fundo, torciam lá dentro, achavam aquele lugar áspero que fazia ela tremer.

Silvia parou de chupar só para gemer:

— É isso, meu filho... é isso... não para...

Ela voltou a mamar, agora mais rápido, a cabeça subindo e descendo, o pau dele desaparecendo na boca dela. Ele dedava sem dó, dois dedos bem abertos, o polegar roçando no cuzinho dela por cima.

— Vou gozar, mainha. Vou encher sua boca de leite... Não pára!

— Goza na minha boca, safado... Goza tudo.

Ele gozou. Jorrou quente na garganta dela. Ela engoliu, sem perder uma gota, os olhos negros fixos nos olhos verdes claros dele.

Ao mesmo tempo, ela gozou forte também... nos dedos de Carlos. O corpo tremeu todo, as pernas abriram, a boceta apertou os dedos dele atochados dentro daquela gruta quente, encharcada e peluda como se não quisesse soltar. Ela gemeu alto, a boca ainda no pau dele... tomando os jatos de sêmen do genro e engolindo até a última gota.

— Porra, Silvia... que puta gostosa!

— Pauzudo... safado... to viciada nesse leite... Guarda esse pau de jumento... quero ele todo dentro de mim mais tarde. Vamos voltar antes que desconfiem.

Ele guardou o pau na calça, ainda duro. Queria ter fodido a boceta dela ali mesmo. Ela ajeitou o vestido, passou a mão nos cabelos pretos, lambeu os lábios onde ainda escorria esperma.

— Tô com o gosto do seu leite na boca, seu abusado! Respeite a boca de sua sogra, brincou.... Vou tomar cerveja pra disfarçar.

— Beba no copo do sogro... Faça ele saber que a mulher dele é minha cadela agora e que marquei meu território.

Riram juntos da audácia de Carlos. Silvia completou:

— Sou sua... Sua cadela, sua rapariga... cabra safado!. Agora ruma, que mais tarde tu não me escapa

Voltaram pela porta dos fundos. Carlos pegou um saco vazio de carvão na despensa só para fingir. Voltaram para a piscina.

Patrícia já estava sentada na borda, os peitos molhados dentro do biquíni.

— Demoraram, hein?

— Não achei o carvão de primeira — Carlos mentiu, os olhos verdes claros brilhando.

Silvia já estava pegando uma cerveja no isopor, a voz gostosa saindo arrastada:

— Esse menino não sabe onde a gente guarda as coisas até hoje, Patricia...

Arnaldo estava na piscina, boiando, indiferente.

Ricardo ainda olhava Patrícia. Agora ela estava sentada, a bunda molhada marcando o cimento. Ele lembrou de quando lambia o cu dela e o pau escorregava babado. A bermuda já estava dura de novo.

Regiane percebeu.

— Para de olhar, Ricardo — ela sussurrou, mas sem raiva. Ela também olhava. Olhava Carlos.

Todos estavam ali. Todos se olhavam. Todos escondiam alguma coisa. A cerveja gelada descia. O sol queimava. E a tarde ainda estava no começo.

FIM DA PARTE 3

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Comentários

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Legal... torcendo pra Patrícia ser bem comida. Quem sabe saber que a mãe ta sendo putinha do marido desperte o desejo nela. Se sentir desejada pelo amigo pode despertar um tesão novo nela. Mulher gostosa assim como ela, sem libido certo é porque geralmente é negligenciada e muito mal comida pelo marido. Ele reclama dela, mas é tb muito sem paciência e egoísta... falta a mesma pegada que da a sogra. Tomara que o amigo a foda bem gostoso.

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