Como o Marido da Minha Irmã e os Enteados Dela me fizeram de Puta PT2

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 4508 palavras
Data: 23/05/2026 14:08:44

Após o jantar, fui para o quarto cedo, exausta tanto do trabalho quanto da tensão que carregava no corpo. Deitei-me e tentei dormir, mas logo ouvi as vozes vindas do quarto do casal. A porta estava entreaberta mais uma vez.

— Marcão, por favor… ainda não tô pronta — dizia Angélica, com a voz baixa e cansada. — Meu corpo ainda não voltou ao normal.

— O resguardo já acabou há mais de um mês, Angélica — respondeu ele, visivelmente irritado. — Eu sou homem, caralho. Não aguento mais ficar nessa seca. Tô louco de desejo, vivo com o pau duro o dia inteiro. Você quer que eu faça o quê?

A discussão continuou baixa, mas carregada. Angélica parecia à beira das lágrimas. Eu puxei o lençol até o queixo, sentindo novamente aquela mistura estranha de culpa e excitação.

Na manhã seguinte, o café da manhã foi tenso. Marcão mal dirigia a palavra para Angélica. Ele tomava o café preto em silêncio, o rosto fechado. De repente, olhou para Vitor:

— Você vai com a Angela abrir a oficina hoje. Eu vou pagar umas contas e buscar um carro pra consertar. Gustavo já deve chegar mais tarde.

Vitor assentiu sem reclamar. Eu senti um frio na espinha, mas não disse nada.

Chegamos à oficina e, durante toda a manhã, não consegui parar de observar Yasmin. A novinha de 19 anos se movimentava pelo balcão com aquela carinha inocente de igreja, mas agora eu sabia a verdade. Via o jeito como ela caminhava, o short jeans apertado marcando a bunda empinada, a blusa da oficina esticada nos seios pequenos e firmes. Ela parecia tão comportada… e tinha sido comida pelos três ao mesmo tempo.

Marcão e Vitor trabalhavam juntos em um carro na primeira box, suados, com os músculos à mostra.

Por volta das dez horas, Gustavo chegou de moto. Ele olhou para Yasmin com um sorriso safado e disse alto:

— Yasmin, vai até o depósito de peças e procura um pivô pra mim. É pro Gol branco.

— Tá bom — respondeu ela, obediente, e saiu rebolando em direção ao fundo da oficina.

Assim que ela sumiu, Gustavo se aproximou do balcão e parou bem ao meu lado. Seus olhos percorreram meu corpo sem vergonha, demorando nos seios marcados pela camisa justa.

— Você é bem inteligente, Angela — disse ele, com a voz baixa e rouca. — Já pegou o jeito rápido. Mas precisa tomar cuidado… Você observa bastante, né? Só que está sendo observada também. Se der mole, vai ser pescada do mesmo jeito.

Meu coração disparou. Fiquei sem reação, a boca seca. Gustavo deu um sorrisinho cúmplice, como se soubesse exatamente o que eu tinha visto no dia anterior.

Ele não esperou resposta. Virou-se e foi ajudar o pai e o irmão no carro, deixando-me ali, tremendo, com a buceta latejando contra a calcinha.

Eu mal conseguia respirar. As palavras dele ecoavam na minha cabeça.

Se der mole, vai ser pescada também…

O início da tarde estava mais calmo. Sentei-me no balcão e comecei a digitalizar os serviços do dia: ordens de serviço, notas fiscais, peças usadas… Tentava me concentrar na tela do computador, mas minha mente ainda vagava entre as palavras de Gustavo e as imagens do dia anterior.

Yasmin, que estava organizando algumas pastas ao meu lado, de repente quebrou o silêncio. Sua voz era doce, quase infantil, combinando perfeitamente com a imagem de “menina da igreja” que todos tinham dela.

— Angela… como está a Angélica? E a pequena Luz? Deve estar crescendo rapidinho, né?

Eu levantei o olhar e forcei um sorriso. Yasmin estava inclinada levemente sobre o balcão, a blusa da oficina um pouco aberta, mostrando o vale entre os seios pequenos e firmes. Era difícil não lembrar dela gemendo com três paus enormes dentro de si.

— Estão bem — respondi, mantendo o tom amigável. — A Luz tá com quatro meses agora, bem gordinha e manhosa. Angélica ainda tá um pouco cansada, mas é uma ótima mãe. E você, como conhece ela?

Yasmin sorriu, parecendo genuinamente interessada.

— A Angélica é muito gente boa. Quando comecei a namorar o Gustavo, ela me recebeu super bem em casa. Sempre me trata como se eu fosse da família.

Houve um breve silêncio. Respirei fundo e decidi inverter a conversa:

— E você, Yasmin? Me conta um pouco da sua vida. Quantos anos você tem mesmo? O que gosta de fazer fora da oficina?

Ela ajeitou os óculos no rosto, com um sorriso tímido que contrastava absurdamente com o que eu tinha visto.

— Tenho 19 anos. Terminei o ensino médio ano passado e tô fazendo faculdade de Administração à noite. Gosto de ir à igreja, ler… sou bem caseira. O Gustavo me traz pra cá pra ajudar e eu gosto. O Marcão paga bem e o ambiente é legal.

Enquanto ela falava, eu não conseguia deixar de notar o corpo dela: a cintura fina, a bunda empinada dentro do short jeans, as coxas grossas e macias. Parecia tão inocente falando de igreja e faculdade… mas eu tinha visto aquela mesma boca sendo arrombada pelo pau grosso do Vitor.

— Você e o Gustavo parecem se dar bem — comentei, testando o terreno.

Yasmin baixou o olhar, mordendo o lábio inferior de leve.

— É… ele é bom pra mim. Cuida de mim.

Havia algo no jeito como ela disse isso. Uma mistura de carinho e submissão. Senti novamente aquele calor incômodo entre as pernas. Meu corpo traía minha razão mais uma vez.

Ela voltou a organizar as pastas, mas de vez em quando me olhava de canto de olho, como se quisesse dizer algo mais.

A tarde na oficina seguia num ritmo intenso. Carros chegavam, outros eram entregues aos donos com o motor ronronando, clientes reclamando do prazo e o telefone não parava de tocar. Eu me concentrava em digitalizar os últimos serviços do dia, os dedos voando no teclado.

Foi só quando terminei que percebi o silêncio estranho. Não ouvia mais o barulho das ferramentas, nem as vozes grossas de Marcão, Vitor ou Gustavo. Olhei ao redor: os boxes estavam vazios. Yasmin também não estava mais no balcão.

Meu coração acelerou. Eu estava completamente sozinha na oficina.

Fui até o portão principal. A rua estava pouco movimentada, apenas um ou outro carro passando. Voltei para dentro, nervosa, e foi então que notei: a luz do Box 10 estava acesa. Aquele box deveria estar vazio — eu mesma tinha liberado o Renault que estava lá mais cedo.

Caminhei devagar até lá, o coração martelando no peito. Parei ao lado da janela lateral de vidro e espiei.

A cena me paralisou.

Yasmin estava completamente nua, de quatro sobre um banco de trabalho sujo de graxa. Seu corpo pequeno e torneado brilhava de suor. Vitor estava atrás dela, metendo com força aquele pau grosso como uma garrafa PET na bucetinha dela, esticando-a ao limite. Cada estocada fazia o corpo da garota sacudir para frente.

Gustavo estava na frente, segurando a cabeça dela com as duas mãos e fodendo sua boca com o pau longo de 21 cm, enfiando até o fundo da garganta. Saliva escorria pelo queixo de Yasmin, misturando-se com lágrimas de prazer. Ela gemia abafada, o som molhado e obsceno ecoando no box vazio.

— Isso, sua putinha da igreja… engole o pau do irmão enquanto leva o outro na buceta — rosnava Vitor, dando tapas fortes na bunda dela.

Yasmin só conseguia gemer, o corpo tremendo entre os dois enteados.

Fiquei ali, hipnotizada, assistindo por longos minutos. Minha buceta pulsava forte, molhando a calcinha. Eu sabia que era errado, mas não conseguia desviar o olhar daqueles paus enormes destruindo a novinha.

De repente, senti uma presença ao meu lado.

Marcão estava parado bem perto de mim, segurando uma sacola de pão quente na mão. Ele tinha voltado sem eu perceber. Seus olhos escuros me encaravam com intensidade.

— Eu te avisei para não se meter nisso, cunhada — disse ele, a voz baixa e grave, quase um rosnado. — Agora vem comigo. No meu escritório. Agora.

Seu tom não deixava espaço para discussão. Ele segurou meu braço com firmeza, mas sem machucar, e começou a me guiar em direção ao escritório.

Meu corpo inteiro tremia. Medo, excitação e vergonha se misturavam enquanto eu era levada por ele.

Marcão me levou até o escritório sem dizer mais uma palavra. Assim que entramos, ele apontou para o sofá velho de couro no canto.

— Senta.

Fechei a porta atrás de mim, girando a chave. Depois fechou as cortinas, deixando o ambiente mais escuro e íntimo. O ar parecia mais pesado.

Ele se encostou na mesa, me olhando de cima a baixo por um longo tempo antes de começar a falar:

— Angela… você deve me achar um filho da puta, né? Trair sua irmã, ainda mais com ela tendo uma bebê recém-nascida em casa. Mas nem tudo é tão simples.

Ele suspirou e continuou:

— Há alguns meses, Yasmin e Gustavo começaram a namorar. Eles se conheciam desde a escola. Ele me pediu pra dar um emprego pra ela e eu dei. Só que depois descobri que os dois já estavam transando escondido aqui na oficina. Por isso eu não queria ele trabalhando direto aqui, só como motoboy. Mas o safado não parou por aí… ele dividia a Yasmin com o Vitor. Eu peguei os três no flagra.

Marcão fez uma pausa, os olhos escuros fixos em mim.

— Sua irmã estava grávida. No começo ainda transávamos, mas no final da gravidez ela parou completamente. Faz seis meses que não como ela. A Yasmin virou minha puta também. E agora você está aqui… e eu vejo que você também é uma puta.

Senti o sangue subir no rosto.

— Vai se foder, Marcão! Como você tem coragem de me chamar de puta?! — explodi, levantando do sofá.

Ele não se abalou. Com um sorriso de canto de boca, abriu o zíper do macacão sujo de graxa e tirou para fora aquele pau enorme de 22 cm, já meio duro. Começou a se masturbar devagar na minha frente, a mão grossa subindo e descendo pelo comprimento grosso e veioso.

— Eu sou viciado em sexo, Angela. Não fico sem. Tenho a Yasmin pra aliviar… mas se você quiser, eu posso apagar esse fogo que tá queimando aí dentro de você. Deixa um homem de verdade te foder do jeito que você merece.

Meu olhar desceu involuntariamente para o pau dele, latejando na mão. Senti minha buceta contrair forte, molhando a calcinha. O medo e a excitação lutavam dentro de mim.

— Você é nojento… — murmurei, mas minha voz saiu fraca.

Sem esperar mais, virei as costas e saí apressada do escritório, quase correndo. Meu coração batia descontrolado enquanto eu voltava para o balcão, as pernas tremendo.

Eu sabia que tinha escapado… por enquanto.

À noite, notei que Angélica estava estranhamente quieta. Depois de colocar a pequena Luz para dormir, ela sentou no sofá da sala com o olhar perdido. Sentei ao lado dela e segurei sua mão.

— O que foi, mana? Você está triste…

Angélica respirou fundo, os olhos castanhos marejados. A voz saiu baixa, quase envergonhada:

— Depois que tive a Luz… eu não sinto mais tesão, Angela. Nem por Marcão, nem por ninguém. É como se algo tivesse desligado dentro de mim. Eu sei que ele é um homem que gosta de sexo quase todos os dias… ele é viciado nisso. Sempre foi. Eu sei que ele deve estar tendo casos por aí, mas… eu não consigo sentir desejo. Às vezes acho que ele sempre me comeu por obrigação não por desejo.

Fiquei em silêncio, sentindo uma pontada forte no peito. Se ela soubesse o que eu tinha visto… o que ainda estava acontecendo…

Alguns minutos depois, Yasmin chegou para o jantar. Vestia uma roupa simples, mas que marcava bem o corpo: short jeans e uma blusinha justa. Todos a receberam bem. Marcão, Gustavo e Vitor estavam animados, rindo e fazendo piadas. Até Angélica se esforçava para sorrir.

Todos se divertiam à mesa… menos eu. Eu me sentia cada vez mais encurralada. Tristeza pela minha irmã, que estava sofrendo sem saber da verdade, e uma curiosidade perigosa que crescia dentro de mim a cada cena que eu presenciava. A imagem daqueles paus enormes, Yasmin gemendo entre os três… tudo isso não saía da minha cabeça.

Após o jantar, enquanto Angélica foi dar banho na Luz, vi Yasmin se levantar com um sorrisinho cúmplice. Gustavo e Vitor trocaram um olhar e os três seguiram pelo corredor em direção ao quarto dos meninos. A porta fechou atrás deles.

Fiquei inquieta no sofá, apertando as coxas. Minha imaginação voava. Eu sabia exatamente o que ia acontecer ali.

Marcão, que tinha ficado na sala, percebeu meu estado. Ele se aproximou por trás do sofá, inclinou-se perto da minha orelha e falou baixinho, com a voz rouca:

— Tá inquieta, cunhada? — Ele segurou o pau por cima do short, apertando o volume grosso e longo que já começava a endurecer. — Eu te avisei… você vai cair em tentação. Mais cedo ou mais tarde, essa bucetinha vai querer o que viu. E quando quiser… é só me pedir.

Senti um arrepio violento percorrer meu corpo. Meu rosto queimou de vergonha e excitação. Marcão deu um sorrisinho safado, apertou mais uma vez o pau e se afastou, indo para o quintal como se nada tivesse acontecido.

Fiquei ali, sozinha na sala, com o coração disparado e a calcinha molhada.

Eu estava perdendo o controle… e o pior é que uma parte de mim não queria recuperar.

Depois do jantar, saí para tomar um ar no quintal. Precisava clarear a cabeça. Foi quando vi Marcão saindo de casa, já vestindo uma camisa limpa, indo em direção ao bar da esquina. Ele nem olhou para trás.

De madrugada, eu ainda não conseguia dormir. Virava de um lado para o outro na cama, com a mente cheia de imagens proibidas. De repente, ouvi um barulho forte no corredor — alguém caindo no chão.

Levantei correndo e encontrei Marcão caído, completamente bêbado, fedendo a cachaça.

— Marcão, você está bêbado pra caralho… — sussurrei, tentando levantá-lo. — Levanta, vai tomar banho.

Ele mal conseguia ficar em pé. Eu o empurrei, ainda de roupa e tudo, para dentro do box do banheiro e liguei o chuveiro frio. A água caiu forte sobre ele. Saí do banheiro, mas ele gemeu alto:

— Angela… me ajuda aqui, por favor…

Hesitei, mas voltei. Sentei-me no vaso sanitário, olhando para a parede enquanto ele tomava banho. A água escorria, molhando o macacão aberto.

— Angela… vem aqui. Me ajuda com uma coisa — chamou ele, a voz arrastada pelo álcool.

Virei o rosto e meu coração quase parou.

Marcão estava completamente nu agora, o corpo negro e musculoso molhado. Seu pau estava duro, latejando — aqueles 22 cm grossos e veiosos apontando para cima, a cabeça inchada brilhando.

— Pega no meu pau, cunhada… — murmurou ele, bêbado. — Você quer, eu sei que quer. É só pegar… não faz mal pra ninguém.

Minha mente gritava “não”, mas meu corpo traía. Minha mão se moveu quase sozinha, tremendo, até envolver aquele pau enorme. Ele pulsava quente e pesado na minha palma.

— Isso… masturba agora — ordenou ele, a voz rouca.

Comecei a fazer um vai e vem lento, sentindo a grossura, as veias saltadas. Marcão gemeu baixo, empurrando o quadril contra minha mão.

Depois de alguns minutos, ele segurou minha nuca com firmeza:

— Chupa. Agora. Se não, eu grito e acordo a casa toda.

Fiquei paralisada por um segundo. O medo e o tesão me dominaram. Abaixei o rosto e coloquei a cabeça grossa na boca. Comecei devagar, chupando com dificuldade, mas logo o desejo falou mais alto. Passei a chupar mais frenético, enfiando o máximo que conseguia, babando no pau dele enquanto Marcão segurava minha cabeça e gemia.

— Isso… que boquinha gostosa… porra…

Ele gozou com força, jatos grossos e quentes explodindo na minha garganta. Tentei engolir, mas parte escorreu pelo canto da boca. O gosto era forte, salgado.

Saí correndo do banheiro, trancada no meu quarto. Meu corpo queimava. Tirei a calcinha encharcada, deitei na cama e comecei a me masturbar desesperadamente, dois dedos na buceta molhada, pensando naquele pau enorme. Gozei forte, mordendo o travesseiro para não fazer barulho.

Depois, ainda ofegante, fiquei olhando o teto no escuro.

Eu estou ficando louca de tesão… e minha irmã não merece isso.

Na manhã seguinte, acordei com o corpo ainda latejando. O gosto do pau de Marcão ainda parecia estar na minha boca, e a lembrança do que eu tinha feito — masturbá-lo e chupá-lo enquanto ele estava bêbado — me enchia de culpa e excitação ao mesmo tempo.

Fiquei deitada por alguns minutos, pensando na minha relação com Angélica. Nós duas crescemos juntas numa pequena fazenda. Nossos pais são agricultores humildes, sempre trabalhando duro da manhã até o anoitecer. Desde novas, estudamos com afinco para sair daquela vida simples e dar uma vida melhor a eles e a nós mesmas. Angélica, aos 18 anos, saiu de casa com uma mochila nas costas e um diploma na mão. Teve vários empregos, lutou bastante… até conhecer Marcão há sete anos. Aí se entregou completamente: virou dona de casa, se casou, teve a Luz.

E agora eu… estava me envolvendo com o marido dela. Tinha chupado e masturbado o pau dele. Traía a confiança da minha própria irmã.

Se ela descobrir, vou perder o amor e a amizade dela para sempre. Meus pais nunca mais vão conseguir olhar na minha cara.

O peso da culpa era enorme. Mas, ao mesmo tempo, eu estava morrendo de tesão. Uma curiosidade perigosa e doentia tomava conta de mim. Eu queria mais. Queria ver. Queria sentir.

Saí de casa sem falar com Angélica, apenas dei um beijo rápido na testa da pequena Luz e fui direto para a oficina com Vitor.

Durante o dia, o movimento foi normal até que, por volta das três da tarde, Yasmin sumiu novamente. Meu instinto me fez ir atrás. Quando me aproximei do banheiro dos clientes, a porta estava entreaberta.

Lá dentro, Yasmin estava de joelhos no chão sujo. Gustavo fodia sua boca com o pau longo de 21 cm, segurando a cabeça dela com força, enquanto Vitor metia na bucetinha dela por trás, estocando forte. A novinha gemia abafada, babando no pau de Gustavo, os olhos lacrimejando de prazer.

Fiquei parada, assistindo em silêncio, sentindo minha calcinha encharcar.

De repente, uma mão grande segurou meu braço.

— Vem comigo — ordenou Marcão, a voz baixa e autoritária.

Ele me levou até o escritório, fechou a porta e girou a chave. Depois se encostou na mesa, cruzando os braços musculosos.

— Angela… você quer sexo. Não adianta disfarçar mais. Seu corpo não mente, mesmo que sua cabeça esteja dizendo outra coisa. Eu vejo como você fica molhada assistindo. Vejo como sua respiração muda. Você tá louca pra sentir um pau de verdade te fodendo.

Ele deu um passo mais perto, o volume enorme já marcando o macacão.

— Sua irmã não quer mais. Mas você quer. E eu quero te dar.

Fiquei em silêncio, o coração martelando, a buceta pulsando forte. Marcão me olhava como um predador que sabia que a presa já estava quase rendida.

— Eu não tô com desejo nenhum… — neguei, com a voz fraca e trêmula.

Marcão sorriu como quem não acreditava em uma palavra. Deu um passo à frente, segurou minha cintura com aquelas mãos grandes e firmes e me puxou contra seu corpo. Sua boca desceu direto para o meu pescoço, beijando e chupando a pele sensível. Senti um arrepio violento.

— Para… — sussurrei, mas inclinei a cabeça para o lado, facilitando o acesso.

Ele desceu beijando, mordendo de leve, até chegar nos meus ombros. Então segurou meu cabelo com firmeza e ordenou:

— De joelhos. Chupa meu pau, Angela.

Eu hesitei apenas um segundo antes de me ajoelhar. Abri o macacão dele e aquele pau monstruoso de 22 cm pulou para fora, pesado e latejando. Segurei com as duas mãos e comecei a chupar, primeiro a cabeça grossa, depois tentando descer mais. Marcão gemeu rouco e segurou minha cabeça, fodendo minha boca devagar.

— Isso… que boquinha gulosa.

Logo depois ele me levantou, tirou minha camisa da oficina e o sutiã com rapidez. Meus seios médios e firmes pularam livres. Ele os segurou com as duas mãos, apertando, chupando os mamilos com fome, mordendo de leve enquanto eu gemia baixinho.

Em seguida, abriu minha calça jeans e a puxou junto com a calcinha para baixo. Fiquei completamente nua na frente dele. Marcão me colocou sentada na mesa do escritório, abriu minhas pernas e passou os dedos grossos pela minha buceta quase sem pelos.

— Tão molhada… — rosnou.

Ele se ajoelhou, abriu meus lábios com os polegares e começou a me chupar. Língua quente, firme, circulando meu clitóris.

— Ahh… hmm… — gemi baixinho, mordendo o lábio.

Ele enfiou um dedo grosso enquanto chupava mais forte.

— Ahh… Marcão… devagar… hmmm… ahh!

Minha buceta latejava, molhando a boca dele. Eu tentava segurar os gemidos, mas eles escapavam:

— Hmm… ahh… assim… porra…

Marcão se levantou, pegou o pau e esfregou a cabeça grossa na entrada da minha buceta rosada.

— Não… eu sou irmã da sua esposa… não podemos… — tentei dizer, ainda tentando manter um resquício de decência.

Não consegui terminar a frase.

Ele segurou meus quadris com força e empurrou devagar. A cabeça grossa do pau abriu minha buceta, entrando centímetro por centímetro.

— Aaaahh… — gemi alto, sentindo ele me alargar.

Marcão metia devagar, mas fundo, saboreando cada reação minha. Metade do pau já estava dentro, esticando minhas paredes.

— Caralho… que buceta apertada… — rosnou ele.

Começou a meter com mais ritmo, cada vez mais fundo. O som molhado de sexo ecoava no escritório. Ele segurava meus seios enquanto me fodia, estocando cada vez mais forte.

— Olha pra mim enquanto eu te fodo, Angela… — ordenou, acelerando as estocadas.

Meu corpo tremia a cada vez que ele metia fundo. Eu estava completamente entregue, gemendo sem controle enquanto o marido da minha irmã me fodia na mesa do escritório.

Marcão segurou meus quadris com mais força e começou a meter mais fundo, centímetro por centímetro, até quase enfiar todo o pau grosso de 22 cm dentro de mim. Senti minha buceta sendo completamente aberta, esticada ao limite.

— Aaaahh… caralho… você é muito grande… — gemi, cravando as unhas nos ombros dele.

Ele sorriu satisfeito e acelerou o ritmo. O som molhado e obsceno de “ploc, ploc, ploc” ecoava no escritório enquanto ele metia com força. Cada estocada fazia meus seios balançarem. Marcão segurou um deles com a mão grande e apertou o mamilo com força enquanto me fodia.

— Essa bucetinha apertada tá engolindo meu pau todinho… — rosnou ele, metendo cada vez mais rápido. — Tão molhada… tão quente… porra, Angela.

Ele tirou o pau quase todo e enfiou de uma vez, bem fundo. Gritei de prazer e dor misturados:

— Aaaahhh! Marcão… devagar… ahh… assim… mais fundo!

Ele me virou de costas sobre a mesa, empinou minha bunda e voltou a meter com tudo. Segurava minha cintura com as duas mãos e me puxava contra ele, fazendo meu corpo bater contra o dele. O pau entrava e saía brilhando com meus líquidos, batendo fundo no meu útero.

— Tá gostando, cunhada? Tá gostando de levar o pau do marido da sua irmã? — perguntou ele, dando um tapa forte na minha bunda.

— Sim… ahh… sim… — confessei, gemendo sem controle.

Marcão metia cada vez mais selvagem. O suor escorria pelo peito dele e caía nas minhas costas. Ele enfiou a mão entre minhas pernas e começou a esfregar meu clitóris inchado enquanto não parava de foder.

Meu corpo inteiro começou a tremer. O prazer subia como uma onda.

— Eu… eu vou gozar… Marcão… não para… por favor… — implorei, a voz rouca.

— Goza no meu pau, vai… aperta ele todinho — ordenou ele, metendo ainda mais forte.

O orgasmo me acertou como um choque. Minha buceta apertou o pau dele violentamente, pulsando sem parar enquanto eu gozava.

— Aaaahhhhh! Tô gozando… caralho… tô gozando!! — gritei, o corpo convulsionando sobre a mesa.

Marcão não parou. Continuou metendo fundo durante meu orgasmo, prolongando o prazer até eu ficar mole. Então, com um grunhido animal, ele enterrou o pau até o fundo e gozou.

Senti jatos grossos, quentes e fortes explodindo dentro de mim. Um atrás do outro. Ele gozava tanto que a porra começou a escorrer pela minha buceta mesmo com o pau ainda dentro, pingando no chão do escritório.

— Toma toda… toma minha porra, Angela… — gemeu ele, ainda dando estocadas curtas enquanto esvaziava as bolas.

Quando finalmente saiu de dentro de mim, um rio de sêmen grosso escorreu pela minha coxa. Fiquei ali, debruçada na mesa, pernas tremendo, buceta vermelha e aberta, com porra escorrendo em fios grossos.

Marcão deu um tapa leve na minha bunda e disse, ainda ofegante:

— Amanhã essa buceta tem que estar toda depilada. Sem nenhum resquício de pelo. Quero ela lisinha pra eu comer quando eu quiser. Entendeu?

Eu apenas assenti, sem forças para responder. Peguei minha roupa do chão, me vesti rapidamente e saí do escritório com as pernas bambas. A porra dele ainda escorria pela minha calcinha enquanto eu voltava para o balcão, sentindo cada passo.

Estava completamente marcada.

O resto da tarde segui minha rotina mecanicamente: atendi clientes, organizei notas, respondi ao telefone. Yasmin voltou como se nada tivesse acontecido, com o mesmo sorriso inocente de sempre. Eu mal conseguia olhar nos olhos dela.

Quando cheguei em casa, já era noite. O cheiro de comida estava no ar, mas eu não tinha fome. Mal conseguia olhar para Angélica. Ela estava na cozinha, terminando de preparar o jantar, com a pequena Luz no carrinho ao lado.

— Chegou, mana? Fiz estrogonofe, seu favorito — disse ela, sorrindo carinhosamente.

Senti uma pontada forte de culpa no peito. Aquela era a minha irmã. A pessoa que sempre me protegeu. E eu tinha acabado de deixar o marido dela gozar dentro de mim.

— Oi… tô com uma dor de cabeça horrível — menti, evitando o olhar dela. — Acho que vou direto pro quarto. Não vou jantar hoje, tá?

Angélica franziu a testa, preocupada.

— Nossa, quer que eu te faça um chá? Ou um comprimido?

— Não precisa… só quero deitar. Amanhã eu tô melhor — respondi rápido, já me afastando pelo corredor.

Entrei no quarto, fechei a porta e me joguei na cama. Assim que tirei a calça, senti novamente. A porra de Marcão ainda escorria devagar da minha buceta. Um fio grosso e branco escorria pela minha entrada inchada, sujando a calcinha. Meu corpo inteiro estava hipersensível. Só de passar a mão na coxa para limpar, um arrepio forte subiu até meus seios, e meus mamilos endureceram instantaneamente.

Cada movimento me dava tesão. Quando sentei na cama, a pressão na minha buceta latejante me fez morder o lábio. Eu ainda sentia ele dentro de mim… o jeito bruto como me fodeu, como me encheu.

Deitada no escuro, com a casa cheia de vozes ao fundo de Angélica, Marcão, os meninos, eu pensava:

Aquela tarde no escritório foi só o começo…

Eu sabia. Sabia que não ia conseguir parar. A culpa me consumia por dentro, mas o desejo era mais forte. Meu corpo já não obedecia mais à minha cabeça.

Fechei os olhos, sentindo mais um pouco da porra dele vazar de mim, e suspirei baixinho.

Eu estava ferrada.

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